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O ex-deputado federal José Carlos Aleluia anunciou que não disputará o governo da Bahia nas eleições deste ano e declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. A decisão marca uma mudança no cenário político estadual e consolida uma aliança entre os dois nomes.
Ao comentar a escolha, Aleluia afirmou que optou por retirar a candidatura diante da avaliação do cenário eleitoral e da estratégia para fortalecer a oposição. “Estou apoiando Neto porque dificilmente eu ganharia no primeiro turno. Mas ele vai ganhar no primeiro turno. Queremos derrotar o PT no primeiro turno”, declarou.
O anúncio oficial do apoio está previsto para esta terça-feira (7), durante evento que será realizado no hotel Mercure Salvador Rio Vermelho, a partir das 14h30. A expectativa é de que lideranças políticas e apoiadores participem do encontro.
O União Brasil oficializou, na noite desta segunda-feira (30), o nome de ACM Neto como pré-candidato ao governo da Bahia, em um evento político realizado em Feira de Santana. A iniciativa marca o início da articulação da legenda para a disputa eleitoral no estado.
Durante o encontro, também foi apresentada a composição inicial da chapa, que terá como pré-candidato a vice o prefeito de Jequié, Zé Cocá. Pela legislação eleitoral, o gestor deverá se afastar do cargo dentro do prazo previsto para disputar o pleito, com a sucessão sendo assumida pelo vice-prefeito do município.
Além disso, foram anunciados os nomes que devem concorrer ao Senado na mesma aliança política, incluindo um candidato à reeleição e outro representante de um grupo que volta a se alinhar ao projeto liderado por ACM Neto.
O evento reuniu lideranças políticas, prefeitos e parlamentares, consolidando o movimento de fortalecimento da base de oposição no estado.
O cenário político da Bahia ganhou novos contornos nesta quinta-feira (26) após o anúncio de que o prefeito de Jequié, Zé Cocá, foi escolhido para compor como pré-candidato a vice-governador na chapa encabeçada por ACM Neto. A definição reforça a estratégia da oposição em ampliar sua base no interior do estado.
O convite foi formalizado durante encontro realizado em Jequié, município considerado estratégico no cenário político regional. A escolha de Cocá foi construída de forma consensual dentro do grupo, levando em consideração sua trajetória política, experiência administrativa e forte atuação no interior baiano.
Ao comentar a decisão, ACM Neto destacou o perfil agregador do aliado e a importância de fortalecer a representação das diversas regiões da Bahia dentro do projeto político. A proposta, segundo ele, é ampliar o diálogo com os municípios e intensificar a presença no interior durante a pré-campanha.
Por sua vez, Zé Cocá afirmou que aceitou o convite por acreditar na construção de um novo projeto político para o estado. O gestor ressaltou que a decisão não foi motivada por ambição pessoal, mas pela confiança em uma proposta que visa mudanças estruturais e desenvolvimento para a Bahia.
Para disputar o cargo de vice-governador, Cocá deverá deixar o comando da Prefeitura de Jequié dentro do prazo legal, permitindo que o atual vice-prefeito Flavinho Santana assuma a gestão municipal.
Com uma trajetória consolidada na política, incluindo passagens pela administração municipal e pelo Legislativo estadual, Zé Cocá surge como um dos principais nomes da oposição na corrida eleitoral, fortalecendo a composição da chapa para o próximo pleito.
Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo instituto Real Time Big Data mostra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), à frente nas intenções de voto para o Governo da Bahia. De acordo com os dados, ele aparece com 44% das preferências do eleitorado, enquanto o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 39%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 11 de março, com a participação de 2.000 eleitores em diferentes municípios do estado. O estudo possui nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08855/2026 e analisou um cenário estimulado, no qual os entrevistados recebem uma lista com possíveis candidatos ao governo estadual.
Além dos dois principais nomes na disputa, o ex-deputado José Carlos Aleluia (Novo) aparece com 2% das intenções de voto. O mesmo percentual é registrado por Ronaldo Mansur (PSOL). Entre os entrevistados, 8% declararam voto branco ou nulo.
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão ligado ao Banco Central responsável por monitorar movimentações financeiras suspeitas, apontou que uma empresa vinculada ao ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, recebeu cerca de R$ 3,6 milhões em repasses realizados por instituições financeiras.
De acordo com os dados analisados, os pagamentos foram feitos pelo Banco Master e pela gestora de recursos Reag entre dezembro de 2022 e maio de 2024. Os valores foram direcionados à empresa A&M Consultoria Ltda., constituída no final de dezembro de 2022 e que tem como sócios ACM Neto e sua esposa.
Segundo informações registradas na Receita Federal, a empresa tem como atividade principal a prestação de serviços de consultoria em gestão empresarial, além de atuação secundária em apoio à área educacional. O capital social da empresa é de R$ 2 mil.
Conforme o relatório do Coaf, entre junho de 2023 e maio de 2024, a empresa recebeu cerca de R$ 2,9 milhões em repasses, sendo R$ 1,5 milhão provenientes da Reag, distribuídos em 11 transferências, e R$ 1,3 milhão enviados pelo Banco Master em nove operações. Antes desse período, ainda em 2023, foram registrados pagamentos adicionais que elevaram o total recebido para aproximadamente R$ 3,6 milhões.
O documento também aponta que, no mesmo intervalo analisado, ACM Neto recebeu da própria empresa cerca de R$ 4,2 milhões em repasses, distribuídos em 14 transferências.
No relatório, o Coaf destaca que a empresa apresentou movimentação financeira considerada elevada em relação à capacidade econômica inicialmente declarada.
Procurado para comentar o assunto, ACM Neto confirmou o recebimento dos valores e afirmou que os pagamentos estão relacionados a serviços de consultoria realizados após o período em que deixou a prefeitura de Salvador.
Em nota enviada à imprensa, o ex-prefeito afirmou que os contratos foram firmados de forma regular. Segundo ele, “isto sempre ocorreu com contratos formais, com o devido recolhimento de impostos e trabalhos de consultoria efetivamente executados, notadamente relacionados à análise da agenda político-econômica nacional, e materializados em diversas reuniões com o corpo técnico e jurídico dos contratantes”.
ACM Neto também declarou que, no período em que os serviços foram prestados, não havia qualquer apontamento negativo envolvendo as empresas contratantes. “No período do contrato, não existia nada que desabonasse as empresas citadas, sendo ambas atuantes em segmento empresarial rigidamente regulado”, afirmou.
Ainda segundo o ex-prefeito, os serviços prestados não têm relação com eventuais investigações que estejam em andamento. “Os serviços por mim prestados não envolveram qualquer tipo de irregularidade e não têm correlação com os temas que se noticia estarem sob investigação”, declarou.
Ele acrescentou que os pagamentos recebidos são compatíveis com os serviços prestados e que também atuou em consultorias para outros clientes durante o mesmo período. “Os honorários recebidos, os rendimentos declarados e os dividendos distribuídos são inteiramente compatíveis e congruentes, uma vez que, no mesmo período, foram prestados serviços de consultoria também a outros clientes. Vale frisar que tão logo cessou a prestação dos serviços, os contratos e pagamentos foram finalizados”, concluiu.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou na noite desta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e anunciou filiação ao Partido Social Democrático (PSD). A mudança partidária foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, sinalizando um novo alinhamento político com vistas ao cenário eleitoral de 2026.
Na gravação, Caiado aparece ao lado dos governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, ambos filiados ao PSD. Os três são apontados como nomes em potencial para a disputa presidencial e reforçaram a ideia de construção coletiva dentro da legenda. Segundo eles, a definição de uma eventual candidatura será feita internamente, com apoio mútuo entre os integrantes do grupo.
Durante o anúncio, Caiado destacou que o movimento não é motivado por interesses individuais, mas por um projeto político mais amplo. Ele afirmou que o grupo pretende apresentar ao país uma alternativa construída de forma conjunta, priorizando a união e o compromisso com o futuro do Brasil.
Os governadores também ressaltaram a necessidade de um novo direcionamento para o país, com foco em desenvolvimento, modernização e políticas públicas que atendam às demandas sociais. A chegada de Caiado ao PSD fortalece o partido no cenário nacional e amplia as articulações para as eleições presidenciais de 2026.
O deputado estadual Alan Eduardo Sanches dos Santos (União Brasil) morreu na madrugada deste sábado (17), aos 58 anos, em Salvador. De acordo com as informações iniciais, o parlamentar sofreu uma parada cardíaca em sua residência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas ele não resistiu.
Com uma trajetória consolidada na política baiana, Alan Sanches foi eleito deputado estadual por quatro mandatos consecutivos e chegou a ocupar a liderança da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Ao longo da carreira parlamentar, recebeu o Troféu Destaque Parlamentar, reconhecimento por sua atuação no Legislativo estadual.
Antes de ingressar na Alba, Alan Sanches construiu carreira na política municipal, tendo sido vereador de Salvador e presidente da Câmara Municipal da capital baiana. Além da vida pública, o parlamentar também tinha formação na área da saúde: era médico, graduado pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), com especialização em Ortopedia.
Alan Sanches deixa um legado político e familiar. Ele era pai do vereador de Salvador, Duda Sanches. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre velório e sepultamento.
Em nota, o partido União Brasil lamentou a morte do deputado e destacou que sua trajetória pública foi marcada pela dedicação, seriedade e compromisso com o desenvolvimento da Bahia.
O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Nelson Leal (PP), anunciou nesta sexta-feira (7) o rompimento político com o grupo do governador Jerônimo Rodrigues (PT). O parlamentar declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, e confirmou que será o coordenador da campanha do líder oposicionista na Bahia. As informações são do Bahia Notícias.
Durante o anúncio, Leal afirmou que decidiu abrir mão da reeleição para se dedicar integralmente à nova função.
“Neto me convidou para coordenar a campanha, e acho que esse é o melhor caminho para a Bahia. Neto fez uma administração primorosa em Salvador e vai promover a mesma transformação que o nosso estado está precisando”, declarou o deputado.
Leal também explicou que sua decisão foi resultado de uma reflexão sobre o futuro político do estado.
“Estou abrindo mão da minha candidatura, seria a oitava vez que eu disputaria uma eleição. Sou decano, mas preferi deixar de lado o projeto pessoal para coordenar a campanha de Neto. Acredito que essa é a forma mais concreta de ajudar a Bahia a mudar de verdade.”
ACM Neto agradeceu o apoio e destacou a importância política de Leal.
“Nelson Leal é um político com vasta experiência, respeitado em toda a Bahia pela sua liderança. Sei de sua enorme capacidade de trabalhar pelo desenvolvimento do nosso Estado. Sua participação será fundamental nessa caminhada”, afirmou o ex-prefeito.
A escolha de Nelson Leal é considerada estratégica dentro da oposição. Com ampla experiência parlamentar e articulação no interior, ele será peça-chave na aproximação de lideranças, prefeitos e deputados em torno do projeto político liderado por ACM Neto.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou, na tarde desta sexta-feira (26), a saída do comando da pasta. O anúncio foi feito no Palácio do Planalto, após uma conversa entre ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No dia 18 de setembro, o União Brasil, partido de Sabino, anunciou o desembarque da base de apoio de Lula e deu um prazo de 24 horas para que seus filiados deixassem os cargos ou funções comissionadas no governo federal.
“Tive uma conversa hoje com o presidente da República, em virtude da decisão que o partido ao qual eu sou filiado tomou, de deixar o governo, e vim hoje aqui cumprir o meu papel”, disse à imprensa. “Entreguei ao presidente a minha carta e o meu pedido de saída do Ministério do Turismo, cumprindo a decisão do meu partido”, completou.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, aparece como principal nome na corrida pelo governo da Bahia, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) pelo Instituto Paraná Pesquisas. O levantamento mostra o político na liderança tanto em cenários espontâneos quanto estimulados, com vantagem significativa sobre os concorrentes. Liderança em cenários espontâneo e estimulado - Em um cenário sem estímulo, em que os eleitores foram questionados espontaneamente sobre suas preferências, ACM Neto registrou 17,5% das intenções de voto. Jerônimo Rodrigues (PT) aparece em segundo lugar, com 9,1%, seguido por Rui Costa (PT), com 1,5%, e outros nomes com menos de 1%. No entanto, 64,7% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar. Já em cenários estimulados, nos quais os nomes dos candidatos foram apresentados, a vantagem de ACM Neto aumenta expressivamente. Em um primeiro modelo, ele atinge 52% das intenções de voto, contra 27,4% de Jerônimo e 8,1% de João Roma. Em um segundo cenário estimulado, a liderança se mantém, com 56,4% para ACM Neto e 30% para Jerônimo. Disputa contra Rui Costa - A pesquisa também testou um possível embate entre ACM Neto e o ex-governador Rui Costa (PT). Nesse cenário, o candidato do União Brasil segue na frente, com 51,5% dos votos, enquanto o petista tem 27,4%. João Roma aparece com 7,7%, e Kléber Rosa com 1,4%. Metodologia - O estudo foi realizado entre os dias 17 e 20 de março de 2025, ouvindo 1.640 eleitores em todo o estado. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%.
Após quase 50 dias de iniciado o ano legislativo de 2025, os líderes partidários conseguiram chegar a um acordo para definição dos partidos que presidirão as 30 comissões permanentes da Câmara dos Deputados. A instalação e eleição dos presidentes dos colegiados ocorrem nesta quarta-feira (19). A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara, ficou com o União Brasil. Com isso, o MDB deve assumir a Comissão Mista do Orçamento (CMO), colegiado que reúne deputados e senadores responsáveis por aprovar a peça orçamentária enviada pelo Executivo. Havia um acordo entre MDB e União Brasil para dividir as duas comissões. O maior partido da Câmara, o Partido Liberal (PL), do ex-presidente Jair Bolsonaro, ficou com cinco colegiados. Isso porque a distribuição de comissões deve respeitar a proporcionalidade do tamanho de cada bancada no plenário da Câmara. O PL deve presidir, portanto, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, a Comissão de Saúde, de Segurança Pública, de Turismo e de Agricultura. O filho do ex-presidente Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), não vai mais presidir a Comissão de Relações Exteriores, como pretendia. Isso porque ele decidiu se licenciar do cargo e ir morar nos Estados Unidos (EUA). O PT acusava Eduardo de tentar usar o cargo de presidente da comissão para afrontar o Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto do julgamento contra o pai dele por tentativa de golpe de Estado. Já o Partido dos Trabalhadores (PT), que tem a segunda maior bancada da Câmara, deve assumir as presidências das comissões de Cultura; Direitos Humanos e de Finanças e Tributação.
O prefeito de Buerarema, Gel da Farmácia do União Brasil, esteve com o governador Jerônimo Rodrigues, na manhã desta sexta-feira (7), para discutir investimentos no município. A reunião realizada no gabinete do governador, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, foi articulada pelo secretário de Relações Institucionais do Estado, Adolpho Loyola, e teve a participação de secretários estaduais de outras pastas, secretários municipais, do deputado Eduardo Sales, de vereadores e do presidente da Câmara de Buerarema, Geraldão. Desde a abertura do encontro, governador e prefeito fizeram questão de afirmar a todos que se tratava de uma reunião para discutir gestão, sem nenhum acordo político envolvido e apenas visando o bem estar de Buerarema. O prefeito ressaltou o papel de representante do povo da cidade e o respeito ao governador, independente de cor partidária. A partir daí, a reunião transcorreu com essa dinâmica. Sem falar de política secretários municipais e estaduais, das mesmas pastas, se revezaram na apresentação de demandas e investimentos. Quando o encontro caminhava para o fim, o governador abriu o microfone para uma saudação de encerramento do prefeito e do presidente da Câmara, Geraldão. Como o nome já diz, Geraldo é grande, tem uma voz forte, pegou o microfone e avisou ao governador. “Aqui não se discute política, mas se tudo isso que foi apresentado for feito na cidade, conte com esse amigo aqui para 2026. Vou pegar na sua mão e eu sou guerreiro”, avisou Geraldão, vereador do União Brasil, pela terceira vez eleito presidente da Câmara de Buerarema.
Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (27) pelo instituto Quaest aponta um cenário acirrado para a disputa pelo governo da Bahia em 2026. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), lidera com 42% das intenções de voto, seguido de perto pelo atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), que soma 38%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados na disputa. Outros nomes também foram mencionados na pesquisa. O ex-deputado federal João Roma (PL) aparece com 3% das intenções de voto, enquanto Kleber Rosa (PSOL) registra 1%. De acordo com a margem de erro, ambos também estão tecnicamente empatados.
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito na disputa pela Presidência em 2026, caso decida concorrer à reeleição. De acordo com o levantamento, Lula venceria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros possíveis candidatos da direita em cenários simulados para o segundo turno. No principal cenário, Lula derrotaria Jair Bolsonaro por 51% a 35%. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 52% das intenções de voto, enquanto Tarcísio ficaria com 26%. Em uma disputa com o ex-coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), Lula venceria por 52% a 27%. Já em um confronto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o atual presidente teria 54% contra 20%. Apesar da vantagem nas simulações, o levantamento mostrou que a população está dividida sobre a possível candidatura de Lula em 2026. Segundo os dados, 52% acreditam que ele não deveria se candidatar à reeleição, enquanto 45% apoiam a sua candidatura. Em comparação com a pesquisa de outubro, houve uma queda na rejeição: anteriormente, 58% eram contrários à reeleição de Lula, contra 40% que a apoiavam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, antes da cirurgia de emergência à qual Lula foi submetido devido a uma hemorragia intracraniana. O problema de saúde foi decorrente de um acidente doméstico ocorrido em outubro deste ano.
No último sábado (20), o partido União Brasil oficializou a candidatura de Sheila Lemos à Prefeitura de Vitória da Conquista, localizada no sudoeste da Bahia. O evento de anúncio aconteceu no Olimpo Palace, no bairro Felícia, e contou com a presença de importantes lideranças políticas. Sheila Lemos, que é candidata pela primeira vez ao cargo de prefeita, escolheu como vice em sua chapa o médico Dr. Aloísio Alan, do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 2020, Sheila foi eleita vice-prefeita ao lado de Herzem Gusmão (MDB), mas assumiu a gestão municipal em 2021 após a morte de Gusmão devido a complicações da Covid-19. A coligação intitulada "Conquista Segue Avançando" é composta pelos partidos União Brasil, Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Liberal (PL), Progressistas, Republicanos, Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Cidadania e Partido Renovação Democrática (PRD). Além da candidatura de Sheila, a coligação lançou mais de 160 candidatos a vereador. A convenção partidária reuniu importantes figuras políticas, incluindo o vice-presidente nacional do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, o deputado federal e presidente estadual do União Brasil, Paulo Azi, e Irma Lemos, presidente do partido em Vitória da Conquista e mãe de Sheila Lemos. Também marcaram presença candidatos à Câmara Municipal e apoiadores.
A Executiva Nacional do União Brasil aprovou, por unanimidade, a expulsão do deputado federal Chiquinho Brazão (RJ) do partido. A decisão foi anunciada na noite de domingo (24), após ser preso, suspeito de mandar matar a vereadora Marielle Franco. De acordo com a nota divulgada pela legenda, Brazão teve a filiação partidária cancelada. “A decisão da Executiva Nacional aponta que Brazão incide em ao menos três condutas ilícitas previstas no artigo 95 do Estatuto: atividade política contrária ao Estado Democrático de Direito, ao Regime Democrático e aos interesses partidários; falta de exação no cumprimento dos deveres atinentes às funções públicas e partidárias e violência política contra a mulher”, explicou o partido, em nota. A representação contra Chiquinho Brazão foi apresentada pelo deputado federal Alexandre Leite (União-SP) e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB). Ainda no domingo, o presidente da legenda, Antonio de Rueda, havia pedido a abertura de processo disciplinar contra o parlamentar suspeito de mandar matar Marielle. “O União Brasil repudia de maneira enfática quaisquer crimes, em especial os que atentam contra o Estado Democrático de Direito e os que envolvem a violência contra a mulher. A direção do partido manifesta profunda solidariedade às famílias de Marielle e Anderson”, finaliza a nota da legenda.
Em convenções realizadas nesta quarta-feira (06), em Brasília, o DEM e o PSL aprovaram a fusão da entre as duas legendas: o novo partido se chamará União Brasil e o número será o 44. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda precisa aprovar a nova sigla. A expectativa, segundo o presidente nacional do DEM, ACM Neto, é de que a fusão leve á formação da maior legenda do país.