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A Polícia Federal (23) está desde cedo nas ruas para cumprir mandados judiciais no âmbito da Operação Miragem, deflagrada nesta terça-feira (23) para apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, previstos na Lei nº 7.492/1986.
O alvo das investigações é o Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. Entre as medidas estão a quebra de “sigilos bancário e fiscal dos investigados e o sequestro e bloqueio de bens e valores de até R$ 670 milhões. O alvo da operação é uma instituição financeira
Segundo a PF, as investigações, subsidiadas por relatórios do Banco Central, indicam que os “investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira da instituição, aparentar solvência perante os órgãos de controle e viabilizar operações supostamente irregulares”.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela Lei nº 7.492/1986.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (17), a Operação Peppaloso para cumprimento de mandados judiciais, fruto de investigações iniciadas no final de 2024, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a atuação de uma organização criminosa com atuação em diversos bairros em Jequié, culminando na prisão de cinco pessoas.
Durante as investigações, foi possível identificar integrantes do grupo criminoso, sua estrutura organizacional, divisão de tarefas e dinâmica de atuação, elementos que subsidiaram a representação pelas medidas cautelares posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.
No curso das apurações, também ficou evidente que os investigados da organização ostentavam patrimônio incompatível com suas rendas declaradas, incluindo veículos de alto valor, adquiridos, em tese, com recursos oriundos da atividade ilícita, demonstrando o fortalecimento financeiro da organização por meio do narcotráfico.
Ao todo, durante a operação, foram executados mandados judiciais nos bairros do Jequiezinho, Amaralina, São Judas e Mandacaru, no município, culminando com o cumprimento de três mandados de prisão preventiva, uma prisão temporária, dois autos de prisão em flagrante, além da condução de uma mulher, de 28 anos, à unidade policial, por porte de drogas para consumo pessoal.
Durante as diligências para cumprimento dos mandados, também foram apreendidas porções de maconha, haxixe e comprimidos de ecstasy, balanças de precisão, dois automóveis de luxo, duas motocicletas e diversos aparelhos celulares. Estes ajudarão na continuidade das investigações.
Os investigados presos na operação foram conduzidos à unidade policial de Jequié, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça. Diligências seguem em andamento para tentar localizar os outros envolvidos nas práticas criminosas.
A operação aconteceu por meio da 11ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Jequié), unidade integrante do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), e contou com o apoio operacional da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié).
A ação integra ainda ciclo operacional da Operação NARKE VI, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/SENASP), reforçando a atuação conjunta das forças de segurança no combate ao narcotráfico e às organizações criminosas.
Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Máscara para o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra investigados por integrarem uma organização criminosa responsável por crimes contra instituições financeiras na cidade de Jequié. A operação resultou na prisão de cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens.
As investigações para identificação dos suspeitos e mapeamento do modo de atuação da organização tiveram início em janeiro de 2026, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), após o registro de uma notícia-crime que apontava prejuízo patrimonial de aproximadamente meio milhão de reais a uma instituição financeira. Somente nesta etapa da operação, foi possível identificar dez tentativas de abertura de contas e 32 contas efetivamente abertas de forma fraudulenta, das quais decorreram prejuízos para a instituição financeira.
Conforme apurado no inquérito policial, a organização utilizava imagens dos próprios integrantes em documentos falsificados emitidos em nome de terceiros. O grupo também utilizava indevidamente os limites de cartões de crédito das vítimas para transferências de valores, realizava contratações fraudulentas de empréstimos em prejuízo dos titulares legítimos e efetuava compras sem autorização dos proprietários dos cartões.
Dessa forma, obtinha vantagem ilícita por meio de um sofisticado esquema de falsificação documental e fraude financeira.
As apurações também demonstraram que os lucros ilícitos eram repartidos entre os líderes da organização, que ostentavam elevado padrão de vida, com imóveis, veículos e objetos de luxo.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar em diversos endereços da cidade, resultando na prisão preventiva de cinco investigados. Além disso, durante as diligências, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e aparelhos celulares. Também foram realizados o bloqueio, o sequestro e o arresto de valores, bens e ativos financeiros acumulados ilicitamente pela organização criminosa.
Após as prisões, os investigados foram encaminhados à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo custodiados à disposição da Justiça.
“As diligências de hoje integram a primeira fase da Operação Máscara, cujo objetivo foi desarticular o grupo responsável por crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro no município. As investigações prosseguem com o intuito de identificar e prender outros envolvidos”, afirmou o coordenador da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), delegado Roberto Leal, responsável pela operação.
A operação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), e contou com o apoio de equipes da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié), do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias Territoriais de Jequié, Ipiaú, Jaguaquara e Ibirataia.
A Polícia Civil da Bahia cumpriu, na manhã desta sexta-feira (24), mandado de busca e apreensão no curso de investigação que apura furto qualificado, com prejuízo superior a R$ 200 mil, em Vitória da Conquista. A medida foi executada contra uma mulher, de 35 anos, investigada por desvio de valores de uma empresa do setor agroindustrial, localizada no bairro Lagoa das Flores.
As investigações apontam que o crime teria ocorrido em 2025, período em que a suspeita exercia função de chefia administrativa. Há indícios de que o esquema envolvia a inserção de operações fraudulentas, como a contratação de fretes inverídicos em nome da empresa, além da possível emissão de notas fiscais irregulares.
A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Vitória da Conquista e cumprida por equipes da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Vitória da Conquista), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), em um imóvel situado na Avenida Gilenilda Alves, no bairro Boa Vista.
Durante o cumprimento do mandado, foi apreendido um aparelho celular de uso pessoal da investigada, que será submetido à análise pericial e poderá contribuir para o avanço das apurações.
A ação decorre de inquérito policial instaurado a partir de denúncia formalizada após auditoria realizada por consultoria externa, que identificou inconsistências nas movimentações financeiras da empresa. As diligências seguem em andamento para o completo esclarecimento dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos.