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A Bahia gerou, em fevereiro deste ano, um total de 6.890 novos empregos formais com carteira assinada, resultado de 86.927 admissões e 80.037 desligamentos. Os dados são do Novo Caged e foram divulgados nesta terça-feira (31/3), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Quatro dos cinco principais grupamentos de atividades econômicas apresentaram resultado positivo no segundo mês do ano no estado baiano. O setor de Serviços foi o que mais gerou postos de trabalho formais, tendo aberto 3,8 mil novos empregos com carteira assinada. Em seguida, aparecem Construção (1,9 mil), Agropecuária (788) e Indústria (676). Apenas Comércio registrou saldo negativo (-408).
Salvador foi o município baiano que mais gerou postos em fevereiro: 1,2 mil. A capital da Bahia tem atualmente um estoque formal de 701,4 mil vínculos. Em seguida, os municípios que mais geraram vagas com carteira assinada no estado foram: Camaçari (619), Feira de Santana (607), Brumado (580) e Barreiras (376).
As novas vagas com carteira assinada geradas em fevereiro na Bahia foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (4,3 mil), com os homens tendo ocupado 2,5 mil vagas. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas com as vagas na Bahia (4,7 mil). Jovens entre 18 e 24 anos são o grupo com maior saldo de vagas no estado: 4,5 mil.
A Bahia registrou a abertura de 11.350 empregos com carteira assinada em setembro e chegou ao saldo de 99.732 novos postos formais no acumulado dos nove primeiros meses de 2025. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quinta-feira, 30 de setembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O estado baiano apresentou desempenho positivo em quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 5.235 novos postos. Na sequência aparecem Construção (2.540), Comércio (2.519) e Indústria (1.113). Apenas a Agropecuária apresentou desempenho negativo, com -57 postos.
As novas vagas com carteira assinada geradas em setembro na Bahia foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo masculino, responsáveis pelo ingresso em 6.407 postos, contra 4.943 vagas ocupadas pelas mulheres. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 9.714 postos no estado baiano. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas no estado em setembro: 5.997.
Brasil superou a marca de 1,5 milhão de novos empregos com carteira assinada nos oito primeiros meses de 2025. Entre janeiro e agosto, foram criados 1.501.930 vínculos formais, com saldo positivo nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas. O resultado eleva para 48,69 milhões o estoque de vínculos no país, um recorde absoluto. Desde o início da atual gestão do Governo do Brasil, em janeiro de 2023, o saldo é de 4,63 milhões de vagas com carteira assinada.
ATIVIDADES ECONÔMICAS – Os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo nos oito primeiros meses, com destaque para Serviços, com 773 mil vagas, e a Indústria, que costuma gerar empregos qualificados, com mais de 273 mil vagas formais de janeiro a agosto, com destaque para a fabricação de produtos alimentícios (51 mil vagas). O saldo também é positivo em Construção (194.545), Comércio (153.483) e Agropecuária (107.297).
A Bahia gerou 9.436 novos postos de trabalho com carteira assinada no mês de julho, sendo 66,6% desse total em municípios do interior do estado. Além disso, o estado ocupou a terceira colocação na geração de empregos do País (7,3%) e manteve a liderança na região Nordeste, de acordo dados do novo Caged – Cadastro Geral de Emprego e Desemprego divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo de empregos na Bahia é o resultado da diferença entre o número admissões (88.709) e demissões (79.273). No acumulado do ano (janeiro a julho de 2025), são quase 77 mil novos empregos formais. Como comparação, em todo o ano de 2024 o estado fechou o ano com 85.585 novos postos de trabalho com carteira assinada. No acumulado de 12 meses (julho de 2024 a julho de 2025) o saldo é de 96.788. Os números do estado no mês de julho superam o desempenho do País no período, que foi 20,1% menor do que em junho de 2025 (162.338 empregos formais) e 32,2% menor que o contabilizado no mesmo mês de 2024 (191.373 empregos formais).
O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador. A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%. No conjunto de três meses encerrado em julho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país. O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões.
O Brasil superou a marca de um milhão de vagas de emprego com carteira assinada em cinco meses de 2025. São 1.051.244 de vagas geradas e saldo positivo nos cinco setores da economia avaliados. Nos últimos 12 meses, o acumulado é de 1,62 milhão de vagas. Só no mês de maio, foram quase 149 mil (148.992) postos de trabalho formais. O estoque, que representa o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, superou o patamar de 48,2 milhões. É o maior da série histórica. Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta segunda-feira, 30 de junho, pelo Ministério do Trabalho e emprego. DESTAQUES DO ANO - O setor de Serviços foi o maior gerador de postos no ano, acumulando 562.984 vagas de emprego geradas, um crescimento de 2,44%, seguido da Indústria (+2,35%), que vem se destacando no ano, criando 209.685 postos de trabalho principalmente na fabricação de produtos alimentícios (+22.757); máquinas e equipamentos (+14.675); produtos de metal, exceto máquinas (+13.236); e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (12.919). A Construção gerou 149.233 (+5,22%), a Agropecuária 72.650 (+4,04%) e o Comércio 56.708 (+0,54%). Entre os estados, São Paulo acumula 309.758 (+2.16%) vagas, Minas Gerais 124.272 (+2,53%) e Paraná 84.882 (+2,64%). Em termos percentuais, o maior crescimento ocorreu em Goiás (+3,56%), Mato Grosso (+3,42%) e Tocantins (+3,36%).
O Brasil fechou o mês de abril com saldo positivo de 257.528 empregos com carteira assinada. O balanço é do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo a pasta, no acumulado do ano, o país gerou 922 mil novas vagas. O resultado representa o melhor desempenho para o mês desde o início da série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. O saldo foi positivo nas 27 Unidades da Federação e nos quatro setores avaliados. O resultado de abril decorreu de 2.282.187 admissões e de 2.024.659 desligamentos no período. Nos últimos 12 meses (de maio de 2024 a abril de 2025), o saldo positivo é de 1.641.330 novas vagas formais. Em relação ao estoque, a quantidade total de vínculos celetistas ativos, o país registrou, em abril, um saldo de 48.124.423 vínculos, o que representa uma variação de +0,54% em relação ao estoque do mês anterior.
A criação de emprego formal caiu em outubro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 132.714 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. Em relação aos meses de outubro, o volume é o menor desde 2020, quando se iniciou a metodologia atual do Caged. A geração de empregos caiu 30,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em outubro de 2023, tinham sido criados 190.366 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em entrevista coletiva, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que os juros altos contribuíram para a desaceleração na abertura de vagas. “Espero que a transição do Banco Central venha a ajudar isso no tempo. Creio que o Banco Central não foi colaborativo nesse período de analisar completamente os indicadores macroeconômicos e ajudar nas decisões para a gente não perder o ritmo de crescimento. Houve uma desaceleração [na criação de empregos]”, disse o ministro.
A taxa de desocupação no terceiro trimestre de 2024 caiu para 6,4%, redução de 0,5 ponto percentual (p.p.) frente ao segundo trimestre (6,9%). É o menor valor para um terceiro trimestre desde o início da série histórica, em 2012. Comparada ao terceiro trimestre de 2023 (7,7%), houve diminuição de 1,3 p.p. Esse recuo na taxa de desocupação do País foi acompanhado por sete das 27 unidades da federação (UFs). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada hoje (22) pelo IBGE. As maiores taxas de desocupação foram verificadas em Pernambuco (10,5%), Bahia (9,7%) e Distrito Federal (8,8%), e as menores em Rondônia (2,1%), Mato Grosso (2,3%) e Santa Catarina (2,8%). Além das sete unidades da federação com quedas nessa taxa, as outras 20 não mostraram variações estatisticamente significativas no indicador. “A taxa de desocupação atingiu o segundo menor valor da série histórica, confirmando a tendência de queda. Essa redução pode ser atribuída à chegada do segundo semestre do ano, período em que as indústrias iniciam o ciclo de contratações voltado à produção e formação de estoques, visando a atender ao aumento do consumo no final do ano. No último trimestre, a ocupação na indústria registrou um acréscimo de mais de 400 mil vagas”, destaca William Kratochwill, analista da pesquisa.
A taxa de desocupação caiu para 6,4% no trimestre de julho a setembro de 2024, recuando 0,5 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre de abril a junho de 2024 (6,9%) e caindo 1,3 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2023 (7,7%). Essa foi a segunda menor taxa de desocupação da série histórica da PNAD Contínua do IBGE, iniciada em 2012, superando apenas a taxa do trimestre encerrado em dezembro de 2013 (6,3%). O número de pessoas que não estavam trabalhando e procuravam por uma ocupação, isto é, a população desocupada, caiu para 7,0 milhões. Foi o menor contingente desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015, com recuos significativos nas duas comparações: -7,2% no trimestre, ou menos 541 mil pessoas buscando trabalho, e -15,8% frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, ou menos 1,3 milhão de pessoas. Para Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, “a trajetória de queda da desocupação resultada da contínua expansão dos contingentes de trabalhadores que estão sendo demandados por diversas atividades econômicas”.
A Cabrale & Sousa, empresa com atuação no setor comercial, está com uma vaga aberta para a função de Vendedor RCA em Brumado, Bahia. A oportunidade é destinada a profissionais que atendam aos seguintes requisitos: Ensino Médio Completo; Possuir Veículo Próprio; Experiência Prévia em Vendas; Disponibilidade para Viagens. Interessados em fazer parte da equipe devem enviar o currículo atualizado para o e-mail: [email protected].
A cidade de Brumado está com novas oportunidades de emprego em diversas áreas. Se você está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho ou deseja novos desafios profissionais, confira as vagas disponíveis e seus requisitos: 1. Vaga de Auxiliar de Faturamento - Requisitos: Ensino médio completo; Conhecimento intermediário em informática, com ênfase em Excel; Boa comunicação verbal e escrita e Experiência em rotinas administrativas. 2. Vaga de Eletromecânico - Requisitos: Curso técnico completo em Eletromecânica, Mecatrônica, Eletrotécnica ou áreas correlatas; Experiência anterior em manutenção eletromecânica, preferencialmente em ambientes industriais e Conhecimento em segurança do trabalho aplicado à função. 3. Vaga de Conferente - Requisitos: Ensino médio completo; Conhecimento básico em informática, especialmente em sistemas de gestão de estoque (WMS) e Excel; Boa comunicação verbal e escrita e Experiência na função será um diferencial. Benefícios Oferecidos para Todas as Vagas: Salário compatível com a posição; Plano de saúde; Plano odontológico; Convênio farmacêutico e Cesta básica. Carga Horária: Segunda a sexta-feira, das 07h às 12h e das 13h às 17h. Se você se encaixa no perfil de alguma dessas vagas, não perca a oportunidade! Envie o seu currículo para o e-mail [email protected] ou entre em contato pelo WhatsApp: (77) 99818-7676.
De acordo com os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no mês de março, Brumado emerge como um dos principais polos de geração de emprego na Bahia. Situado no interior do estado, o município registrou um saldo positivo de 424 vagas formais no primeiro bimestre de 2024, solidificando sua posição como um dos líderes regionais nesse aspecto. Os números colocam Brumado na terceira posição entre as cidades baianas com maior saldo de empregos no período, ficando atrás apenas da capital Salvador, que apresentou um saldo de 4.741 vagas, e de Feira de Santana, com 1.027 novas oportunidades de trabalho criadas. Esse desempenho coloca Brumado em destaque não apenas a nível estadual, mas também regionalmente. Ao todo, o estado da Bahia gerou cerca de 9.5 mil novos postos de trabalho durante o primeiro bimestre de 2024, consolidando-se como o líder em geração de empregos formais na região Nordeste. Esse resultado expressivo é atribuído em grande parte ao dinamismo da economia local, impulsionado por diversos fatores. O sucesso de Brumado na geração de empregos reflete diretamente o ambiente propício para investimentos e crescimento econômico que o município vem cultivando nos últimos anos.
A indústria de alimentos no Brasil abriu 70 mil novos postos de trabalho diretos e formais em 2023, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA). O montante representa 67% do total de empregos gerados na indústria de transformação. Juntamente os 280 mil postos indiretos, chega-se a 350 mil novos trabalhadores ao longo da cadeia produtiva do setor. O balanço anual da associação revela ainda que o número de trabalhadores diretos atingiu 1,97 milhão, registrando crescimento de 3,7% em relação a 2022. Para o presidente executivo da ABIA, João Dornellas, o resultado expressivo pode ser explicado pelo aumento de 5,1% da produção física (totalizando 270 milhões de toneladas de alimentos) e pelo incremento nos investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento, ampliação e modernização de plantas. Os investimentos alcançaram a cifra de R$ 35,9 bilhões, em 2023, mais de 50% acima do apurado no ano anterior.
Uma nova oportunidade de emprego está disponível para aqueles que desejam ingressar na área de marketing na cidade de Brumado, Bahia. A vaga para Auxiliar de Marketing, com regime de trabalho CLT, oferece um salário competitivo de R$ 1.320,00 e a chance de fazer parte de uma equipe dinâmica e inovadora. Descrição da Vaga: Salário: R$ 1.320,00. Horário: Segunda à sexta-feira, das 8:00 às 12:00 e das 13:10 até as 18:00. Local: Brumado, Bahia. Atividades: Planejamento de campanhas e estratégias de marketing. Ativação da marca e contato com fornecedores. Trabalho com planilhas em Excel. Acompanhamento da prospecção e desempenho das vendas. Requisitos: Ensino superior completo. Desejável conhecimento em programas de edição. Habilidades Necessárias: Proatividade. Desenvoltura. Pontualidade. Disponibilidade. Os interessados devem encaminhar seus currículos até o dia 08/09/23 por e-mail para [email protected] ou através do WhatsApp no número (77) 99864-5069. Não perca esta chance de ingressar no mercado de trabalho e contribuir para o sucesso de uma equipe de marketing em crescimento.
A Natural Gurt está com vagas para Promotor (a) de Vendas para atender as cidades de Brumado e Livramento. Requisitos: possuir moto e ter experiência com vendas. Benefícios: salário, vale alimentação, auxílio combustível. Os interessados devem enviar currículo para (75) 99196-6888.
Foi como descobrir a arte. Mas, não foi de um dia para o outro que o maranhense Ricardo Silva Carvalho, de 41 anos, nascido em Sambaiba (MA) e radicado em Brasília há quase 20 anos, aprendeu a fazer sushi. “Demorei um ano e as aulas foram no restaurante que eu trabalhava”. Ele se tornou chef.Durante a pandemia, passou a prestar um serviço para complementar renda: entregar comida japonesa na casa das pessoas. Economizou tudo o que podia. Deu tão certo que o sonho iria se tornar realidade em 2023. “Abri meu próprio fast food de sushi com minha esposa neste ano." O casal contratou seis funcionários. Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a história do empreendimento do Ricardo e da Patrícia está longe de ser um caso isolado. Esse tipo de empresa respondeu pela criação de 85% das vagas de trabalho geradas em fevereiro. Em números absolutos, foram 206.697 vagas abertas (85% dos 241.785 novos postos de trabalho criados).
A CDL de Brumado, em parceria com a Evoestágios, divulgou vaga de emprego -CLT, na área de Consultor(a) de Vendas. Para participar os candidatos devem estar atentos às seguintes informações:Segmento: Construção Civil. Vendas de concreto usinado, relacionamento com clientes. Escolaridade: Técnico em Edificações. Salário: R$1.953,00 + transporte para trabalho. Local: Brumado – Centro. Requisitos: Habilidade com vendas, ter o curso técnico em Edificações, CNHAB, ser uma pessoa ética, compromissada, comunicativa, organizada e proativa. Não é necessário ter experiência. Período de trabalho: segunda à sexta das 7:00 às 12:00 e das 13:30 às 17:20. Os Interessados devem encaminhar currículo para [email protected], com o assunto “Consultor de vendas” e os currículos serão recebidos até o dia 10/02/23. Maiores informações poderão ser obtidas no Whatsapp (77) 99864-5069.
A queda na taxa de desemprego verificada no terceiro trimestre deste ano, que passou de 9,3% para 8,7% na comparação com o trimestre anterior, refletiu aumento na ocupação em apenas seis estados: Paraná (-0,8 ponto percentual), Minas Gerais (-0,9), Maranhão (-1,1), Acre (-1,8), Ceará (-1,8) e Rondônia (-1,9). As demais 21 unidades da Federação ficaram estáveis. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral foram divulgados hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com recorte estadual.Segundo a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, na comparação anual, houve queda significativa da taxa de desocupação em todas as unidades da Federação, caindo 3,9 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2021, quando a taxa registrada foi de 12,6%.
“No segundo trimestre, a taxa de ocupação havia caído 1,8 ponto percentual, com disseminação da queda por 22 unidades da Federação. No terceiro trimestre, a queda foi menos intensa, de 0,6 ponto percentual, e isso repercutiu nos resultados locais, por estado”.
As menores taxas de desocupação no terceiro trimestre foram verificadas em Rondônia (3,9%), Mato Grosso (3,8%) e Santa Catarina (3,8%). Por região, o Sul tem o menor desemprego, de 5,2%, com os três estados com percentuais abaixo da média nacional.
Em setembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 15.645 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 74.398 admissões e 58.753 desligamentos. Trata-se, portanto, do nono mês seguido com saldo positivo. Com este resultado, o estado passou a contar com 1.922.422 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,82% sobre o quantitativo do mês anterior. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 4.873 postos de trabalho celetista. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). No mês, o Brasil computou um saldo de 278.085 vagas, enquanto o Nordeste registrou um ganho de 86.658 novos postos – o que representou variações relativas de 0,65% e 1,25% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Todas as 27 unidades federativas do país apontaram crescimento do emprego celetista em setembro deste ano. Em termos absolutos, com 15.645 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a segunda posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês, atrás apenas de Pernambuco (+20.528 postos). Dentre os entes federativos, ficou na quarta colocação. Em termos relativos, com variação percentual de 0,82%, situou-se na nona posição no Nordeste e na décima quinta no país. Na Região Nordeste, o estado de Pernambuco (+20.528 postos) liderou a geração de postos formais e foi acompanhado pela Bahia (+15.645 postos), Alagoas (+15.625 postos), Ceará (+12.078 postos), Maranhão (+6.983 vagas), Sergipe (+5.131 postos), Rio Grande do Norte (+4.181 postos), Paraíba (+3.727 vagas) e Piauí (+2.760 postos).
A empresa MA Engenharia está com vagaS de empregos aberta para Serralheiro e Soldador. Os interessados devem enviar currículo para [email protected] ou entregar pessoalmente na Rua Augusto Meira Alves, bairro Olhos D'água, nº 66, em Brumado. Para maiores informações ligar para (77) 99824-3110, falar com Jeniffer Andrade.
Em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 17.416 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 81.422 admissões e 64.006 desligamentos. Trata-se, portanto, do oitavo mês seguido com saldo positivo. Com este resultado, o estado passou a contar com 1.905.842 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,92% sobre o quantitativo do mês anterior. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 5.454 postos de trabalho celetista. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). No mês, o Brasil computou um saldo de 278.639 vagas, enquanto o Nordeste registrou um ganho de 66.009 novos postos – o que representou variações relativas de 0,66% e 0,96% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Todas as 27 unidades federativas do país apontaram crescimento do emprego celetista em agosto deste ano. Em termos absolutos, com 17.416 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a primeira posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês. Dentre os entes federativos, ficou na quarta colocação. Em termos relativos, com variação percentual de 0,92%, situou-se na sexta posição no Nordeste e na décima no país. Na Região Nordeste, a Bahia (+17.416 postos) foi seguida pelos estados de Pernambuco (+15.119 postos), Ceará (+8.713 postos), Rio Grande do Norte (+6.338 postos), Paraíba (+5.913 vagas), Maranhão (+5.472 vagas), Alagoas (+4.335 postos), Sergipe (+1.872 postos) e Piauí (+831 postos).
Em junho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 13.079 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 69.349 admissões e 56.270 desligamentos. Trata-se, portanto, do sexto mês seguido com saldo positivo. Com este resultado, o estado passou a contar com 1.874.177 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,70% sobre o quantitativo do mês anterior. A capital do estado, Salvador, registrou um saldo de 3.821 postos de trabalho celetista. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). No mês, o Brasil computou um saldo de 277.944 vagas, enquanto o Nordeste registrou um ganho de 52.122 novos postos – o que representou variações relativas de 0,67% e 0,77% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Todas as 27 unidades federativas do país apontaram crescimento do emprego celetista em junho deste ano. Em termos absolutos, com 13.079 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a primeira posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês. Dentre os entes federativos, ficou na sexta colocação. Em termos relativos, com variação percentual de 0,70%, situou-se na sétima posição no Nordeste e na 17ª no país.
Dados da ocupação divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram recuperação continuada do mercado de trabalho. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) aponta que a taxa de desocupação ficou em 9,8% no trimestre móvel encerrado em maio. O recuo foi de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre de dezembro de 2021 a fevereiro de 2022, quando a taxa ficou em 11,2%, e de 4,9 pontos percentual na comparação com o mesmo período de 2021, quando o desemprego estava em 14,7%. Segundo o IBGE, esta foi a menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em maio desde 2015, quando o indicador registrou 8,3%. Em números, o Brasil tem hoje 10,6 milhões de pessoas desocupadas. São 1,4 milhão de pessoas a menos frente ao trimestre anterior, o que representa um recuo de 11,5%. Na comparação anual, a queda foi de 30,2%, com 4,6 milhões de pessoas a menos desocupadas. O total de pessoas ocupadas atingiu o recorde da série iniciada em 2012, com 97,5 milhões. Uma alta de 2,4%, ou mais 2,3 milhões de pessoas, na comparação trimestral e de 10,6%, ou 9,4 milhões de pessoas, na comparação anual. O nível da ocupação foi estimado em 56,4%, alta de 1,2 ponto percentual frente ao trimestre anterior e de 4,9 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre de 2021.
Em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Bahia gerou 16.342 postos com carteira assinada, decorrente da diferença entre 76.499 admissões e 60.157 desligamentos. Trata-se do mês com o maior saldo no ano até agora. Assim, com este saldo, o estado passou a contar com 1.860.558 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,89% sobre o quantitativo do mês anterior. De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência, os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan). No mês, o Brasil computou um saldo de 277.018 vagas, enquanto o Nordeste registrou um ganho de 48.847 novos postos – o que representou variações relativas de 0,67% e 0,73% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Todas as 27 unidades federativas do país apontaram crescimento do emprego celetista em maio deste ano. Em termos absolutos, com 16.342 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a primeira posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês. Dentre os entes federativos, ficou na quarta colocação. Em termos de relativos, com variação percentual de 0,89%, situou-se na terceira posição no Nordeste e na décima no país.