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Nesta sexta-feira, 7 de fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará no município de Paramirim, localizado no sertão da Bahia, para participar da cerimônia de lançamento do programa "Água para Todos - Bahia". O evento, que ocorrerá às 11h, tem como objetivo anunciar medidas voltadas para a segurança hídrica no estado, uma das regiões mais afetadas pela escassez de água no país. Acompanhado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Jader Filho (Cidades) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social), o presidente Lula destacará a importância de políticas públicas que garantam o acesso à água para populações que historicamente sofrem com a seca e a falta de infraestrutura. O evento acontecerá na Rua Dr. Antônio Xavier de Araújo, S/N, bairro de Santa Maria, Paramirim (BA).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira, 14 de janeiro, a posse de Sidônio Palmeira, o novo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), em cerimônia no Palácio do Planalto.
omo profissional de marketing, trago também uma outra visão da publicidade, como prestadora de serviços, que informa e contribui para melhorar a vida das pessoas. As mães e os pais precisam saber que chegou vacina no posto. O garoto que está na escola precisa saber que existe o Pé-de-Meia. A jovem precisa saber que o governo fornece absorvente para proteger a dignidade dela”Sidônio Palmeira Ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República
Palmeira é publicitário, já atuou como presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e foi presidente do Sindicato das Agências de Propaganda da Bahia, além de ter liderado o trabalho de campanha de 2022, que elegeu Lula para seu terceiro mandato. Em seu discurso, Palmeira disse que assume o novo desafio motivado por “sentimento de justiça” e para seguir apresentando as ações e projetos de um governo que, como ele reforçou, em dois anos “arrumou a casa, melhorou os indicadores econômicos de justiça social e de combate à pobreza. Fez renascer ministérios e programas sociais importantes, reduziu a mortalidade infantil e está retirando milhões de brasileiros e brasileiras do mapa da fome. O nosso país voltou a ser respeitado pelo mundo”. O novo ministro da Secom lamentou, porém, que todos esses avanços nem sempre são percebidos por uma parcela da população, o que exige estratégias de comunicação cada vez mais alinhadas com as demandas da sociedade e que compreendam a complexidade do atual cenário, que inclui as mentiras nos ambientes digitais. “Esse movimento aprofunda o negacionismo, a xenofobia e as violências raciais e de gênero. Promove um revisionismo histórico sob regência do charlatanismo político, que promete prosperidade imediata e pavimenta a cultura do ódio, do cancelamento e do individualismo”, afirmou. “A informação dos serviços não chega à ponta. A população não consegue ver o governo em suas virtudes. Como profissional de marketing, trago também uma outra visão da publicidade, como prestadora de serviços, que informa e contribui para melhorar a vida das pessoas. As mães e os pais precisam saber que chegou vacina no posto. O garoto que está na escola precisa saber que existe o Pé-de-Meia. A jovem precisa saber que o governo fornece absorvente para proteger a dignidade dela”, exemplificou. Além do acesso à informação a todos os cidadãos brasileiros, o ministro garantiu que serão prioridades da comunicação do Governo Federal: a defesa da integridade da informação; a defesa da liberdade de expressão; o combate à desinformação e ao discurso de ódio.
Conforme pesquisa Quaest/Genial divulgada nesta quarta-feira (09), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto com possibilidade de vitória em primeiro turno com 45% intenções de voto. Conforme o levantamento, os índices registrados por Lula variam entre 45% e 47%, conforme é reduzido o número de candidatos na disputa. Em todos os cenários, o petista é seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que pontua entre 23%, na simulação mais pulverizada, e 26%, no quadro com menos postulantes. Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados dizem livremente o nome de quem votaria para presidente, Lula obtém 28%, Bolsonaro, 16%, e os demais concorrentes somam 4%. Quase metade, 48%, afirmaram estar indecisos, e 4% indicaram querer anular ou votar em branco. No primeiro cenário estimulado, em que o entrevistador apresenta uma lista de candidatos, Lula lidera com 45%, seguido por Bolsonaro, com 23%. Sergio Moro (Podemos) e Ciro Gomes (PDT) empatam na terceira posição, com 7% cada. João Doria (PSDB) e André Janones (Avante) também coincidiram nas intenções de voto, com 2%, e Simone Tebet (MDB) marcou 1%. Rodrigo Pacheco (PSD) e Felipe D’Ávila (Novo) não pontuaram, nulos e brancos somam 8%, e os indecisos são 5%. Assim, Lula marca 3 pontos percentuais a mais que a soma dos votos de seus adversários.