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Carna Brumas 2026 registra mais de 1.700 atendimentos em posto de testagem rápida

19 Fev 2026 / 09h08
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Carna Brumas 2026 registra mais de 1.700 atendimentos em posto de testagem rápida
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O posto de testagem rápida instalado em Brumado durante o Carna Brumas 2026 realizou 1.702 atendimentos entre os dias 13 e 17 de fevereiro. No período, foram contabilizados 6.526 exames para detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

De acordo com o balanço divulgado, foram registrados dois casos positivos para HIV, 98 para sífilis e dois para hepatite C. Não houve registro de casos positivos para hepatite B durante os cinco dias de atendimento.

Além dos exames, a estratégia incluiu ações de orientação e prevenção. Foram distribuídas 17 unidades de autoteste para HIV, realizadas duas dispensações de Profilaxia Pós-Exposição (PEP) e sete de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). Dezesseis pacientes iniciaram tratamento para sífilis ainda no posto, enquanto 19 pessoas foram encaminhadas para acompanhamento em Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Prevenção no circuito: Brumado recebe estrutura de testagem rápida durante a folia

12 Fev 2026 / 15h00
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Prevenção no circuito: Brumado recebe estrutura de testagem rápida durante a folia
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Com a chegada do Carnaval 2026, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) anunciou o reforço das ações de prevenção e assistência voltadas à saúde sexual. Neste ano, a estratégia de testagem rápida para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) será ampliada e contará com atendimento também no município de Brumado.

As unidades funcionarão entre os dias 13 e 17 de fevereiro, das 16h às 2h, oferecendo atendimento gratuito para moradores e turistas. Em Brumado, o ponto de atendimento estará instalado na Praça Armindo de Azevedo, nº 430, no Centro.

A iniciativa integra a política de prevenção combinada adotada pela Sesab, que reúne diferentes formas de proteção em um único espaço. Serão disponibilizados testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C, com resultados em poucos minutos, além da oferta de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e Pós-Exposição (PEP) para situações de risco de infecção pelo HIV. Pessoas com resultado reagente para sífilis poderão iniciar o tratamento imediatamente no próprio local.

Também serão distribuídos preservativos, lubrificantes e autotestes para HIV. A estratégia é coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa). “Nosso objetivo é garantir que a alegria do Carnaval venha acompanhada de consciência. A estratégia é uma porta aberta para o diagnóstico precoce e o cuidado imediato”, afirmou a superintendente da Suvisa, Rivia Barros.

Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

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Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV
Foto - Divulgação / MS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão.

A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.

Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária.

O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns em esquemas diários, informou a Anvisa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a Anvisa, a Sunlenca é um antirretroviral inovador composto por lenacapavir, fármaco de primeira classe que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1.

Essa ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa, processo em necessário para que use as células do hospedeiro para se multiplicar.

Ministério da Saúde lança painel para monitoramento de dados de HIV e aids

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Ministério da Saúde lança painel para monitoramento de dados de HIV e aids
Foto - Agência Brasil

O Ministério da Saúde lançou, nesta semana, o Painel Integrado de Monitoramento do Cuidado do HIV , uma plataforma que visa ampliar a transparência e o acesso a informações sobre o cuidado do HIV e aids no Brasil. A ferramenta, disponível no site da pasta , reúne indicadores atualizados relacionados ao diagnóstico, início do tratamento e acompanhamento de pessoas vivendo com HIV e aids no país. O painel utiliza dados coletados por sistemas de informações do Sistema Único de Saúde (SUS) para apresentar análises que ajudam a identificar tendências no cuidado contínuo, permitindo o fortalecimento de estratégias de prevenção e de assistência. Informações como o percentual de pessoas com carga viral suprimida e a adesão ao tratamento são apresentados de forma acessível, beneficiando gestores, profissionais de saúde e pesquisadores. A iniciativa é da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA). Segundo o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) , Draurio Barreira, a cascata do cuidado contínuo em HIV – que inclui informações sobre etapas desde que vão do diagnóstico até a supressão viral – é fundamental para o acompanhamento do cuidado prestado às pessoas vivendo com HIV, contribuindo para estratégias de busca ativa, cuidado contínuo, além de ajudar a evitar o abandono do tratamento antirretroviral. “O novo painel permitirá um monitoramento mais efetivo dessas etapas, contribuindo para a melhoria contínua dos serviços de saúde oferecidos”, frisou.

Bahia registra mais de 3 mil casos de HIV/Aids em 2024

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Bahia registra mais de 3 mil casos de HIV/Aids em 2024
Foto - Shutterstock

O Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado neste domingo, 1º, e lembrado durante o “Dezembro Vermelho”, chama a atenção para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado da Síndrome da Imunodeficiência Humana. A data também serve para promover o combate ao preconceito e à desinformação relacionados à Aids, que é causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV - sigla em inglês). De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), de 2019 a 2024, foram registrados 22.164 casos de HIV/ Aids no estado, sendo 3.309 ocorrências notificadas até 25 de novembro deste ano. Neste período de 6 anos, a maior parte das infecções (46,4%) foi registrada na faixa etária entre 20 e 34 anos e no público masculino. O infectologista e consultor técnico do Sabin Diagnóstico e Saúde, Claudilson Bastos, salienta a diferença entre HIV e Aids, que tem consequências distintas para a vida das pessoas. “O portador do vírus HIV é o indivíduo que, após uma infecção aguda, pode evoluir assintomático por um tempo prolongado; ou seja, sem manifestações clínicas. Por outro lado, a Aids, que é a Síndrome da Imunodeficiência Humana, aparece depois do período de latência do HIV e, neste momento, a pessoa pode apresentar infecções ou doenças oportunistas diversas”, esclarece. O especialista destaca ainda que, entre os principais sintomas da síndrome, estão perda de peso prolongada e diarreia crônica por mais de um mês, febre persistente, tosse seca prolongada, inchaço dos gânglios linfáticos, candidíase oral ou esofágica e manchas avermelhadas e feridas na pele. “Ao apresentar esses sintomas, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para uma investigação rápida e início do tratamento mais adequado, caso seja comprovada a infecção. Desta forma, ele poderá fazer com que a carga viral fique abaixo do valor mínimo; ou seja, indetectável, que é quando a pessoa não transmite mais o vírus por via sexual”, informa.  

Geriatra chama atenção para aumento de casos de HIV em idosos

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Geriatra chama atenção para aumento de casos de HIV em idosos
Foto - Léo Rodrigues / Agência Brasil

Neste domingo, dia 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Combate à Aids. A campanha do Dezembro Vermelho, mês escolhido desde 2017 para a mobilização nacional, chama a atenção para as medidas de prevenção, assistência e proteção dos direitos das pessoas com o vírus HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Neste fim de semana, diversas capitais estarão com mobilizações e ações de prevenção. De acordo com dados do Boletim Epidemiológico sobre HIV/AIDS do Ministério da Saúde, entre 2011 e 2021, o número de idosos que testaram positivo para o vírus quadruplicou. O geriatra e presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Marco Túlio Cintra, explica que são diversos os fatores ligados a esse aumento, entre eles a falta de campanhas direcionadas a esse público. E acrescentou que os números podem ser ainda maiores, já que é grande a subnotificação por falta de testagem. Em entrevista ao programa Tarde Nacional da Amazônia, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Cintra contou que acontece de o paciente apresentar sintomas como o emagrecimento acentuado e os médicos investigarem câncer, sem desconfiarem de HIV.  Segundo o especialista, é fundamental que os profissionais da saúde solicitem a testagem aos pacientes idosos, já que o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. 

Polícia investiga laboratório por infecções por HIV no Rio

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Polícia investiga laboratório por infecções por HIV no Rio
Foto - Fernando Frazão / Agência Brasil

Policiais civis do Rio de Janeiro fazem, nesta segunda-feira (14), uma operação para apurar a suspeita da emissão de laudos falsos feitos pelo laboratório PCS Saleme. Ele é investigado pela responsabilidade no transplante de órgãos infectados por HIV em seis pessoas. Agentes do Departamento Geral de Polícia Especializada cumprem hoje 11 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão no Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, onde o laboratório está sediado. De acordo com o governo do estado, um dos sócios do laboratório, Walter Vieira, foi preso na ação desta segunda-feira. O laboratório tinha contrato assinado com a Fundação Saúde, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde, para realizar exames de análises clínicas e de anatomia patológica em todas as unidades da rede. O contrato foi assinado em dezembro de 2023, mas foi suspenso pela secretaria após a divulgação de informações sobre a contaminação de pacientes transplantados.

Bahia tem cinco municípios reconhecidos pela eliminação da transmissão vertical de HIV e/ou sífilis

29 Dez 2023 / 09h58
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Bahia tem cinco municípios reconhecidos pela eliminação da transmissão vertical de HIV e/ou sífilis

O Ministério da Saúde entregou certificados de eliminação e selos de boas práticas para a eliminação da transmissão vertical de HIV e/ou sífilis a quatro estados e a 73 municípios brasileiros, sendo cinco baianos. Vitória da Conquista recebeu o certificado de eliminação da HIV e o Selo Prata Rumo à Eliminação da Transmissão Vertical da Sífilis; Jequié recebeu o Selo Prata tanto para HIV, quanto para Sífilis; Barreiras foi reconhecia com o Selo Prata HIV e com o Selo Bronze Sífilis. Porto Seguro e Santo Antônio de Jesus receberam o Selo Prata HIV. A transmissão vertical ocorre da mãe para o bebê durante a gestação, o parto ou o aleitamento. Para evitar esse tipo de transmissão, as gestantes devem fazer o pré-natal, com todos os testes e cuidados disponíveis no Sistema Único de Saúde, que dispõe de insumos para prevenção, diagnóstico e tratamento, como preservativos, testes rápidos e laboratoriais, fórmula láctea, antibióticos e antirretrovirais.

Dezembro Vermelho: o mês da mobilização ao combate contra o HIV

07 Dez 2023 / 10h30
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Dezembro Vermelho: o mês da mobilização ao combate contra o HIV
Foto - Divulgação

À medida que dezembro se inicia, a cidade de Brumado se destaca como um símbolo de esperança e comprometimento na luta contra o HIV, marcando o "Dezembro Vermelho". Este mês é dedicado à conscientização, mobilização e combate ao vírus, assim como à superação dos estigmas e preconceitos associados à AIDS. Hoje, Brumado se orgulha de ser uma referência no tratamento do HIV, graças ao Serviço de Assistência Especializado em HIV (SAE). Este serviço oferece uma abordagem abrangente, incluindo diagnóstico, orientação, acompanhamento e entrega de medicamentos para aqueles que vivem com o vírus. Localizado na Policlínica Municipal, o SAE é mais do que um centro de tratamento; é um refúgio de apoio e cuidado para aqueles que enfrentam o desafio do HIV. 

Deputado Marquinho Viana lembra da necessidade de prevenção ao HIV

01 Dez 2020 / 10h00
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Deputado Marquinho Viana lembra da necessidade de prevenção ao HIV
Foto - Divulgação

Assim como acontece com o Outubro Rosa, sobre o câncer de mama, e Novembro Azul, sobre o câncer de próstata, o Dezembro Vermelho tem como objetivo chamar atenção para as medidas de prevenção, assistência e proteção e promoção dos direitos das pessoas infectadas com o HIV. Por isso, previna-se, ainda é o melhor remédio.

900 mil pessoas vivem com HIV no país

13 Mar 2020 / 08h43
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900 mil pessoas vivem com HIV no país
Foto - Reprodução

Novecentas mil pessoas convivem com o HIV – o vírus causador da Aids – no Brasil. Desses, o Ministério da Saúde estima que 135 mil ainda não sabem que têm a doença. Nos últimos cinco anos, o país teve 40 mil pessoas infectadas com vírus ainda de acordo com o governo. Pesquisas demonstram que o uso da camisinha vem caindo com o passar do tempo, principalmente entre o público jovem. Isso pode, segundo as autoridades de Saúde, potencializar a transmissão do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis (IST), como a sífilis, as hepatites virais, o HPV e a gonorreia. O especialista em Doenças Infecciosas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Aluísio Segurado, alerta que realizar testes rápidos ou laboratoriais para as ISTs, principalmente se a pessoa esteve em relações sexuais desprotegidas, pode impedir que as infecções se espalhem entre a população.

Bahia teve quase 800 casos de HIV no ano passado; Aids atingiu mais de 31 mil baianos nos últimos 20 anos

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Bahia teve quase 800 casos de HIV no ano passado; Aids atingiu mais de 31 mil baianos nos últimos 20 anos
Foto - Divulgação

Os baianos precisam se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Cerca de 800 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu mais de 31 mil baianos, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/Aids, divulgado pelo Ministério da Saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a OMS,  todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens. As ISTs podem ser prevenidas com uso de preservativo. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estados, como alerta o Ministério da Saúde. A negligência no uso de preservativo é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens. Além disso, a coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde, Angélica Espinosa, alerta para o alto risco de se contrair alguma IST e ressaltou a importância de fazer exames para o diagnóstico e o tratamento.

Teste rápido de HIV detecta 10 casos positivos durante Carnaval na Bahia

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Teste rápido de HIV detecta 10 casos positivos durante Carnaval na Bahia
Foto: Mauro Akin Nassor/Secom PMS

Os dados divulgados neste domingo, 23, pela Prefeitura de Salvador, indicam que dos testes rápidos para detecção do HIV nos postos de atendimento médico dos circuitos do Carnaval já confirmaram 10 diagnósticos como positivos para o vírus causador da Aids. De acordo com informações do Correio da Bahia, segundo o balanço, foram diagnosticados ainda 42 casos de sífilis e um de hepatite C. Até o sábado de Carnaval, dia 22, foram realizados 1.4 mil testes rápidos para identificação de ISTS (Infecções Sexualmente Transmissíveis).  Os testes são realizados dentro do projeto Fique Sabendo. O serviço será oferecido até a terça-feira, 25, das 9h às 21h, no Largo da Piedade (circuito Osmar), e das 10h às 22h, na rua Dias D’Ávila, próximo ao Farol da Barra (circuito Dodô).

Brasil registra mais de 43 mil novos casos de HIV e 37 mil de Aids

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Brasil registra mais de 43 mil novos casos de HIV e 37 mil de Aids
Foto - Divulgação

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado no fim do ano passado, o Brasil tinha registrado 43.941 novos casos de HIV e 37.161 casos de Aids. Viver com HIV não é a mesma coisa que viver com Aids. HIV é o vírus que pode ser contraído durante uma relação sexual sem proteção. A Aids, por sua vez, é causada pelo vírus HIV, que ataca as células responsáveis pela defesa do organismo. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e desenvolver a doença. Isso explica a diferença no número de registros de infecção por HIV em relação às notificações de Aids. Desde 2013, o Brasil universalizou o tratamento de HIV para todos os portadores do vírus. A partir daí, houve uma diminuição nos casos de desenvolvimento da doença em pessoas infectadas. Entre 2012 e 2018, os casos de AIDS apresentaram uma queda de 16,8%. Dos casos de infecção pelo HIV registrados em 2018, ano do último levantamento, a região Sudeste do país aparece em primeiro lugar, com 37,7% das notificações. Em último, está o Centro-Oeste, com apenas 8,2% dos casos. Nordeste, Sul e Norte representam 24%, 17% e 11% dos registros do ano, respectivamente. Em relação às faixas etárias, a maior parte dos casos de HIV se concentra nas pessoas com idade de 20 a 34 anos, que representam 52,7% dos registros. O Brasil oferece tratamento de HIV gratuito por meio de toda a rede do Sistema Único de Saúde, o SUS. Marcos Verde tem 23 anos e foi diagnosticado com HIV em 2015. Ele fala sobre a importância do tratamento para sua vida.

Número de grávidas com HIV aumenta quase 40% em dez anos

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Número de grávidas com HIV aumenta quase 40% em dez anos
Foto: Ana Nascimento/MDS/Portal Brasil

O número de grávidas com HIV no Brasil vem crescendo desde 2008, de acordo com os últimos dados do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids divulgados pelo Ministério da Saúde. Em 2008, foram registradas 6,7 mil gestantes com HIV, o que representava 2,1 casos para cada 1 mil nascidos vivos. Em 2018, esse número passou para 8,6 mil, o equivalente a 2,9 casos a cada 1 mil pessoas. De acordo com informações da Agência Brasil, enquanto o número de casos notificados de aids, que é a síndrome causada por este vírus, cai entre a população em geral, desde 2014, em todo o Brasil, o número de gestantes com HIV aumentou quase 37% nos últimos dez anos. De acordo com o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Fernando Pereira, essa diferença se deve ao aumento das notificações, mas também aos avanços no tratamento da síndrome.  “A aids, no passado, tinha uma mortalidade alta. Hoje, a pessoa infectada tem a mesma sobrevida de uma pessoa não infectada, desde que tome o medicamento. Mulheres que tomam o medicamento podem ter crianças por parto normal. Elas têm estímulo para engravidar.” Hoje, em todo o país, todas as mulheres grávidas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) devem, obrigatoriamente, fazer o teste de HIV. Os casos positivos devem ser notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Tratamento brasileiro contra HIV/Aids se consolida como referência mundial; prática adotada pelo SUS é reconhecida pela Organização das Nações Unidas

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Tratamento brasileiro contra HIV/Aids se consolida como referência mundial; prática adotada pelo SUS é reconhecida pela Organização das Nações Unidas
Foto - Arquivo / Agência Brasil

Cerca de 585 mil pessoas que vivem com o vírus HIV no Brasil realizam a terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde. Esses pacientes encontram nesses locais uma realidade bem diferente daquela enfrentada na década de 1980, quando começaram a surgir os casos da doença no Brasil. Embora a primeira manifestação da Aids em um brasileiro tenha sido confirmada em 1982, apenas em 1987 o medicamento AZT começou a ser utilizado pelos pacientes porque ajudava a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico. O remédio, que inicialmente havia sido criado para combater células cancerígenas, se tornou o principal aliado dos soropositivos. No entanto, as altas doses recomendadas causavam muitos efeitos colaterais. “De 1987 até 1995, a gente fazia o tratamento baseado em uma única droga [o AZT]. Isso não foi suficiente para reduzir a mortalidade por Aids. O medicamento prolongava a vida dos pacientes, mas infelizmente não conseguia controlar o vírus”, explica Roberta Schiavon, membro do Comitê de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Foi só em 1996, com o Sistema Único de Saúde (SUS) já consolidado, que o Brasil estabeleceu de vez o chamado coquetel, que reúne três tipos de medicamentos. No mesmo ano, a Lei 9.313 determinou a distribuição gratuita de medicamentos aos portadores de HIV. Na década seguinte, o foco passou a ser a produção interna das medicações para reduzir os custos. Em 2002, a Fundação Oswaldo Cruz começou a produzir sete antirretrovirais que são utilizados até hoje. 

Aids: casos e óbitos caem 16% nos últimos quatro anos no Brasil

Por: Agência Brasil
27 Nov 2018 / 16h28
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Aids: casos e óbitos caem 16% nos últimos quatro anos no Brasil
Foto - Arquivo / Agência Brasil

“Indetectáveis”. Foi com esse grito, de mãos dadas, que pessoas que vivem com HIV deram início à cerimônia que marca os 30 anos de luta contra a aids. Elas comemoram o fato de terem sua carga viral em níveis sequer detectados em testes laboratoriais em razão da adesão ao tratamento com antirretrovirais. Dados do Ministério da Saúde divulgados hoje (27) mostram uma redução de 16% dos casos e óbitos por aids no país nos últimos quatro anos. Segundo a pasta, fatores como a garantia do tratamento para todos, a melhora do diagnóstico, a ampliação do acesso à testagem e a redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento contribuíram para a queda. Os números revelam que, de 1980 a junho de 2018, foram identificados 926.742 casos de aids no Brasil – um registro anual de 40 mil novos casos. Em 2012, a taxa de detecção da doença era de 21,7 casos para cada 100 mil habitantes enquanto, em 2017, o índice era de 18,3 casos. No mesmo período, a taxa de mortalidade por aids passou de 5,7 óbitos para cada 100 habitantes para 4,8 óbitos. O boletim também aponta redução significativa da transmissão vertical do HIV – quando o bebê é infectado durante a gestação – entre 2007 e 2017. A taxa caiu 43%, passando de 3,5 casos para cada 100 mil habitantes para 2 casos.

Nova superbactéria é transmitida sexualmente

Por: Agência Brasil
18 Jul 2018 / 07h40
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Nova superbactéria é transmitida sexualmente
Foto - Divulgação

A Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH, na sigla em inglês) acendeu a luz de alerta para uma infecção sexualmente transmissível que se alastra pelo mundo, tratada como “superbactéria”. A contaminação da Mycoplasma genitalium (MG) ocorre em relações sexuais sem o uso de preservativo. Por ser uma doença ainda pouco conhecida, nem sempre há testes para diagnóstico preciso e também medicamentos específicos. As informações sobre a superbactéria estão sendo reunidas e analisadas. Um estudo divulgado pela BASHH alerta que, se medidas urgentes não forem tomadas, a MG pode se tornar uma “superbactéria” em dez anos. Atualmente, uma em cada 100 pessoas infectadas pode não responder ao tratamento. Segundo a análise, os dados preocupam porque a não reação ao tratamento pode levar até 3 mil mulheres por ano a terem doença inflamatória pélvica (DIP) causada por MG e com risco de infertilidade.

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