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Audiência Pública reúne setor da construção civil para discutir desenvolvimento de Brumado

12 Dez 2025 / 12h00
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Audiência Pública reúne setor da construção civil para discutir desenvolvimento de Brumado
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Prefeitura de Brumado realizou, nesta sexta-feira (12), uma audiência pública com profissionais da construção civil, incluindo construtores, loteadores e corretores. O encontro ocorreu no auditório municipal e teve como objetivo discutir demandas do setor e alinhar diretrizes para o desenvolvimento urbano da cidade.

A reunião faz parte de um esforço da gestão para ampliar o diálogo com segmentos que influenciam diretamente o crescimento econômico e a organização territorial do município. Durante o evento, representantes da prefeitura ouviram reivindicações, sugestões e relatos sobre entraves enfrentados pelos profissionais.

O prefeito Fabrício Abrantes (Avante) participou da audiência e afirmou que o encontro integra o processo de construção das propostas que irão compor o plano de governo e as ações estruturantes da administração nos próximos anos. Segundo ele, a participação de quem atua diariamente na construção civil é fundamental para uma gestão mais eficiente.

"A audiência pública é justamente para que a sociedade civil tenha espaço para contribuir com o nosso plano de governo. Vamos registrar as sugestões e as principais dificuldades para que, junto com nossa equipe jurídica e de infraestrutura, possamos elaborar projetos que melhorem as condições de trabalho e também a relação com a prefeitura", afirmou o prefeito.

Abrantes também destacou a importância econômica e social do setor:  "Nosso objetivo é trabalhar em parceria com todos vocês — empresários, comerciantes e profissionais da construção civil. Sei da importância que vocês representam para o desenvolvimento do município, para a geração de empregos e para a melhoria da qualidade de vida da população", disse.

A gestão municipal informou que novas ações de acompanhamento e diálogo com o setor serão realizadas nos próximos meses, com foco em modernizar procedimentos, reduzir entraves burocráticos e planejar a expansão urbana de forma organizada.

Brumado realiza audiência pública com setor da construção civil para discutir expansão urbana

11 Dez 2025 / 12h00
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Brumado realiza audiência pública com setor da construção civil para discutir expansão urbana
Foto - Divulgação

A Prefeitura de Brumado realiza, nesta sexta-feira (12), às 7h, uma importante audiência pública no Auditório Municipal, reunindo construtores, loteadores e corretores para um diálogo direto sobre o futuro da construção civil e da expansão urbana da cidade.

O encontro tem como foco fortalecer o setor, ouvir demandas, construir soluções e alinhar estratégias que impulsionem o desenvolvimento de Brumado com planejamento, responsabilidade e visão de futuro.

A iniciativa busca valorizar quem movimenta o mercado imobiliário, gera empregos e contribui para o crescimento ordenado do município.

Com essa aproximação, a gestão municipal reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, incentivando a participação de todos os profissionais do segmento para que juntos possam construir uma cidade cada vez mais forte e preparada para os novos desafios.

Brumado segue avançando com diálogo, planejamento e foco na construção de uma cidade que cresce de forma organizada e alinhada às necessidades da população.

Construção civil tem inflação de 0,40% em maio deste ano, diz FGV

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Construção civil tem inflação de 0,40% em maio deste ano, diz FGV
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou inflação de 0,40% em maio deste ano. A taxa é superior à observada no mês anterior (0,23%), mas inferior à apurada em maio de 2022 (1,49%). O dado foi divulgado nesta sexta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O INCC-M acumula taxa de inflação de 1,34% no ano. Em 12 meses, a taxa acumulada chega a 6,32%, abaixo dos 11,20% acumulados em maio do ano passado. Em maio deste ano, os materiais, equipamentos e serviços apresentaram uma inflação de 0,06%, ante uma variação de 0,14% em abril. Já a mão de obra teve uma alta de preços de 0,75% em maio, ante uma taxa de 0,23% no mês anterior.

Inflação da construção civil cai para 0,08% em fevereiro, diz IBGE

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Inflação da construção civil cai para 0,08% em fevereiro, diz IBGE
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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,08% em fevereiro deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas em janeiro deste ano (0,31%) e de fevereiro de 2021 (0,56%). Segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sinapi acumulado em 12 meses chegou a 9,92%, abaixo dos 10,45% acumulados até janeiro. Com a inflação de fevereiro, o custo nacional da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.685,74. A parcela dos materiais teve alta de preços de 0,10% no mês e passou a custar R$ 1.001,94 por metro quadrado. Já o custo da mão de obra subiu 0,04% e passou a ser de R$ 683,80.

Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano

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Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano
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O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,27% em dezembro, acumulando alta de 9,40% de janeiro a dezembro de 2022. Em dezembro de 2021, o índice subiu 0,30%, com alta de 14,03%, em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). A taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços passou de -0,23% em novembro para 0,38% em dezembro, com a taxa correspondente a materiais e equipamentos registrando alta de 0,37% no mês, após cair 0,35% no mês anterior. Entre os quatro subgrupos desse componente, dois subiram: materiais para estrutura passou de -0,98% para 0,62% e equipamentos para transporte de pessoas foi de 0,04% para 0,64%.A taxa dos serviços passou de 0,35% para 0,43% em dezembro, com destaque para o avanço de 0,35% para 1,35% na taxa da refeição pronta no local de trabalho. O índice referente à mão de obra passou de 0,53% em novembro para 0,16% em dezembro, com alta acumulada de 11,76% em 12 meses.

Inflação da construção sobe para 2,81% em junho

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Inflação da construção sobe para 2,81% em junho
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O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 2,81% em junho deste ano. Ela é superior ao valor de maio (1,49%) deste ano e maior que os 2,30% de julho de 2021. Com o resultado, o INCC-M acumula inflação de 7,20% no ano e de 11,75% em 12 meses. Em julho de 2021, o INCC-M acumulado em 12 meses era de 16,88%. Em junho deste ano, a taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços ficou em 1,40%, abaixo do 1,55% de maio. Já o subíndice da mão de obra chegou a 4,37% em junho, ante 1,43%, em maio. 

Custo da construção civil sobe 2,17% em maio, diz IBGE

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Custo da construção civil sobe 2,17% em maio, diz IBGE
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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de preços de 2,17% em maio deste ano. A taxa ficou acima do 1,21% de abril, segundo dados divulgados hoje (9). Segundo o IBGE, essa é a maior taxa desde julho de 2021. Com o resultado, o Sinapi acumula, em 12 meses, alta de custo de 15,44% em maio, acima dos 15% acumulados em abril. O custo nacional da construção passou a ser de R$ 1.601,76 por metro quadrado. A mão de obra subiu 2,49% em maio e passou a ter o custo de R$ 638,78 por metro quadrado. Já os materiais ficaram 1,96% mais caros no mês e passaram a custar R$ 962,98.

Alto custo de insumos preocupa construção civil

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Alto custo de insumos preocupa construção civil
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A alta nos preços de insumos é o que mais tem preocupado empresários da construção civil. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o problema foi mencionado por 46,7% dos empresários do setor, no levantamento Desempenho Econômico da Indústria da Construção Civil e Perspectivas, divulgado hoje (25). É o percentual mais alto registrado desde o primeiro trimestre de 2015. Ainda segundo o levantamento, há sete trimestres consecutivos o alto custo dos insumos vem sendo apontado como o principal problema do setor. Tendo por base o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), a CBIC informou que a inflação registrada para materiais e equipamentos usados pelo setor ficou em 51,21% entre janeiro de 2020 e março de 2022. Entre as variações expressivas destacadas pela CBIC figuram a de condutores elétricos (91,9%), tubos e conexões de PVC (91,8%), vergalhões e arames de aço ao carbono (81,5%) e eletroduto de PVC (70,8%).

Confiança da construção cai 0,8 ponto em março

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Confiança da construção cai 0,8 ponto em março
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O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 0,8 ponto em março na comparação com fevereiro. Com o recuo, o indicador chegou a 92,9 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. A queda da confiança dos empresários da construção foi provocada pela piora das avaliações em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas (IE-CST) desceu 3,8 pontos e atingiu 93,9 pontos, o menor nível desde maio de 2021 (89 pontos). O Índice de Situação Atual (ISA-CST), que mede a confiança no presente, subiu 2,1 pontos e chegou a 92 pontos, a primeira alta neste ano. O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da Construção melhorou pelo segundo mês e cresceu 0,8 ponto percentual, indo para 76%.

Custo da construção sobe 0,80% em outubro, informa FGV

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Custo da construção sobe 0,80% em outubro, informa FGV
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O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,8% em outubro deste ano. A taxa é superior ao 0,56% do mês anterior, mas inferior ao 1,69% de outubro do ano passado. Com o resultado, o indicador acumula taxas de inflação de 12,88% no ano e de 15,35% em 12 meses, de acordo com a FGV. A alta da taxa, de setembro para outubro, foi puxada pelos materiais e equipamentos, cuja inflação subiu de 0,89% para 1,68% no período. Entre os itens com maiores altas de preços estão os materiais metálicos, cuja taxa subiu de 0,37% em setembro para 4,36% em outubro. Por outro lado, os serviços tiveram queda na taxa de inflação, de 0,56% em setembro para 0,36% em outubro. A mão de obra também teve recuo na taxa, ao passar de 0,27% para 0,10% no período.

Confiança da construção tem quarta alta consecutiva, diz FGV

Por: Agência Brasil
26 Ago 2021 / 10h35
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Confiança da construção tem quarta alta consecutiva, diz FGV
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O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,6 ponto na passagem de julho para agosto deste ano. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu 96,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, mesmo patamar de março de 2014.A alta da confiança do empresariado brasileiro da construção foi puxada pelo Índice de Situação Atual (ISA-CST), que mede a confiança no presente e que avançou 2,5 pontos, atingindo 91,9 pontos, maior nível desde dezembro de 2020 (92,4 pontos). O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, recuou 1,3 ponto e atingiu 100,9 pontos, após três altas consecutivas. "Vale notar que a percepção predominante voltou a ser de que o cenário atual é melhor que o de antes da pandemia, corroborando as projeções de retomada do setor”, afirma a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo.

Indústria da construção civil deve crescer 4% este ano, prevê CBIC

Por: Agência Brasil
26 Jul 2021 / 16h28
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Indústria da construção civil deve crescer 4% este ano, prevê CBIC
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Mesmo com a pandemia de covid-19 e desafios impostos por escassez e aumento nos custos do aço, a expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o crescimento do setor em 2021 subiu de 2,5% para 4%. A projeção é do estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC. O setor da construção começou 2021 com expectativa de crescer 4% no ano. Com os desafios decorrentes da pandemia e a continuidade dos aumentos nos custos dos materiais, a previsão foi reduzida para 2,5%, em março. E agora voltou para 4%, o maior crescimento desde 2013. O presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que a estratégia do setor para enfrentar a falta ou o custo de matéria-prima para os empresários da construção será “um choque de oferta por meio da importação de produtos”. Ele acrescentou que a demanda consistente por imóvel, as baixas taxas de juros e o incremento do crédito imobiliário vão continuar ao final de 2021 e em 2022. Para Martins, com os juros baixos, a prestação pode até ser inferior a um aluguel. "Um ponto em relação à pandemia é que as pessoas ficaram atualmente mais em casa e perceberam a importância da residência e de ficar junto dos familiares. Isso gerou uma demanda enorme por novas moradias, inclusive moradias adequadas para o novo momento que estamos vivendo", disse Martins.

Construção civil tem inflação de 2,46% em junho

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Construção civil tem inflação de 2,46% em junho
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou inflação de 2,46% em junho deste ano. É a maior taxa mensal da série histórica iniciada em 2013. Em maio, a taxa ficou em 1,78%. Já em junho de 2020, o índice havia ficado em 0,14%. Com o resultado de junho deste ano, o Sinapi acumula taxas de inflação de 11,38% no ano e de 20,92% em 12 meses. O custo da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.421,87. A mão de obra teve alta de 2,60% e passou a custar R$ 592,68 por metro quadrado. Já os materiais de construção subiram 2,36% e passaram a ter um custo por metro quadrado de R$ 829,19.

Índice de confiança da construção cai 1,4 ponto em novembro

Por: Agência Brasil
25 Nov 2020 / 11h58
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Índice de confiança da construção cai 1,4 ponto em novembro
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O Índice de Confiança da Construção, medido no país pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 1,4 ponto em novembro, na comparação com outubro. Foi a primeira queda do indicador, que apresentava altas desde maio e que chegou a 93,8 pontos, em uma escala de zero a 200. “Após seis meses de alta contínua, a confiança dos empresários da construção recuou, refletindo uma piora das expectativas em relação à demanda e ao ambiente de negócios nos próximos meses. O movimento deu-se nos três segmentos setoriais – Edificações, Infraestrutura e Serviços Especializado - indicando a insegurança com as incertezas elevadas do cenário geral”, afirmou a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo. A queda do indicador foi puxada pela confiança no futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que caiu 2,9 pontos, passando para 96,2 e voltando a patamar inferior a fevereiro, período pré-pandemia (99 pontos). O Índice de Situação Atual, que mede a percepção sobre o presente, ficou estável em 91,5 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) diminuiu 1,8 ponto percentual para 72,7%.

Emprego na construção é o maior para setembro nos últimos oito anos

Por: Agência Brasil
28 Out 2020 / 14h01
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Emprego na construção é o maior para setembro nos últimos oito anos
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A indústria da construção civil segue em ritmo acelerado, com avanço na atividade e na utilização da capacidade operacional. A pesquisa Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra a retomada da indústria de construção civil em setembro, com o índice de evolução do número de empregados chegando a 50,1 pontos no mês. Essa é a quarta alta consecutiva do índice, que se afastou ainda mais da sua média histórica de 43,9 pontos. O índice é o maior desde abril de 2012 e, para a CNI, isso confirma o bom momento do emprego do setor, embora tenha sido precedido por fortes quedas, observadas em março e abril, em razão dos efeitos da pandemia da covid-19. Os dados variam em uma escala que vai de zero a 100. Indicadores abaixo de 50 revelam perspectivas negativas e, acima de 50, expectativas de crescimento. E quanto mais distantes da linha divisória de 50 pontos mais forte e mais disseminado é esse crescimento. Para a pesquisa, foram entrevistadas 170 empresas de pequeno porte, 197 de médio porte e 94 grandes, entre 1º a 14 de outubro de 2020.

Setor da Construção Civil denuncia elevação no preço dos insumos da indústria

24 Set 2020 / 09h32
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Setor da Construção Civil denuncia elevação no preço dos insumos da indústria
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O setor da Construção Civil, que gera atualmente 45 mil empregos formais na Bahia, apresentou ao vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), na terça-feira (22), um manifesto constando a preocupação dos empresários diante dos aumentos, que consideram abusivos, nos preços dos insumos para construção civil, que podem gerar grave desabastecimento e ameaça a manutenção dos postos de trabalho. Cimento, aço e PVC são os itens que mais tiveram elevação de preço. “Vamos analisar uma forma adequada e eficaz de ajudar a equacionar esta questão, no sentido de proteger a sobrevivência das indústrias da construção civil, as empresas de todos os portes, com vistas, sobretudo, na manutenção dos empregos e no crescimento deste estratégico setor produtivo. Vamos buscar um diálogo também com as indústrias que fornecem os insumos, pois ambos os segmentos são importantes para o desenvolvimento da Bahia”, declara Leão. O segmento foi representado no encontro pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), Associação Comercial da Bahia (ACB) e pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim). O movimento conta ainda com o apoio da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor).

Preço dos materiais de construção aumentam e produtos começam a faltar na Bahia

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Preço dos materiais de construção aumentam e produtos começam a faltar na Bahia
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Mesmo com o mercado aquecido com o retorno das atividades diante da Pandemia, a construção civil apresenta problemas que podem atrasar essa retomada. De acordo com reportagem do Correio da Bahia, o Sindicato da Indústria da Construção da Bahia (Sinduscon-BA) denuncia a onda de aumento nos preços dos principais insumos das edificações, já se registrando a falta de diversos deles no mercado. Essa tem sido uma das principais preocupações de construtoras relatadas à entidade. De acordo com o presidente do Sinduscon-BA, Carlos Marden, justamente num momento de início da retomada das atividades, os fabricantes dos materiais de construção resolveram elevar seus preços totalmente fora da realidade da inflação atual no país. Os maiores aumentos anunciados estão para o aço, PVC, derivados de cobre – fios e cabos elétricos, e cimento. Ainda não há números para demonstrar o nível desses reajustes.

Começam a valer medidas da Caixa para estimular construção civil

Por: Agência Brasil
17 Fev 2020 / 10h58
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Começam a valer medidas da Caixa para estimular construção civil
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A partir de hoje (17), as empresas podem contrair crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal com juros mais baixos. As novas regras foram anunciadas no último dia 12 pelo banco. O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI). Segundo a Caixa, para todas as modalidades, as taxas de juros serão definidas de acordo com o perfil e relacionamento da empresa. As taxas dos financiamentos corrigidos pela TR caíram cerca de 30%, passando de TR mais 9,25% ao ano para TR mais 6,5% ao ano para as empresas com conta na Caixa. Para empresas sem relacionamento com o banco, a taxa cai de TR mais 13,25% ao ano para TR mais 11,75% ao ano. Os financiamentos corrigidos pelo CDI ou pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) valem para duas modalidades. A primeira é Apoio à Produção, mais conhecida como “Imóvel na Planta". A segunda é Plano Empresa da Construção Civil, conhecida como Plano Empresário, destinada à construção de imóveis e que permite o financiamento para pessoas físicas quando 80% do empreendimento estiver construído. Para as linhas corrigidas pela inflação, as taxas variarão de IPCA mais 3,79% ao ano para IPCA mais 7,8% ao ano. Os financiamentos indexados ao CDI terão duas modalidades de cobrança: uma com taxas que variam de CDI mais 1,48% ao ano a CDI mais 5,4% ao ano e outra entre 119% a 194% do CDI. As linhas de crédito imobiliário para pessoas jurídicas têm até 36 meses de prazo de construção e de retorno (quando o dinheiro investido começa a ser recuperado). O tomador pode começar a pagar as parcelas até 12 meses depois da assinatura do contrato.

Construção civil e agropecuária lideram geração de empregos na Bahia em 2019

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Construção civil e agropecuária lideram geração de empregos na Bahia em 2019
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As áreas da construção civil e da agropecuária lideram a geração de postos de trabalho na Bahia nos cinco primeiros meses de 2019. Os setores criaram, respectivamente, 8.387 e 8.196 empregos no estado, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI. Nesse período, a Bahia gerou 26.071 novos postos de trabalho. Dentro do setor da construção civil, destaque para Obras para geração de energia elétrica e para telecomunicações, com 2.410 empregos, Construção de edifícios, com 1.559 e Instalações elétricas, com 966 novos postos de trabalho criados de janeiro a maio desse ano. Já na agropecuária, o Cultivo do café ficou com a primeira colocação na geração de empregos, anotando 3.479, o Cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja e uva, com 1.554, e a Criação de bovinos, com 1.388.

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