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Alvos de uma ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sob relatoria do ministro Edson Fachin, os irmãos: ex-ministro Geddel e o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) tiveram a condenação solicitada pela procuradora-geral da República (PGR), Raquel Dodge. A PGR pede que Geddel seja condenado a 80 anos de prisão e Lúcio, a 48 anos e seis meses de reclusão, além de pagamento de multa. De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República, os irmãos associaram-se para cometer crimes de "ocultação da origem, localização, disposição, movimentação e a propriedade de cifras milionárias de dinheiro vivo". Os crimes teriam ligação com os R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos, em 2017, em um apartamento de Salvador ligado à família Vieira Lima. Entre 2011 e 2016, um empresário do ramo da construção "lavou dinheiro sujo na aquisição de unidades imobiliárias por empresas" dos irmãos Vieira Lima. A defesa dos irmãos ainda precisa se manifestar na ação.Geddel está preso preventivamente desde setembro de 2017. Já Lúcio, que está livre, não conseguiu se reeleger na última eleição.
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