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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra temporariamente sua pena em regime domiciliar pelo período de 90 dias. A medida foi adotada em razão do estado de saúde do ex-chefe do Executivo, que enfrenta complicações respiratórias.
A decisão atende a um posicionamento da Procuradoria-Geral da República, que considerou adequado o cumprimento da pena em casa durante o período de recuperação. Após o prazo estabelecido, o Supremo deverá reavaliar a situação para decidir sobre a continuidade ou não do benefício.
Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e estava custodiado em uma unidade prisional em Brasília. No entanto, após apresentar um quadro de broncopneumonia, precisou ser hospitalizado, chegando a permanecer em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento intensivo.
Diante da evolução clínica e da necessidade de cuidados contínuos, a autorização para a prisão domiciliar foi considerada uma medida necessária para garantir o acompanhamento adequado de sua saúde, sem prejuízo do cumprimento da pena.
O prefeito de Barra da Estiva, Wilson do Café, anunciou nesta terça-feira (27), ao lado do deputado estadual Marquinho Viana, a assinatura de um convênio com o Governo do Estado que representa um avanço significativo para a saúde do município. O anúncio foi feito no Hospital Susy Zanfretta e marca um passo decisivo para o fortalecimento da rede municipal de atendimento.
Além do convênio estadual, o prefeito destacou que o município ampliará o repasse de recursos próprios, com um aumento de 70% no valor destinado à saúde. “É um avanço importante para a saúde do nosso município. Estamos reforçando o compromisso da nossa gestão com um atendimento cada vez mais digno e eficiente para a população”, afirmou Wilson do Café.
Durante o anúncio, o prefeito também revelou que a expectativa é de que até o final do próximo mês, já no início de março, o município receba a autorização necessária para iniciar a reforma do hospital, possibilitando a implantação de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo ele, trata-se de um sonho antigo da população que começa a se tornar realidade.
Wilson do Café ainda agradeceu à equipe de saúde, aos servidores municipais e aos vereadores que acompanham as ações da gestão. “Seguimos firmes, com responsabilidade, parceria e muito trabalho para cuidar de quem mais precisa”, ressaltou o prefeito.
O deputado estadual Marquinho Viana esteve em Salvador nesta terça-feira (13) ao lado do prefeito de Barra da Estiva para tratar de demandas prioritárias da área da saúde do município. A agenda incluiu reunião com o subsecretário de Saúde do Estado, Paulo, com foco na continuidade e ampliação dos serviços ofertados à população.
Durante o encontro, foram discutidas a renovação dos contratos das cirurgias eletivas, consideradas fundamentais para reduzir a fila de espera e garantir atendimento regular aos pacientes, além do alinhamento de processos junto à Vigilância Sanitária e outras etapas necessárias para a liberação dos serviços de UTI e hemodiálise no município.
A comitiva também agradeceu o apoio do governador Jerônimo Rodrigues e da secretária estadual de Saúde, Roberta Santana, ressaltando a parceria institucional e o diálogo permanente com o Governo da Bahia para o fortalecimento da saúde pública em Barra da Estiva.
O cantor Márcio Victor, líder da banda Psirico, permanece internado em Salvador após sentir um mal-estar que exigiu atendimento médico imediato. Ele deu entrada no Hospital Aliança na terça-feira (25), onde passou por uma bateria de exames que indicaram a necessidade de um procedimento cardíaco.
Na manhã desta quarta-feira (26), o artista foi submetido a um cateterismo, procedimento realizado sem complicações, conforme informações divulgadas pela equipe médica. Márcio Victor segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cardiológica, onde está sendo monitorado de forma contínua.
De acordo com o boletim atualizado, o cantor apresenta evolução favorável, encontra-se lúcido, orientado e responde bem ao tratamento. O hospital também informou que os primeiros sinais do quadro incluíram dores intensas no peito e dormência no braço, o que motivou a busca urgente por atendimento especializado.
Em razão do ocorrido, todos os compromissos profissionais que estavam previstos para os próximos dias em São Paulo foram cancelados. A equipe do artista destacou que o foco, neste momento, é garantir sua completa recuperação.
A Assembleia Legislativa da Bahia informou, por meio de nota oficial, que a deputada Ivana Bastos, presidente da Casa, foi internada nesta segunda-feira (3) após ser diagnosticada com colite, um processo inflamatório intenso no intestino. Segundo o comunicado, a parlamentar apresentou quadro de desidratação e precisou ser encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para receber tratamento com antibióticos intravenosos.
Ainda de acordo com a nota, Ivana Bastos encontra-se consciente, com o estado de saúde estável e sob observação constante da equipe médica. A deputada está recebendo todos os cuidados necessários e apresenta sinais de melhora.Por orientação médica, Ivana Bastos permanecerá temporariamente afastada de suas atividades parlamentares até sua plena recuperação.
A família de Cardênia Núbia, que está internada há 20 dias na UTI do Hospital Municipal Professor Magalhães Neto, em Brumado, faz um apelo por ajuda para que a paciente seja regulada para Salvador, onde precisa realizar um procedimento médico de urgência.
Segundo relatos dos familiares, Cardênia enfrenta complicações nos rins e, mesmo após 15 dias de espera, a transferência ainda não foi autorizada pelo sistema de regulação estadual.
Diante da gravidade do quadro, os parentes pedem que as autoridades de saúde competentes acompanhem o caso com urgência, visando garantir o acesso ao tratamento adequado e a preservação da vida da paciente.
O número de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) cresceu 52% no Brasil na última década, passando de 47.846 em 2014 para 73.160 em 2024. A alta mais expressiva se deu em 2021 e 2022, durante a pandemia de covid-19. Os dados fazem parte do estudo A Medicina Intensiva no Brasil: perfil dos profissionais e dos serviços de saúde, divulgado nesta terça-feira (19) pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). Em nota, a entidade avalia que, apesar do aumento considerado significativo, a distribuição permanece “gravemente desigual”, tanto pelo aspecto territorial, quanto pelo social. “Uma análise crítica sobre as informações do estudo demonstra a necessidade de adoção de políticas públicas que promovam uma distribuição mais justa da infraestrutura hospitalar e de profissionais intensivistas pelo país”. De acordo com a Amib, a disparidade começa pela comparação entre a oferta de leitos para a rede pública e para rede privada de saúde. Em 2024, do total de leitos de UTI existentes no Brasil, 51,7% ou 37.820 são operados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os demais 48,3% ou 35.340 estão no sistema suplementar. “Apesar da proximidade dos números de leitos de cuidados intensivos disponíveis entre as redes pública e privada, a diferença entre a população atendida pelos dois universos evidencia o problema”, completou a associação. Os números mostram que no SUS, sistema do qual dependem 152 milhões de pessoas, há 24,87 leitos por 100 mil habitantes. Já na rede privada, que tem 51 milhões de beneficiários de planos de saúde, a disponibilidade de leitos de UTI é de 69,28 por 100 mil beneficiários. Outra disparidade é verificada entre as regiões brasileiras. Enquanto o Norte apresenta 27,52 leitos de UTI por 100 mil habitantes, o Sudeste registra 42,58 leitos. Em todo o país, a densidade de leitos por 100 mil habitantes é de 36,06. Entretanto, 19 dos 27 estados da federação estão abaixo desse patamar – os extremos vão de 20,95, no Piauí, a 76,68, no Distrito Federal.
A jovem brumadense Hemille Graziele Lima Dias, 13 anos, foi transferida na noite desta terça-feira (25) para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) avançada, no Hospital São Vicente, na cidade de Vitória da Conquista. Ela estava há seis dias internada no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto, em Brumado, mas houve a necessidade de ser acompanhada por um neurocirurgião para tratar de um tumor no cérebro. Familiares e amigos estão realizando campanha para conseguir recursos para o tratamento da jovem.
O Ministério da Saúde informou que, pela primeira vez desde o início da pandemia do novo coronavírus, 20 estados brasileiros estão com taxa de ocupação em leitos de covid-19 abaixo de 50%. O dado envolve tanto leitos clínicos como Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O índice de ocupação, segundo o órgão, é considerado normal e é resultado do avanço da vacinação no país. “Na prática, isso significa que a rede hospitalar desses estados está menos sobrecarregada e registrando menos casos graves ou gravíssimos de covid-19, ou seja, situações que demandam internação e intervenção médico-hospitalar”, diz o ministério em nota. Os seguintes estados estão com taxa de ocupação de leitos abaixo de 50%: Acre, Pará, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Santa Catarina. Os estados de Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul estão em zona de alerta, com taxas entre 51% e 69%. O Rio de Janeiro está na faixa de emergência, com taxa de 70% a 80%. Segue em zona grave o estado de Roraima, com ocupação entre 80% e 94%.
Por meio de portaria publicada nesta terça-feira (17), o Ministério da Saúde informou que a Bahia vai receber R$ 57,5 milhões para o custeio de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) referente ao mês de julho, par atender leitos de UTI adultos e pediátricos. Os municípios baianos beneficiados são: Barra; Barreiras; Bom Jesus da Lapa; Brumado; Caetité; Camacari; Campo Formoso; Eunápolis; Feira de Santana; Guanambi; Ilhéus; Irecê; Itaberaba; Itabuna; Jacobina; Jequié; Juazeiro; Lauro de Freitas; Paulo Afonso; Porto Seguro; Remanso; Salvador e Santo Antônio de Jesus. Em todo o país a pasta liberou R$ 1,2 bilhão para o custeio de UTIs.
Em boletim divulgado na segunda-feira (19) a prefeitura de Vitória da Conquista aponta ocupação das UTIs Covid-19 com 97,1%. "Neste momento, 115 pacientes estão internados em parte dos 148 leitos disponíveis (78 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus. Além de moradores de Vitória da Conquista, também estão internados residentes dos seguintes municípios: Aracatu; Barra do Choça; Barreiras; Belo Campo; Bom Jesus da Lapa; Brumado; Caatiba; Caculé; Caetanos; Caetité; Carinhanha; Condeúba; Firmino Alves; Guajeru; Guanambi; Ibicuí; Igaporã; Itambé; Jussiape; Lagoa Real; Livramento de Nossa Senhora; Malhada de Pedras; Mirante; Mortugaba; Paramirim; Parantiga; Poções; Porto Seguro; Rio do Antônio; Tanhaçu; Taperoá; Comercinho-MG; Diamantino-MT e Valparaíso-SP".
O município de Brumado recebeu do governo da Bahia 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para uso exclusivo de pacientes em tratamento da Covid-19. Os leitos estão instalados no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto e serão inaugurados na tarde desta quinta-feira (01).
Na tarde desta quarta-feira (24) Brumado recebeu equipamentos para a instalação de 10 leitos para tratamento de Covid-19. A Unidade de Terapia Intensiva será instalada em um anexo no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto (HMPMN) e deverá entrar em operação nos próximos dias.
O Ministério da Saúde atualizou o número de leitos de UTI habilitados. Agora, o Brasil já conta com 8.940 leitos de UTI para tratar exclusivamente de pacientes graves ou gravíssimos do novo coronavírus. Do total, 236 deles são de UTI pediátrica. Ao todo, a pasta fez um aporte na ordem de R$ 1,283 bilhão, pago em parcela única, para estados e municípios custearem esses leitos pelos próximos 90 dias ou enquanto houver necessidade em decorrência da pandemia. Na quinta-feira (25), foram habilitados mais 340 leitos de UTI, ao custo de R$ 48,9 milhões, em municípios da Bahia (264), Piauí (30) e Santa Catarina (46). Os recursos são repassados no ato da publicação das portarias que autorizam as habilitações dos leitos no Diário Oficial da União. Cada leito recebe o dobro do valor normal do custeio diário para leitos de UTI, passando de R$ 800 para R$ 1.600. São leitos exclusivos para pacientes graves ou gravíssimos com coronavírus. Os gestores dos estados e municípios contemplados recebem o valor antes mesmo da ocupação do leito. A medida fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS) e leva atendimento para todos os estados brasileiros, incluindo capitais, municípios maiores e, especialmente, pessoas menos protegidas no interior do país. Apesar de estados e municípios terem autonomia e liberdade para criarem e habilitarem os leitos necessários, o Ministério da Saúde, em decorrência do atual cenário de emergência em saúde pública, tem apoiado irrestritamente as secretarias estaduais e municipais e investido diariamente em ações, serviços, infraestrutura e estratégias para auxiliar estados e municípios no enfrentamento da doença. Além das habilitações de leitos, a pasta também tem enviado recursos, comprado e distribuído insumos, medicamentos, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde, ventiladores pulmonares e testes de diagnóstico. O pedido de habilitação para o custeio dos leitos Covid-19 é feito pelas secretarias estaduais ou municipais de saúde, que garantem a estrutura necessária para o funcionamento dos leitos. O Ministério da Saúde, por sua vez, realiza o repasse de recursos destinados à manutenção dos serviços por 90 dias ou enquanto houver necessidade de apoio federal devido à pandemia.
O Ministério da Saúde habilitou 202 novos leitos de UTI para atendimento a pessoas com o novo coronavírus. O reforço, anunciado nessa quinta-feira (21), segue para os estados da Bahia, de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A pasta investiu R$ 29 milhões para que custear os novos leitos nos próximos 90 dias. Os valores são pagos em parcela única aos estados e municípios. O gestor recebe o recurso para manutenção, mesmo que o leito não seja utilizado. As secretarias estaduais ou municipais de saúde, devem fazer o pedido de habilitação para o custeio dos leitos Covid-19. O Ministério da Saúde, por sua vez, garante o repasse de recursos destinados à manutenção dos serviços. No início de abril, o ministério publicou a Portaria nº 568, que dobrou o valor do custeio diário dos leitos UTI Adulto e Pediátrico de R$ 800 para R$ 1,6 mil, exclusivamente para o atendimento dos pacientes com coronavírus. Com isso, esses leitos habilitados temporariamente já começam a receber o valor diferenciado do incentivo. Desde quando o governo começou com os processos de habilitação, já foram habilitados 6.344 leitos de UTI em todo o Brasil, sendo 231 de UTI pediátrica. Para a habilitação dos leitos de UTI, a pasta já investiu R$ 911,4 milhões.
O Ministério da Saúde habilitou mais 632 leitos de UTI em quatro estados do País: Amazonas, Alagoas, Pernambuco e Santa Catarina. Ao todo, desde o mês de abril, já são 2.644 leitos de UTI habilitados em 91 municípios de 21 estados e Distrito Federal. Os leitos são destinados a atender exclusivamente pacientes graves ou críticos de coronavírus. Das novas habilitações, 184 leitos são para o estado do Amazonas, 27 para Alagoas, 246 para Pernambuco e 175 para Santa Catarina. São 599 leitos de UTI adulto, e 33, pediátricos. Cada um destes leitos vai receber do Ministério da Saúde R$ 1,6 mil por dia, para custeio de manutenção e de profissionais de saúde. Para financiar os leitos, o Ministério da Saúde está investindo R$ 382,7 milhões. As Unidades da Federação contempladas até o momento são: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Outras habilitações para todo o Brasil já estão em análise pela pasta. O pedido de habilitação para o custeio dos leitos para Covid-19 é feito pelas secretarias estaduais ou municipais de saúde, que garantem a estrutura necessária para o funcionamento dos leitos. O Ministério da Saúde, por sua vez, garante o repasse de recursos destinados à manutenção dos serviços.
O Ministério da Saúde abriu processo licitatório para aumentar mais mil leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais referenciados pela pasta para o eventual atendimento de pacientes com coronavírus em todo país. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (30), em entrevista coletiva pelo secretário executivo da pasta, João Gabbardo. Até o momento, existem nove casos considerados suspeitos da doença no Brasil. De acordo com informações da Agência Brasil, apesar de o número de casos ter se mantido igual em relação ao divulgado na quarta-feira (29), há quatro novos casos considerados suspeitos e quatro foram descartados. “O Ministério da Saúde não está restrito a essa ação que estamos tomando neste momento [com relação à confirmação da doença]. Estamos nos preparando para a questão da assistência”, disse Gabbardo. Segundo o secretário, “é bem provável" que seja necessário aumentar a oferta de leitos de cuidados intensivos. "Ontem, o ministério começou a abrir uma licitação para colocar mais mil leitos de UTI nos hospitais que são referência para [o atendimento de pacientes] com o coronavírus”. As secretarias estaduais de Saúde informaram ontem ao ministério os hospitais de referência para atendimento dos casos graves do novo coronavírus. Esses locais foram escolhidos como medida preventiva pelos gestores locais por terem ampla capacidade de atendimento e profissionais especializados para situações de risco à saúde pública. A medida faz parte da rotina de atualização dos protocolos e medidas de prevenção previstos no Plano de Contingência Nacional do Ministério da Saúde. Ainda não há definição exata da distribuição dos leitos. Segundo o secretário, essa indicação será feita de acordo com os critérios dos planos de contingência dos estados e das cidades, à medida que evoluir a doença no país. Uma reunião será realizada entre o Ministério da Saúde e secretarias estaduais de Saúde na próxima quinta-feira (5) para discutir o assunto.
A UTI Adulto registra mais de 01 mil atendimentos em um 1 ano e 10 meses de funcionamento, com índices de resultados positivos melhores que a média em UTI’s públicas, tais como taxa de ocupação , menor mortalidade esperada e taxa de permanência , equiparando-se a UTI’s dos grandes centros. A implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Brumado foi um dos grandes desafios vencidos pela Administração Municipal, que, num enfrentamento arrojado, estabeleceu um planejamento que materializou o grande anseio da população que muito cobrou a unidade. Por meio de parcerias, a UTI entrou realmente em operação em meados de dezembro de 2017, deixando o clima desafiador no ar, mas a confiança na continuidade da resolutividade do setor foi o esteio de uma projeção muito positiva. Passados cerca de 1 ano de 10 meses, a UTI de Brumado , como citado acima , confirmou as expectativas e já ultrapassou a marca de 1 mil atendimentos, perfazendo uma média mensal de 45 internações sendo em pouco tempo referência no estado da Bahia em resolutividade e qualidade em terapia intensiva . Então, as metas estão sendo cumpridas e a constante ampliação da área de saúde continua no topo das prioridades da gestão municipal, que, por meio de muito trabalho, consolidou o conceito de referência regional do setor de saúde pública.