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Policiais penais denunciados pelo MPBA por esquema criminoso no Conjunto Penal de Feira de Santana são condenados à prisão

08 Jul 2026 / 09h30
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Policiais penais denunciados pelo MPBA por esquema criminoso no Conjunto Penal de Feira de Santana são condenados à prisão
Foto - Divulgação

Doze pessoas denunciadas pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), por participação em um esquema criminoso responsável pela entrada de materiais ilícitos no Conjunto Penal de Feira de Santana foram condenadas à prisão ontem, dia 6. Entre os condenados estão dez policiais penais, que também tiveram decretada a perda do cargo público. Todos foram alvo da Operação Sísifo, deflagrada pelo MPBA em conjunto com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), em fases realizadas nos anos de 2023 e 2024.

Os condenados responderam por crimes de organização criminosa, corrupção passiva, facilitação de entrada de aparelho telefônico e outros objetos ilícitos em estabelecimento prisional, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção ativa, conforme a participação individual de cada um.

Segundo a denúncia do MPBA, os integrantes do grupo criminoso utilizavam os cargos ocupados na unidade prisional para facilitar a entrada de celulares, drogas e outros materiais ilícitos no presídio mediante recebimento de vantagens indevidas. As investigações apontaram a existência de divisão de tarefas, atuação coordenada e mecanismos voltados à ocultação e dissimulação dos valores obtidos com as atividades criminosas, inclusive por meio de movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados dos envolvidos.

As investigações tiveram início após constatação pelo Ministério Público da “recorrente apreensão de diversos materiais ilícitos com os presos”, especialmente celulares, entorpecentes e armas perfurocortantes, “o que levantou evidências da participação ativa de detentos e de policiais penais” no esquema.

STJ mantém prisão da influenciadora Deolane Bezerra

03 Jul 2026 / 08h30
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STJ mantém prisão da influenciadora Deolane Bezerra
Foto - Reprodução / Instagram

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu negar o habeas corpus protocolado pela defesa da influenciadora digital Deolane Bezerra. A decisão foi proferida nessa quarta-feira (1°) pelo ministro Ribeiro Dantas. O despacho está em segredo de Justiça e não foi divulgado. 

Deolane foi presa no dia 21 de maio em uma operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil. Ela foi alvo da Operação Vérnix e é acusada de praticar atos de lavagem de dinheiro para a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com a investigação, Deolane fez movimentações financeiras expressivas e tinha conexão com a cúpula da organização criminosa.

No final do mês passado, a influenciadora e detento Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC, viraram réus pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Marcola está preso na Penitenciária Federal de Brasília. 

PF reprime lavagem de dinheiro e continuidade de mineração ilegal na Bahia

18 Jun 2026 / 10h30
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PF reprime lavagem de dinheiro e continuidade de mineração ilegal na Bahia
Foto - Divulgação / PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18/6), a Operação Lixiviação II, com o objetivo de cumprir mandados judiciais no âmbito de investigação que apura a continuidade da exploração ilegal de ouro e a prática de lavagem de dinheiro na Bahia

São cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em endereços ligados aos investigados nos municípios de Nordestina/BA, Quijingue/BA e em área rural de Cansanção/BA, incluindo locais utilizados para extração e para beneficiamento de ouro, residências e empresas vinculadas ao grupo investigado. 

A investigação decorre da instauração de novo inquérito policial que identificou que o principal investigado, mesmo após a deflagração de operações anteriores, incluindo a Operação Lixiviação, permaneceu praticando extração ilegal de ouro, avançando para novas áreas e realizando beneficiamento mineral por processo químico de lixiviação com utilização de cianeto, substância altamente tóxica e controlada por órgãos governamentais.

As apurações indicam que o investigado atua utilizando laboratórios clandestinos para extração de ouro a partir de rejeitos minerais, especialmente por meio do processo de cianetação, técnica capaz de recuperar o chamado ouro fino de forma altamente poluente. 

Além disso, foram identificados indícios de lavagem de dinheiro. As investigações também demonstraram a reiteração da atividade criminosa, inclusive após ações policiais anteriores, evidenciando a necessidade de adoção de medidas cautelares para interromper o ciclo delituoso, diante do risco à ordem pública, ao meio ambiente e à saúde coletiva. 

Registra-se que o principal investigado encontrava-se foragido da Justiça, em razão de mandado de prisão preventiva expedido no curso das investigações anteriores, o qual foi devidamente cumprido no dia 9 de junho de 2026, reforçando os indícios de reiteração criminosa e a necessidade das medidas cautelares adotadas no âmbito da presente operação. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, de extração ilegal de recursos minerais, de organização criminosa, de posse de artefatos explosivos e de lavagem de dinheiro.

Polícia Civil deflagra operação de combate à comercialização irregular de canetas emagrecedoras

10 Jun 2026 / 09h00
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Polícia Civil deflagra operação de combate à comercialização irregular de canetas emagrecedoras
Foto - Divulgação / Polícia Civil

Com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado à comercialização irregular de substâncias divulgadas como canetas emagrecedoras, a Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), deflagrou, nesta quarta-feira (10), a Operação Prize.

A ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em bairros de Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana. As diligências foram realizadas pela Coordenação de Operações do DEIC, unidade responsável pela investigação.

As apurações têm como foco o comércio ilegal de medicamentos supostamente adulterados e de procedência desconhecida, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A investigação também apura a prática de lavagem de dinheiro por meio de rifas digitais.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas seringas com material fracionado e pronto para a comercialização, ampolas contendo substâncias utilizadas na manipulação dos medicamentos supostamente adulterados, canetas emagrecedoras e aparelhos celulares.

Participaram da operação cerca de 30 policiais civis, por meio de equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Salvador e Feira de Santana. A ação contou, ainda, com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar.

Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa em Jequié

04 Jun 2026 / 07h04
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Operação Máscara da Polícia Civil desarticula organização criminosa em Jequié
Foto - Divulgação / Polícia Civil

Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.

As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.

Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões. 

Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.

As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.

Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.

“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.

A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.

Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

28 Mai 2026 / 09h35
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Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.

O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (nafta).

A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos.

As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internas entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC.

A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas.

Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.

Forças Federal e Estadual da Segurança Pública apreendem 300kg de cocaína

26 Mai 2026 / 13h00
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Forças Federal e Estadual da Segurança Pública apreendem 300kg de cocaína
Foto - Divulgação

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (26/5), operação policial destinada à repressão de crimes de tráfico interestadual de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva, nas cidades de Goiânia/GO, Alagoinhas/BA, Luis Eduardo Magalhães/BA, Salvador/BA, Redenção/PA, Marabá/PA, Porto Nacional/TO, Fortaleza/CE e Rondonópolis/MT.

A Operação Perséfone teve início após a apreensão de 466,8 kg de cocaína, realizada em 2/10/2025, quando um caminhão que transportava melancias foi interceptado em Campinaçu/GO. 

A investigação revelou a existência de uma estrutura criminosa, composta por integrantes com funções distribuídas. Durante as apurações, foram identificadas movimentações financeiras compatíveis com o funcionamento de um esquema voltado à remessa e à distribuição de carregamentos de droga. 

No momento da deflagração da operação, a equipe que cumpriu mandado em um galpão na cidade baiana de Alagoinhas encontrou cerca de 300 kg de cocaína abandonados.

Os materiais, os documentos, os aparelhos eletrônicos e os dados apreendidos nesta fase serão submetidos à análise e incorporados ao conjunto investigativo. 

Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra

25 Mai 2026 / 06h24
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Dino nega pedido de soltura de Deolane Bezerra
Foto - Luiz Silveira / STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, negou pedido de soltura da influenciadora Deolane Bezerra, presa na última quinta-feira (21) na Operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A decisão do ministro, assinada ontem (23), foi publicada neste domingo (24). Na sentença, Dino disse que o STF não é a instância correta para o pedido de liberdade da influenciadora, presa por decisão em primeira instância.

“Observo que o ato atacado consiste em decisão proferida em primeiro grau de jurisdição, contra a qual cabível meio adequado de impugnação, observados seus pressupostos de admissibilidade.”

O ministro ressaltou ainda que, mesmo o STF fosse a instância adequada de julgamento, não concordaria com a soltura.

“De qualquer maneira, ainda que superado referido óbice, não detecto manifesta ilegalidade ou teratologia hábil à concessão da ordem de habeas corpus de ofício. Ante o exposto, nego seguimento à presente reclamação”.

Influenciadora Deolane Bezerra é presa em ação da Polícia Civil de SP

21 Mai 2026 / 09h30
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Influenciadora Deolane Bezerra é presa em ação da Polícia Civil de SP
Foto - Reprodução / Instagram

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em Barueri, região metropolitana de São Paulo. Ela foi detida numa operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil.

Deolane foi detida em sua casa, uma mansão de luxo que fica em um condomínio famoso.

A Operação Vérnix investiga lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília, também é alvo da operação. 

A ação é resultado de uma investigação que ocorre há anos e que identificou um esquema milionário ligado à cúpula do PCC.

Os policiais civis cumprem seis prisões mandados de preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

A as investigações da Vérnix também se concentraram na Itália, Espanha e Bolívia, com os investigados entrando na Lista Vermelha da Interpol.

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais.

Deolane foi presa pela primeira vez em setembro de 2024, durante desdobramentos da Operação Integration. Ela foi detida em Recife pela Polícia Civil, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

Operação Pix Seguro desarticula esquema de fraude eletrônica e bloqueia R$ 103 milhões

13 Mai 2026 / 18h00
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Operação Pix Seguro desarticula esquema de fraude eletrônica e bloqueia R$ 103 milhões
Foto - Divulgação / Polícia Civil

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso envolvido em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cinco estados.

As diligências foram realizadas pela Polícia Civil, por meio da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior em Eunápolis (23ª Coorpin/Eunápolis), com apoio da Polícia Militar da Bahia, do CIBERLAB, vinculado à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e das Polícias Civis do Ceará, Pernambuco, Goiás e São Paulo.

Foram cumpridos sete mandados em Eunápolis, além de buscas nas cidades de Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP). Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.

De acordo com as apurações, o grupo utilizava mensagens falsas por SMS informando suposto bloqueio de contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas e, após inserirem dados pessoais e bancários, tinham os valores transferidos via PIX para contas ligadas à organização criminosa.

Ainda conforme as investigações, os recursos obtidos eram movimentados por meio de contas de terceiros e empresas de fachada, utilizadas para ocultar a origem do dinheiro.

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise do material apreendido.

Operação Cerco captura dois integrantes de uma facção na cidade de Jequié

29 Abr 2026 / 14h30
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Operação Cerco captura dois integrantes de uma facção na cidade de Jequié
Foto - Divulgação / SSP-BA

Dois integrantes uma facção foram alcançados nesta quarta-feira (29), em Jequié, por equipes das Polícias Militar e Civil, além da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia.

As prisões aconteceram durante a deflagração da Operação Cerco, que tem como objetivo combater uma facção envolvida com mortes violentas, tráficos de drogas e armas, lavagem de dinheiro, roubo e corrupção de menores.

Um acampamento também foi localizado e destruído pelas Forças Estaduais e Federais da Segurança Pública.

Equipes da FICCO Bahia, PC e PM seguem promovendo diligências em áreas urbana e rural de Jequié.

PF e CGU deflagram Operação Intercessor contra desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na Bahia

23 Out 2025 / 07h53
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PF e CGU deflagram Operação Intercessor contra desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na Bahia
Foto - Divulgação / PF

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagra nesta quarta-feira, 23/10, a Operação Intercessor, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à administração municipal de Poções/BA entre os anos de 2021 e 2023.

Estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios baianos de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista.

As investigações apontam irregularidades graves em contratos de terceirização de mão de obra financiados com recursos do FUNDEB, SUS e FNAS, incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços. O prejuízo estimado ao erário ultrapassa R$ 12 milhões.

A investigação revelou a existência de uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios baianos, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.

Os crimes apurados incluem organização criminosa, peculato, fraude à licitação, lavagem de dinheiro e crimes contra a legislação trabalhista.

PF afasta prefeito de Riacho de Santana e prende gestor de Wenceslau Guimarães durante Operação Overclean

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PF afasta prefeito de Riacho de Santana e prende gestor de Wenceslau Guimarães durante Operação Overclean

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (16) a sétima fase da Operação Overclean, que investiga um esquema de fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro em municípios baianos.


Durante a ação, o prefeito de Riacho de Santana, Dr. João Vítor (PSD), foi afastado do cargo, e o prefeito de Wenceslau Guimarães, Gabriel de Parisio (MDB), foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.


A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do gestor.
Outros mandados foram cumpridos em Salvador, Riacho de Santana, Wenceslau Guimarães e Arraial do Cabo (RJ).


Segundo a PF, as ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


Os investigados poderão responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.

Grupo de agiotas é desarticulado em Jequié; polícia apreende R$ 3 milhões em espécie e arsenal de armas

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Grupo de agiotas é desarticulado em Jequié; polícia apreende R$ 3 milhões em espécie e arsenal de armas
Foto - Redes Sociais

A Polícia Civil da Bahia cumpriu, na manhã desta sexta-feira (26), seis mandados de busca e apreensão em Jequié, durante a Operação Gypsy, que resultou na prisão em flagrante de três homens, pai e dois filhos, de 55, 36 e 27 anos. Eles são investigados por extorsão, posse ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e delitos contra a ordem tributária e econômica.

No cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos mais de R$ 3 milhões em espécie, joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil, sete armas de fogo, entre pistolas, revólveres e carabinas, além de 30 veículos encontrados em um sítio usado pelo grupo.

As investigações apontam que os presos exigiam de um médico e sua esposa, moradores de Vitória da Conquista, a entrega de veículos e imóveis avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões, mediante ameaças. Três imóveis em fase de transferência tiveram as matrículas bloqueadas pela Justiça, após requerimento da autoridade policial, diante da suspeita de falsificação documental para obtenção de empréstimos fraudulentos em instituições financeiras. Ainda conforme as apurações, em apenas cinco anos o grupo movimentou cerca de R$ 90 milhões em contas bancárias pessoais.

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