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Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, realizado em parceria com o Bahia Notícias, mostra uma disputa acirrada pelo governo da Bahia na reta final das eleições de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, ACM Neto (União Brasil), ex-prefeito de Salvador, aparece com 50,3% dos votos válidos, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT), candidato à reeleição, registra 48,4%.
Quando são considerados todos os entrevistados, incluindo votos brancos, nulos e eleitores indecisos, a diferença entre os dois candidatos fica dentro da margem de erro. ACM Neto soma 46,4% das intenções de voto, contra 44,6% de Jerônimo Rodrigues, uma distância de 1,8 ponto percentual. Como a margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, os resultados indicam empate técnico nesse cenário.
Os demais candidatos, juntos, alcançam 1,1%. Votos brancos e nulos representam 4,5% dos entrevistados, enquanto 3,4% não souberam responder ou preferiram não opinar.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos participantes, ACM Neto também aparece numericamente à frente, com 38,6% das citações. Jerônimo Rodrigues registra 36,4%. Nesse cenário, 19,8% não souberam ou não responderam, e 5,1% declararam intenção de votar em branco ou nulo.
O instituto também simulou um eventual segundo turno entre os dois principais candidatos. Nesse confronto, ACM Neto aparece com 50,8%, enquanto Jerônimo Rodrigues registra 49,2%, segundo os números informados no levantamento.
A pesquisa ouviu 1.400 eleitores em 63 municípios baianos, entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,7 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03273/2026.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24), encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 36%.
Na comparação com o levantamento anterior, Lula passou de 39% para 40%, enquanto Flávio manteve 36%. A diferença de quatro pontos percentuais está dentro do limite da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos.
Em uma simulação de segundo turno, Lula registra 47%, contra 45% de Flávio Bolsonaro. O resultado também configura empate técnico.
No cenário de primeiro turno, o escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 5%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Renan Santos (Missão), com 3%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.
Os demais nomes citados no levantamento aparecem com 0%. Votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados estão indecisos.
O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de setembro. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00304/2026.
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão referente ao primeiro turno das Eleições 2026 chega ao fim nesta quinta-feira (1º de outubro), conforme o calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A data marca o encerramento da veiculação dos programas em rede e das inserções destinadas às campanhas.
Com o término do horário eleitoral, as emissoras de rádio e televisão deixam de veicular a propaganda gratuita relacionada ao primeiro turno a partir de sexta-feira (2). A programação dos veículos volta a seguir suas grades habituais, sem os blocos e inserções eleitorais previstos para esta primeira etapa da disputa.
O encerramento da propaganda ocorre três dias antes da votação. O primeiro turno será realizado no domingo, 4 de outubro, quando os eleitores irão às urnas para escolher os cargos em disputa nas Eleições 2026.
Caso seja necessário realizar segundo turno, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será retomada em 9 de outubro e permanecerá no ar até 23 de outubro, conforme o calendário eleitoral estabelecido pelo TSE.
O calendário também estabelece que 1º de outubro é o último dia para a realização de debates no rádio e na televisão, sendo permitida a extensão de debates até as 7h do dia 2 de outubro, de acordo com as regras da Justiça Eleitoral.
Faltam 6 dias para o 1º turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro. No dia da votação, pedir votos, distribuir propaganda ou abordar eleitoras e eleitores para influenciar a escolha é proibido e pode caracterizar crime de boca de urna.
A proibição vale em todo o país no dia da eleição. Nas disputas para presidente da República e governador que não forem definidas no 1º turno, a segunda votação será realizada em 25 de outubro.
A boca de urna ocorre quando há tentativa de convencer o eleitorado a votar em determinada candidata, candidato, partido, federação ou coligação no dia da eleição. Entre as condutas proibidas estão a distribuição de santinhos, os pedidos de voto, a arregimentação de eleitoras e eleitores, o uso de alto-falantes e outras formas de propaganda eleitoral.
Também é proibida a formação de grupos organizados para promover candidaturas. A legislação veda, até o encerramento da votação, a aglomeração de pessoas com vestuário padronizado ou portando instrumentos de propaganda quando isso caracterizar manifestação coletiva.
A manifestação individual e silenciosa da preferência política, no entanto, é permitida. O eleitorado pode demonstrar sua preferência por meio de itens como bandeiras, broches e adesivos, desde que não haja manifestação coletiva.
A nova pesquisa Quaest, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, apresenta empate numérico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República. Os dois aparecem com 42% das intenções de voto.
Na rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, Flávio registrava 42% e Lula, 41%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, a oscilação de um ponto registrada pelo presidente está dentro do intervalo da pesquisa. No atual cenário, 13% afirmam que votariam em branco, nulo ou não votariam, enquanto 3% permanecem indecisos.
No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Augusto Cury e Ronaldo Caiado registram 4% cada, enquanto Renan Santos tem 3% e Romeu Zema, 1%. Os demais nomes testados aparecem com 0%.
O levantamento foi realizado entre 24 e 27 de setembro, período que incluiu os primeiros dias após o anúncio da medida provisória que proibiu o funcionamento das bets no país. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06520/2026, a pesquisa retrata as intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas. Os números de segundo turno correspondem a uma simulação anterior à definição efetiva de uma eventual disputa entre os candidatos.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques, informou nesta quinta-feira (24) que o aplicativo e-Título poderá ser baixado e ativado no dia da votação, tanto no 1º quanto no 2º turno. O tribunal disse que haverá concentração de esforços para garantir o funcionamento estável do aplicativo.
Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso ao e-Título eram interrompidos no dia da votação como medida preventiva para reduzir a sobrecarga do sistema. A Corte eleitoral disse que considerou o aumento expressivo dos acessos ao aplicativo nos dias de votação para liberar o download e o primeiro acesso nesses dias.
“Nossa equipe manterá a sala de prontidão de hoje até que se ultimem as eleições no dia 25 de outubro, para que possamos acompanhar de perto o funcionamento do e-Título e para assegurarmos que os serviços digitais permaneçam disponíveis e estáveis", afirmou Nunes Marques, em nota.
Além disso, os eleitores com biometria cadastrada e fotografia disponível no aplicativo poderão utilizar o e-Título como documento oficial de identificação na hora de votar. O 1º turno será em 4 de outubro e o 2º turno, onde houver, no dia 25 do mesmo mês.
Seis candidatos concorrem ao governo da Bahia nas eleições deste ano. No estado, 11.321.005 eleitores estão aptos a votar. Desse total, 53% são mulheres e 47% homens.
Entre os eleitores que declararam cor/raça, 59,61% são pardos, 23,47% são pretos, 15,9% são brancos, 0,52% é indígena e 0,5%, amarelo.
O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.
O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
Conheça os candidatos ao governo da Bahia. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.
ACM Neto - Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Neto (União)
Ariel Capistrano - Ariel da Silva Capistrano (DC)
Aroldo Felix - Aroldo Felix de Azevedo Junior (UP)
Jerônimo Rodrigues - Jerônimo Rodrigues Souza (PT)
As Eleições Gerais 2026 estão se aproximando. O 1º turno será realizado em 4 de outubro, e o 2º turno, se houver, em 25 de outubro. Quem estiver fora do domicílio eleitoral no dia da votação deverá justificar a ausência em cada turno em que não comparecer.
A justificativa pode ser apresentada no próprio dia da eleição pelo aplicativo e-Título ou por meio do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE). O formulário deve ser preenchido e entregue nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas para essa finalidade, nos locais divulgados pelos tribunais regionais eleitorais e pelos cartórios eleitorais.
Não é necessário apresentar documentos que comprovem o motivo da ausência quando a justificativa é feita no dia da votação. Quem optar pelo RJE deverá apresentar também um documento oficial de identidade com foto.
A justificativa é válida exclusivamente para o turno em que a eleitora ou o eleitor não compareceu por estar fora do domicílio eleitoral. Portanto, é necessário apresentar um requerimento para cada turno de votação não realizado, respeitando os requisitos e prazos correspondentes.
A eleitora ou o eleitor pode justificar a ausência às eleições quantas vezes forem necessárias. No entanto, a ausência a três eleições consecutivas, considerando cada turno como uma eleição, sem o pagamento das multas correspondentes ou a apresentação de justificativas poderá resultar no cancelamento da inscrição eleitoral.
A Justiça Eleitoral já indeferiu cerca de 1,2 mil registros de candidaturas às eleições gerais de outubro. De acordo com dados do sistema de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 335 registros indeferidos definitivamente e 869 que ainda podem ser contestados por meio de recursos às instâncias superiores.
O levantamento do TSE mostra que o descumprimento de requisitos formais previstos na legislação eleitoral é o principal motivo dos indeferimentos. Na sequência, aparecem a falta de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a ausência de incompatibilização com o cargo público.
Segundo o tribunal, cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos.
Eleições
O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Serão eleitos deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para o dia 25 e poderá ocorrer nas disputa para os cargos de governador e presidente.
A segunda votação será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no cenário de primeiro turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento aponta o petista com 43,4% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece na segunda colocação, com 33,7%.
A diferença entre os dois primeiros colocados é de 9,7 pontos percentuais. Na sequência, o ex-ministro e escritor Augusto Cury (Avante) registra 7,8% das intenções de voto, seguido por Renan Santos (Missão), que soma 7,6%.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 3,3%. Pablo Marçal (PRTB) registra 1,9%, enquanto o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), tem 1% das intenções.
Também foram citados no levantamento Samara, da Unidade Popular (UP), com 0,9%; Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,1%; e Wilson Grassi (Democrata), também com 0,1%.
Segundo a pesquisa, votos brancos e nulos correspondem a 0,1% dos entrevistados. Outros 0,2% afirmaram não saber em quem votar.
O levantamento Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre os dias 25 e 30 de agosto. A pesquisa tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.
A campanha eleitoral para as Eleições 2026 está liberada a partir deste domingo (16). Os candidatos podem participar de carreatas, passeatas e panfletagem entre as 8h e as 22h. Estão permitidos também as propagandas na internet e os anúncios pagos na imprensa escrita.De acordo com a Lei das Eleições e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os atos estão permitidos até 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Os comícios estão autorizados entre as 8h e a meia-noite, até 1° de outubro.
As mobilizações devem manter distância mínima de 200 metros das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, além de tribunais, quarteis militares, hospitais, escolas e igrejas.
A propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão será permitida entre 28 de agosto e 1° de outubro.
Votação
O primeiro turno do pleito ocorrerá no dia 4 de outubro, para a escolha de deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e do presidente da República.O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente.
Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.Veja a seguir, em ordem alfabética, os nomes dos candidatos ao cargo de presidente da República e seus perfis na página do TSE:
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta segunda-feira (20) que 158.745.463 eleitores estarão aptos a exercer o direito de votar nas eleições presidenciais de outubro.
A Justiça Eleitoral registrou crescimento de 2.291.452 (1,46%) eleitores em relação ao pleito de 2022.
Eleições
O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
De acordo com dados do TSE, a Região Norte do país ganhou o maior número de eleitores em relação ao último pleito presidencial. Houve aumento de 548.944 eleitores, número que representou alta de 4,37% no eleitorado regional. Em 2022, 12.560.410 pessoas estavam aptas a votar. Neste ano, serão 13.109.354.
Exterior
O eleitorado no exterior apresentou aumento de 31,82%. O número de brasileiros que vive fora do país passou de 697.078 para 918.876 pessoas. Quem está no exterior só pode votar para presidente da República.
Os mesários e outras pessoas que vão atuar como apoio logístico nas eleições de outubro vão receber uma carta de convocação. O documento detalha a função que será desempenhada durante o pleito, a seção eleitoral em que o trabalho será realizado e informações sobre o treinamento.
Quem for convocado para atuar como mesário pode pedir dispensa da função por meio de requerimento dirigido ao juiz eleitoral no prazo de cinco dias após a publicação do edital de nomeação. O mesário deve comprovar a impossibilidade de atuar nas eleições.
No dia da eleição, os mesários realizam a identificação dos eleitores e o procedimento da zerésima, ou seja, confirmam que não há votos na urna eletrônica antes do início da votação, além de outras funções.
Em geral, a Justiça Eleitoral mantém a convocação de pessoas que já atuaram como mesários em eleições anteriores. O chamado para trabalhar nas eleições pode ocorrer por convocação, com escolha entre nomes que estão na lista de eleitores, ou cadastro voluntário.
O trabalho dos mesários não é remunerado, mas diversos benefícios são oferecidos, como dois dias de folga para cada dia de trabalho ou de treinamento, auxílio alimentação de R$ 65 e contagem de horas trabalhadas como atividade extracurricular em universidades.
O número de mesários que vão trabalhar no pleito ainda não foi divulgado. Na eleição presidencial de 2022, cerca de 1,5 milhão atuaram nas eleições.
O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente quando nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
Levantamento divulgado nesta terça-feira (3) pelo instituto Real Time Big Data indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança em todos os cenários testados para o primeiro turno das eleições presidenciais. O estudo avaliou tanto a manifestação espontânea dos eleitores quanto simulações estimuladas e projeções para um eventual segundo turno.
Na pesquisa espontânea, Lula registra 29% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, com 19%. Jair Bolsonaro aparece com 4%, enquanto Ratinho Junior e Tarcísio de Freitas somam 2% cada.
No primeiro cenário estimulado, Lula alcança 39%, contra 32% de Flávio Bolsonaro. Ratinho Junior aparece com 9%, enquanto Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos marcam 2% cada. Nulos e brancos somam 7%, mesmo percentual dos que não souberam ou não responderam.
No segundo cenário, Lula sobe para 40% e Flávio Bolsonaro registra 34%. Eduardo Leite aparece com 4%, Romeu Zema com 3% e Aldo Rebelo e Renan Santos com 2% cada. Nulos e brancos ficam em 7%, e 8% não souberam ou não responderam.
Já no terceiro cenário estimulado, Lula mantém 40%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 33%. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Romeu Zema com 3%, e Aldo Rebelo e Renan Santos com 2% cada. Nulos e brancos somam 7%, e 8% não souberam ou não responderam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança das intenções de voto nos cenários de primeiro turno avaliados pela pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25). No entanto, nas simulações de segundo turno, o levantamento indica disputa acirrada e, em um dos cenários, desvantagem numérica do atual chefe do Executivo.
Em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46,2%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Já em confronto com Tarcísio de Freitas, o governador paulista soma 47,1%, contra 45,9% do presidente. Em outro cenário, diante de Michelle Bolsonaro, Lula marca 47,5%, enquanto ela aparece com 44,7%.
Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém a dianteira. No primeiro quadro estimulado, registra 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro, com 37,9%, além de outros nomes que pontuam abaixo de 5%. No segundo cenário, Lula soma 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, o presidente aparece com 45,3%, contra 39,1% do senador.
Em um quarto cenário, com Tarcísio de Freitas no lugar de Flávio, Lula registra 43,3%, enquanto o governador de São Paulo aparece com 36,2%. Já na simulação que reúne Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente alcança 47,1%, seguido por Flávio, com 33,1%, e Tarcísio, com 7,4%.
A pesquisa também avaliou um cenário sem Lula, apresentando o nome de Fernando Haddad como representante governista. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37,1%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. Foram ouvidas 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
Uma nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6/12) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como favorito em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 36%, uma diferença de 15 pontos percentuais. Os dados foram coletados entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio oficial do nome de Flávio como possível candidato.
O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios brasileiros, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em julho, o petista ampliou sua vantagem: à época, a disputa aparecia em 48% contra 37%. O instituto aponta que o desgaste associado ao sobrenome Bolsonaro pesa no cenário atual, mesmo antes da formalização das candidaturas.
Outros cenários de segundo turno também foram testados. Contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria por 47% a 42%. Já frente a Ratinho Jr. (PSD), o presidente manteria vantagem, registrando 47% contra 41%. O desempenho dos demais integrantes da família Bolsonaro também é inferior: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aparece com 35% contra 52% de Lula, enquanto Michelle Bolsonaro (PL-DF) teria 39% contra 50% do petista.
O Datafolha ainda simulou uma disputa entre Lula e Jair Bolsonaro (PL), considerando a fase anterior ao indeferimento da eventual candidatura do ex-presidente. Nesse cenário, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando vantagem em relação ao levantamento anterior, que marcava 47% a 43%.
No primeiro turno, Lula lidera com 41% em diferentes simulações. Quando Flávio Bolsonaro é testado, ele aparece com 18%, seguido de Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Com Michelle Bolsonaro no páreo, Lula mantém 41%, enquanto ela alcança 24%. Ratinho Jr. marca 10%, Caiado 6% e Zema 5%. Em uma disputa envolvendo Tarcísio de Freitas, Lula segue com 41%, e o governador paulista chega a 23%.