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A Prefeitura de Brumado promove no neste sábado, dia 28 de março, o Dia D de vacinação contra a gripe, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e proteger a população contra o vírus da Influenza. A mobilização acontecerá das 8h às 17h em todas as Unidades de Saúde da sede do município, facilitando o acesso da população aos imunizantes.
Além dos pontos tradicionais de vacinação, a campanha também estará presente no evento Março Mulher, realizado na Escola Miriam Meira, em Lagoa Funda, reforçando a estratégia de levar a vacina a diferentes públicos e locais.
Nesta etapa inicial, a imunização é destinada a grupos prioritários, incluindo crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e da educação, profissionais de segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores dos Correios e do transporte coletivo rodoviário.
A ação busca não apenas reduzir casos graves da doença, mas também evitar a sobrecarga no sistema de saúde, especialmente em períodos de maior circulação do vírus. A orientação é que os cidadãos compareçam aos pontos de vacinação munidos de documento pessoal e cartão de vacina.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da adesão da população, destacando que a vacinação é uma das formas mais eficazes de prevenção, protegendo não apenas quem recebe a dose, mas também toda a comunidade.
O município de Barra da Estiva promove neste sábado (28) o Dia D de vacinação contra a gripe, com atendimento nas unidades de saúde das 8h às 16h. A ação integra a campanha nacional de imunização e tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal entre os grupos prioritários.
A mobilização é voltada especialmente para públicos considerados mais vulneráveis às complicações causadas pela influenza, incluindo crianças pequenas, idosos, gestantes, puérperas, profissionais da saúde e pessoas com comorbidades, entre outros segmentos definidos pelas autoridades sanitárias.
Para receber a dose, é necessário apresentar documento de identificação com foto, cartão do SUS e carteira de vacinação. A orientação é que os integrantes dos grupos contemplados procurem a unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização.
A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Barra da Estiva, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Sistema Único de Saúde e o Governo do Estado da Bahia.
A Prefeitura de Brumado promove no próximo sábado, dia 28 de março, o Dia D de vacinação contra a gripe, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e proteger a população contra o vírus da Influenza. A mobilização acontecerá das 8h às 17h em todas as Unidades de Saúde da sede do município, facilitando o acesso da população aos imunizantes.
Além dos pontos tradicionais de vacinação, a campanha também estará presente no evento Março Mulher, realizado na Escola Miriam Meira, em Lagoa Funda, reforçando a estratégia de levar a vacina a diferentes públicos e locais.
Nesta etapa inicial, a imunização é destinada a grupos prioritários, incluindo crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e da educação, profissionais de segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores dos Correios e do transporte coletivo rodoviário.
A ação busca não apenas reduzir casos graves da doença, mas também evitar a sobrecarga no sistema de saúde, especialmente em períodos de maior circulação do vírus. A orientação é que os cidadãos compareçam aos pontos de vacinação munidos de documento pessoal e cartão de vacina.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da adesão da população, destacando que a vacinação é uma das formas mais eficazes de prevenção, protegendo não apenas quem recebe a dose, mas também toda a comunidade.
A Prefeitura de Brumado, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inicia a partir desta segunda-feira (26) a vacinação contra a dengue no município. A medida representa mais um avanço importante nas ações de prevenção e cuidado com a população, reforçando o compromisso da gestão com a saúde pública.
Neste primeiro momento, a campanha é direcionada ao público de 10 a 14 anos, que deverá procurar a unidade de saúde mais próxima para receber a dose da vacina. A orientação é que pais e responsáveis fiquem atentos e garantam a imunização dentro do público-alvo estabelecido pelo Ministério da Saúde.
A Secretaria de Saúde destaca que a vacinação é uma estratégia fundamental no combate à dengue, aliada a outras medidas preventivas, como o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. A iniciativa integra as ações da Prefeitura de Brumado dentro do lema “Nossa gente, nossa riqueza”, priorizando o bem-estar coletivo.
Dia 24 de outubro é o Dia Mundial de Combate à Pólio, uma data que simboliza esperança e compromisso com um futuro livre da paralisia infantil. Criado para mobilizar o mundo na luta contra a poliomielite, o dia marca também o avanço de campanhas de imunização e conscientização sobre a importância da vacinação.
Em Brumado, o Rotary Club reforça seu apoio a essa causa global, unindo forças para erradicar a doença que já afetou milhões de crianças no mundo. O clube acredita no poder transformador da vacina e na importância de manter viva a mobilização social em prol da saúde pública.
Com o lema #JuntosContraAPólio, o Rotary Club de Brumado destaca que a erradicação da pólio é um esforço coletivo. Cada dose aplicada representa uma vitória da ciência, da solidariedade e da esperança em um mundo mais saudável para as futuras gerações.
Neste sábado (10), a Bahia realiza o Dia D de vacinação contra a gripe, uma mobilização nacional para ampliar a cobertura vacinal contra a influenza. Mais de 80% dos municípios baianos aderiram à iniciativa, com postos de saúde abertos. A campanha tem como público-alvo mais de 3,6 milhões de pessoas, incluindo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos com mais de 60 anos. Também fazem parte dos grupos prioritários puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. Para a vacinação é necessário apresentar um documento de identificação oficial, a carteira de vacinação e comprovantes que certifiquem a condição de inclusão no público-alvo.
As escolas públicas de 5.544 municípios de todas as regiões do país terão campanha de vacinação entre os dias 14 e 25 de abril. A ação visa atualizar a caderneta de vacinação dos estudantes, com foco em crianças e jovens de até 15 anos, e integra o Programa Saúde na Escola, dos ministérios da Saúde e da Educação. A mobilização foi lançada nesta quinta-feira (10), na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. De acordo com a pasta, os objetivos são ampliar a cobertura vacinal; reduzir doenças que podem ser evitadas por meio da vacinação (imunopreveníveis), combater a desinformação e informações incorretas que possam levar à recusa das vacinas e conscientizar sobre a importância da imunização. A meta do governo federal é vacinar 90% dos estudantes – crianças e adolescentes menores de 15 anos – destas escolas. As doses serão aplicadas conforme a faixa etária de indicação. Os imunizantes são contra febre amarela; tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); DTp (tríplice bacteriana); meningocócica ACWY; e HPV [Papilomavírus Humano], esta última destinada a adolescentes entre 9 e 14 anos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (ao centro na foto), destacou as vantagens da mobilização nacional no ambiente escolar. "É uma grande ação de mobilização que aproxima as equipes de saúde da família e de atenção primária em saúde do espaço da escola. Também facilita a vida para os pais, porque, muitas vezes, o pai e a mãe estão na hora de trabalho e não conseguem ir à unidade básica de saúde. Então, facilita para que a sua criança seja atendida na própria unidade básica de saúde, tenha orientação de saúde bucal, orientação de saúde mental e também a vacinação na própria escola", disse Padilha.
No Brasil há pelo menos 7 milhões de adolescentes entre 15 a 19 anos que não estão vacinados contra o HPV, apesar de já terem saído da faixa etária adequada para receber o imunizante, que é de 9 a 14 anos. Por isso, o Ministério da Saúde vai realizar ao longo deste ano uma campanha de resgate, para identificar e vacinar esses adolescentes. O HPV é o vírus responsável por quase 100% dos casos de câncer do colo do útero, o terceiro tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras. Ele também pode causar câncer no ânus, pênis, vagina e garganta. A vacina disponível atualmente no Sistema Único de Saúde protege contra os quatro subtipos que mais provocam câncer e também verrugas e feridas nos órgãos genitais. A vacina tem maior eficácia se for aplicada antes do início da vida sexual, porque isso diminui muito as chances de uma infecção prévia, já que a via sexual é a principal forma de transmissão do HPV. Por isso, a faixa etária da vacinação de rotina vai de 9 a 14 anos. A consultora médica da Fundação do Câncer Flavia Correa ressalta que é fundamental resgatar quem não foi vacinado, para que o Brasil avance rumo à meta de eliminar o câncer de colo do útero. Segundo ela, quando o país começou a vacinação contra o HPV, em 2014, houve uma cobertura excelente na primeira dose, chegando a quase 100%. Já na segunda dose, teve uma queda muito grande, porque houve muito terrorismo contra a vacina. “Depois disso, a gente teve a pandemia de covid-19, quando despencou a cobertura de todas as vacinas e agora a gente está num momento de recuperar essas coberturas vacinais. E a vacina protege contra quatro tipos de vírus. Então, mesmo que a pessoa tenha tido contato com um desses tipos, pode não ter tido contato com os outros. Então, ainda existe um benefício", explica a médica.
Nos últimos dois anos, o Brasil alcançou avanços significativos na cobertura vacinal da população. O Ministério da Saúde registrou um aumento expressivo no número de municípios que superaram a meta de 95% de imunização para as vacinas essenciais do calendário infantil. Um exemplo disso é a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A meta para a primeira dose foi alcançada em 3.870 municípios brasileiros em 2024, frente às 2.485 cidades de 2022, o que representa um crescimento de 55,7%. Na Bahia, o número de municípios que atingiram a cobertura vacinal superior à meta para esse imunizante subiu de 165, em 2022, para 311, em 2024. A alta também foi registrada na segunda dose da vacina, que passou de 26 para 201, ultrapassando a meta. O número de municípios que atingiram a meta para a Vacina Oral Poliomielite (VOP) na Bahia também registrou crescimento, subindo de 68 em 2022 para 222 em 2024. Esse avanço acompanha o cenário nacional, que registrou um aumento de quase 93%, passando de 1.466 cidades em 2022 para 2.825 em 2024. Em novembro, o Ministério da Saúde substituiu a VOP, conhecida como gotinha, por uma dose de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) que é injetável, para deixar o esquema vacinal ainda mais seguro. A nova estratégia para uso do imunizante injetável é mais um passo para garantir que o Brasil se mantenha livre da poliomielite. O país está há 34 anos sem a doença, graças à vacinação em massa da população. Todos esses resultados refletem o esforço do Governo Federal para reconstrução do Sistema Único de Saúde (SUS), da confiança nas vacinas e da cultura de vacinação do país. O Brasil vinha enfrentando graves quedas na cobertura vacinal desde 2016. Com o lançamento do Movimento Nacional pela Vacinação, em 2023, o país reverteu essa tendência de queda. Em 2024, 15 das 16 vacinas recomendadas para o público infantil registraram aumento.
A vacinação é reconhecida como uma das estratégias mais eficazes de saúde pública, contribuindo para prevenir doenças graves, proteger comunidades inteiras e fortalecer a saúde coletiva. Nesse cenário, o Ministério da Saúde lança campanha de comunicação com o tema “Vacinação de rotina: vacina é pra toda vida” . O objetivo é continuar alcançando altas coberturas vacinais, garantindo proteção individual e coletiva contra diversas doenças. A campanha será veiculada em TV, rádio, mídia exterior em lugares de grande circulação de pessoas, em portais online, além de redes sociais. A vacinação de rotina é fundamental para a proteção continuar ano após ano e contribui para o avanço da eliminação, controle e prevenção de doenças imunopreveníveis como poliomielite , sarampo e rubéola . O Brasil possui o maior programa de vacinação do mundo, com mais de 300 milhões de doses aplicadas por ano. Ao todo, o Ministério da Saúde fornece mais de 30 vacinas gratuitas à população brasileira por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) . Desde o início da atual gestão, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) tem avançado para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. As vacinas podem ser encontradas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país, garantindo acesso em todas as fases da vida, desde a infância até a terceira idade. “A vacinação é a prioridade máxima do Ministério da Saúde, o que reflete nos nossos números. O aumento da cobertura continua sendo uma realidade. Não se pode falar de desabastecimento de vacina no Brasil”, destacou a ministra Nísia Trindade.
Os alunos da rede estadual de ensino de toda a Bahia estão colocando sua carteira de vacinação em dia com a 2ª Semana de Vacinação nas Escolas. A iniciativa, resultado da integração e articulação entre as políticas e ações das secretarias estaduais da Saúde (SESAB) e da Educação (SEC), visa ampliar a proteção aos alunos e oportunizar a oferta de imunizantes aos que não tiveram condições de se dirigir aos Postos de Saúde. O projeto foi lançado na abertura do ano letivo 2024 para erradicar, eliminar e controlar diversas doenças imunopreveníveis e infectocontagiosas, por conta das baixas coberturas vacinais apresentadas em todo o país e da possibilidade do retorno de doenças antes controladas por meio da imunização. Agora, na 2ª Semana de Vacinação, as unidades escolares montaram um cronograma, iniciado na segunda-feira (12). Serão contempladas todas as faixas etárias da comunidade escolar, conforme Calendário Básico Nacional de Vacinas. Para alcançar o maior número de estudantes, os Núcleos Territoriais de Educação (NTEs) estão sendo orientados a mobilizar os estudantes de todas as unidades escolares presentes nos 417 municípios baianos. Também estão sendo encaminhadas equipes capacitadas às escolas, para que os profissionais dos Núcleos Regionais de Saúde possam avaliar a caderneta e atualizar o esquema vacinal do público-alvo. Estão sendo ofertadas vacinas importantes aos estudantes, fortalecendo a imunização contra doenças, como HPV e Covid. É preciso que as unidades de ensino agendem a visita dos profissionais e comuniquem previamente aos pais ou responsáveis.
O Ministério Público estadual fez um conclame a gestores públicos dos 417 municípios baianos na manhã desta quinta-feira, dia 23, durante assembleia do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems). Por meio da coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Cesau), promotora de Justiça Patrícia Medrado, a Instituição convidou os gestores a aderirem ao ‘Pacto Nacional pela Consciência Vacinal’. O pacto, explicou ela, é um acordo integrado, articulado, resolutivo e eficiente, que visa congregar sociedade civil, órgãos públicos e entidades privadas na busca pelo avanço das taxas de cobertura vacinal no país.
O Governo do Estado lança nesta terça-feira (28), com a presença do Governador Jerônimo Rodrigues e da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, o Programa de Incentivo à Imunização no Estado da Bahia. O lançamento será às 10h, no Centro de Referência da Mulher, em Madre de Deus. A iniciativa visa aumentar a cobertura vacinal, principalmente no grupo de crianças até um ano de idade, com foco no aumento da cobertura das vacinas contra a Poliomielite, Pentavalente, Pneumo 10 e Tríplice Viral. Além de campanhas de incentivo à imunização, o estado disponibilizará recursos humanos e equipamentos para os 43 munícipios com até 100 mil habitantes com as mais baixas coberturas vacinais. Além disso, serão realizadas em todo estado ações de imunização nas escolas e disponibilização de carros para vacinação itinerante.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação termina na próxima sexta-feira (30). A proposta é reforçar as coberturas vacinais contra a pólio e outras doenças que podem ser prevenidas, além de evitar a reintrodução de vírus que já foram eliminados do país. A campanha chegou a ser prorrogada pelo Ministério da Saúde por conta da baixa adesão. As doses estão disponíveis em mais de 40 mil pontos de vacinação. A meta da pasta é imunizar contra a pólio 95% do público-alvo, formado por 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos. Crianças de 1 a 4 anos devem receber uma dose da Vacina Oral Poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido as três doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP) previstas no esquema básico. Até o último sábado (24), 6 milhões de doses contra a pólio haviam sido aplicadas durante a campanha.
Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou que vai prorrogar a campanha de vacinação contra a poliomielite até o dia 30 de setembro. A medida, segundo a pasta, visa aumentar a cobertura vacinal e a adesão da população à vacinação. Até a última terça-feira (6), o ministério computava que, durante a campanha, apenas 35% das crianças na faixa etária entre 1 e 5 anos de idade haviam sido imunizadas contra a poliomielite. A meta da campanha é alcançar uma cobertura igual ou maior que 95% neste público. A baixa cobertura vacinal observada no Brasil contra a doença nos últimos anos tem preocupado especialistas, que alertam que esse cenário pode provocar a reintrodução do vírus no país. “Aqui no país, nós temos um risco de reintrodução [do vírus] com esse cenário de baixa cobertura vacinal”, falou Caroline Gava, assessora técnica do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Programa Nacional de Imunizações. “As últimas campanhas exclusivas [para a pólio] foram em 2018 e em 2020, onde já não alcançamos boas metas de cobertura vacinal. E hoje ela está muito aquém do que a gente desejaria”, acrescentou ela. Caroline palestrou hoje (8) em uma mesa que discutiu a situação da poliomielite no Brasil durante a XXIV Jornada Nacional de Imunizações (SBIm 2022), evento que acontece até sábado (10) no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista. A poliomielite, que causa paralisia infantil e pode ser fatal, chegou a ser uma das doenças mais temidas no mundo. Mas, com a vacinação, o Brasil deixou de apresentar casos da doença desde 1989, tendo recebido, em 1994, um certificado de eliminação da doença. No entanto, com a baixa cobertura vacinal e problemas relacionados à vigilância epidemiológica e condições sociais, o Brasil voltou a figurar como um país de grande potencial para a volta da doença.
Em mais uma tentativa de incentivar a imunização de crianças e adolescentes, o Ministério da Saúde prorrogou, até o dia 30 deste mês, a Campanha Nacional de Vacinação que tem como foco a paralisia infantil. Em ofício enviado nesta segunda-feira (5) pela pasta a secretários estaduais e municipais da Saúde, o Ministério diz que a medida foi motivada pela baixa adesão da população à campanha. Apenas 34% do público-alvo de 1 a 4 anos tomou a vacina contra a poliomielite. “O Programa Nacional de Imunizações permanece alertando sobre a importância e o benefício da vacinação do público-alvo das campanhas para a manutenção da eliminação da poliomielite, uma vez que a doença permanece como uma prioridade política, nacional e internacional, e a erradicação só será possível mediante esforços globais, e pela necessidade de proteger as crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis e respectivamente melhorar as coberturas vacinais”, destaca o documento. O Brasil é considerado país livre da poliomielite desde 1994, mas, com a baixa adesão vacinal, médicos alertam para os riscos de volta da doença, especialmente após o registro de novos casos no exterior, em países como os Estados Unidos e Israel. O Brasil continua com a meta de imunizar 95% de um total de 14,3 milhões de crianças.
No próximo Sábado, 30 de abril, o ministério da Assis vai promover o dia D da vacinação contra gripe e sarampo. A vacina contra a gripe vai imunizar idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde e crianças de 6 meses a menores de 5 anos. Já a vacina contrato sarampo é destinada aos trabalhadores da saúde e crianças de 6 meses a menores de 5 anos. O ministério da Saúde orienta a população a procurar um posto de vacinação e levar a caderneta.
Perto de completar dois anos, a pandemia de covid-19 ainda apresenta cenário preocupante, com rápida transmissão da variante Ômicron, e seu controle depende prioritariamente da vacinação. A avaliação é de pesquisadores do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que divulgaram hoje (9) um balanço de dois anos da emergência sanitária, que fez 5,71 milhões de vítimas no mundo e mais de 630 mil no Brasil. Desde que os primeiros casos de covid-19 foram confirmados na China, ainda em 2019, o novo coronavírus já infectou 388 milhões de pessoas no mundo e 26 milhões no Brasil. O país concentra 6,7% do total de casos do mundo e 11% do total de vítimas, apesar de os brasileiros serem menos de 3% da população mundial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em 30 de janeiro de 2020 que a covid-19 representava uma Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional, e passou a caracterizar a disseminação da doença como uma pandemia, presente em todos os continentes, em 11 de março. Na época, a doença já tinha chegado a 114 países e causado 4,2 mil mortes. No Brasil, o Ministério da Saúde reconheceu a covid-19 como Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em 3 de fevereiro.
Começou na últim sexta-feira (1º) a Campanha Nacional de Multivacinação, que disponibilizará, em 45 mil postos em todas as 27 unidades federativas e seus respectivos municípios, 18 tipos de vacinas que protegem crianças e adolescentes de doenças como poliomielite, sarampo, catapora e caxumba.
A campanha foi lançada oficialmente na quinta-feira (30) pelo Ministério da Saúde e vai durar até o dia 29 de outubro. O público-alvo é formado de crianças e adolescentes até 15 anos. Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) oferte imunizantes contra todas essas enfermidades, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, alertou para a queda da cobertura vacinal nos últimos anos. “Percebemos que desde 2015 a cobertura vacinal no Brasil vem diminuindo - reflexo do próprio processo pandêmico nos últimos dois anos. Precisamos melhorar esta cobertura. Ampliar a cobertura vacinal e proteger a população é uma prioridade do governo federal. Manter a vacinação em dia é também um dever dos pais e responsáveis. Leve seu filho, sua criança e adolescente”, pediu o secretário.
Com a vacinação de mais de 96 milhões de brasileiros contra a covid-19 com, pelo menos, a primeira dose do imunizante, o número de casos e de óbitos pela doença caíram cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde. Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período. O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo (25), o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde. O Brasil ultrapassou a marca de 60% da população vacinada com, pelo menos, uma dose de vacina contra a covid-19. Nessa situação já são mais de 96,3 milhões de brasileiros, dos 160 milhões com mais de 18 anos. Apesar da boa marca de primeira dose, segundo dados do vacinômetro do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ciclo de imunização completo, ou seja, que tomaram duas doses da vacina ou a dose única é de 37,9 milhões de pessoas. Para que as vacinas sejam de fato eficazes, as autoridades de saúde alertam que é necessário que as pessoas tomem as duas doses. "A medida reforça o sistema imunológico e reduz as chances de infecção grave, gravíssima e, principalmente, óbitos em decorrência da covid-19", destaca o Ministério.
Brumado atingiu nesta terça-feira (23) a marca de 5 mil vacinados contra a Covid-19. O município recebeu 6.637 doses e vem vacinando idosos acima de 70 anos. Nesta quarta (24) será vacinados idosos com 71 anos acima. Os pontos de vacinação na Capital do Minério são as escolas, CMEAS, Zilda Neves e Idalina Azevedo. Brumado tem 67.335 habitantes.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, adiantou nesta quarta-feira (5) a preparação está sendo feita para a estratégia nacional de imunização de brasileiros quando a vacina contra a covid-19 estiver disponível no país. O assunto foi discutido na Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o enfrentamento à pandemia. Segundo Correia, está sendo feito o mesmo cálculo usado para a vacina contra influenza, cerca de 100 milhões de doses no país. O secretário disse que, tendo em vista as taxas de letalidade desse grupo, idosos e pessoas com comorbidades, como cardiopatia e obesidade, estarão entre os primeiros a receber a vacina. Também estarão no grupo prioritário os profissionais de saúde. As primeiras 30,4 milhões de doses vão chegar em dois lotes: metade, 15,2 milhões, em dezembro e a mesma quantidade em janeiro. “Com o avanço da ciência, acreditamos que, em dezembro, talvez, já passemos o ano novo de 2021 com pelo menos 15,2 milhões brasileiros vacinados para covid-19 e possamos juntos construir essa nova história da saúde pública do nosso país”, disse Arnaldo Correia. Além desses dois lotes, mais 70 milhões de unidades da vacina serão disponibilizadas gradativamente, a partir de março de 2021. O medicamento está sendo desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca, em conjunto com a Universidade de Oxford, e já se encontra em fase de testes clínicos em vários países, incluindo o Brasil. Um acordo entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a biofarmacêutica prevê que, antes do término dos ensaios clínicos, o que representaria 15% do quantitativo necessário para a população brasileira, ao custo de US$ 127 milhões. A negociação garante total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos, tenha condições de produzir a vacina de forma independente.
A Campanha Nacional de Vacinação contra sarampo, com foco na população de 5 a 19 anos, termina no dia 13 de março. Dados preliminares apontam que, desde o início da ação, em janeiro, até o dia 2 de março, foram vacinadas 128.383 pessoas nessa faixa etária. Nesta terceira etapa, a meta é vacinar 3 milhões de pessoas. Para viabilizar a campanha, além das demandas de rotina, o Ministério da Saúde enviou neste ano 3,9 milhões de doses da vacina, 9% a mais que o solicitado pelos estados. Mesmo com o novo coronavírus (Covid-19) em evidência no Brasil e no mundo, o Ministério da Saúde também está atento e tem alertado a população quanto à importância da vacinação contra o sarampo, disponível nos 42 mil postos de saúde do País durante todo o ano. A doença é grave e de alta transmissibilidade. Como exemplo, uma única pessoa infectada pode transmitir para até outras 18 pessoas que não estejam imunes. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Neste caso, não é necessário o contato direto porque o vírus pode se disseminar pelo ar a metros de distância da pessoa infectada. As crianças são mais suscetíveis às complicações da doença. Nesta semana, o país registrou o terceiro óbito por sarampo, sendo todos de crianças. Por isso, desde agosto de 2019, o Ministério da Saúde passou a adotar, como medida preventiva, a chamada ‘dose zero’. Assim, todas as crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo. Basta que os responsáveis procurem os postos de saúde durante todo o ano. Esta dose não é considerada válida para fins do Calendário Nacional de Vacinação, devendo ser agendada, a partir dos 12 meses (1ª dose), a vacina tríplice viral; e aos 15 meses (2ª dose) a vacina tetra viral ou tríplice viral mais varicela, respeitando o intervalo de 30 dias entre as doses. Outras duas etapas de mobilização nacional devem ocorrer, além da prevista para este mês de março. As próximas etapas vão ocorrer com foco nos públicos de 20 a 29 anos de idade e de 20 a 59 anos.
A 1ª etapa da Campanha de Vacinação contra o Sarampo de 2020 começa no próximo dia 10. Nesta etapa, o público-alvo é composto por crianças e jovens de 5 a 19 anos, não vacinados ou com esquema incompleto. A vacina utilizada previne contra o sarampo, rubéola e caxumba (tríplice viral). As estratégias de intensificação das ações de rotina são de extrema importância para ampliar a proteção da população e possibilitar a interrupção da circulação do vírus do sarampo no país. A campanha ocorrerá em todos os 417 municípios do estado, de 10 de fevereiro a 13 de março. O dia D de mobilização nacional está marcado para 15 de fevereiro. O sarampo é uma doença grave, que pode levar a complicações e óbito. A população-alvo deve procurar uma unidade de saúde, levando a caderneta/cartão de vacina, para que seja avaliada sobre a necessidade de tomar a vacina tríplice viral e/ou atualizar outras vacinas. Em 2020, na Bahia, já foram notificados 12 casos de sarampo. No ano de 2019 foram 757 notificações. Ao todo, desde o início do surto, em junho de 2019, até janeiro de 2020, foram confirmados 64 casos da doença.
A segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa começou na Bahia na última sexta-feira (1º) e segue até o dia 30 de novembro. O estado possui um rebanho de 10 milhões de cabeças de gado e há 22 anos a Bahia é considerada zona livre de Febre Aftosa. De acordo com o diretor-geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Maurício Bacelar, a expectativa é de que sejam vacinados 3,5 milhões de animais no estado. Em 2019, a novidade na campanha de vacinação fica por conta da redução da dose da vacina que passou de 5 para 2 mililitros e vem sendo aplicada desde a primeira etapa no mês maio. O coordenador do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa na Bahia, Antônio Maia, explica o motivo da mudança. “Esta foi uma demanda do setor produtivo para reduzir as ocorrências de reações vacinais nos animais. São reações que causavam desvalorização da carcaça, perda de carne, de cortes que afetavam inclusive a exportação da nossa carne. Além disso, uma substância chamada saponina foi retirada da vacina”. Antônio Maia ainda lembra que os produtores devem adotar os cuidados de higiene necessários no momento da aplicação da vacina. A vacinação alcança animais de 0 a 24 meses e segundo a Adab, os bezerros mais jovens são os que melhor reagem a vacinação e não apresentam reações significativas. O produtor que não vacinar o seu rebanho fica sujeito ao pagamento de multa no valor de R$ 53 por animal. Informações detalhadas sobre a vacinação contra a febre aftosa estão disponíveis no site da Adab.