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Um homem investigado por envolvimento em diferentes práticas criminosas foi preso na tarde de segunda-feira (16), no município de Aracatu, no sudoeste da Bahia.
A ação foi realizada após o cumprimento de um mandado de prisão expedido pela Justiça, a partir de representação da Polícia Civil. O suspeito foi localizado em um imóvel situado no bairro Bons Ares, onde foi detido sem resistência.
De acordo com as investigações, o homem é apontado como autor de crimes como furto, estelionato e extorsão. As apurações também indicam que ele utilizava estratégias para enganar vítimas, incluindo a suposta prática de se passar por agente policial para abordar passageiros de ônibus e cometer roubos.
As denúncias relacionadas a esse tipo de abordagem contribuíram para o avanço das investigações, que resultaram na identificação do suspeito e na solicitação da prisão preventiva.
Ainda segundo as autoridades, o investigado já havia sido detido anteriormente em uma ação da Polícia Militar da Bahia, após ser flagrado com uma motocicleta com restrição em Brumado. O histórico contribuiu para o andamento do processo que culminou na nova prisão.
A Polícia Civil da Bahia cumpriu, na manhã desta sexta-feira (26), seis mandados de busca e apreensão em Jequié, durante a Operação Gypsy, que resultou na prisão em flagrante de três homens, pai e dois filhos, de 55, 36 e 27 anos. Eles são investigados por extorsão, posse ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e delitos contra a ordem tributária e econômica.
No cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos mais de R$ 3 milhões em espécie, joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil, sete armas de fogo, entre pistolas, revólveres e carabinas, além de 30 veículos encontrados em um sítio usado pelo grupo.
As investigações apontam que os presos exigiam de um médico e sua esposa, moradores de Vitória da Conquista, a entrega de veículos e imóveis avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões, mediante ameaças. Três imóveis em fase de transferência tiveram as matrículas bloqueadas pela Justiça, após requerimento da autoridade policial, diante da suspeita de falsificação documental para obtenção de empréstimos fraudulentos em instituições financeiras. Ainda conforme as apurações, em apenas cinco anos o grupo movimentou cerca de R$ 90 milhões em contas bancárias pessoais.