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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, confirmou nesta sexta-feira (3) a definição da chapa que disputará as eleições de 2026, encerrando especulações sobre possíveis mudanças na composição. A declaração foi feita em Salvador, durante agenda pública, onde o gestor reafirmou a permanência do atual vice-governador, Geraldo Júnior, na formação política.
Com a decisão, o grupo governista mantém a mesma estrutura já anunciada anteriormente, incluindo os nomes que disputarão o Senado, consolidando uma aliança considerada estratégica para a próxima eleição. O governador destacou a confiança no trabalho desenvolvido pela equipe e reforçou a importância da continuidade administrativa.
Durante a fala, Jerônimo também declarou apoio ao projeto político nacional liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sinalizando alinhamento entre as esferas estadual e federal. Segundo ele, o objetivo é fortalecer ações conjuntas e ampliar investimentos na Bahia.
O chefe do Executivo baiano afirmou ainda que pretende intensificar as viagens pelo interior do estado, ouvindo a população e levantando demandas que irão contribuir para a construção do plano de governo. A proposta, segundo ele, é dar sequência ao trabalho já iniciado, com foco no desenvolvimento regional e na melhoria dos serviços públicos.
A confirmação da chapa representa um passo importante na organização política do grupo, que busca fortalecer sua base e ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade baiana ao longo dos próximos meses.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quinta-feira, 2 de abril, de agenda do Novo PAC em Salvador (BA), marcada por entregas e anúncios em mobilidade urbana e prevenção de desastres. Entre os destaques, estão investimentos do Governo do Brasil para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de ampliação do metrô da Lapa até a futura estação Campo Grande e 30 obras de contenção de encostas e macrodrenagem.
As ações foram definidas em parceria com o Governo da Bahia e municípios, com foco na modernização das cidades, na redução do tempo de deslocamento e na melhoria da qualidade de vida da população. Além de visitar as obras já em execução do VLT e de macrodrenagem, o presidente anunciou novos investimentos.
O pobre e o trabalhador desse país são tratados como se fossem invisíveis. E nós, hoje, temos quase R$ 400 bilhões em política de investimento na inclusão social. Essa é a razão da gente ter interesse em governar esse país. E é por isso que eu estou muito feliz de ser um cara comprometido com as políticas de inclusão social no Brasil”, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.
Lula destacou que o trabalho do Governo do Brasil integra uma estratégia de transformação social. “O pobre e o trabalhador desse país são tratados como se fossem invisíveis. E nós, hoje, temos quase R$ 400 bilhões em política de investimento na inclusão social. Essa é a razão da gente ter interesse em governar esse país. E é por isso que eu estou muito feliz de ser um cara comprometido com as políticas de inclusão social no Brasil”, declarou.
O presidente também ressaltou que os investimentos são guiados pelas necessidades da população. “Se for de interesse do povo, o prefeito vai receber o dinheiro [para as obras]. E é assim que a gente vai reconstruindo e transformando esse país numa nação mais justa, em que as pessoas pobres começam a ficar menos pobres”, completou.
Indagado sobre a importância da PEC da Segurança Pública, aprovada pela Câmara dos Deputados no início de março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista nesta quinta-feira (4/2) à TV Record Bahia, em Salvador, que a Proposta de Emenda à Constituição permitirá que o Governo do Brasil possa definir uma nova estratégia de segurança pública no país, ampliando a eficiência no combate ao crime organizado.
“Tal como está a Constituição hoje, o papel do Governo Federal na segurança pública é apenas o de repassar um pouco o dinheiro, o que é muito pouco diante da necessidade do Estado. Com a PEC aprovada, a gente vai estabelecer qual é o papel da União na segurança pública, qual é o papel da Polícia Federal, qual é o papel da Polícia Rodoviária Federal. E, sobretudo, vai definir a criação de uma Guarda Nacional muito eficaz para fazer intervenções, quando necessário. A gente não pode esperar. Nós aprovamos agora a Lei Antifacção. Nós estamos em uma guerra contra o crime organizado”, afirmou Lula.
O que nós queremos, na verdade, é chegar no andar de cima da corrupção. É chegar nos magnatas da corrupção, que não moram na favela, que moram nos prédios mais chiques da cidade de Salvador, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Pernambuco, do Ceará, ou seja, eles moram bem. O que nós queremos é chegar nessa gente”, disse o presidente.
Para Lula, a aprovação da PEC da Segurança Pública permitirá ao Poder Executivo uma ação integrada que resulte em um combate efetivo ao crime organizado. “Na hora em que o Congresso Nacional aprovar a PEC, nós vamos montar, com muita rapidez, um grande Ministério da Segurança Pública para que a gente possa fazer intervenção no crime organizado sem precisar pedir licença para ninguém”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou nesta quinta-feira (2/4), em Salvador, onde participa de entregas na área de mobilidade urbana, o caráter democrático do Novo PAC. A exemplo do que ocorre na Bahia, o programa viabilizou diversos tipos de investimentos em infraestrutura por meio de ampla escuta a governadores e prefeitos de todo o país.
O PAC começou com uma reunião com 27 governadores, de todos os partidos políticos, e, depois, as prefeituras. Sobretudo nas obras de infraestrutura, estamos atendendo quase 90% dos municípios brasileiros. Quem fez projeto e apresentou tem obra do PAC. Acho que nunca na história do Brasil houve tanto atendimento aos prefeitos quanto está havendo agora”, frisou Lula, durante entrevista concedida à TV Record Bahia.
O presidente foi categórico ao revelar o que mais o orgulha nesses três anos e três meses de seu terceiro mandato na Presidência da República: “É o movimento da política de inclusão social que é feito na Bahia e que é feito no Brasil. Nós temos que cuidar de ponte, de estrada, de ferrovia, de rodovia, nós temos que cuidar de tudo. Mas tem uma coisa que, para nós, é imprescindível cuidar, que são as camadas mais necessitadas da sociedade, que têm que ter um olhar carinhoso da nossa parte. É por isso que nós temos a maior política de inclusão social da história do Brasil”, afirmou o presidente.
Ele lembrou que a história recente do Brasil foi marcada, pela segunda vez, por um fato importante: a saída do país do Mapa da Fome da ONU. “As pessoas deixaram de ser tão miseráveis quanto eram. Nós acabamos com a fome duas vezes nesse país. A primeira vez tinha 54 milhões de pessoas passando fome. Nós acabamos. Voltou a fome. Quando eu voltei, tinha 33 milhões de pessoas. Nós, em dois anos e meio, outra vez acabamos com a fome nesse país. Houve uma melhora substancial nas coisas desse país”, afirmou Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil. De acordo com o texto, a extensão ocorrerá de forma gradual, passando dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027; 15 dias em 2028; e 20 dias em 2029.
“São 38 anos de espera pra regulamentar a licença-paternidade e ampliar essa licença, que hoje tem cinco dias, depois vai para 10, 15 e 20 dias. Essa foi uma conquista conjunta da sociedade civil com o Parlamento e com a nossa participação”, destacou a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
“A mulher já conquistou o mercado de trabalho fora, mas o homem ainda não conquistou a cozinha. Essa lei vai ensinar os homens a dar banho em criança, a acordar de noite para cuidar da criança quando chora. Ele vai ter que aprender a trocar fralda”, disse Lula. “É uma lei que eu sanciono com muito prazer”, completou.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta terça-feira (31/3), um decreto que revisa os normativos do Programa Universidade para Todos (Prouni) para beneficiar estudantes com perfis de cotistas. A oficialização foi feita durante o evento Universidade com a Cara do Povo, em São Paulo (SP), que comemorou os 21 anos do Prouni e divulgou ações relacionadas a programas e políticas de acesso à educação superior. A agenda foi promovida pelo Ministério da Educação (MEC) e teve a participação do titular da pasta, ministro Camilo Santana.
As ações são voltadas às pessoas com deficiência e autodeclarados indígenas, pardos ou pretos. No ato de inscrição no processo seletivo do Prouni, o estudante deverá indicar se possui perfil para concorrer às bolsas destinadas a políticas afirmativas.
“O Prouni é isso, as cotas são isso: criar as condições para que qualquer homem e mulher, de qualquer cor e qualquer religião, tenha o direito de fazer universidade e ser doutor neste país”, ressaltou o presidente Lula no evento.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta terça-feira (31) a primeira reunião ministerial de 2026 e se despediu dos ministros que deixarão os cargos para disputar as eleições em outubro deste ano. No evento, Lula confirmou que Alckmin será candidato a vice-presidente da República outra vez.
Lula afirmou ainda que a política virou negócio e que é preciso convencer o povo de que é possível uma mudança no quadro político do país com a eleição de bons candidatos.
“Hoje, ainda tem muita gente séria, mas a verdade é que em muitos casos a política virou negócio", destacou.
"Os cargos têm um preço muito alto. Outro dia alguém me dizia: ‘um deputado federal não será eleito por menos de 50 milhões de reais’. E se isso for verdade, nós chegamos ao fim de qualquer seriedade na política brasileira”, acrescentou o presidente.
Para Lula, todos são culpados nesse processo. Segundo ele, na perspectiva de não "criar caso para ninguém”, não se propõe as mudanças necessárias.
“E as coisas vão passando e vai piorando e nós chegamos hoje a uma situação de degradação, inclusive de algumas instituições.”
Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo instituto Paraná Pesquisas indica um cenário de forte equilíbrio em uma eventual disputa de segundo turno para a Presidência da República. De acordo com os dados, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 45,2% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva registra 44,1%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Ainda segundo o estudo, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados, enquanto 4,5% disseram não saber ou preferiram não opinar. Em comparação com o levantamento anterior, realizado em fevereiro, ambos os nomes apresentaram leve crescimento nas intenções de voto.
O instituto Paraná Pesquisas também avaliou um cenário de primeiro turno, no qual Lula aparece numericamente à frente, seguido por Flávio Bolsonaro e outros nomes do cenário político nacional. Mesmo assim, os resultados apontam para uma disputa aberta e sem definição clara entre os principais candidatos.
A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de março, com 2.080 eleitores em diversas regiões do país, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00873/2026 e financiado com recursos do próprio instituto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestigiou, nesta quarta-feira (25/3), no Aeródromo Embraer Unidade Gavião Peixoto, em São Paulo, um momento histórico para o Brasil: a apresentação do caça F-39E Gripen, da empresa sueca Saab, a primeira aeronave supersônica produzida no país. Com a conquista, o Brasil se insere no seleto grupo de nações capazes de desenvolver e produzir aeronaves de combate de alta complexidade e torna-se o primeiro país da América Latina a dominar esse tipo de tecnologia.
“Hoje, o céu do Brasil é palco de um momento histórico. Voei escoltado pelo primeiro Gripen produzido no Brasil. Um momento muito simbólico, que mostra um país que acredita em si mesmo, investe em tecnologia e reafirma sua soberania”, afirmou o presidente, nas redes sociais.
A apresentação do supersônico integra o programa Caça FX-2, que abrange um conjunto de investimentos de R$ 28,5 bilhões no período de 2014 a 2033, sendo R$ 10,5 bilhões no âmbito do Novo PAC (2023-2030), e contempla a aquisição e produção de aeronaves, além da transferência de tecnologia para a indústria nacional.
Hoje, o céu do Brasil é palco de um momento histórico. Voei escoltado pelo primeiro Gripen produzido no Brasil. Um momento muito simbólico, que mostra um país que acredita em si mesmo, investe em tecnologia e reafirma sua soberania.”, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.
Vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin também ressaltou a importância do feito alcançado pelo Brasil. “O presidente Lula tem fortalecido a indústria brasileira e a indústria da defesa está na vanguarda da inovação. A indústria da defesa é um seguro para a soberania nacional”, destacou, na cerimônia em Gavião Peixoto.
Durante o evento, Lula batizou o caça, acompanhado de Alckmin; do ministro da Defesa, José Múcio; do comandante da Aeronáutica, Marcelo Damasceno; do CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto; e do presidente e CEO da Saab, Micael Johansson.
Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) aponta um cenário de equilíbrio na disputa presidencial em um eventual segundo turno. De acordo com a pesquisa realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados nas intenções de voto.
Os dados indicam que Flávio Bolsonaro registra 47,6% das preferências, enquanto Lula soma 46,6%, configurando uma diferença dentro da margem de erro do estudo. O resultado evidencia um cenário competitivo entre os dois nomes em uma possível etapa decisiva da eleição.
O levantamento ouviu 5.028 pessoas em todo o país, no período entre os dias 18 e 23 de março, utilizando metodologia de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04227/2026.
Cerca de 35,2 milhões de benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terão o valor do 13º salário antecipado nos meses de abril e maio deste ano, conforme Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicado em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (19) .
A antecipação transferirá aos beneficiários cerca de R$ 39 bilhões como pagamento da primeira parcela (abril) e cerca de R$ 39 milhões com a segunda parcela (maio), totalizando R$ 78,2 bilhões.
O calendário de pagamento da primeira parcela vai de 24 de abril até 8 de maio. A segunda metade do 13º será paga de 25 de maio a 8 de junho. A data de pagamento leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.
Terão direito à antecipação do 13º quem recebeu, em 2026, benefício por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão.
Dados da folha de pagamento de fevereiro apontam que 23,3 milhões de benefícios - cerca de 66,2% do total dos benefícios do INSS - têm valor de até um salário mínimo (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de benefícios têm valor superior ao piso nacional. Desse total, 13,7 mil são iguais ao teto da Previdência Social (R$ 8.475,55).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quinta-feira (19) que Dario Durigan será o novo ministro da Fazenda, substituindo Fernando Haddad, que deixará o cargo para disputar as próximas eleições.
O anúncio foi feito durante a abertura da 17ª Caravana Federativa, em São Paulo, de forma informal, enquanto Lula cumprimentava autoridades presentes.
“Quero cumprimentar o companheiro Dario Durigan. Ele será o substituto do Haddad no Ministério da Fazenda. Pode olhar para a cara dele, que é dele que vocês vão cobrar muitas coisas”, declarou o presidente.
A confirmação ocorreu quando Lula lia a lista de participantes do evento. Ao citar Durigan, pediu que ele se levantasse e o apresentou como futuro titular da equipe econômica.
Durante o discurso, o presidente também fez um balanço do governo e destacou a atuação dos ministros ao longo do mandato.
“Haddad passará para a história como o ministro da Fazenda mais exitoso da história deste país por ter aprovado uma reforma tributária que estava parada há 40 anos”, afirmou Lula.
Estamos colocando em vigor uma das legislações mais avançadas do mundo para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após assinar três decretos que regulamentam e estruturam a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/2025), nesta quarta-feira, 18 de março.
Essa é uma lei que vai garantir a segurança de crianças e adolescentes online e a tranquilidade das famílias brasileiras. O que queremos também é ter jovens capazes de usufruir do que a internet tem de bom e de melhor, mas com toda a proteção que eles ainda precisam”, Presidente Lula
Sancionado em setembro de 2025, o ECA Digital entrou em vigor na última terça-feira (17/3) e estabelece regras para aplicativos, jogos, redes sociais e demais fornecedores de produtos ou serviços digitais que atuam no país. A norma cria mecanismos para que as empresas garantam uma navegação segura para crianças e adolescentes, com auxílio a pais, responsáveis e familiares.
“Essa é uma lei que vai garantir a segurança de crianças e adolescentes online e a tranquilidade das famílias brasileiras. O que queremos também é ter jovens capazes de usufruir do que a internet tem de bom e de melhor, mas com toda a proteção que eles ainda precisam”, afirmou Lula.
As medidas assinadas nesta quarta regulamentam dispositivos da lei, estruturam a atuação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e criam o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, que centralizará denúncias recebidas das plataformas digitais e apoiará o combate a crimes digitais.
O Governo do Brasil adotou um conjunto de ações para reduzir a pressão que as altas na cotação internacional do barril de petróleo vêm exercendo sobre o óleo diesel, bem como para aumentar a fiscalização no setor, com o objetivo de combater a especulação e a alta abusiva de preços.
As ações, que incluem a edição de Medida Provisória e de três decretos assinados nesta quinta-feira (12/3) pelo presidente Lula, são uma resposta ao cenário de forte volatilidade dos preços do petróleo causado pela guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irã e pelas tensões no entorno do Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo. Juntas, as iniciativas irão proteger a população brasileira, os caminhoneiros e os setores econômicos.
Nós vamos fazer tudo o que for possível. E quem sabe esperar, até com a boa vontade dos governadores de estados, que podem reduzir um pouco o ICMS também no preço do combustível, naquilo que for possível cada estado fazer, para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, ao bolso do caminhoneiro. E sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro, não vai chegar ao prato de feijão, salada, alface, cebola e da comida que o povo mais come".
"Estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro", disse o presidente Lula.
Uma das medidas será zerar as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel. Na prática, isso elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível e representa uma redução de R$ 0,32 por litro. O objetivo é aliviar a pressão sobre um insumo essencial para o transporte de cargas, a produção agropecuária, o abastecimento das cidades e a mobilidade de milhões de brasileiros. Esta medida será editada via decreto presidencial.
Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (11) pela Quaest aponta equilíbrio nas intenções de voto em um cenário hipotético de segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com os dados, os dois aparecem com 41% das preferências do eleitorado, configurando um empate numérico.
Esta é a primeira vez, dentro da série histórica da pesquisa, que os dois nomes surgem com o mesmo percentual nesse cenário. Em levantamentos anteriores, Lula aparecia à frente do senador. Em dezembro, por exemplo, a diferença entre os dois era de dez pontos percentuais.
Ao longo dos últimos meses, no entanto, a vantagem do presidente foi diminuindo gradualmente. Em janeiro, a distância havia caído para sete pontos e, em fevereiro, para cinco pontos. No levantamento anterior, divulgado no mês passado, Lula tinha 43% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 38%.
No novo cenário apresentado pela pesquisa, ambos aparecem com 41%. Entre os entrevistados, 2% afirmaram estar indecisos, percentual que permanece o mesmo registrado nos levantamentos de janeiro e fevereiro. Já os que declararam voto branco, nulo ou disseram que não pretendem votar somam 16%, número ligeiramente inferior ao registrado em fevereiro, quando o índice era de 17%, e acima de janeiro, quando havia marcado 15%.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em diferentes regiões do país. As entrevistas foram realizadas entre os dias 6 e 9 de março.
Segundo a metodologia do levantamento, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Uma pesquisa de opinião pública divulgada no últimmo sábado (7) aponta um cenário competitivo em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. De acordo com o levantamento realizado pelo instituto Datafolha e publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 43%.
Os dados mostram uma diferença de três pontos percentuais entre os dois nomes avaliados na simulação de segundo turno para a Presidência da República. O resultado também indica uma mudança em relação às pesquisas anteriores realizadas pelo mesmo instituto.
No levantamento divulgado em dezembro, Lula aparecia com 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 36%. Já em julho de 2025, a pesquisa indicava o presidente com 48% e o senador com 37%.
Além das intenções de voto nos dois candidatos, a pesquisa também mediu outras respostas dos entrevistados. De acordo com os dados divulgados, 10% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 1% disseram não saber em quem votariam.
O levantamento foi realizado com 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, entrevistados entre segunda-feira (3) e quinta-feira (5) em 137 municípios brasileiros. Segundo o instituto, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez um pronunciamento na noite deste sábado (7), em cadeia nacional de rádio e televisão, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. No discurso, o presidente destacou a urgência no combate ao feminicídio, crime que bateu recorde e chegou à média de quatro mulher assassinadas por dia em 2025.
“A cada seis horas, um homem mata uma mulher no Brasil. Cada feminicídio é o resultado de uma soma de violências diárias, silenciosas, naturalizadas. A maioria esmagadora dessas agressões acontece dentro de casa, no ambiente que deveria ser de proteção”, disse.
"Mesmo com o agravamento da pena para o feminicídio, com até 40 anos de prisão para os assassinos, homens continuam agredindo e matando mulheres. Não podemos nos conformar", acrescentou.
Lula questionou sobre o tipo de futuro pode ter um país onde mulheres sofrem tamanha violência e relembrou as ações anunciadas recentemente pelo governo que compõem o Pacto Nacional - Brasil contra o Feminicídio. A iniciativa envolve Executivo, Legislativo e Judiciário.
"Para começar, um mutirão do Ministério da Justiça, em parceria com os governos dos estados, para prender mais de 2 mil agressores de mulheres que não podem e não vão continuar em liberdade. E estou avisando: outras operações virão".
Em seguida, afirmou: "Violência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher. É crime. E vamos, sim, meter a colher".
Lula também trouxe em seu pronunciamento algumas iniciativas já em prática que, destacou, “beneficiam famílias, sobretudo, mulheres”. Entre esses programas estão o Pé-de-Meia, o Gás do Povo, o Imposto de Renda zero para quem ganha até R$ 5 mil e o programa de distribuição gratuita de absorventes.
Um levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, sob encomenda do Bahia Notícias, indica liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência da República em cenário estimulado na Bahia.
De acordo com os números divulgados, Lula registra 48,35% das intenções de voto entre os entrevistados. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro, com 21,87%. Na sequência estão Ronaldo Caiado, com 2,14%; Ratinho Júnior, com 1,36%; Romeu Zema, com 1,04%; Eduardo Leite, com 0,58%; Renan Santos, com 0,32%; e Aldo Rebelo, com 0,13%.
No mesmo levantamento, 15,18% dos participantes afirmaram intenção de votar em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados, enquanto 9,02% disseram não saber ou preferiram não opinar.
A pesquisa também projetou um possível segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, Lula aparece com 49,12% das intenções de voto, enquanto o senador soma 23,04%. Entre os entrevistados, 16,55% optaram por branco, nulo ou nenhum, e 11,29% declararam indecisão.
O estudo ouviu 1.535 eleitores em 72 municípios baianos, entre os dias 25 e 27 de fevereiro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04320/2026, possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6x1 seja construída, em conjunto, por empregados, patrões e o governo.
A declaração de Lula ocorreu na abertura da Segunda Conferência do Trabalho, que ocorre na capital paulista até o próximo dia 5, no Anhembi.
Segundo o presidente, para os trabalhadores, será mais vantajoso realizar um acordo com a classe empresarial antes de o Congresso apreciar o tema.
“É melhor vocês construírem negociando do que vocês terem que engolir uma coisa aberta [vinda do Congresso], e depois ter de recorrer à Justiça do Trabalho”, disse.
“Tanto será melhor para nós se o que sair for o resultado de um acordo entre os empresários, os trabalhadores e o governo”, acrescentou.
O presidente disse ainda que o governo não irá “pender para um lado” nas discussões.
“Não iremos prejudicar os trabalhadores. E também não queremos contribuir com o prejuízo da economia brasileira. Nós queremos contribuir para, de forma bem pensada, bem harmonizada, encontrar uma solução”, disse.
O encontro, no Anhembi, visa, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil e fortalecer o diálogo social e a construção coletiva de políticas públicas.
Levantamento divulgado nesta terça-feira (3) pelo instituto Real Time Big Data indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança em todos os cenários testados para o primeiro turno das eleições presidenciais. O estudo avaliou tanto a manifestação espontânea dos eleitores quanto simulações estimuladas e projeções para um eventual segundo turno.
Na pesquisa espontânea, Lula registra 29% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, com 19%. Jair Bolsonaro aparece com 4%, enquanto Ratinho Junior e Tarcísio de Freitas somam 2% cada.
No primeiro cenário estimulado, Lula alcança 39%, contra 32% de Flávio Bolsonaro. Ratinho Junior aparece com 9%, enquanto Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos marcam 2% cada. Nulos e brancos somam 7%, mesmo percentual dos que não souberam ou não responderam.
No segundo cenário, Lula sobe para 40% e Flávio Bolsonaro registra 34%. Eduardo Leite aparece com 4%, Romeu Zema com 3% e Aldo Rebelo e Renan Santos com 2% cada. Nulos e brancos ficam em 7%, e 8% não souberam ou não responderam.
Já no terceiro cenário estimulado, Lula mantém 40%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 33%. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Romeu Zema com 3%, e Aldo Rebelo e Renan Santos com 2% cada. Nulos e brancos somam 7%, e 8% não souberam ou não responderam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança das intenções de voto nos cenários de primeiro turno avaliados pela pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (25). No entanto, nas simulações de segundo turno, o levantamento indica disputa acirrada e, em um dos cenários, desvantagem numérica do atual chefe do Executivo.
Em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 46,2%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Já em confronto com Tarcísio de Freitas, o governador paulista soma 47,1%, contra 45,9% do presidente. Em outro cenário, diante de Michelle Bolsonaro, Lula marca 47,5%, enquanto ela aparece com 44,7%.
Nos cenários de primeiro turno, Lula mantém a dianteira. No primeiro quadro estimulado, registra 45,0%, à frente de Flávio Bolsonaro, com 37,9%, além de outros nomes que pontuam abaixo de 5%. No segundo cenário, Lula soma 45,1% e Flávio 39,5%. No terceiro, o presidente aparece com 45,3%, contra 39,1% do senador.
Em um quarto cenário, com Tarcísio de Freitas no lugar de Flávio, Lula registra 43,3%, enquanto o governador de São Paulo aparece com 36,2%. Já na simulação que reúne Lula, Flávio e Tarcísio simultaneamente, o presidente alcança 47,1%, seguido por Flávio, com 33,1%, e Tarcísio, com 7,4%.
A pesquisa também avaliou um cenário sem Lula, apresentando o nome de Fernando Haddad como representante governista. Nesse caso, Haddad lidera com 39,1%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37,1%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07600/2026. Foram ouvidas 4.986 pessoas entre os dias 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou as leis que reajustam os salários e reestruturam as gratificações de servidores do Legislativo.
Lula vetou trechos que previam os chamados penduricalhos, que permitiriam o pagamento acima do teto constitucional, que hoje é de R$ 46.366,19.
Os textos, aprovados pelo Congresso Nacional, foram publicados no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18): leis nº 15.349 (Câmara dos Deputados), nº 15.350 (Senado Federal) e nº 15.351 (Tribunal de Contas da União).
“A sanção parcial mantém recomposição prevista para 2026 e moderniza as carreiras. Foram vetados escalonamentos após o atual mandato, licença compensatória com possibilidade de indenização acima do teto e regras que contrariavam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal”, explicou a presidência da República, em comunicado.
Os chamados penduricalhos, que foram vetados, são os aumentos graduais nos salários de 2027, 2028 e 2029; pagamentos retroativos de despesas continuadas; e a criação de uma licença compensatória que previa dias de folga que poderiam ser convertidos em dinheiro no caso de atividades extras, como sessões noturnas, auditorias e plantões.
Lula também vetou regras que previam forma de cálculo semestral para aposentadorias e pensões.
Com investimentos superiores a R$ 300 milhões para ampliar e qualificar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a Bahia recebeu, nesta sexta-feira (6), veículos, equipamentos e tecnologias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Saúde). As entregas foram realizadas pelo governador Jerônimo Rodrigues e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em agenda no Parque de Exposições de Salvador, contemplando centenas de municípios baianos com reforço na atenção básica, média e de alta complexidade.
Entre as ações, foram entregues 1.030 kits destinados às Unidades Básicas de Saúde (UBS), beneficiando 402 municípios, com investimento de R$ 162,7 milhões. Também foram distribuídos 420 kits de Telessaúde para 239 municípios, com aplicação de R$ 2,57 milhões, além de 32 Unidades Odontológicas Móveis, que receberam investimento de R$ 12,8 milhões e atenderão 32 municípios.
Durante a agenda, o governador Jerônimo Rodrigues destacou que os investimentos fortalecem a regionalização da assistência e ampliam o acesso da população aos serviços de saúde. “Essas entregas qualificam a atenção básica, a média e a de alta complexidade, garantindo mais cuidado, dignidade e acesso à saúde para os baianos em todas as regiões do estado”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que o PAC Saúde integra a estratégia nacional de redução das desigualdades regionais e fortalecimento do SUS. “Para que uma política econômica dê certo, é preciso que se tenha estabilidade fiscal, econômica, social e jurídica. O país é muito poderoso, mas é muito desigual. Estamos investindo para que a população tenha acesso a uma saúde pública de qualidade”, declarou.
O município de Ituaçu, na Chapada Diamantina, foi contemplado nesta sexta-feira (6) com novos investimentos na área da saúde. A cidade recebeu uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e equipamentos destinados às Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Os equipamentos foram entregues ao prefeito Phellipe Brito (PSD), acompanhado da secretária municipal de Saúde, Nathalia Lima, durante agenda oficial realizada no Parque de Exposições de Salvador. A entrega contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
A ação integra um pacote de investimentos dos governos Federal e Estadual voltado ao fortalecimento da rede pública de saúde, beneficiando centenas de municípios baianos com melhorias na atenção básica, média e de alta complexidade.
De acordo com a gestão municipal, os novos equipamentos devem ampliar a capacidade de atendimento à população, reforçando os serviços de urgência e a estrutura das unidades de saúde do município. A administração destacou ainda a importância da parceria entre os governos municipal, estadual e federal para a ampliação dos investimentos no setor.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, da cerimônia de anúncio de novas ações do Novo PAC Saúde, em Salvador (BA). O momento marca o início de um conjunto de investimentos estruturantes voltados ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o acesso a exames, cirurgias e ao transporte de pacientes, com impacto direto na rede pública de saúde no estado e em todo o país.
Durante o evento, o presidente Lula ressaltou a retomada das obras paralisadas e o papel do Novo PAC na retomada dos investimentos em todo o país. “Uma política de investimento público e privado de R$ 1,8 trilhões. Só aqui na Bahia, R$ 45 bilhões já foram executados. Já chegamos a quase 70% do PAC a nível nacional e vamos chegar a muito mais até o final do governo. Isso fez com que houvesse vontade das pessoas voltarem a acreditar no Brasil”, disse Lula.
Lula também enfatizou os impactos diretos dos investimentos na vida das pessoas.
Essa é a diferença: é dar às pessoas mais humildes o direito de serem cidadãos de primeira categoria. É por isso que nós temos a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil, é por isso que nós estamos gerando muito emprego, o salário mínimo está crescendo um pouco, porque estamos pensando naqueles que nunca tiveram oportunidade”, ressaltou o presidente Lula.