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A cidade de Brumado foi palco de uma série de ações de educação ambiental promovidas pela RHI Magnesita. A iniciativa reuniu colaboradores da empresa, estudantes, professores e integrantes de projetos sociais em uma programação voltada à conscientização sobre sustentabilidade e preservação do meio ambiente.
Com o tema "Um Chamado Global para a Ação Climática", a campanha buscou ampliar o debate sobre os desafios ambientais da atualidade e incentivar atitudes mais sustentáveis no dia a dia. Ao longo das atividades, mais de 1.500 pessoas participaram das ações realizadas pela empresa, que também promoveu a doação de aproximadamente 1.900 mudas de diferentes espécies de plantas.
Segundo o gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita, Carlos Eduardo Rodrigues, a educação ambiental desempenha papel fundamental na construção de uma cultura voltada à sustentabilidade.
"A educação ambiental é uma ferramenta fundamental para fortalecer a cultura da sustentabilidade. Ao envolver colaboradores, estudantes e comunidades, ampliamos o alcance das boas práticas e contribuímos para a formação de cidadãos mais conscientes sobre seu papel na preservação dos recursos naturais", destacou.
Entre as atividades desenvolvidas em Brumado estiveram ações em parceria com projetos sociais, utilizando jogos e dinâmicas educativas para conscientizar crianças e adolescentes sobre mudanças climáticas, conservação dos recursos naturais, gestão de resíduos e consumo responsável.
Além das atividades com a comunidade, os colaboradores da empresa participaram de treinamentos voltados à Comunicação de Ocorrência Ambiental (COA), monitoramento de impactos ambientais, gestão de resíduos e cumprimento da legislação ambiental, reforçando o compromisso da empresa com a prevenção de impactos e a sustentabilidade de suas operações.
Como continuidade da iniciativa, a RHI Magnesita anunciou que implantará, no mês de julho, uma horta na Escola Municipal Professor Sá Teles, em Brumado. O projeto permitirá que os estudantes desenvolvam, na prática, conhecimentos sobre cultivo sustentável, preservação ambiental e alimentação saudável, fortalecendo a educação ambiental dentro do ambiente escolar.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAR), por meio do Departamento de Meio Ambiente e da Divisão de Educação Ambiental, concluiu no último dia 18 de junho a Jornada Ecológica, projeto desenvolvido em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e à Campanha Junho Verde. A iniciativa foi realizada entre os dias 27 de maio e 18 de junho e teve como público-alvo estudantes do 9º ano da rede municipal de ensino de Brumado.
Idealizada como uma ação de Educação Ambiental Não Formal, a Jornada Ecológica buscou estimular a conscientização sobre a preservação dos recursos naturais e os impactos das mudanças climáticas. O projeto foi fundamentado na Pedagogia Libertadora do educador Paulo Freire, metodologia que valoriza a troca de conhecimentos, o diálogo e o desenvolvimento do pensamento crítico entre educadores e estudantes.
As atividades foram desenvolvidas por meio de exposições dialogadas, dinâmicas e trabalhos em grupo, tendo o aquecimento global como tema central. A partir desse contexto, os conteúdos foram adaptados à realidade dos estudantes. Nas escolas da zona urbana, o enfoque foi a arborização urbana, enquanto nas unidades da zona rural foram discutidas a importância da Caatinga e o papel das árvores como sumidouros de carbono, fundamentais para a redução dos efeitos do aquecimento global.
A SEMAR destacou ainda a importância do Junho Verde, campanha instituída pela Lei Federal nº 14.393, de 4 de julho de 2022, que tem como objetivo ampliar a conscientização da população sobre a preservação dos ecossistemas naturais, o controle da poluição e a conservação dos recursos ambientais para as atuais e futuras gerações.
Uma série de ações desenvolvidas pela Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA/Lençóis) resultou no resgate e na destinação adequada de 28 aves silvestres em diferentes municípios baianos. As atividades foram realizadas nesta terça-feira (9) e reforçam o trabalho de preservação da fauna nativa e de combate à manutenção irregular de animais em cativeiro.
No município de Barreiras, equipes do policiamento ambiental realizaram rondas preventivas no bairro Vila Rica, onde o trabalho de conscientização junto à população contribuiu para a entrega voluntária de cinco aves silvestres e sete gaiolas. Os animais foram encaminhados para os procedimentos necessários junto aos órgãos ambientais competentes.
Já na zona rural de Lapão, nas localidades de Aguada Nova, Lagoa dos Porcos e Bonzão I, a atuação das equipes possibilitou o resgate de 16 aves. Após avaliação das condições dos animais, eles foram considerados aptos para retornar à natureza e reintegrados ao seu habitat natural. As gaiolas utilizadas para mantê-los em cativeiro foram destruídas.
Outra ação ocorreu no município de Ibicoara, durante a Operação Protetores do Bioma. Na oportunidade, os policiais ambientais localizaram sete aves silvestres mantidas irregularmente. Após análise técnica, os animais foram devolvidos à natureza e os recipientes utilizados para o cativeiro foram inutilizados.
O balanço das operações demonstra a importância da união entre fiscalização, educação ambiental e participação da comunidade para a proteção da biodiversidade. Segundo a corporação, as ações fazem parte das estratégias permanentes de preservação da fauna silvestre e de combate aos crimes ambientais em diversas regiões da Bahia.
No mês em que é comemorado o Meio Ambiente, a RHI Magnesita, líder global em soluções refratárias, compartilha os avanços da agenda ambiental no Brasil, com a realização de projetos voltados à recuperação ambiental, educação, preservação hídrica e gestão preventiva de riscos. As iniciativas fazem parte da estratégia ESG da companhia e vêm sendo ampliadas em Minas Gerais e na Bahia, estados que concentram operações importantes da empresa no país.
Entre os destaques está a consolidação da rede de viveiros ambientais da companhia, atualmente presente em Brumado (BA), Santaluz (BA), Coronel Fabriciano (MG) e Onça do Pitangui (MG), com capacidade conjunta atual de até 30 mil mudas por ano. Em 2026, a empresa prevê a implantação de um novo viveiro em Uberaba (MG), com capacidade estimada de produção de 20 mil mudas por ano. Somadas, as iniciativas apoiam ações de reflorestamento, arborização urbana, recuperação de áreas degradadas e educação ambiental em comunidades e escolas públicas.
“Na RHI Magnesita, entendemos que sustentabilidade precisa estar integrada à operação, às comunidades e às pessoas. Nossos projetos ambientais combinam eficiência operacional, preservação dos recursos naturais e formação ambiental, gerando impactos de longo prazo nos territórios onde atuamos”, afirma Carlos Eduardo Rodrigues, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita na América do Sul.
Em Minas Gerais, a companhia também vem ampliando projetos voltados à recuperação ambiental e à preservação hídrica. Na unidade de Ponte Alta, em Uberaba (MG) a empresa reduziu em 50% o consumo de água após a implantação de um sistema de monitoramento diário de indicadores, capacitação de equipes e identificação de pontos de vazamento. Já em Brumado (BA), a operação alcançou 90% de recirculação e reuso da água industrial, evitando o consumo de aproximadamente 998 metros cúbicos de água por hora.
As iniciativas de gestão hídrica incluem ainda projetos de reaproveitamento de água em processos industriais, estudos para ampliação da segurança hídrica das operações, uso de supressores de poeira para redução do consumo de água e preservação de 22 nascentes na região da Serra das Éguas, na Bahia.
Outro destaque da agenda ambiental da RHI Magnesita é o projeto “O Frete Muda”, iniciativa que leva ações de reflorestamento para a cadeia logística da empresa. O programa engaja transportadoras parceiras na recuperação de áreas degradadas por meio da doação e plantio de mudas produzidas nos viveiros da empresa.
“A agenda ambiental exige planejamento, investimento contínuo e atuação integrada. Nosso foco é ampliar projetos que possam gerar benefícios ambientais concretos e fortalecer uma cultura de prevenção e responsabilidade compartilhada”, completa Rodrigues.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAR), por meio do Departamento de Meio Ambiente e da Divisão de Educação Ambiental, está realizando a Jornada Ecológica nas escolas da rede municipal de Brumado. A iniciativa faz referência ao Dia Mundial do Meio Ambiente e à Campanha Junho Verde, instituída pela Lei Federal nº 14.393/2022, e tem como público-alvo os estudantes do 9º ano do ensino fundamental.
As atividades tiveram início no dia 27 de maio e seguem até 18 de junho de 2026, levando aos alunos conhecimentos voltados à preservação ambiental, sustentabilidade e conscientização sobre os desafios climáticos enfrentados atualmente. A proposta é contribuir para a formação de valores éticos e ambientais, estimulando a reflexão sobre a importância da conservação dos recursos naturais para as futuras gerações.
Nas unidades escolares da zona urbana, a Jornada Ecológica aborda temas relacionados à arborização urbana e seus benefícios para a qualidade de vida da população. Já nas escolas do meio rural, o foco está na importância da Caatinga, destacando sua biodiversidade, os impactos causados pela degradação ambiental e a necessidade de preservação desse bioma exclusivamente brasileiro.
Durante os encontros, os estudantes também recebem orientações sobre o papel das árvores como sumidouros de carbono, fundamentais para reduzir os efeitos das emissões de gases de efeito estufa e contribuir para o enfrentamento do aquecimento global. A iniciativa busca aproximar os jovens das questões ambientais e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano.
A Jornada Ecológica já passou pelas Escolas Municipais de Tempo Integral (EMTI) Idalina Azevedo, Clemente Gomes, Américo Zizico, Maria Sônia e Sá Teles, além do CMEAS e da Escola Ana Rodriga. O cronograma prevê ainda visitas às EMTIs Mírian Meira, Joselita Carvalho, Oscarlina Oliveira, Manoel Fernandes, Miguel Mirante, Nice Públio e Graça Assis, ampliando o alcance das ações educativas em todo o município.
A Prefeitura de Brumado, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente (SEMAR), realizou nesta quarta-feira a cerimônia de abertura da Jornada Ecológica – Campanha Junho Verde, iniciativa voltada à promoção da educação ambiental e ao fortalecimento da consciência ecológica entre os estudantes da rede municipal de ensino.
A ação integra as atividades da Campanha Junho Verde, instituída pela Lei Federal nº 14.393/2022, e tem como público-alvo os alunos do 9º ano da Rede Municipal de Ensino. O objetivo é estimular a construção de conhecimentos e valores voltados à conservação dos recursos naturais e ao desenvolvimento sustentável. As atividades nas escolas do município tiveram início no dia 27 de maio e seguem até o dia 19 de junho.
Durante a abertura, foi destacada a importância da celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, e a necessidade de ampliar as discussões sobre os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela degradação ambiental. Também foi ressaltada a relevância da preservação da Caatinga, bioma característico da região, e o papel da sociedade na construção de um futuro mais sustentável.
A mesa de honra foi composta pelo presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Cláudio Meira Ribas; pelo secretário municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Agno Meira Santos; pelo coordenador do Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), José Luiz Alves Ataíde; e pelo secretário municipal de Cultura, José Ribeiro Neves, além de outras autoridades presentes.
Após os pronunciamentos, os participantes acompanharam a apresentação do Projeto Jornada Ecológica – Campanha Junho Verde, conduzida pelo coordenador da Divisão de Educação Ambiental da SEMAR, professor Jorge Valério Rocha Gomes. Em seguida, a coordenadora do Ensino Fundamental II da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), professora Ana Lúcia Gama de Oliveira, abordou a educação ambiental como tema transversal no ambiente escolar e apresentou resultados das ações desenvolvidas na rede municipal.
A reunião de abertura, que aconteceu no domingo (17) no CETEP – Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Corrente, em Santa Maria da Vitória, marcou o início dos trabalhos na região. O auditório abrigou 238 representantes de 41 instituições, estaduais e federais, envolvidas nessa 53ª etapa de campo. O time, mobilizado em 76 veículos, vai percorrer 11 municípios na região, realizando ações de fiscalização, diagnóstico e a implementação de políticas públicas na área de meio ambiente; além de acompanhar o desdobramento de etapas anteriores.
Compondo a mesa da reunião de abertura – além de Luciana Khoury, Promotora de Justiça e Coordenadora do NUSF MPBA, Augusto Queiroz do CREA-BA e Marcos André Queiroz, Procurador da República do Ofício de Povos e Comunidades Tradicionais na Bahia – estiveram Vladimir Correia, Defensor Público da União, pela primeira vez na FPI; Cláudio Pereira, Coordenador do CCR Médio representando o CBHSF; Cristiano Magalhães, Presidente do CBH – Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Corrente para dar boas vindas ao time; Paulo Sérgio Luz, Diretor Geral da ADAB (que representou todos os parceiros em sua fala).
Ainda na mesa, Jürgen Fleischer, Promotor de Justiça de Santa Maria da Vitória, Coordenador do Núcleo Agrário do MPBA e anfitrião da etapa, falou sobre a expectativa em torno da ação: “Eu torcia muito pela vinda de vocês à nossa comarca. Aqui na bacia do Corrente, os desafios são muitos e as intervenções da FPI serão muito positivas para essa região”.
A Fiscalização Preventiva Integrada chega à região pela terceira vez e espera contar ainda com a parceria das Prefeituras, Câmaras de Vereadores e instituições privadas, já que, muito além da ação fiscalizatória, o foco principal é o viés socioeducador da FPI. Ao longo de 22 anos de existência, o programa acumula resultados significativos das ações de educação e gestão ambiental, com foco na agroecologia e respeito aos povos originários e comunidades tradicionais do Velho Chico.