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No último sábado (4), uma mulher foi presa por injúria racial na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita teria chamado um funcionário de um bar de "macaco" após ser informada que não seria possível entrar no estacionamento do local, que estava completamente cheio. Testemunhado por várias pessoas, o momento de exaltação da suspeita culminou em sua prisão em flagrante por injúria racial. Natural de Minas Gerais, ela teria afirmado ser médica e que entraria no local na hora que bem entendesse. A prisão foi possível graças à equiparação do crime de injúria racial ao de racismo, ocorrida em janeiro deste ano. Com isso, o crime passou a ser inafiançável, sem prescrição e com pena de reclusão e multa. A suspeita foi levada para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) e depois encaminhada para uma cela feminina no Presídio Nilton Gonçalves, onde passaria por audiência de custódia nesta segunda-feira (6). A injúria racial é um crime grave que fere a dignidade humana e deve ser combatido de forma efetiva pela sociedade e pelas autoridades competentes.
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