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O Vitória não conseguiu repetir o desempenho apresentado na Copa do Brasil e foi derrotado pelo Flamengo por 2 a 0 na noite deste domingo (9), no Maracanã, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Diante do vice-líder da competição e com um dos maiores públicos da rodada, o Rubro-Negro baiano acabou superado após uma partida marcada por importantes desfalques e pelo desgaste físico do elenco.
O técnico Jair Ventura precisou mexer na formação defensiva. Suspensos, Cacá e Luan Cândido ficaram fora da partida, enquanto Caíque Gonçalves foi improvisado na zaga. O Vitória também não contou com o lateral-esquerdo Ramon e o meio-campista Baralhas, capitão da equipe.
Outro fator que pesou foi o curto intervalo entre os compromissos. Na última quinta-feira (6), o Vitória havia protagonizado uma grande atuação ao golear o Athletico-PR por 4 a 0, no Barradão, resultado que garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. O esforço físico daquela partida também foi sentido diante do Flamengo.
Com força máxima, o time carioca conseguiu controlar as ações e balançou as redes uma vez em cada etapa. O Vitória tentou reagir, mas não conseguiu superar a defesa adversária e acabou deixando o Maracanã sem pontuar.
Mesmo com o resultado negativo, o Vitória permanece na 13ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 26 pontos conquistados.
Agora, o Leão terá a oportunidade de reencontrar sua torcida em dois compromissos consecutivos no Barradão. O primeiro será no próximo domingo (16), contra o Botafogo, às 18h30, pelo horário de Brasília, pela 23ª rodada da Série A.
O Vitória terá uma missão complicada para continuar na Copa do Brasil. Na noite desta segunda-feira (3), o Rubro-Negro baiano foi derrotado pelo Athletico-PR por 2 a 0, na Arena da Baixada, em Curitiba, e precisará reverter a desvantagem no confronto de volta para avançar às quartas de final.
Desde o início da partida, o time baiano encontrou dificuldades para conter o ritmo imposto pelos donos da casa. O Athletico-PR tomou a iniciativa, ocupou o campo ofensivo e conseguiu transformar a superioridade em vantagem ainda no primeiro tempo.
O Rubro-Negro baiano teve pouca produção ofensiva durante a partida e encontrou dificuldades para levar perigo ao gol adversário. A equipe também voltou a apresentar problemas atuando longe de Salvador, aspecto que tem marcado a temporada.
Apesar do resultado, o técnico Jair Ventura manteve o discurso de confiança após o confronto. O treinador avaliou que o Vitória possui condições de buscar a reação diante de sua torcida e reverter a vantagem construída pelo Athletico-PR.
Agora, o Vitória terá o Barradão como aliado na tentativa de mudar o cenário do confronto e conquistar a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil.
O técnico Carlo Ancelotti avaliou que o Brasil merecia ter saído vencedor da partida deste domingo (5), contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), com dois gols do atacante Erling Haaland, eliminou a seleção brasileira da Copa do Mundo nas oitavas de final, a pior campanha desde 1990.
"Estamos muito tristes pelo resultado, mas [a Copa] foi uma experiência bonita, com um bom grupo. Quero agradecer aos jogadores, que trabalharam bem, criaram um bom ambiente. Mas no esporte, nem tudo sai perfeito. Acho que [pelo] esforço de hoje não merecia perder, mas temos de reconhecer, também, que a equipe rival tem, como já disse, jogadores muito bons e que fizeram a diferença", disse o treinador, em entrevista coletiva.
Apesar de ter criado oportunidades, o Brasil não as transformou em gols, desperdiçando, inclusive, um pênalti no começo do primeiro tempo, com o volante Bruno Guimarães. Ao longo da partida, a seleção brasileira adotou uma postura de sair no contra-ataque, com a posse de bola dominada pela Noruega. A equipe nórdica trocou praticamente o dobro de passes (581 a 291) em relação à verde e amarela.
"O jogo de hoje me parecia controlado. Tivemos oportunidades. Era complicado fazer uma pressão alta [marcar desde a saída de bola] porque, na Noruega, o [meia Martin] Odegaard recuava muito, então era um risco para deixar o Haaland no um contra um", explicou Ancelotti.
"Eles tentaram manter a intensidade do jogo com a posse da bola. Nós, durante 70 minutos, tivemos o jogo sob controle. Mas o Haaland acabou decidindo", completou o técnico.
O treinador foi perguntado sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo, quando o placar estava 0 a 0. O questionamento se deu pela opção não ter sido o atacante Vinícius Júnior. Segundo ele, dentre os jogadores que estavam em campo, o volante era quem tinha melhor aproveitamento.
"Fizemos uma estatística de um ano, dos [jogadores] rivais e dos nossos. O melhor [em cobranças de pênalti] era Neymar. Daí [os também atacantes] Igor Thiago, Raphinha e depois o Bruno Guimarães. E depois o [atacante Gabriel] Martinelli. Pensamos no que era melhor em campo", justificou o italiano.
Três dias depois de vencer os EUA por 2 a 1, em São Paulo, a Seleção Brasileira voltou a enfrentar a rival na noite desta terça-feira (9), no Castelão, em Fortaleza, mas não teve sorte: as visitantes venceram por 1 a 0. O gol dos EUA surgiu num chute de fora da área de Wilson em que a bola desviou em Isabela e enganou Lorena. Na súmula, foi anotado gol contra da defensora brasileira.
O jogo contou com a presença de 55.744 torcedores, um recorde em amistosos da Seleção Brasileira realizados no País. O presidente da CBF, Samir Xaud, prestigiou o evento.
A Amarelinha vinha de duas vitórias consecutivas sobre os EUA, o que já é um feito, tal a força da adversária no cenário internacional. Tentava a terceira, com o apoio de uma torcida apaixonada que incentivou o Brasil durante os 90 minutos.