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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAR), por meio do Departamento de Meio Ambiente e da Divisão de Educação Ambiental, concluiu no último dia 18 de junho a Jornada Ecológica, projeto desenvolvido em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e à Campanha Junho Verde. A iniciativa foi realizada entre os dias 27 de maio e 18 de junho e teve como público-alvo estudantes do 9º ano da rede municipal de ensino de Brumado.
Idealizada como uma ação de Educação Ambiental Não Formal, a Jornada Ecológica buscou estimular a conscientização sobre a preservação dos recursos naturais e os impactos das mudanças climáticas. O projeto foi fundamentado na Pedagogia Libertadora do educador Paulo Freire, metodologia que valoriza a troca de conhecimentos, o diálogo e o desenvolvimento do pensamento crítico entre educadores e estudantes.
As atividades foram desenvolvidas por meio de exposições dialogadas, dinâmicas e trabalhos em grupo, tendo o aquecimento global como tema central. A partir desse contexto, os conteúdos foram adaptados à realidade dos estudantes. Nas escolas da zona urbana, o enfoque foi a arborização urbana, enquanto nas unidades da zona rural foram discutidas a importância da Caatinga e o papel das árvores como sumidouros de carbono, fundamentais para a redução dos efeitos do aquecimento global.
A SEMAR destacou ainda a importância do Junho Verde, campanha instituída pela Lei Federal nº 14.393, de 4 de julho de 2022, que tem como objetivo ampliar a conscientização da população sobre a preservação dos ecossistemas naturais, o controle da poluição e a conservação dos recursos ambientais para as atuais e futuras gerações.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMAR), por meio do Departamento de Meio Ambiente e da Divisão de Educação Ambiental, está realizando a Jornada Ecológica nas escolas da rede municipal de Brumado. A iniciativa faz referência ao Dia Mundial do Meio Ambiente e à Campanha Junho Verde, instituída pela Lei Federal nº 14.393/2022, e tem como público-alvo os estudantes do 9º ano do ensino fundamental.
As atividades tiveram início no dia 27 de maio e seguem até 18 de junho de 2026, levando aos alunos conhecimentos voltados à preservação ambiental, sustentabilidade e conscientização sobre os desafios climáticos enfrentados atualmente. A proposta é contribuir para a formação de valores éticos e ambientais, estimulando a reflexão sobre a importância da conservação dos recursos naturais para as futuras gerações.
Nas unidades escolares da zona urbana, a Jornada Ecológica aborda temas relacionados à arborização urbana e seus benefícios para a qualidade de vida da população. Já nas escolas do meio rural, o foco está na importância da Caatinga, destacando sua biodiversidade, os impactos causados pela degradação ambiental e a necessidade de preservação desse bioma exclusivamente brasileiro.
Durante os encontros, os estudantes também recebem orientações sobre o papel das árvores como sumidouros de carbono, fundamentais para reduzir os efeitos das emissões de gases de efeito estufa e contribuir para o enfrentamento do aquecimento global. A iniciativa busca aproximar os jovens das questões ambientais e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano.
A Jornada Ecológica já passou pelas Escolas Municipais de Tempo Integral (EMTI) Idalina Azevedo, Clemente Gomes, Américo Zizico, Maria Sônia e Sá Teles, além do CMEAS e da Escola Ana Rodriga. O cronograma prevê ainda visitas às EMTIs Mírian Meira, Joselita Carvalho, Oscarlina Oliveira, Manoel Fernandes, Miguel Mirante, Nice Públio e Graça Assis, ampliando o alcance das ações educativas em todo o município.
Os estudantes Daniel Rodrigues Lima e Vitor Hugor Batista Santos, da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual São Vicente de Paulo, no município de Bom Jesus da Lapa, levam a produção científica da rede estadual da Bahia ao II Congresso Brasileiro de Biogeografia e Mudanças Climáticas, que acontece até domingo (31), na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Acompanhados pelo professor Mateus Costa Santos, os jovens apresentam uma pesquisa sobre arborização urbana e conforto térmico em cidades de altas temperaturas.
O estudo, intitulado “Arborização urbana e conforto térmico: a cidade de Bom Jesus da Lapa em um contexto de altas temperaturas”, analisa os impactos da vegetação no bem-estar da população. “Selecionamos duas vias para análise: uma arborizada e outra sem árvores. Os resultados mostram que a área arborizada apresenta condições atmosféricas mais favoráveis”, explica o professor Mateus Costa Santos. A investigação reuniu mais de 60 dados coletados ao longo de sete semanas, entre setembro e novembro do ano passado.
Durante o congresso, os estudantes compartilham experiências com pesquisadores de diversas universidades brasileiras e participaram de debates sobre mudanças climáticas, planejamento urbano e qualidade ambiental. “Apresentar a pesquisa em um evento dessa magnitude está sendo desafiador, mas muito gratificante. Recebemos elogios de professores da USP (Universidade de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o que nos motivou ainda mais”, destaca o estudante Vitor Hugor Batista Santos. A participação conta com assistência do Programa Da Bahia para o Mundo, que apoia financeira e logisticamente estudantes e professores da rede pública em eventos científicos, culturais e tecnológicos, através do Edital nº 23/2024 da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC).