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A Prefeitura de Tanhaçu intensificou uma campanha de conscientização voltada ao combate ao descarte irregular de entulhos nas vias públicas do município. A iniciativa busca orientar a população sobre a necessidade de regularizar atividades como construção, poda de árvores e descarte de resíduos, com o objetivo de preservar o meio ambiente e garantir a organização urbana.
De acordo com a gestão municipal, práticas inadequadas de descarte têm sido registradas em diversos pontos da cidade, o que compromete a limpeza pública, gera impactos ambientais e pode trazer riscos à saúde da população. A campanha destaca que o cumprimento das normas é fundamental para evitar penalidades e contribuir para uma cidade mais sustentável.
A administração, liderada pelo prefeito Valdemir Gondim, orienta que os moradores procurem o setor de tributos do município para regularizar as atividades e obter informações sobre os procedimentos corretos para o descarte de materiais.
Além do caráter educativo, a ação também reforça a importância da participação da população na preservação dos espaços públicos. A Prefeitura destaca que atitudes simples, como o descarte adequado de resíduos, fazem diferença na qualidade de vida e na conservação ambiental da cidade.
A Polícia Militar da Bahia, por meio da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA/Lençóis), realizou na terça-feira (27) uma operação de combate a crimes ambientais no município de Carinhanha, no oeste baiano. A ação ocorreu na zona rural da cidade e resultou na destruição de fornos clandestinos utilizados para a produção ilegal de carvão vegetal.
Durante rondas no povoado de Barrinha, os policiais localizaram oito fornos irregulares, todos contendo grande quantidade de carvão em seu interior. No entorno das estruturas também foram encontradas volumosas pilhas de carvão vegetal e lenha, evidenciando a atividade ilegal em andamento.
Diante da impossibilidade de transporte do material apreendido, a equipe realizou a inutilização dos fornos e do carvão no próprio local, seguindo os procedimentos previstos na legislação ambiental. Além disso, foram lavrados os termos administrativos cabíveis, reforçando as medidas legais contra os responsáveis pela prática.
A Polícia Militar da Bahia destruiu quatro fornos utilizados na produção ilegal de carvão vegetal na zona rural do município de Ibipitanga, em mais uma ação voltada ao enfrentamento aos crimes ambientais e à proteção dos recursos naturais.
A operação foi realizada durante patrulhamento ambiental nos povoados de Umbuzeiro e Barreirinho de Pituci, onde os policiais identificaram dois fornos em funcionamento e outros dois já desativados. Todas as estruturas irregulares foram inutilizadas, conforme determina a legislação ambiental vigente.
Nos fornos que estavam ativos, os militares encontraram aproximadamente quatro metros estéreo de material lenhoso. Como não foi possível realizar a remoção imediata, o material permaneceu no local para posterior adoção das medidas legais cabíveis. Nenhum responsável foi localizado durante a ação, sendo lavrados os respectivos termos administrativos.
A operação foi conduzida por equipes da CIPPA/LENÇÓIS, unidade especializada vinculada ao Comando de Policiamento Especializado, e reforça a atuação contínua da PMBA na repressão às práticas ilegais que provocam danos ao meio ambiente.
O prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes (Avante), anunciou nesta segunda-feira (24) a renovação da parceria entre o município e a COOPCATMARB — Cooperativa de Trabalho de Materiais Recicláveis de Brumado. A reunião marcou mais um passo no fortalecimento das políticas públicas voltadas à reciclagem, sustentabilidade e geração de renda para famílias que atuam no setor.
Segundo a administração municipal, a renovação da parceria permitirá a ampliação dos serviços, o aprimoramento da infraestrutura utilizada pela cooperativa e um avanço na organização das ações ambientais desenvolvidas no município. A iniciativa busca elevar a eficiência da coleta seletiva e, ao mesmo tempo, valorizar o trabalho dos cooperados, que desempenham papel essencial na gestão de resíduos sólidos.
Durante o encontro, o prefeito Fabrício Abrantes destacou o compromisso da gestão com a pauta ambiental e com as famílias que dependem da atividade. “Renovar essa parceria é reafirmar que estamos caminhando ao lado da COOPCATMARB, ampliando serviços, melhorando a estrutura e fortalecendo a reciclagem em Brumado. Nosso objetivo é garantir sustentabilidade, cuidar da cidade e valorizar o trabalho cooperado”, afirmou.
A Prefeitura de Brumado, sob a gestão do prefeito Fabrício Abrantes (Avante), iniciou o mês de novembro com ações voltadas à prevenção e preparação para o período de chuvas, realizando a limpeza e recuperação de aguadas em diversas comunidades rurais do município.
De acordo com o gestor, mais de 20 aguadas já foram concluídas, garantindo melhores condições para o armazenamento da água das chuvas e o abastecimento das famílias e dos animais do campo. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento rural sustentável e com o bem-estar da população que depende diretamente dos recursos hídricos locais.
“Nos preparamos com antecedência para a chegada das chuvas, realizando a limpeza das aguadas. Já são mais de 20 concluídas! E enquanto a chuva não vem, seguimos firmes nesse trabalho”, destacou o prefeito Fabrício Abrantes.
O gestor ainda ressaltou a importância do período chuvoso para a renovação da esperança do povo sertanejo, expressando otimismo com a chegada das chuvas:
“Se Deus quiser, em breve veremos o nosso sertão molhado, as aguadas cheias e o povo do campo feliz, com esperança renovada para plantar, dar aos animais e seguir o dia a dia.”
De forma descontraída, Fabrício também brincou com a tradição local:
“Já podem separar as varas e os anzóis, porque o prefeito aqui já deixou os peixes garantidos! Em breve, vai ter giro de pescaria nessas aguadas.”
Durante uma operação de rotina realizada na manhã desta terça-feira (7), policiais da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA/Lençóis) localizaram e destruíram sete fornos utilizados para a produção ilegal de carvão vegetal na zona rural do município de Carinhanha, nas localidades de Moca Olho e Barrinha.
No local, os agentes encontraram uma pequena quantidade de carvão armazenado e uma expressiva quantidade de madeira nativa já cortada, pronta para a queima. Entre as espécies identificadas estavam o angico-vermelho, pau-d’arco e umburana.
Devido ao volume de material e às dificuldades logísticas para transporte, a madeira permaneceu na área, enquanto os fornos foram inutilizados.
A operação integra as ações contínuas da CIPPA/Lençóis voltadas ao combate de crimes ambientais e à preservação dos recursos naturais do estado, reforçando o compromisso da corporação com a sustentabilidade e o uso responsável da vegetação nativa.
A Prefeitura de Brumado está intensificando uma campanha de conscientização para evitar o descarte de lixo e entulho em vias públicas e terrenos baldios do município. A iniciativa conta com a instalação de placas em diferentes pontos da cidade com os dizeres: “Proibido jogar lixo ou entulho neste local. Crime ambiental previsto na Lei Federal 9.605/98, Artigo 54”.
O prefeito Fabrício Abrantes reforçou o pedido de colaboração da comunidade. “Gostaria, mais uma vez, de pedir a conscientização da nossa população. A limpeza está sendo feita, mas contamos com a colaboração dos moradores para não jogarem lixo nas ruas e terrenos. Vamos fazer a nossa parte e manter a nossa cidade limpa!”, destacou.
A administração municipal alerta que o descarte irregular de resíduos configura crime ambiental, sujeito às penalidades legais.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (21), com 54 votos favoráveis e 13 contrários, o projeto de lei (PL 2.159/2021) que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. A proposta determina as diretrizes para o licenciamento ambiental e sua aplicação pelos órgãos responsáveis, além de flexibilizar a necessidade da licença em alguns casos. Como o texto foi alterado pelos senadores, ele retorna à Câmara dos Deputados para nova análise. A proposta está em discussão há 21 anos, tendo tramitado 17 anos na Câmara dos Deputados e quatro anos no Senado. O texto aprovado dispensa de licenciamento ambiental atividades que não ofereçam risco ambiental ou que precisem ser executadas por questão de soberania nacional ou de calamidade pública. Também isenta de licenciamento os empreendimentos agropecuários para cultivo de espécies de interesse agrícola, além de pecuária extensiva, semi-intensiva e intensiva de pequeno porte. Foi instituída ainda a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), destinada a atividades ou empreendimentos de pequeno ou médio porte e de baixo ou médio potencial poluidor. A licença poderá ser expedida mediante uma autodeclaração de adesão e compromisso do empreendedor, com os requisitos preestabelecidos pela autoridade licenciadora. A relatora do projeto, senadora Tereza Cristina (PP-MS), disse que o objetivo da proposta é licenciar as obras no país com mais clareza, eficiência e justiça. Segundo ela, o marco regulatório atual, com regras sobrepostas, trava iniciativas importantes e desestimula investimentos responsáveis.
O Ministério Público da Bahia, através do projeto ‘Município Ecolegal’, promoveu um curso sobre gestão e educação ambiental para autoridades e representantes da sociedade civil de 11 municípios do estado. Realizado no último dia 24, durante as atividades da 50ª Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) em Guanambi, o “Seminário de Gestão e Educação Ambiental Municipal” reuniu mais de 100 participantes para discutir a FPI como Programa Educador Socioambiental. Promovido pelo Centro de Apoio às Promotorias de Meio Ambiente e Urbanismo (Ceama) do MP, o seminário contou com a participação da promotora de Justiça Luciana Khoury, gerente do projeto ‘Município Ecolegal’; do promotor de Justiça Jailson Trindade, titular da Promotoria de Justiça Especializada em Meio Ambiente de Guanambi; e de representantes do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia (Sema). Também estiveram presentes representantes das secretarias de meio ambiente e educação dos municípios de Guanambi, Mortugaba, Jacaraci, Urandi, Pindaí, Sebastião Laranjeiras, Candiba, Palmas de Monte Alto, Caetité, Igaporã e Ibiassucê. O curso aconteceu na Câmara Municipal de Guanambi e abordou temas como fiscalização ambiental, licenciamento ambiental municipal, Programa Estadual de Gestão Ambiental Compartilhada (GAC) e Sistemas Municipais de Meio Ambiente. Ainda durante o evento, foram apresentados o site do projeto ‘Município Ecolegal’ e as devolutivas de Educação Ambiental e Gestão Ambiental desenvolvidas pelos municípios.
Conforme estudo realizado por economistas ingleses e publicado na Marine Pollution Bolletin, após estes procurem ‘colocar um preço no plástico’, ao calcular os impactos financeiros disso para a sociedade mundial, cada tonelada de plástico custa até US$ 33 mil em valor ambiental reduzido. Estima-se que 8 milhões de toneladas de poluição plástica entram nos oceanos do mundo a cada ano. Portanto, todos os anos esse prejuízo alcança até US$ 2,5 bilhões. Se o valor já é bastante alto, saiba que essas estimativas não levaram em conta os impactos diretos e indiretos sobre as indústrias de turismo, transporte e pesca, ou sobre a saúde humana, alertaram os autores. Nicola Beaumont, economista ambiental do Laboratório Marinho de Plymouth, que liderou o estudo, disse que o levantamento é o primeiro do tipo a explorar o impacto social e econômico dos plásticos no mar. Mas destaca que os custos reais para a sociedade humana global já estão subestimados. Kayleigh Wyles, professora de psicologia ambiental da Universidade de Surrey, disse ao jornal The Guardian que a pesquisa foi a primeira a mostrar o impacto “holístico” da poluição plástica, que pretende chamar a atenção para os mares e dar subsídio para a tomada de decisões a respeito do tema. “Reciclar uma tonelada de plástico nos custa centenas contra os custos de milhares se a deixarmos entrar no ambiente marinho. Hoje, nós trocamos carbono para reduzir as emissões para a atmosfera, então devemos ser capazes de fazer algo similar com plásticos. Esperamos que este estudo destaque a realidade do problema plástico em termos humanos”, disse ela.