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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi oficializado como pré-candidato do PSD à Presidência da República na tarde de segunda-feira (30), durante entrevista coletiva na sede do partido em São Paulo.
A decisão foi anunciada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que agradeceu a participação dos governadores do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do Paraná, Ratinho Junior, no processo de escolha do nome que representará o partido nas eleições de outubro.
Kassab classificou a decisão como “muito difícil” e ao mesmo tempo um “privilégio”. “Porque é um privilégio para o partido definir uma escolha tendo três excelentes candidatos, três governadores muito bem avaliados em seus Estados”, afirmou.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou na noite desta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e anunciou filiação ao Partido Social Democrático (PSD). A mudança partidária foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, sinalizando um novo alinhamento político com vistas ao cenário eleitoral de 2026.
Na gravação, Caiado aparece ao lado dos governadores Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, ambos filiados ao PSD. Os três são apontados como nomes em potencial para a disputa presidencial e reforçaram a ideia de construção coletiva dentro da legenda. Segundo eles, a definição de uma eventual candidatura será feita internamente, com apoio mútuo entre os integrantes do grupo.
Durante o anúncio, Caiado destacou que o movimento não é motivado por interesses individuais, mas por um projeto político mais amplo. Ele afirmou que o grupo pretende apresentar ao país uma alternativa construída de forma conjunta, priorizando a união e o compromisso com o futuro do Brasil.
Os governadores também ressaltaram a necessidade de um novo direcionamento para o país, com foco em desenvolvimento, modernização e políticas públicas que atendam às demandas sociais. A chegada de Caiado ao PSD fortalece o partido no cenário nacional e amplia as articulações para as eleições presidenciais de 2026.
A pesquisa Quaest divulgada nesta semana apontou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de intenção de voto para as eleições presidenciais de 2026, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário testado, Lula aparece com 32% das intenções de voto, podendo variar entre 30% e 34%. Jair Bolsonaro (PL) soma 24%, com oscilação de 22% a 26%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 11% e pode alcançar entre 9% e 13%. Ratinho Júnior (PSD), atual governador do Paraná, surge com 8%, oscilando de 6% a 10%, e aparece tecnicamente empatado com Ciro Gomes dentro da margem de erro.
Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, registra 5%, podendo variar de 3% a 7%, em empate técnico com Ratinho Júnior. Já Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, tem 4% e oscila entre 2% e 6%, também empatado com Zema e, no limite, com Ratinho Júnior. Entre os entrevistados, 5% se declararam indecisos, enquanto 11% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na dianteira em todos os cenários de 1º e 2º turno da disputa pela Presidência da República em 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (21). O levantamento mostra que Lula abriu vantagem sobre todos os nomes testados, inclusive o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem aparecia em empate técnico na pesquisa anterior, divulgada em julho. Encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto, antes do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ao todo, foram ouvidas 12.150 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Foram traçados cinco cenários de 1º turno e nove de 2º turno, incluindo como possíveis candidatos Lula, Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro (PL), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSD), Eduardo Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e, pela primeira vez, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nos cenários testados, Lula supera todos os adversários: contra Flávio Bolsonaro, aparece com 48%, frente a 32% do senador, uma diferença de 16 pontos percentuais. Em relação aos demais nomes, as vantagens são: Tarcísio (8 pontos), Ratinho Júnior (10), Jair Bolsonaro (12), Michelle Bolsonaro (13), Romeu Zema (14), Eduardo Bolsonaro (15), Eduardo Leite (16) e Ronaldo Caiado (16). Na pesquisa de julho, Lula ainda registrava empates técnicos em cenários de 2º turno com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Júnior, Michelle e Eduardo Leite. O novo levantamento indica um avanço consistente do presidente frente aos possíveis adversários para 2026.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), confirmou nesta semana que formará uma chapa com o cantor Gusttavo Lima (sem partido) para disputar as eleições presidenciais de 2026. A aliança surpreendeu o meio político e promete movimentar o cenário eleitoral nos próximos anos. Caiado afirmou que iniciará sua pré-campanha nos próximos meses, com uma série de viagens pelo país para dialogar com a população e apresentar seu projeto político. Apesar do anúncio da parceria, ainda não foi definido quem ocupará a candidatura à presidência e quem será o vice. Segundo o governador, essa decisão será tomada apenas em 2026, após avaliação conjunta.
Os governadores do Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal avaliam acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto do Ministério da Justiça que regulamenta o uso da força policial. O decreto, que estabelece o uso de armas de fogo como último recurso, tem gerado críticas por parte de governadores oposicionistas ao governo Lula, que veem na norma uma interferência na autonomia das forças de segurança estaduais. Cláudio Castro (PL), governador do Rio de Janeiro, classificou a medida como “absurda” e afirmou que buscará sua suspensão no STF. Para Castro, o decreto compromete a eficácia das operações policiais no estado. Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, argumentou que a regulamentação beneficia a criminalidade e chamou a norma de uma "chantagem explícita". Ele criticou o fato de que os repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública estão condicionados ao cumprimento das novas regras, o que, segundo ele, seria uma imposição inaceitável. Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal, também repudiou a medida, afirmando que ela representa um desrespeito à autonomia dos estados. Ele sinalizou apoio às ações que buscam barrar a implementação do decreto.
Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o favorito na disputa pela Presidência em 2026, caso decida concorrer à reeleição. De acordo com o levantamento, Lula venceria o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros possíveis candidatos da direita em cenários simulados para o segundo turno. No principal cenário, Lula derrotaria Jair Bolsonaro por 51% a 35%. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista teria 52% das intenções de voto, enquanto Tarcísio ficaria com 26%. Em uma disputa com o ex-coach e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), Lula venceria por 52% a 27%. Já em um confronto com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o atual presidente teria 54% contra 20%. Apesar da vantagem nas simulações, o levantamento mostrou que a população está dividida sobre a possível candidatura de Lula em 2026. Segundo os dados, 52% acreditam que ele não deveria se candidatar à reeleição, enquanto 45% apoiam a sua candidatura. Em comparação com a pesquisa de outubro, houve uma queda na rejeição: anteriormente, 58% eram contrários à reeleição de Lula, contra 40% que a apoiavam. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, antes da cirurgia de emergência à qual Lula foi submetido devido a uma hemorragia intracraniana. O problema de saúde foi decorrente de um acidente doméstico ocorrido em outubro deste ano.
Nesta segunda-feira, 24 de julho, a deputada Ivana Bastos (PSD-BA), presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), foi agraciada com a Medalha Ordem do Mérito Anhanguera, a mais alta honraria do estado de Goiás. A cerimônia contou com a presença do governador do Estado, Ronaldo Caiado (UNIÃO), que concedeu a honraria em reconhecimento ao trabalho relevante da parlamentar em prol do fortalecimento do diálogo entre os legislativos estaduais. O evento ocorreu dentro da programação de solenidades alusivas à transferência da capital para a cidade de Goiás, em comemoração aos 296 anos da cidade, que foi a primeira capital do estado. A Medalha Ordem do Mérito Anhanguera, criada em 1952, é uma condecoração de extrema importância concedida a personalidades que se destacaram por seus relevantes serviços prestados ao Estado de Goiás. Durante a cerimônia, o governador Ronaldo Caiado enfatizou a importância de enaltecer as pessoas que contribuem para o crescimento do estado. “Temos orgulho do mandato que temos feito, um governo de transparência, de efetividade e hoje esta comenda significa muito para nós, pois é o momento de prestigiar e reconhecer aqueles que fazem parte da nossa história, aqueles que contribuíram para o desenvolvimento social do Estado de Goiás”, afirmou Ronaldo Caiado. Acompanhada do deputado Diogo Moraes (PSB-PE) e do deputado Coronel Adailton (SOLIDARIEDADE-GO), quem a indicou para receber a medalha como forma de reconhecimento à contribuição dada ao desenvolvimento do Estado de Goiás frente à Unale por três gestões, a presidente reiterou seu compromisso em continuar trabalhando para a promoção de políticas que beneficiem a sociedade. "Receber a Medalha Ordem do Mérito Anhanguera é uma grande honra e um estímulo para seguir em frente, dedicando meus esforços em prol do fortalecimento dos laços entre os legisladores estaduais e o aprimoramento de políticas em âmbito estadual", afirmou a parlamentar.