Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair
A Operação Véu de Areia resultou na prisão de 12 investigados por lavagem de capitais, no cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão e no bloqueio judicial de R$ 49,6 milhões em bens e valores. Deflagrada pela Polícia Civil da Bahia nesta quinta-feira (20), a ação teve como principal objetivo atingir a estrutura financeira de uma organização criminosa e interromper a movimentação de recursos relacionados às atividades ilícitas.
Na Bahia, foram realizadas nove prisões, sendo oito em Salvador e uma em Cruz das Almas. Em São Paulo, foram cumpridos outros três mandados de prisão preventiva, nos municípios de Taboão da Serra, Praia Grande e na capital, no bairro de Paraisópolis. Entre os presos na Bahia, sete estavam em liberdade e outros dois já se encontravam no sistema prisional, onde tiveram as ordens judiciais cumpridas.
Em Salvador, as prisões e os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros do Arenoso, Fazenda Grande do Retiro e Cabula VI. Também foi aplicada medida cautelar diversa da prisão no município de Milagres, determinando que o investigado compareça periodicamente ao Poder Judiciário para prestar esclarecimentos, conforme decisão judicial.
Asfixia financeira
As investigações apontam que os presos mantinham ligação com uma liderança criminosa. Segundo as apurações, os envolvidos exerciam diferentes funções na estrutura financeira do grupo, com participação na movimentação e ocultação de recursos.
A Polícia Militar apreendeu, na terça-feira (18), um Jeep Renegade durante uma fiscalização na região da Feira Livre, em Brumado, no sudoeste da Bahia. A abordagem ocorreu após os policiais verificarem que o veículo possuía uma restrição judicial.
Conforme informações apuradas, o automóvel seria utilizado na região de Lagoa Real e Caetité. O condutor teria ido até Brumado para realizar um serviço e acabou sendo abordado durante a fiscalização.
A ordem judicial estaria relacionada a um processo em tramitação na Vara Criminal da Comarca de Caruaru, em Pernambuco. O procedimento investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento em roubos de cargas, com atuação nos estados de Pernambuco e Goiás.
Segundo a decisão judicial, o Jeep Renegade estaria entre os bens vinculados ao grupo investigado. Também existe suspeita de que o automóvel possa ter relação com práticas de lavagem de dinheiro.
Após a identificação da restrição, a Polícia Militar realizou a apreensão do veículo, que foi encaminhado para um pátio credenciado.
Uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de capitais é alvo da Operação Véu de Areia, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta quinta-feira (20). A ação cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, além de medidas de sequestro, bloqueio e indisponibilidade de bens e valores que totalizam R$ 49,6 milhões. As diligências são realizadas em Salvador e em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará.
A investigação, conduzida pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), apura a atuação de uma estrutura criminosa com presença em alguns bairros de Salvador. As apurações apontam a existência de um grupo organizado e permanente, com divisão de funções e conexões que ultrapassam os limites territoriais da Bahia.
Os levantamentos identificaram vínculos pessoais e financeiros entre integrantes do grupo, além do uso de pessoas, empresas e contas bancárias para movimentar e ocultar recursos. As investigações também apontaram movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada, transferência de valores entre diferentes contas e rápida circulação do dinheiro, características que podem indicar a prática de lavagem de capitais.
As investigações apontam ainda que uma liderança do grupo, mesmo custodiada no sistema prisional, manteve influência sobre a organização, com indícios de articulação com integrantes e pessoas de confiança. A operação busca atingir simultaneamente as estruturas operacional, financeira e patrimonial da organização, interromper fluxos de recursos ilícitos e ampliar o conjunto probatório para a individualização das condutas e responsabilização dos envolvidos.
A Operação Véu de Areia é realizada no âmbito da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (RENORCRIM), com atuação integrada da Polícia Civil da Bahia e das Polícias Civis de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pará. A execução coordenada das medidas busca evitar a comunicação entre investigados, a destruição ou ocultação de provas, a evasão de alvos e eventuais movimentações patrimoniais destinadas a frustrar as determinações judiciais.
A operação conta com o apoio dos Departamentos Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC); Especializado de Investigações Criminais (DEIC); de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP); de Inteligência Policial (DIP); de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV); da Coordenação de Operações Especiais (CORE); e da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP).
Após diligências investigativas, a Polícia Civil da Bahia prendeu, na segunda-feira (27), um homem, de 24 anos, investigado por integrar uma organização criminosa voltada para o tráfico de drogas. Considerado foragido desde a Operação Ice Blue, deflagrada em julho de 2025, ele foi localizado no bairro Joaquim Romão, em Jequié.
As investigações apontam ainda indícios da participação do investigado em ataques violentos praticados pelo grupo criminoso contra uma facção rival, fatos que teriam contribuído para o aumento da criminalidade na região.
Após o cumprimento do mandado de prisão, o homem foi conduzido à unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. Ele permanece custodiado, à disposição do Poder Judiciário.
A ação foi realizada por equipes da 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (11ª DTE/Jequié), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC).
Uma organização criminosa investigada por estelionato mediante fraude eletrônica cometida contra locadoras de veículos foi desarticulada, durante a Operação Protetor das Divisas deflagrada pela Polícia Civil da Bahia, nesta quinta-feira (16). A ação cumpriu seis mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão nas cidades de Itabuna, Ilhéus e Jequié, além dos estados do Espírito Santo e São Paulo.
As investigações apontam que o grupo utilizava um esquema para subtrair veículos locados. Após realizar a locação regular dos automóveis, os investigados simulavam falhas mecânicas para solicitar veículos reservas. Durante a substituição, desativavam os sistemas de rastreamento e telemetria dos veículos originalmente locados, impedindo o monitoramento.
Os automóveis eram desviados e destinados à comercialização clandestina, à adulteração de sinais identificadores e a outras práticas criminosas. A investigação foi iniciada após a identificação de prejuízos causados a empresas do setor de locação de veículos.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos celulares, equipamentos eletrônicos e documentos que irão subsidiar o andamento das investigações. Veículos também foram vistoriados pelas equipes policiais, mas nenhuma apreensão foi realizada.
A operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), com apoio do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO), do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), das Diretorias Regionais de Polícia do Interior (DIRPINs/Sul e Sudoeste), das 6ª, 7ª e 9ª Coorpins (Itabuna, Ilhéus e Jequié) e de equipes das Polícias Civis do Espírito Santo e de São Paulo. Ao todo, 32 equipes participaram da ação.
Um laboratório clandestino utilizado para o preparo, fracionamento e armazenamento de drogas foi desarticulado pela Polícia Civil da Bahia na segunda-feira (13), no bairro Nacional, em Eunápolis. Durante a ação, foram apreendidos aproximadamente 25 quilos de cocaína.
As investigações apontavam que o imóvel era utilizado por integrantes de uma organização criminosa para receber, preparar e distribuir entorpecentes no município. Durante as diligências, os suspeitos perceberam a aproximação das equipes policiais e fugiram pelos fundos do imóvel, abandonando o material.
No local, foram apreendidos cerca de 17 quilos de cocaína já fracionados e prontos para distribuição, além de aproximadamente oito quilos da droga ainda armazenados em caixas. Também foram encontradas porções de crack, uma prensa hidráulica, equipamentos utilizados no processamento dos entorpecentes, embalagens, recipientes plásticos, fitas adesivas e outros materiais empregados no preparo da droga.
As equipes apreenderam ainda 20 quilos de substâncias em pó, que serão submetidas à perícia para identificação da composição. As estimativas iniciais apontam que a apreensão representa um prejuízo superior a R$ 2 milhões para a organização criminosa. As investigações prosseguem para identificar os envolvidos e localizar os suspeitos que fugiram durante a ação.
A ação foi realizada por equipes da Delegacia Territorial (DT/Eunápolis), com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Descobrimento) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Eunápolis).
Doze pessoas denunciadas pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), por participação em um esquema criminoso responsável pela entrada de materiais ilícitos no Conjunto Penal de Feira de Santana foram condenadas à prisão ontem, dia 6. Entre os condenados estão dez policiais penais, que também tiveram decretada a perda do cargo público. Todos foram alvo da Operação Sísifo, deflagrada pelo MPBA em conjunto com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), em fases realizadas nos anos de 2023 e 2024.
Os condenados responderam por crimes de organização criminosa, corrupção passiva, facilitação de entrada de aparelho telefônico e outros objetos ilícitos em estabelecimento prisional, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção ativa, conforme a participação individual de cada um.
Segundo a denúncia do MPBA, os integrantes do grupo criminoso utilizavam os cargos ocupados na unidade prisional para facilitar a entrada de celulares, drogas e outros materiais ilícitos no presídio mediante recebimento de vantagens indevidas. As investigações apontaram a existência de divisão de tarefas, atuação coordenada e mecanismos voltados à ocultação e dissimulação dos valores obtidos com as atividades criminosas, inclusive por meio de movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados dos envolvidos.
As investigações tiveram início após constatação pelo Ministério Público da “recorrente apreensão de diversos materiais ilícitos com os presos”, especialmente celulares, entorpecentes e armas perfurocortantes, “o que levantou evidências da participação ativa de detentos e de policiais penais” no esquema.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu negar o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora digital Deolane Bezerra. A decisão foi proferida nessa quarta-feira (1°) pelo ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado.
Deolane foi presa no dia 21 de maio em uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil. Ela foi alvo da Operação Vérnix e é acusada de praticar atos de lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com a investigação, Deolane fez movimentações financeiras expressivas e tinha conexão com a cúpula da organização criminosa.
No final do mês passado, a influenciadora e detento Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC, viraram réus pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcola está preso na Penitenciária Federal de Brasília.
A Polícia Civil da Bahia, em ação integrada com a Polícia Militar, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3), a Operação Grandmother, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas nas cidades de Itapetinga e Itororó. Mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário estão sendo cumpridos contra investigados por pertencerem a organização criminosa.
A operação é resultado de investigações realizadas pela Polícia Civil que identificou a atuação estruturada de integrantes da organização, responsáveis pela comercialização de entorpecentes e pela prática de outros crimes correlatos à atividade ilícita na região.
As diligências policiais em campo contam com um efetivo de cerca de 40 policiais civis e 20 policiais militares que atuam de forma integrada para o cumprimento das medidas judiciais e o enfraquecimento da estrutura operacional da organização criminosa investigada.
A Operação Grandmother é uma ação integrada, resultado de investigação conduzida pela Delegacia Territorial de Itapetinga (DT/Itapetinga), e realizada por meio da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (21ª COORPIN/Itapetinga), com apoio da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN/Sudoeste), e da Polícia Militar (PMBA), por intermédio da 8ª CIPM de Itapetinga. As diligências operacionais seguem em curso para localizar os investigados e fazer cumprir as ordens judiciais.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18/6), a Operação Lixiviação II, com o objetivo de cumprir mandados judiciais no âmbito de investigação que apura a continuidade da exploração ilegal de ouro e a prática de lavagem de dinheiro na Bahia.
São cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em endereços ligados aos investigados nos municípios de Nordestina/BA, Quijingue/BA e em área rural de Cansanção/BA, incluindo locais utilizados para extração e para beneficiamento de ouro, residências e empresas vinculadas ao grupo investigado.
A investigação decorre da instauração de novo inquérito policial que identificou que o principal investigado, mesmo após a deflagração de operações anteriores, incluindo a Operação Lixiviação, permaneceu praticando extração ilegal de ouro, avançando para novas áreas e realizando beneficiamento mineral por processo químico de lixiviação com utilização de cianeto, substância altamente tóxica e controlada por órgãos governamentais.
As apurações indicam que o investigado atua utilizando laboratórios clandestinos para extração de ouro a partir de rejeitos minerais, especialmente por meio do processo de cianetação, técnica capaz de recuperar o chamado ouro fino de forma altamente poluente.
Além disso, foram identificados indícios de lavagem de dinheiro. As investigações também demonstraram a reiteração da atividade criminosa, inclusive após ações policiais anteriores, evidenciando a necessidade de adoção de medidas cautelares para interromper o ciclo delituoso, diante do risco à ordem pública, ao meio ambiente e à saúde coletiva.
Registra-se que o principal investigado encontrava-se foragido da Justiça, em razão de mandado de prisão preventiva expedido no curso das investigações anteriores, o qual foi devidamente cumprido no dia 9 de junho de 2026, reforçando os indícios de reiteração criminosa e a necessidade das medidas cautelares adotadas no âmbito da presente operação.
Os investigados poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, de extração ilegal de recursos minerais, de organização criminosa, de posse de artefatos explosivos e de lavagem de dinheiro.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação Peppaloso para cumprimento de mandados judiciais, fruto de investigações iniciadas no final de 2024, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a atuação de uma organização criminosa com atuação em diversos bairros em Jequié, culminando na prisão de cinco pessoas.
Durante as investigações, foi possível identificar integrantes do grupo criminoso, sua estrutura organizacional, divisão de tarefas e dinâmica de atuação, elementos que subsidiaram a representação pelas medidas cautelares posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.
No curso das apurações, também ficou evidente que os investigados da organização ostentavam patrimônio incompatível com suas rendas declaradas, incluindo veículos de alto valor, adquiridos, em tese, com recursos oriundos da atividade ilícita, demonstrando o fortalecimento financeiro da organização por meio do narcotráfico.
Ao todo, durante a operação, foram executados mandados judiciais nos bairros do Jequiezinho, Amaralina, São Judas e Mandacaru, no município, culminando com o cumprimento de três mandados de prisão preventiva, uma prisão temporária, dois autos de prisão em flagrante, além da condução de uma mulher, de 28 anos, à unidade policial, por porte de drogas para consumo pessoal.
Durante as diligências para cumprimento dos mandados, também foram apreendidas porções de maconha, haxixe e comprimidos de ecstasy, balanças de precisão, dois automóveis de luxo, duas motocicletas e diversos aparelhos celulares. Estes ajudarão na continuidade das investigações.
Os investigados presos na operação foram conduzidos à unidade policial de Jequié, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça. Diligências seguem em andamento para tentar localizar os outros envolvidos nas práticas criminosas.
A operação aconteceu por meio da 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Jequié), unidade integrante do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), e contou com o apoio operacional da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié).
A ação integra ainda ciclo operacional da Operação NARKE VI, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/SENASP), reforçando a atuação conjunta das forças de segurança no combate ao narcotráfico e às organizações criminosas.
Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.
As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.
Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões.
Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.
As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.
Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.
“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.
A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (26/5), operação policial destinada à repressão de crimes de tráfico interestadual de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva, nas cidades de Goiânia/GO, Alagoinhas/BA, Luis Eduardo Magalhães/BA, Salvador/BA, Redenção/PA, Marabá/PA, Porto Nacional/TO, Fortaleza/CE e Rondonópolis/MT.
A Operação Perséfone teve início após a apreensão de 466,8 kg de cocaína, realizada em 2/10/2025, quando um caminhão que transportava melancias foi interceptado em Campinaçu/GO.
A investigação revelou a existência de uma estrutura criminosa, composta por integrantes com funções distribuídas. Durante as apurações, foram identificadas movimentações financeiras compatíveis com o funcionamento de um esquema voltado à remessa e à distribuição de carregamentos de droga.
No momento da deflagração da operação, a equipe que cumpriu mandado em um galpão na cidade baiana de Alagoinhas encontrou cerca de 300 kg de cocaína abandonados.
Os materiais, os documentos, os aparelhos eletrônicos e os dados apreendidos nesta fase serão submetidos à análise e incorporados ao conjunto investigativo.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso envolvido em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cinco estados.
As diligências foram realizadas pela Polícia Civil, por meio da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior em Eunápolis (23ª Coorpin/Eunápolis), com apoio da Polícia Militar da Bahia, do CIBERLAB, vinculado à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e das Polícias Civis do Ceará, Pernambuco, Goiás e São Paulo.
Foram cumpridos sete mandados em Eunápolis, além de buscas nas cidades de Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP). Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
De acordo com as apurações, o grupo utilizava mensagens falsas por SMS informando suposto bloqueio de contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas e, após inserirem dados pessoais e bancários, tinham os valores transferidos via PIX para contas ligadas à organização criminosa.
Ainda conforme as investigações, os recursos obtidos eram movimentados por meio de contas de terceiros e empresas de fachada, utilizadas para ocultar a origem do dinheiro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise do material apreendido.
A Operação Occidens, deflagrada na manhã desta sexta-feira (8), pela Polícia Civil da Bahia, em Vitória da Conquista, teve como objetivo principal desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e pela prática de crimes violentos na cidade e região. Entre os principais alvos estavam lideranças da organização criminosa, além de pessoas responsáveis pela distribuição e comercialização das drogas e investigados por posse ilegal de armas de fogo.
As diligências transcorreram durante o dia, em diferentes bairros localizados na região oeste da cidade e cumpriu onze mandados de busca e apreensão em imóveis e quatro mandados de prisão temporária expedidos pelo Poder Judiciário. Além disso, houve a formalização de cinco autos de prisão em flagrante, com um total de oito suspeitos presos. Também foram apreendidas quantidades de maconha, cocaína e crack, celulares, balanças de precisão e outros elementos que corroboram a prática de atividade ilícia.
A operação foi resultado de um trabalho investigativo de cerca de seis meses conduzido pela 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Vitória da Conquista), e mobilizou mais de 40 policiais civis, que trabalharam de forma planejada para dar cumprimento às ordens judiciais.
Os oito presos foram conduzidos ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP/Vitória da Conquista), onde foram tomadas as providências legais cabíveis, e seguem custodiados à disposição da Justiça. As investigações continuam até localizar e responsabilizar outros envolvidos na cadeia criminosa.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Occidens, em Vitória da Conquista. A ação tem como principal objetivo desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e pela prática de crimes violentos na cidade e região.
A operação é resultado de um trabalho investigativo de cerca de seis meses conduzido pela 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Vitória da Conquista), que identificou a atuação de integrantes de uma organização criminosa, responsáveis pelo tráfico de drogas na cidade. Entre os principais alvos estão lideranças da organização criminosa, além de pessoas responsáveis pela distribuição e comercialização das drogas e investigados por posse ilegal de armas de fogo.
No total, foram cumpridos onze mandados de busca e apreensão em imóveis e três mandados de prisão preventiva expedidos pelo Poder Judiciário. Além da formalização de dois autos de prisão em flagrante. Também foram apreendidas cerca de um quilo de maconha e quatro celulares.
A ação foi coordenada pelo Departamento de Polícia do Interior (DEPIN) e pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), e mobilizou mais de 40 policiais civis, trabalhando de forma planejada para dar cumprimento às ordens judiciais.
As diligências contaram ainda com o apoio da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN/Sudoeste); da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Vitória da Conquista); do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP); do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC); do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACO); da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), unidades estas de Vitória da Conquista; da 1ª e 2ª Delegacia Territorial (DT/Vitória da Conquista) e das Delegacias Territoriais de Barra do Choça e Cândido Sales, que atuaram de forma integrada na operação.
Os investigados presos até o momento, bem como o material apreendido, foram conduzidos ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP/Vitória da Conquista), onde foram tomadas as providências legais cabíveis, e seguem custodiados à disposição da Justiça.
A operação segue em andamento, com o objetivo de identificar toda a cadeia criminosa e responsabilizar os envolvidos.
Uma ação da Polícia Militar da Bahia resultou na apreensão de um fuzil de uso restrito, munições e entorpecentes, além do desmonte de um acampamento utilizado por uma organização criminosa, na tarde desta quarta-feira (03), por volta das 14h, no Povoado das Abóboras, zona rural do município de Milagres, no interior da Bahia.
A ocorrência foi registrada durante uma incursão em área de mata realizada por guarnições da CIPE-Recôncavo, unidade vinculada ao Comando de Policiamento Especializado, com o apoio do Pelotão da 99ª CIPM. A operação foi desencadeada após informações repassadas por moradores, que relataram a presença de homens armados, portando armas longas, circulando pela região.
Durante a varredura em mata densa, os policiais localizaram um acampamento utilizado como base por integrantes de uma organização criminosa com atuação no tráfico de drogas. No local, foi encontrada uma bolsa contendo material bélico e entorpecentes. Nenhum suspeito foi localizado no momento da ação.
Todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Milagres, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis para a continuidade das investigações.