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O mês de agosto é o auge do turismo religioso no estado, com a celebração a Irmã Dulce e também a maior romaria do município de Bom Jesus da Lapa, que, somente neste mês, deve receber mais de 600 mil visitantes, e um total de mais de dois milhões de romeiros durante todo o ano. A Setur-BA estima em cinco milhões o número de pessoas que viajam por todo o estado em busca de experiências de fé, injetando na economia baiana mais de R$ 6 bilhões. Este domingo (13), foi mais um dia de festa para o turismo religioso da Bahia, com as celebrações a santa Dulce dos Pobres. Depois de 13 dias de programação, a freira baiana, canonizada em 2019, recebeu as homenagens e demonstrações de fé de baianos e turistas. Show do padre Antônio Maria, missa campal celebrada pelo arcebispo de Salvador, dom Sérgio da Rocha, procissão até a basílica do Senhor do Bonfim e apresentação do forrozeiro Waldonys encerraram o ciclo das comemorações, realizadas com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo (Setur-BA).
De acordo com o titular da pasta, Maurício Bacelar, as comemorações de santa Dulce dos Pobres soma-se ao rico patrimônio católico da Bahia, que tem grande visibilidade e potencial para atrair visitantes. “Ela está em lugar de destaque, ao lado do Senhor do Bonfim, de Nossa Senhora da Conceição da Praia, do Senhor Bom Jesus da Lapa, de Nossa Senhora das Candeias e de tantas outras demonstrações de religiosidade, que incrementam o fluxo turístico do estado”, disse. O complexo das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), no Largo de Roma, em Salvador, criado pela própria Irmã Dulce, é um dos destaques do turismo religioso no estado. É formado por hospital filantrópico, santuário, memorial (que guarda relíquias e conta a trajetória da freira), loja de suvenires e cafeteria. Somente no primeiro semestre de 2023, a Osid foi visitada por quase 300 mil pessoas.
Na última quinta-feira (18), a Comissão de Educação do Senado aprovou um projeto, de autoria do senador baiano Ângelo Coronel (PSD), que cria um feriado para celebrar Santa Dulce dos Pobres. O projeto prevê que o novo feriado nacional seria no dia 13 de março, dia da morte de Irmã Dulce, que faleceu em 1992, em Salvador. De acordo com informações do G1, o projeto segue para análise na Câmara de Deputados. A vida da santa baiana têm vários fatos marcantes com relação com o número 13, incluindo a data em que é celebrada a Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, em 13 de agosto. O relator do projeto no Senado foi o senador Flávio Arns (Podemos-PR). Em setembro de 2019, o governo da Bahia já havia decretado 13 de outubro como Dia de Irmã Dulce no estado, porém a data não é um feriado.
Neste dia 13 de outubro prestamos homenagem à Irmã Dulce, que ficou conhecida por seu amor e sua caridade. Conhecida como "Anjo Bom da Bahia", Irmã Dulce, com seus atos de fé e bondade, ajudou diversas pessoas necessitadas e interveio em diversas situações. Não é à toa que Irmã Dulce é lembrada e celebrada com muito carinho em todo o país. Que seus atos de acolhimento sirvam de inspiração a todos.
Neste domingo (20), em homenagem a baiana Irmã Dulce, transformada em Santa Dulce dos Pobres, em cerimônia realizada no Vaticano pelo papa Francisco, quase 50 mil pessoas lotaram a Arena Fonte Nova, em Salvador, para a primeira celebração no Brasil pela sua canonização. De acordo com informações do Bahia Notícias, a celebração seguiu a seguinte programação: os portões do estádio foram abertos 12h para a entrada dos fieis. Às 12h20, as atividades começaram com animadores e bandas religiosas. Às 15h, houve o início do espetáculo “Império de Amor”, com participações de artistas como Margareth Menezes, Tuca, Saulo e o padre Antônio Maria. A cerimônia reuniu autoridades como o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o governador Rui Costa (PT), secretários, deputados e vereadores.