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O governo de São Paulo terá, pela primeira vez, uma mulher como comandante-geral da Polícia Militar (PM) do estado, o posto mais alto da corporação. A nomeação da coronel Glauce Anselmo Cavalli foi publicada nesta quinta-feira (16) Diário Oficial do Estado.
A nova comandante-geral é mestre e doutora em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública e graduada em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul e em Educação Física pela Escola de Educação Física da PM.
Cavalli atuou como oficial superior em unidades estratégicas, como o Comando de Policiamento do Interior – Dois (CPI-2), o Centro de Motomecanização, a Diretoria de Finanças, a Coordenadoria de Assuntos Jurídicos, o Comando de Policiamento de Área Metropolitana – 2, o Centro de Comunicação Social (CComSoc) e a Diretoria de Logística .
“É uma oficial extremamente preparada para comandar a maior tropa policial do país. Sua nomeação representa um marco histórico para a PM de São Paulo, que tem pela primeira vez uma mulher no comando, e é também um avanço importante para a ampliação da presença feminina nos cargos de liderança do Estado”, afirmou o governador de SP, Tarcísio de Freitas.
A coronel Glauce sucederá o coronel José Augusto Coutinho, que estava à frente da instituição desde maio de 2025. O novo subcomandante da corporação será o coronel Mário Kitsuwa, atual comandante do Comando de Policiamento Metropolitano Nove.
O Governador João Doria lançou nesta segunda-feira (7) o Plano Estadual de Imunização contra o coronavírus. A campanha vai começar no dia 25 de janeiro, com prioridade para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais e grupos indígenas e quilombolas na primeira etapa. São Paulo também vai disponibilizar 4 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan para outros estados. “A vacina será gratuita para todos no sistema público de saúde do estado de São Paulo”, afirmou o Governador. “Não estamos virando as costas para o Plano Nacional de Imunizações, mas precisamos ser mais ágeis e, por isso, estamos nos antecipando. Somos todos a favor da vida e de todas as vacinas”, acrescentou Doria. A previsão é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas na primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses. O público-alvo prioritário abrange trabalhadores na linha de frente de combate à COVID-19, indígenas e quilombolas e também a faixa etária com maior índice de letalidade por COVID-19 – 77% das mortes provocadas pelo coronavírus até agora são de pessoas com mais de 60 anos. A campanha será coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde e implementada em parceria com as 645 prefeituras de São Paulo. O objetivo é dobrar o total de postos de vacinação dos atuais 5,2 mil para até 10 mil locais. O Governo do Estado vai propor aos municípios a adoção de normas especiais para vacinação em farmácias, quartéis da Polícia Militar, escolas, terminais de ônibus e postos volantes em sistema drive-thru. O objetivo é garantir a segurança da população e evitar aglomerações nos locais de imunização.