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O governo federal oficializou o acordo com a VLI Logística para a renovação antecipada da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), que seguirá sob administração da companhia por mais 30 anos. A confirmação foi feita por fontes ouvidas em primeira mão pelo Diário do Comércio. O Ministério dos Transportes enviou um ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aceitando a proposta da empresa. Após a aprovação técnica pela agência, o plano de outorgas seguirá para o Ministério e, posteriormente, será protocolado no Tribunal de Contas da União (TCU). Um dos pontos decisivos para o fechamento do acordo foi a garantia da continuidade da operação no trecho Minas–Bahia, que liga Corinto (MG) a Campo Formoso (BA), passando por Brumado, no sudoeste baiano. A renovação encerra um processo de negociação iniciado em 2015, às vésperas do fim do atual contrato, previsto para agosto de 2026. O novo compromisso prevê R$ 30 bilhões em outorgas e investimentos, sendo R$ 12 bilhões destinados a Minas Gerais. Além disso, a VLI propôs ajustes no cronograma de pagamentos à União, sem prejuízo do valor total. O adicional de vantajosidade, de R$ 400 milhões, e as indenizações, de R$ 600 milhões, passarão a ser pagos em dez parcelas anuais sucessivas. “Houve consenso no processo negocial após a alteração do número de parcelas, o que representa a conclusão do ajuste, alinhado ao interesse público e às diretrizes da política ferroviária nacional”, afirmou o secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Cezar Ribeiro, em documento encaminhado nesta terça-feira (12) ao diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio.
A RHI Magnesita, gigante global na produção de soluções refratárias, reforçou a importância da renovação da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), operada atualmente pela VLI, especialmente no trecho que liga Minas Gerais à Bahia. A empresa, que está presente há 75 anos em Brumado, no sudoeste baiano, considera o corredor ferroviário um elo essencial para garantir a competitividade de sua produção e logística. Em entrevista ao Correio 24 Horas, Wagner Sampaio, presidente da RHI Magnesita para a América Latina, afirmou que a continuidade do trecho Minas-Bahia é vital. “Nós atuamos junto ao governo para defender que a ferrovia continue operando. Que se façam os investimentos necessários para torná-la mais eficiente, mas ela não pode deixar de operar”, declarou. “Esta é uma matéria-prima estratégica, precisamos continuar contando com a solução logística que envolve a ferrovia e o porto”, completou. A declaração ocorre em meio à indefinição sobre a renovação por mais 30 anos da concessão da FCA, cuja malha ferroviária tem papel crucial no escoamento da produção baiana até o Porto de Aratu, na Região Metropolitana de Salvador, de onde os produtos são exportados. Recentemente, a RHI Magnesita investiu R$ 541 milhões na implantação de seu maior forno rotativo em Brumado. Com capacidade de produção de 500 mil toneladas de magnesita por ano, a planta baiana opera com tecnologia de ponta e serve como vitrine internacional, como foi evidenciado no evento Mag Fórum, realizado esta semana na Praia do Forte. Apesar do otimismo com os avanços tecnológicos, a empresa reconhece que a logística atual ainda representa um gargalo. Gustavo Franco, chief customer officer da RHI Magnesita, destacou os desafios enfrentados. “Precisamos pensar em termos de competitividade. Não adianta produzirmos a um custo alto porque o mercado é global”, explicou. Franco também alertou para a estagnação do crescimento do setor nos próximos anos — estimado em menos de 1% — o que reforça a necessidade de uma operação logística eficiente. “A tecnologia que operamos em Brumado é o estado da arte, trouxemos o mundo inteiro para ver o que estamos fazendo. Agora, aquele produto que sai do forno competitivo precisa chegar ao porto em condições de disputar o mercado. Sem um transporte competitivo, a viabilidade econômica evapora”, concluiu. A posição da RHI Magnesita evidencia o papel estratégico da infraestrutura ferroviária para a indústria nacional e lança um alerta sobre os impactos que a interrupção do trecho Minas-Bahia pode causar à cadeia produtiva e à economia regional.
O pré-candidato a prefeito de Brumado, Guilherme Bonfim (PT), está se mobilizando para evitar a desativação da Ferrovia Centro Atlântica (FCA), que há mais de 60 anos liga o estado da Bahia a Minas Gerais. Bonfim, se encontrou na manhã desta quinta-feira (27/06) com governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), para articular um agenda em Brasília para discutir o futuro da ferrovia. A FCA enfrenta atualmente desafios significativos que ameaçam sua continuidade. Entre os principais problemas estão o aumento dos custos operacionais, a redução da agilidade e disponibilidade da matéria-prima, além de preocupações com a segurança e impactos ambientais. Diante deste cenário preocupante, a possibilidade de desativação do trecho que passa por Brumado se tornou uma questão urgente.
Determinado a encontrar soluções, Guilherme Bonfim se dirigirá à capital federal para dialogar com autoridades e buscar alternativas viáveis para impedir o fechamento da ferrovia. "A FCA é vital para a economia e o desenvolvimento da nossa região. A desativação traria impactos negativos não só para Brumado, mas para todo o estado da Bahia", afirmou Bonfim. A expectativa é que, com essa articulação em Brasília, sejam encontradas medidas que possam garantir a continuidade das operações da ferrovia, preservando assim um importante patrimônio histórico e econômico da região.
Neste ano Papai Noel decidiu inovar e chegará a diversos municípios brasileiros para celebrar a magia do Natal com as locomotivas da VLI, controladora da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Os trens natalinos serão enfeitados e iluminados para transportar este ilustre passageiro. Ele descerá em 16 cidades, das centenas pelas quais passará, para cumprimentar todos que estarão à sua espera. Equipes da companhia, com o apoio das administrações municipais, por meio de seus órgãos de trânsito, reforçarão a segurança ao longo do trajeto da locomotiva, para garantir uma diversão segura a todos. Durante as passagens dos trens natalinos, a dica é manter distância segura da via férrea e verificar local adequado para registro de fotos. Segundo a gerente de Relações Institucionais da VLI, Fabíola Fulgêncio, essa é mais uma ação que demonstra o forte elo que a companhia mantém com as comunidades por onde passa. O passeio do bom velhinho de trem está marcado para acontecerem Brumado dia 12 de dezembro às 18h30.
Os interessados em participar da seleção de trainee operacional e trainee de maquinista de viagem da VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos –, que participarão de um processo de formação para atuarem na área operacional da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), agora terão até o próximo dia 22 para se inscreverem pela página de carreira da empresa. Além disso, novas vagas foram criadas, totalizando agora 124 postos de trabalho espalhados por municípios de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. E, como fomentar a diversidade no seu quadro de empregados é um dos compromissos constantes, a companhia reservou, desse total de oportunidades, 110 vagas afirmativas. Desta forma, 45 são exclusivas para mulheres, 50 para pessoas negras e 15 para pessoas com deficiência (PCDs). Com essa ação, a representatividade de todos eles será ampliada na VLI, que segue cumprindo seu intuito de transformar o setor logístico no Brasil. Já as novas vagas foram criadas em Vitória, no Espírito Santo; Betim e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; e Brumado, na Bahia. Para se candidatar é preciso ter ensino médio completo, morar na cidade para a qual pretende a vaga ou ter disponibilidade para mudança, bem como ter flexibilidade para trabalhar em regime de escala e turno. Entre os benefícios para os novos colaboradores estão: vale-refeição ou vale-alimentação; vale-transporte ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; plano de previdência complementar; participação nos lucros e resultados; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); desenvolvimento profissional (por meio da Universidade Corporativa); cesta de Natal; auxílio-creche ou auxílio-babá; além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros.
A VLI – companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos – está com 111 vagas abertas para a carreira de maquinista. Desde total, 15 são para trainee de maquinista de viagem e as demais para trainee operacional. Os selecionados participarão de um processo de formação para atuarem na operação da empresa, que incentiva e promove diversas capacitações para que seus empregados possam trilhar uma carreira de sucesso. Os cargos estão espalhados por municípios de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão e Distrito Federal. Segundo a supervisora de Atração e Seleção da VLI, Tatiana Crepalde, trata-se de um programa de formação de profissionais para a área operacional da companhia. Ela explica que a formação será tanto teórica, quanto prática. O programa para trainee operacional terá uma formação teórica de, aproximadamente, 152 horas, além de outras 440 horas de operação assistida. E o de trainee de maquinista de viagem terá uma formação teórica de 226 horas, mais 668 de operação assistida.
Na manhã desta segunda-feira (26), foi registrada uma colisão envolvendo um trem e um automóvel nos trilhos situados na Rua Pompilo P. Moura Ribeiro, nas imediações do SAC e a Faculdade UNEB, no centro de Brumado. Um casal, natural de Livramento de Nossa Senhora, estava no veículo e seguia sentido a Vitória da Conquista. A mulher relatou que, durante a travessia nos trilhos, o homem não percebeu a aproximação do trem. Com o impacto, o automóvel foi jogado para fora dos trilhos. O casal não se feriu. A Polícia Militar esteve no local.
No último sábado (23), um trem carregado com cimento que passava pela linha férrea do bairro Dr.Juracy, em Brumado, descarrilhou. Doze vagões ocuparam o trecho da ferrovia que foi isolada até os procedimentos necessários serem realizados. Ninguém ficou ferido.
A Brazil Iron Mineração Ltda, que possui um projeto de mineração de ferro em Piatã e em Abaíra, poderá executar um segmento de 70 quilômetros de ferrovia entre os municípios de Abaíra, local do terminal ferroviário que pretende estruturar, e Brumado. Segundo informações do Correio da Bahia, a empresa solicitou permissão ao Ministério da Infraestrutura (Minfra) para implantar a ferrovia e um terminal ferroviário privado. É o primeiro pedido de um empreendimento localizado na Bahia, com base no novo instrumento de autorização ferroviária. O projeto prevê 120 quilômetros de trilhos, com conexão à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e futuramente à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Inicialmente, a empresa quer executar um segmento de 70 quilômetros, entre os municípios de Abaíra, local do terminal ferroviário que pretende estruturar, e Brumado. O trecho conectará a mina Mocó, em Piatã e outros direitos minerários que a empresa possui no estado, ao entroncamento com a Fiol, próximo a Brumado.
Um relatório interno sobre a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), elaborado em novembro do ano passado na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) conclui que a VLI, concessionária desde 1996 da estrada férrea que corta a Bahia e mais cinco estados brasileiros, causa “claro prejuízo à coisa pública” ao investir recursos apenas no um terço de trilhos em que visa lucro, e abandonar o restante. De acordo com o documento, no ano de 2019, a FCA concentrou 90% da sua operação em apenas 2.341 km dos 7.094 km totais da ferrovia e vem diminuindo a cada ano a quantidade de clientes regulares. Essa ação mostra uma estratégia de maximizar os lucros da concessionária, no que seria uma distorção do conceito de serviço público, segundo o relatório. Dos produtos transportados no referido ano, 55% são do setor agrícola, 22% da indústria siderúrgica e 17% apenas em minério de ferro. As linhas trafegadas estão nos estados de Goiás, São Paulo e Minas Gerais. Os valores transportados na ferrovia passaram de R$ 19,6 bilhões em 2020. Os outros 4.753 km que não interessam à VLI estariam com manutenção inadequada ou inexistente, sendo as ações insuficientes para impedir a degradação pelo tempo e tráfego, assim como tendo poucos esforços de preservação do patrimônio público. Esses trechos incluem toda a malha na Bahia, toda a do Rio de Janeiro e alguns trechos em Minas, São Paulo e Goiás. Conforme o relatório, apesar de demonstrar não ter interesse nos trechos, a concessionária também não os devolve à União. O relatório aponta ainda que a média de acidentes relativos à malha da FCA é superior ao de outras concessões. Também foi constatado, ao longo dos anos, um aumento nas manutenções corretivas em vagões e locomotivas e diminuição das manutenções preventivas, “o que reforça o fato de que a concessionária se concentra em investir recursos apenas onde vislumbra um retorno destes“. Para o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Tramm, “essa é uma questão importante não apenas para a mineração, mas também para o agronegócio, para a fruticultura e para a indústria química. Precisamos lutar para que a Bahia tenha uma rede ferroviária de verdade, modernizada, eficiente e digna dos enormes avanços econômicos que o estado apresentou nos últimos 20 anos”, diz. A VLI está buscando a renovação antecipada, por mais 30 anos, da outorga para operação da ferrovia. Foi promovida uma audiência pública sobre o assunto no início de fevereiro pela ANTT. Na ocasião, Tramm já se posicionava de maneira crítica. “A pergunta que precisa ser respondida é: o que a VLI deixou de fazer pelo desenvolvimento da Bahia e o que ela pretende fazer para compensar todos esses anos de inação. No Porto de Aratu, por exemplo, a VLI não só tirou os trilhos como também os dormentes do ramal ferroviário”, disse o presidente da CBPM durante sua fala na audiência.
Com o objetivo de garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité até o porto TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado, a VLI, companhia de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos, e a BAMIN, assinaram um contrato A movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. De acordo com informações do Correio da Bahia, para viabilizar esta primeira operação, que teve início em julho, estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto. Na operação, a VLI é responsável pelo fluxo ferroviário entre Licínio de Almeida e Castro Alves, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).
A VLI, companhia de soluções logísticas que integra terminais, ferrovias e portos, e a Bamin, assinaram um contrato para garantir o fluxo de minério de ferro da Mina de Caetité, no interior do estado da Bahia, até o Porto TUP Enseada do Paraguaçu, litoral baiano, por onde o insumo será exportado. A operação teve início em julho. A movimentação estimada é de 490 mil toneladas ao longo de 2021. “Este é um passo importante para viabilizar muitos projetos minerais existentes na Bahia, estado que já é um dos maiores produtores minerais do país em valores totais. Tenho convicção de que esta parceria contribuirá para o crescimento do setor mineral baiano e o avanço do transporte ferroviário da VLI no estado por meio da Ferrovia Centro-Atlântica”, afirma Asley Ribeiro, gerente-geral comercial de Siderurgia, Construção e Industrializados da VLI. Para viabilizar esta primeira operação estão sendo investidos R$ 35,8 milhões. Entre as destinações dos recursos, estão o investimento em material rodante, a reativação do terminal ferroviário em Licínio de Almeida e a construção de um terminal de transbordo ferroviário/rodoviário em Castro Alves, onde será realizada a descarga do minério de ferro dos vagões e o carregamento dos caminhões que seguirão até o porto. Desde agosto de 2020, já vem sendo realizada a operação de escoamento de minério de ferro a partir do terminal da Bamin, em Licínio de Almeida, na Bahia, com os vagões seguindo até Minas Gerais pela Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Neste caso, com o insumo destinado ao consumo pelo mercado interno. “Este novo fluxo a ser movimentado no estado da Bahia reforça a relevância da VLI no segmento da mineração e a importância da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) para a região”, reforça o executivo da VLI.
A VLI Multimodal S.A, empresa que administra a Ferrovia Centro-Atlântica desde 1996, está buscando a renovação antecipada, por mais 30 anos, da outorga para operação da Ferrovia. A FCA possui mais de 1800 km de trilhos dentro da Bahia e a não inclusão do estado nos investimentos prometidos pela empresa tem gerado revolta entre empresários e setores do Governo Estadual envolvidos no assunto. Durante audiência pública para discutir o assunto, promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nos dias 3 e 4 de fevereiro passados, o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Tramm, se posicionou contra a concessão nos moldes como está sendo proposta. Segundo ele, “A pergunta que precisa ser respondida é: o que a VLI deixou de fazer pelo desenvolvimento da Bahia e o que ela pretende fazer para compensar todos esses anos de inação. No porto de aratu, por exemplo, a VLI não só tirou os trilhos como também os dormentes do ramal ferroviário”. Para Tramm, durante os 25 anos de concessão, a FCA/VLI não trouxe nenhum benefício para a economia baiana. Pelo contrário, ocorreu uma piora do serviço, com redução contínua da malha ferroviária, do número de localidades atendidas e do tráfego de trens. Na Bahia, ao invés de projetos de modernização e de melhoria no atendimento dos usuários, chama a atenção a imagem de abandono e sucateamento da nossa malha ferroviária, reflexo direto da falta de manutenção por parte da concessionária Paradoxalmente, a VLI alega que não há demanda que justifique investimentos na malha baiana. Por outro lado, empresas que dependem de logística em larga escala como as do Polo Petroquímico e as mineradoras baianas se queixam da falta de uma malha ferroviária que se adeque às suas necessidades. Segundo levantamento feito em 2018, apenas a Colomi Iron, em Sento Sé, possui demanda para 20 milhões de toneladas por ano de minério de ferro para ser transportado. A lista de potenciais usuárias da ferrovia inclui Mineração Caraíba, Atlantic Nickel, Largo Resources, dentre outras. Os grupos interessados em ver a FCA voltar a ser uma opção real de logística para a Bahia já requereram à ANTT que adie a decisão sobre a renovação da outorga para a VLI, promova um novo estudo de demanda da ferrovia e faça uma nova consulta pública sobre este assunto, desta vez na Bahia. Uma alternativa defendida pelos empresários e políticos baianos seria retirar o corredor Minas/Bahia do contrato com a VLI e promover uma nova licitação deste trecho. “O estado da Bahia, com toda sua dimensão espacial e socioeconômica, não pode ficar mais 30 anos sem um modal ferroviário que funcione de verdade”, conclui Tramm.
A VLI, empresa de soluções logísticas que integram portos, ferrovias e terminais, está com processo seletivo de estágio 2021 aberto. São oferecidas mais de 50 vagas distribuídas nos estados de Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. As oportunidades são para estudantes do ensino superior de diversas áreas. Até o dia 16 de dezembro, os interessados e interessadas podem se inscrever no site https://jobs.kenoby.com/estagiovli2021 para conhecer o processo e participar. A seletiva será 100% online e composta por game online, Fit Cultural, dinâmicas, painel/entrevista individual com gestor, entre outras. Para o nível superior, universitárias(os) de quaisquer áreas podem participar de acordo com o interesse em grupos de conhecimento que desejam atuar e se desenvolver. São oito grupos disponíveis (Jurídico e Regulatório, Comercial, Pessoas, Comunicação, Digital, Finanças, Manutenção e Operação, e Processos e Melhoria Contínua) e é necessário ter vínculo de dois anos com a instituição de ensino.
Os municípios de Alagoinhas, Brumado, Cachoeira e São Félix estão sendo beneficiados com parte do pacote de ajuda humanitária da VLI, empresa de soluções logísticas que opera a linha férrea na região. O apoio reúne cestas básicas, kits de higiene e limpeza e insumos para produção local de máscaras de tecido. Em Brumado a ajuda tem outro formato, o Clube da Fraternidade Brumadense recebeu materiais para confeccionar 5 mil máscaras de tecido. A produção já começou e todos os itens serão adquiridos pela VLI para distribuição gratuita nas comunidades. O auxílio estimula a prevenção e fomenta a geração de renda nas localidades.
A VLI, companhia de soluções logísticas que opera terminais, ferrovias e portos, elaborou um pacote de ajuda humanitária da ordem de R$ 6 milhões para auxiliar os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Maranhão, Tocantins e Bahia no enfrentamento da pandemia do coronavírus. Para Ernesto Pousada, presidente da VLI, é fundamental priorizar as demandas mais urgentes e com retorno imediato para assistir os públicos mais impactados pela crise. “O momento pede união e serenidade para que, juntos, empresas, poder público e sociedade possamos vencer esse desafio. Nossa contribuição baseia-se num olhar sobre as necessidades e na certeza de que precisamos cuidar das pessoas”, afirma. O pacote de doações atenderá três públicos: profissionais da rede pública de saúde, caminhoneiros e comunidades dos cinco estados. Serão distribuídos 420 mil itens entre máscaras e luvas para profissionais da saúde. Em outra frente, a VLI vai auxiliar parceiros que, assim como a companhia, integram a rede de serviços essenciais. Os quase três mil caminhoneiros que passam diariamente nos terminais da VLI receberão, ao longo de aproximadamente um mês, 100 mil itens de alimentação, lanche para viagem e higiene pessoal para que possam continuar as suas atividades em segurança. Comunidades dos cincos estados e caminhoneiros também serão contemplados com a doação de 30 mil cestas básicas. Os processos de aquisição dos itens já estão em curso e a companhia priorizará os fornecedores de cada estado como maneira de estimular a economia regional. As entregas serão iniciadas ainda no mês de abril e a distribuição será feita pelos governos dos estados. A VLI também firmou compromisso para manter, durante a crise, os mais de 7.500 empregados. Nas últimas semanas, a companhia adotou uma série de medidas para garantir a saúde e a segurança de empregados e parceiros e para manter suas operações – transporte de alimentos, combustível e outros produtos – consideradas como serviço essencial para o país.
Se encerram neste domingo, 15, as inscrições da seleção de traines da VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, terminais e portos. As inscrições podem ser feitas pelo jobs.kenoby.com/programatraineevli. Além de buscar por jovens dispostos a encarar desafios e o aprendizado contínuo, a VLI ressalta as portas abertas para a diversidade. Universitários ou formados em 10 cursos (confira abaixo) podem participar. Os interessados devem ter conhecimentos intermediários em inglês (uma mudança em relação às edições passadas em que o nível exigido era avançado), disponibilidade para mudanças e ter a formação concluída entre dezembro de 2017 e dezembro de 2019. O programa de trainee é a principal caminho para formar líderes na companhia. No ano passado, 16 trainees assumiram posições de liderança na VLI.
A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, terminais e portos, apresenta seu primeiro edital para selecionar projetos sociais. A convocação é direcionada para iniciativas vinculadas aos Fundos do Idoso (nos âmbitos municipal, estadual e federal). Entidades podem enviar propostas entre agosto e setembro pelo portal Prosas (www.prosas.com.br). O edital pode receber projetos diversos como realização de capacitações e oficinas temáticas, manutenção de centros de convivência, ações de promoção da saúde e bem-estar dos idosos etc. Os interessados devem ter o projeto aprovado junto aos Conselhos ou Fundos, estarem aptos para a captação do recurso e a execução deve ocorrer em uma das 33 cidades listadas. “Iniciamos esse formato de seleção de projetos com a expectativa de estabelecer mais um vínculo com os municípios onde atuamos e contribuir para a promoção do bem-estar social”, pontua Maria Clara Fernandes, gerente de Responsabilidade Social da VLI.
A VLI, controladora da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), lamenta o registro de uma ocorrência, nesta madrugada (04), na linha férrea em Malhada das Pedras. O maquinista foi surpreendido com uma pessoa nos trilhos e acionou os freios de emergência, mas não houve tempo hábil para parar. A Polícia Militar e o Samu 192 foram imediatamente acionados. A empresa ressalta que um trem pode demorar até um quilômetro para parar totalmente após o acionamento dos freios. A ferrovia realiza periodicamente ao longo da sua malha campanhas educativas de segurança que visam alertar as comunidades sobre a importância de um comportamento seguro diante da linha férrea. Nessas ações, as pessoas são sempre orientadas a não andar sobre os trilhos nem caminhar muito próximo à linha, só atravessando em locais seguros e devidamente sinalizados.
Na manhã desta quinta-feira (04), um homem morreu após ser atropelado por um trem da VLi em linha férrea do município de Malhada de Pedras. As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas. O homem sofreu fraturas no braço e na cabeça. A polícia esteve no local para a adoção dos procedimentos necessários. Equipe do Departamento de Polícia Técnica removeu o corpo para o IML de Brumado. A reportagem do Agora Sudoeste tentou manter contato com a VLi, para obter maiores informações sobre o caso, mas até o fechamento da matéria não obteve retorno.
Após muitos anos sem a permissão de passagem de veículos sobre a linha férrea da VLi, próximo ao antigo Shopping Áppio, onde atualmente funciona a UNEB, em Brumado, o trânsito foi liberado no trecho. Na última sexta-feira (25) o prefeito Eduardo Vasconcelos acompanhado de representantes da empresa VLi, políticos e integrantes do governo municipal, fizeram a liberação. A região foi toda sinalizada e proporcionará um escoamento do trânsito sentido ao Bairro São Félix ou sentido São Félix ao centro da cidade. Antes a principal ligação ao bairro era a Avenida Coronel Santos. Deste modo, os motoristas devem ter mais atenção diante da sinalização no referido perímetro.
O Superintendente Municipal de Trânsito e Transportes em Brumado, engenheiro André Cardoso assegurou que nesta sexta-feira (25) a passagem de nível das proximidades do SAC/UNEB será liberada e todo o entorno ja foi sinalizado com marcas viárias e placas de regulamentação para prover maior segurança aos condutores e pedestres. Deste modo, os motoristas devem ter mais atenção diante da sinalização no referido perímetro. A passagem sobre os trilhos aberta irregularmente será obstruída ainda nesta sexta e os técnicos das empresas envolvidas trabalham neste momento para conclusão da obra e posterior liberação da PN oficial nas proximidades do SAC/UNEB. O prefeito da cidade Eduardo Vasconcelos está no local à tarde, por volta das 16h, fazendo a liberação da passagens de veículos. Vale ressaltar que há anos um celeuma foi formada a cerca da liberação do trecho, já que a prefeitura urbanizou a região até com a construção de uma ponte, mas a VLI não permitiu a liberação do trânsito antes que todo o local fosse sinalizado.
Em nota de esclarecimento enviada a redação do Agora Sudoeste, a VLI, controladora da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), confirma o registro de uma ocorrência, na tarde desta terça-feira (30), na linha férrea na altura de Licínio de Almeida. O maquinista acionou os freios de emergência, mas não houve tempo hábil para parar. A ferrovia reforça que devido ao peso, após acionamento dos freios, um trem carregado pode percorrer até um quilômetro antes de parar completamente. A Polícia Militar foi acionada. A companhia se mantém à disposição das autoridades no intuito de colaborar com as investigações.
Na tarde desta terça-feira (30), uma mulher identificada com o prenome Magda se jogou contra um trem que estava atravessando a cidade de Licínio de Almeida. De acordo informações, a vitima sofria com problemas psicológicos. Na ocasião do acidente, o maquinista disse que acionou os freios de emergência e também a buzina ao perceber que havia uma pessoa sobre os trilhos, mas não conseguiu evitar o atropelamento. O Departamento de Polícia Técnica esteve no local e removeu o corpo para o IML. A reportagem do Agora Sudoeste manteve contato com a Empresa VLi A que confirmou o registro de uma ocorrência, durante esta tarde (30), na linha férrea na altura de Licínio de Almeida. O maquinista acionou os freios de emergência, mas não houve tempo hábil para parar. A ferrovia reforça que devido ao peso, após acionamento dos freios, um trem carregado pode percorrer até um quilômetro antes de parar completamente. A Polícia Militar foi acionada. A companhia se mantém à disposição das autoridades no intuito de colaborar com as investigações.
A partir desta terça-feira (18) a VLI, empresa que controla a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul (FNS), mobiliza equipes pelo Brasil para a campanha de segurança da Semana Nacional do Trânsito, entre os dias 18 e 25 de setembro. A programação prevê ações em dezenas de cidades de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Maranhão, Tocantins e Goiás. A companhia promove blitze educativas próximas de vias permanentes, palestras, simulados entre outras iniciativas com o intuito de reforçar os cuidados necessários ao percorrer o entorno das linhas férreas. Você sabia que um trem carregado pode levar até um quilômetro para parar completamente? Essa e outras informações compõem os materiais educativos que serão distribuídos durante a semana. Troque a pressa por atenção. Antes de atravessar um cruzamento, pare, olhe as placas e escute. Ao cruzar a linha, motoristas devem abaixar os vidros e o som do carro, Se escutar a buzina do trem, fique atento e espere ele passar, Não estacione veículos perto da linha, Evite beber ou brincar perto dos trilhos, Motoristas e pedestres não devem atravessar em locais não sinalizados. Travessia segura é pelas passagens de nível (PN). Um trem carregado pode levar até um quilômetro para parar totalmente. Se o trem estiver se aproximando, aguarde sua vez. A VLI realiza ações de cunho preventivo durante todo o ano em municípios por onde passam a FCA. Entre as medidas adotadas estão a ampliação das sinalizações em passagens de nível e a instalação de mecanismos que emitem sinais luminosos quando o trem se aproxima.