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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um possível cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (22) pelo instituto Futura/Apex. De acordo com os números da pesquisa, Lula registra 47,7% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 42,2%.
Na comparação com a rodada anterior do levantamento, o senador apresentou queda de 4,7 pontos percentuais. No estudo anterior, Flávio aparecia com 46,9%, enquanto Lula tinha 44,4%. A nova pesquisa foi realizada após a repercussão de um áudio envolvendo o parlamentar e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao extinto Banco Master.
O instituto também simulou outros cenários de segundo turno envolvendo o atual presidente. Contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula alcança 47,6% das intenções de voto, enquanto o ex-governador registra 36,5%. Em outro cenário, o petista aparece com 48,3% diante de Romeu Zema (Novo), que pontua 35,9%.
Pela primeira vez em 2026, o levantamento incluiu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Nesse confronto, Lula soma 47,9%, contra 41,6% atribuídos à ex-primeira-dama.
A pesquisa Futura/Apex ouviu 2.000 eleitores em 878 municípios brasileiros entre os dias 15 e 20 de maio, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. O levantamento foi custeado pelo próprio instituto e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06529/2026.
Uma nova pesquisa divulgada nesta terça-feira (19) pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg apontou mudanças no cenário de um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. De acordo com o levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48,9% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 41,8%.
Os números representam uma alteração em relação ao levantamento anterior realizado pelo instituto. Na pesquisa passada, Flávio Bolsonaro aparecia numericamente à frente, com 47,8%, enquanto Lula tinha 47,5%. A nova rodada indica uma oscilação negativa de seis pontos percentuais para o parlamentar do PL.
O levantamento também simulou outros cenários de segundo turno envolvendo possíveis nomes da disputa presidencial. Segundo a pesquisa, Lula mantém vantagem em confrontos contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A pesquisa ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, utilizando recrutamento digital aleatório. A margem de erro estimada é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06939/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) revelou um cenário de disputa apertada na corrida presidencial de 2026 entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com o levantamento, Lula aparece com 38% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio registra 35%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
O levantamento foi publicado pelo jornal Folha de S.Paulo e mostra estabilidade em relação ao cenário anterior, divulgado em abril, quando Lula tinha 39% e Flávio Bolsonaro também aparecia com 35%.
A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre os dois nomes. Nesse cenário, ambos aparecem com 45% das intenções de voto, mantendo o quadro de equilíbrio na disputa.
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas entre os dias 12 e 13 de maio. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é BR-00290/2026.
O levantamento foi realizado antes da ampla repercussão envolvendo conversas atribuídas a Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo reportagem divulgada pelo site Intercept Brasil, o senador teria solicitado apoio financeiro para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar nega qualquer irregularidade relacionada ao caso.
A pesquisa também apresentou outros nomes testados para a disputa presidencial. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, aparece com 3% das intenções de voto. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também registra 3%, enquanto Renan Santos soma 2%.
Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) aponta um cenário de forte equilíbrio na disputa presidencial em um eventual segundo turno. Os dados indicam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 41%, diferença que se encontra dentro da margem de erro e caracteriza empate técnico.
O estudo também revela que 3% dos entrevistados ainda não definiram o voto, enquanto 14% afirmaram optar por branco, nulo ou não comparecer às urnas.
Outros cenários foram avaliados pelo instituto. Em uma eventual disputa contra Romeu Zema, Lula apresenta 44% das intenções de voto, frente a 37% do adversário. Nesse caso, os indecisos somam 4%, e 15% dos entrevistados indicam voto branco, nulo ou abstenção.
Já em confronto com Ronaldo Caiado, o presidente mantém vantagem, alcançando 44%, enquanto o ex-governador aparece com 35%. Nesse cenário, 4% dos eleitores estão indecisos e 17% se enquadram entre votos não válidos ou abstenções.
Em outra simulação, contra Renan Santos, Lula amplia a diferença, registrando 45% das intenções de voto, contra 28% do adversário. Os indecisos somam 5%, enquanto 22% correspondem a votos brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar.
A pesquisa foi realizada pela Genial/Quaest com 2.004 eleitores, entre os dias 8 e 11 de maio, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-03598/2026.
Um novo levantamento eleitoral divulgado pela Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias apresentou os números da disputa pelo Governo da Bahia nas eleições de 2026. O estudo aponta o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), na liderança das intenções de voto em diferentes cenários avaliados pelo instituto.
Na modalidade espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto. O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 19,8%, enquanto Ronaldo Mansur (PSOL) soma 0,1%. Outros nomes citados representam 1,1% das respostas. O percentual de entrevistados que não souberam ou preferiram não opinar chegou a 47%.
Já no cenário estimulado, em que os candidatos são apresentados aos eleitores, ACM Neto alcança 47,8% das intenções de voto, seguido por Jerônimo Rodrigues com 38,7%. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%. Os entrevistados que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato também foram contabilizados, enquanto 4,9% afirmaram não saber ou não responderam.
A pesquisa também avaliou os índices de rejeição dos possíveis candidatos ao Palácio de Ondina. Jerônimo Rodrigues lidera nesse quesito, com 37,1% dos entrevistados afirmando que não votariam no atual governador. ACM Neto aparece com 27,4% de rejeição, enquanto Ronaldo Mansur registra 25,2%. Outros 12,4% disseram que poderiam votar em qualquer um dos nomes apresentados e 7,6% não opinaram.
O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 12 de maio de 2026, através de entrevistas pessoais domiciliares e presenciais em 65 municípios baianos. Ao todo, foram ouvidos 1.510 eleitores. A margem de erro estimada é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-03619/2026 e foi contratada pelo portal Bahia Notícias em parceria com o instituto Paraná Pesquisas.
Os tribunais regionais eleitorais (TREs) estão com inscrições abertas para ampliar e renovar o banco de mesários voluntários que atuarão nas eleições gerais de 2026, em outubro.
O cadastro pode ser feito de forma permanente na justiça eleitoral. Cabe ao mesário fiscalizar o processo nas zonas eleitorais.
Campanha
Desde março, uma campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) convoca colaboradores para atuarem como mesários.
O conteúdo veiculado em emissoras de rádio e televisão foca no recrutamento de novos colaboradores e foi adaptado para as redes sociais (Instagram, TikTok e Linkedin) para atingir o público jovem.
Quem pode ser mesário
Todo eleitor com mais de 18 anos pode se inscrever, desde que esteja em situação regular com a Justiça eleitoral.
Não pode ser mesário quem concorre a um cargo elegível nesta eleição, nem parentes de até segundo grau de candidatos, além de membros de diretórios de partidos políticos que exerçam função executiva.
Autoridades policiais também estão impedidas de serem convocadas, pois participam do processo eleitoral de outras formas, como na segurança dos locais de votação e no transporte de urnas.
Como se voluntariar
O cadastro é feito online, preferencialmente, pelo aplicativo e-Título, ou nos sites dos tribunais regionais eleitorais.
Nos dias 05 e 06 de maio, o Conjunto Penal de Brumado realizou, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por meio da 90ª Zona Eleitoral, um mutirão de regularização da situação eleitoral de internos provisórios aptos a votar nas Eleições 2026.
Ao todo, 76 custodiados tiveram a situação eleitoral regularizada durante a ação, realizada de forma organizada e sem alterações.
A iniciativa reforça o compromisso da SEAP, por meio da Polícia Penal, com a garantia de direitos, a promoção da cidadania e o fortalecimento das ações de ressocialização no sistema prisional baiano.
A reta final para a regularização do cadastro eleitoral tem mobilizado eleitores em todo o estado da Bahia, e em Brumado o cenário não tem sido diferente. Com o prazo se encerrando nesta quarta-feira (6), moradores do município intensificaram a busca pelos serviços da Justiça Eleitoral, resultando em grande movimentação no Fórum Eleitoral local desde as primeiras horas desta terça-feira (5).
O período marca a última oportunidade para que eleitores regularizem sua situação e garantam participação nas Eleições Gerais de 2026. Entre os serviços disponíveis estão a emissão do primeiro título, atualização cadastral, transferência de domicílio eleitoral, alteração de local de votação e coleta de dados biométricos.
Para atender à alta demanda, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ampliou o horário de funcionamento. Na capital, o atendimento ocorre das 8h às 18h, enquanto nas cidades do interior, como Brumado, o funcionamento é das 8h às 15h nos cartórios eleitorais e nas Centrais de Atendimento ao Público.
A procura elevada em Brumado reflete a preocupação dos eleitores em manter a situação regular perante a Justiça Eleitoral. Após o encerramento do prazo, o cadastro será temporariamente suspenso para a organização do processo eleitoral previsto para outubro, conforme determina a legislação vigente.
Diante disso, a recomendação é que os eleitores que ainda não regularizaram sua situação procurem atendimento o quanto antes para evitar impedimentos futuros.
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (29) pela Quaest mostra cenário inicial da disputa ao Senado na Bahia com liderança de Rui Costa, que aparece com 24% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner com 22%. Os números indicam vantagem dos dois primeiros colocados na corrida eleitoral para as duas vagas que estarão em disputa no estado em 2026.
Na sequência, o estudo aponta João Roma com 9% das intenções de voto, enquanto Angelo Coronel registra 6%. Delliana Ricelli aparece com 1% e Marcelo Santtana não pontuou. O levantamento também mostra que 22% dos entrevistados afirmaram votar em branco, nulo ou não pretendem votar, enquanto 16% disseram ainda não saber ou permanecem indecisos.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Em 2026, cada estado elegerá dois senadores, dentro do sistema de renovação parcial do Senado Federal. As 27 unidades da federação possuem três representantes cada, e a eleição colocará em disputa 54 das 81 cadeiras existentes. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-03657/2026.
O combate à desinformação nas eleições é uma das prioridades do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, desde 2018, tem atuado para impedir a disseminação de conteúdos falsos, manipulados ou descontextualizados no processo eleitoral. Com foco nas Eleições Gerais de 2026, o Tribunal aprovou alterações na resolução que trata da propaganda eleitoral para regulamentar, entre outros pontos, o uso de inteligência artificial (IA) pelos partidos, candidatos e provedores de internet.
A propaganda eleitoral é permitida a partir de 16 de agosto. A regulamentação tem a finalidade de impedir a propagação de conteúdos fabricados ou manipulados para difundir fatos notoriamente inverídicos ou descontextualizados que possam causar danos ao equilíbrio das eleições ou à integridade do processo eleitoral. Com as regras, o TSE também busca combater o uso de deepfake para prejudicar ou favorecer determinada candidatura.
Uma das principais regras é a imposição ao responsável pela propaganda de informar, quando for o caso, a utilização de conteúdo sintético multimídia, ou seja, criado ou significativamente alterado por meio de IA ou tecnologia equivalente. A informação deve constar de modo explícito, destacado e acessível. Isso vale para textos, áudios, vídeos e imagens.
Entre as novidades para as Eleições 2026, está a proibição de publicação e republicação, mesmo que de forma gratuita, bem como de impulsionamento pago de novos conteúdos sintéticos produzidos ou alterados por IA no período compreendido entre as 72 horas que antecedem o pleito e as 24 horas depois das eleições.
As regras estão previstas no artigo 9º-B da Resolução nº 23.610/TSE, de 18 de dezembro de 2019, que trata da desinformação na propaganda eleitoral, com as alterações promovidas pela Resolução nº 23.755, de 2 de março de 2026.
Caso as normas sejam descumpridas, o conteúdo deverá ser excluído imediatamente, por iniciativa do provedor de internet ou por determinação judicial. A remoção do conteúdo não impede a aplicação da multa prevista no artigo 57-D da Lei nº 9.504/1997, que varia de R$ 5 mil a R$ 30 mil.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou campanha para incentivar os adolescentes de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor.
Quem tem 15 anos e vai completar 16 anos até o primeiro turno das eleições de 2026, que será realizado em 4 de outubro, também pode solicitar o documento.
O Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes entre 16 e 17 anos. Até fevereiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , quase 1,8 milhão de adolescentes haviam feito o cadastro eleitoral. Isso significa que só dois em cada dez adolescentes aptos estão registrados para votar.
O voto nessa faixa etária é facultativo, e não é obrigatório.
“Tirar o título é o primeiro passo para garantir que as demandas de adolescentes sejam consideradas nas eleições de outubro. E ninguém melhor que os próprios adolescentes para mobilizar seus pares sobre a importância de participar do exercício democrático do país”, destaca a especialista em Desenvolvimento e Participação de Adolescente no Fundo, Gabriela Mora.
Em parceria com o TSE, o fundo irá divulgar a iniciativa durante o mês de abril em redes sociais e meios de comunicação.
O Unicef vai lançar ainda uma gincana digital que irá premiar grupos de adolescentes que conseguirem incentivar mais jovens a tirar o título de eleitor em suas regiões. A gincana envolverá Núcleos de Cidadania do Adolescente (NUCAs), presentes em mais de 2.300 municípios e ligados ao fundo das Nações Unidas.
Conforme dados do TSE (fevereiro de 2026), citados pelo Unicef, Rondônia, Tocantins e Piauí são os estados com o maior número de adolescentes aptos a votar em outubro, 40,4%, 39,2% e 36,7% do total, respectivamente. Já Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro têm os menores percentuais.
O prazo para tirar ou regularizar o título de eleitor termina em 6 de maio.
O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido precisa vencer a próxima eleição presidencial e declarou que uma eventual derrota pode impactar diretamente a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante participação em um evento realizado em São Paulo, nesta terça-feira (7).
Durante sua fala, o dirigente afirmou que o partido não pode ser derrotado no pleito. “Se nós não ganharmos essa eleição, o Bolsonaro vai ficar mais 10 anos preso. Não tem como perder essa eleição, só se for por falta de capacidade nossa”, disse.
Valdemar também comentou a disputa presidencial de 2022 e apontou o que classificou como erros estratégicos durante a campanha. Segundo ele, a escolha da chapa teria influenciado no resultado final. “Nós já perdemos a última eleição porque tivemos uma teimosia muito grande do Bolsonaro quando ele quis manter o vice-presidente, que é o Braga Neto”, afirmou.
Um levantamento nacional divulgado nesta quarta-feira (8) apresenta cenários distintos para uma eventual disputa presidencial em 2026, destacando equilíbrio em algumas projeções e vantagem em outras. No cenário de segundo turno entre o senador Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os números indicam 45,8% para o parlamentar e 45,5% para o atual chefe do Executivo, configurando um empate técnico dentro da margem de erro.
Em simulações com outros nomes, o presidente aparece à frente. Em um confronto com Ronaldo Caiado, os dados apontam 45% para Lula contra 40% do ex-governador de Goiás, enquanto 16% dos entrevistados se declararam indecisos, votariam em branco ou anulariam o voto.
Já em um cenário com Romeu Zema, Lula registra 44,7% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 38,7%. Nesse caso, brancos, nulos e indecisos somam 16,6%.
Na projeção envolvendo Renan Santos, o presidente alcança 45%, contra 26,4% do adversário, com o mesmo percentual de 26,4% entre indecisos e votos não válidos. Em outra simulação, com Aldo Rebelo, Lula aparece com 46%, enquanto o ex-ministro registra 22,6%, com 31,4% de eleitores indecisos ou que não optaram por nenhum dos nomes.
O levantamento ouviu 1.500 pessoas em todo o país entre os dias 3 e 7 de abril. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026.
Em 4 de outubro deste ano, mais de 155 milhões de brasileiras e brasileiros vão às urnas para confirmar, pelo voto direto e secreto, as candidatas e os candidatos que os representarão pelos próximos anos. A votação ocorrerá simultaneamente nos 26 estados, no Distrito Federal, em diversas localidades no exterior e no arquipélago de Fernando de Noronha, que escolherá representantes para o Conselho Distrital.
Em disputa estarão os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador de estado e do Distrito Federal, senador (duas vagas), deputado federal, estadual e distrital. Os eleitores brasileiros que residem em outros países, porém, só poderão votar para presidente e vice.
Como ocorre em toda eleição, a votação é realizada no primeiro e no último domingo de outubro. Assim, se necessário, o eleitorado voltará às urnas no dia 25, data do 2º turno.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta terça-feira (31) a primeira reunião ministerial de 2026 e se despediu dos ministros que deixarão os cargos para disputar as eleições em outubro deste ano. No evento, Lula confirmou que Alckmin será candidato a vice-presidente da República outra vez.
Lula afirmou ainda que a política virou negócio e que é preciso convencer o povo de que é possível uma mudança no quadro político do país com a eleição de bons candidatos.
“Hoje, ainda tem muita gente séria, mas a verdade é que em muitos casos a política virou negócio", destacou.
"Os cargos têm um preço muito alto. Outro dia alguém me dizia: ‘um deputado federal não será eleito por menos de 50 milhões de reais’. E se isso for verdade, nós chegamos ao fim de qualquer seriedade na política brasileira”, acrescentou o presidente.
Para Lula, todos são culpados nesse processo. Segundo ele, na perspectiva de não "criar caso para ninguém”, não se propõe as mudanças necessárias.
“E as coisas vão passando e vai piorando e nós chegamos hoje a uma situação de degradação, inclusive de algumas instituições.”
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi oficializado como pré-candidato do PSD à Presidência da República na tarde de segunda-feira (30), durante entrevista coletiva na sede do partido em São Paulo.
A decisão foi anunciada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que agradeceu a participação dos governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do Paraná, Ratinho Junior, no processo de escolha do nome que representará o partido nas eleições de outubro.
Kassab classificou a decisão como “muito difícil” e ao mesmo tempo um “privilégio”. “Porque é um privilégio para o partido definir uma escolha tendo três excelentes candidatos, três governadores muito bem avaliados em seus Estados”, afirmou.
Um prognóstico divulgado pelo site Informe Baiano aponta que a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) poderá passar por uma renovação significativa nas eleições previstas para o dia 4 de outubro. O levantamento indica que a taxa de renovação pode ultrapassar 38% das 63 cadeiras do parlamento estadual.
Entre os parlamentares que aparecem em posição confortável para renovar o mandato está o deputado estadual Marquinho Viana, citado na análise como um dos nomes que “nadam de braçada” no cenário eleitoral atual, com boas perspectivas de permanência na Assembleia.
O levantamento realizado pelo Informe Baiano não se trata de uma pesquisa eleitoral formal, mas sim de uma análise política baseada em conversas com lideranças partidárias, avaliações internas de partidos e estudos sobre o cenário eleitoral em diferentes regiões do estado.
Segundo a projeção, pelo menos 11 deputados estaduais não devem disputar a reeleição, seja por decisão de buscar novos cargos, como uma vaga na Câmara Federal, ou por optarem por encerrar a trajetória no Legislativo estadual.
Além dos nomes considerados em situação confortável para renovar o mandato, a análise também aponta um grupo de parlamentares que deve enfrentar uma disputa mais acirrada nas eleições, muitas vezes por conta de mudanças partidárias, rearranjos políticos ou desafios nos redutos eleitorais.
Outro grupo aparece na chamada “corda bamba”, com risco real de não retornar à Assembleia Legislativa da Bahia após o pleito. O cenário também inclui novos nomes e ex-prefeitos que se movimentam para disputar uma vaga no parlamento estadual, o que pode ampliar ainda mais a renovação da Casa a partir de 2027.
A análise política divulgada pelo site também destaca que, caso as projeções se confirmem, a próxima legislatura da ALBA poderá apresentar uma mudança significativa em sua composição, refletindo a movimentação de lideranças políticas e o fortalecimento de novos projetos eleitorais no estado.
Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo instituto Real Time Big Data mostra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), à frente nas intenções de voto para o Governo da Bahia. De acordo com os dados, ele aparece com 44% das preferências do eleitorado, enquanto o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 39%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 11 de março, com a participação de 2.000 eleitores em diferentes municípios do estado. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08855/2026 e analisou um cenário estimulado, no qual os entrevistados recebem uma lista com possíveis candidatos ao governo estadual.
Além dos dois principais nomes na disputa, o ex-deputado José Carlos Aleluia (Novo) aparece com 2% das intenções de voto. O mesmo percentual é registrado por Ronaldo Mansur (PSOL). Entre os entrevistados, 8% declararam voto branco ou nulo.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou nesta segunda-feira (9), durante a inauguração do Centro Social Urbano (CSU) em Valéria, Salvador, que mantém conversas com o PSD para reorganizar a chapa governista para as eleições de 2026. Um dos pontos centrais do diálogo com o presidente estadual da legenda, o senador Otto Alencar, é a possibilidade do PSD ocupar a vaga de vice, atualmente ligada ao MDB com Geraldo Júnior.
"Conversamos com o senador Otto Alencar, temos compromisso e lealdade mútua ao projeto. Ele tem direito a participar da majoritária e estamos fechando esse acordo. Otto é uma pessoa de palavra e estamos discutindo com o partido, tanto no estado quanto nacionalmente, pela relação que temos com o PSD na Bahia", afirmou Jerônimo, após questionamento pela imprensa da Capital do Estado.
O governador criticou os boatos sobre a composição da chapa e reforçou que a decisão será tomada até o fim deste mês. "Temos um prazo em março, e vou utilizá-lo por completo se necessário, para definir uma chapa que dialogue com o projeto e não prejudique ninguém. Precisamos de equilíbrio na escolha", declarou.
Jerônimo também negou que as negociações com o PSD indiquem qualquer rompimento com o MDB ou apoio a adversários como o ex-prefeito ACM Neto. "Estamos bem alinhados com o MDB e conduzindo o diálogo com todos os partidos para fortalecer a base e garantir a reeleição de deputados aliados", acrescentou.
O conselho político do governo estadual deve se reunir na próxima semana antes do anúncio oficial da chapa governista.
Uma pesquisa de opinião pública divulgada no últimmo sábado (7) aponta um cenário competitivo em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. De acordo com o levantamento realizado pelo instituto Datafolha e publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 43%.
Os dados mostram uma diferença de três pontos percentuais entre os dois nomes avaliados na simulação de segundo turno para a Presidência da República. O resultado também indica uma mudança em relação às pesquisas anteriores realizadas pelo mesmo instituto.
No levantamento divulgado em dezembro, Lula aparecia com 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 36%. Já em julho de 2025, a pesquisa indicava o presidente com 48% e o senador com 37%.
Além das intenções de voto nos dois candidatos, a pesquisa também mediu outras respostas dos entrevistados. De acordo com os dados divulgados, 10% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 1% disseram não saber em quem votariam.
O levantamento foi realizado com 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entrevistados entre segunda-feira (3) e quinta-feira (5) em 137 municípios brasileiros. Segundo o instituto, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Um levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, sob encomenda do Bahia Notícias, indica liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência da República em cenário estimulado na Bahia.
De acordo com os números divulgados, Lula registra 48,35% das intenções de voto entre os entrevistados. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 21,87%. Na sequência estão Ronaldo Caiado, com 2,14%; Ratinho Júnior, com 1,36%; Romeu Zema, com 1,04%; Eduardo Leite, com 0,58%; Renan Santos, com 0,32%; e Aldo Rebelo, com 0,13%.
No mesmo levantamento, 15,18% dos participantes afirmaram intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 9,02% disseram não saber ou preferiram não opinar.
A pesquisa também projetou um possível segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, Lula aparece com 49,12% das intenções de voto, enquanto o senador soma 23,04%. Entre os entrevistados, 16,55% optaram por branco, nulo ou nenhum, e 11,29% declararam indecisão.
O estudo ouviu 1.535 eleitores em 72 municípios baianos, entre os dias 25 e 27 de fevereiro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04320/2026, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as regras sobre utilização de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos.
Por unanimidade, o tribunal decidiu proibir postagens nas redes sociais de conteúdos modificados no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação.
A restrição vale para modificações com imagem e voz de candidatos ou pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
As regras foram definidas com a aprovação de diversas resoluções que vão nortear o pleito, no qual serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.
Os ministros também proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.
Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.
A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na sessão administrativa desta quinta-feira (26), sete das 14 resoluções que regerão as Eleições Gerais de 2026. As regras vão orientar as condutas de partidos políticos, candidatas e candidatos, eleitoras e eleitores durante o pleito deste ano, marcado para o dia 4 de outubro (1º turno). Nas eleições, o eleitorado definirá os ocupantes dos cargos de presidente da República, governador de estado, senador, deputado federal, deputado estadual ou distrital, no caso do Distrito Federal.
Na sessão foram aprovadas as resoluções sobre pesquisas eleitorais, atos gerais do processo eleitoral, sistemas eleitorais, prestação de contas, Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), transporte especial de eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida e cronograma operacional do cadastro eleitoral para o pleito.
O TSE realizará sessão extraordinária administrativa na segunda-feira (2), a partir das 19h, para continuar a análise de outras sete resoluções sobre calendário eleitoral, auditoria e fiscalização, registro de candidatura, propaganda eleitoral, representações e reclamações, ilícitos eleitorais e consolidação das normas voltadas ao cidadão.
Na sessão desta quinta, o vice-presidente do TSE e relator das instruções, ministro Nunes Marques, destacou que as contribuições recebidas da sociedade durante as etapas de consulta das minutas de resoluções e de audiências públicas merecem especial reconhecimento em relação a todos os participantes. “Isso [ocorre] em razão das enriquecedoras propostas apresentadas, cuja qualidade técnica e jurídica evidencia o compromisso coletivo com o aprimoramento do processo eleitoral”, disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança das intenções de voto nos cenários de primeiro turno avaliados pela pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25). No entanto, nas simulações de segundo turno, o levantamento indica disputa acirrada e, em um dos cenários, desvantagem numérica do atual chefe do Executivo.
Em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46,2%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Já em confronto com Tarcísio de Freitas, o governador paulista soma 47,1%, contra 45,9% do presidente. Em outro cenário, diante de Michelle Bolsonaro, Lula marca 47,5%, enquanto ela aparece com 44,7%.
Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém a dianteira. No primeiro quadro estimulado, registra 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro, com 37,9%, além de outros nomes que pontuam abaixo de 5%. No segundo cenário, Lula soma 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, o presidente aparece com 45,3%, contra 39,1% do senador.
Em um quarto cenário, com Tarcísio de Freitas no lugar de Flávio, Lula registra 43,3%, enquanto o governador de São Paulo aparece com 36,2%. Já na simulação que reúne Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente alcança 47,1%, seguido por Flávio, com 33,1%, e Tarcísio, com 7,4%.
A pesquisa também avaliou um cenário sem Lula, apresentando o nome de Fernando Haddad como representante governista. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37,1%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. Foram ouvidas 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Faltam três meses para o fechamento do cadastro eleitoral. Com isso, eleitoras e eleitores terão até o dia 06 de maio para regularizar as pendências. Após essa data, os serviços referentes ao cadastro eleitoral estarão suspensos, conforme prevê a Legislação Eleitoral , para que a Justiça Eleitoral organize as eleições.
Emitir a 1ª via do título de eleitor, transferir o domicílio eleitoral, alterar o local de votação, coletar a biometria e realizar a regularização do cancelamento do título são os serviços que podem ser feitos.
Os postos de atendimento da Justiça Eleitoral estão disponíveis por toda a Bahia e podem ser procurados de forma antecipada. No portal do TRE-BA, é possível conferir os pontos de atendimento existentes na capital e no interior, bem como os horários de funcionamento de cada um deles. Também é possível realizar os procedimentos de forma on-line, sem sair de casa, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no site do Regional baiano.
O fechamento do cadastro é previsto em todos os anos eleitorais e ocorre 150 dias antes da eleição, de acordo com a Lei das Eleições.