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Uma ocorrência envolvendo a proteção de um recém-nascido mobilizou policiais militares do 17º Batalhão da Polícia Militar (17º BPM) na noite de terça-feira (22), em Pindaí, no sudoeste da Bahia. A equipe foi acionada pelo pai da criança e se deslocou até a Rua Alziria Moraes, no Centro do município.
Segundo o relato apresentado aos policiais, a mãe do bebê, de 30 anos, estaria em estado de embriaguez alcoólica enquanto segurava o filho, de apenas 29 dias. Ainda conforme o solicitante, ela se recusava a entregar a criança ao pai e também não aceitava retornar para a residência, circunstância que provocou preocupação em relação à integridade do recém-nascido.
Diante da situação, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso. O órgão informou aos policiais que a família já era acompanhada pelos conselheiros, reforçando a necessidade de atenção à situação envolvendo a criança.
Após a intervenção e as orientações realizadas pela equipe policial, a mãe concordou voluntariamente em entregar o recém-nascido ao pai. A criança foi então entregue ao genitor, e a ocorrência foi encaminhada conforme os procedimentos de proteção cabíveis.
Um recém-nascido foi encontrado dentro de uma cesta de lixo no banheiro de uma feira localizada no centro de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na quinta-feira (3). A ocorrência mobilizou policiais militares e equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como abandono de incapaz.
De acordo com as informações iniciais repassadas pela Polícia Militar, a mulher que seria mãe da criança estava em uma barraca da feira quando entrou em trabalho de parto. Ela teria seguido até o banheiro do local, onde deu à luz.
Após o nascimento, conforme o relato preliminar, a mulher teria colocado o bebê em uma cesta de lixo e deixado o local. A situação foi descoberta posteriormente, quando o recém-nascido foi localizado.
Policiais militares que atenderam à ocorrência prestaram os primeiros cuidados à criança e acionaram uma equipe do Samu. O bebê foi levado para uma maternidade de Camaçari, onde passou a receber atendimento médico. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do recém-nascido.
A ocorrência foi registrada na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Camaçari. Segundo a Polícia Civil, diligências estão sendo realizadas para esclarecer as circunstâncias do caso e identificar a mulher apontada como responsável pela criança.
Ação rápida e técnica de policiais militares do 8º BPM garantiu a vida de um recém-nascido na Base Comunitária de Segurança do Complexo Baianão, em Porto Seguro, na última sexta-feira (29).
Um pai chegou à Base Comunitária pedindo socorro: seu filho, um bebê de apenas 19 dias, havia engasgado e não conseguia respirar.
Sem hesitar, os policiais assumiram imediatamente a ocorrência. Com agilidade e domínio técnico, iniciaram os procedimentos de desengasgo adaptados a recém-nascidos. A manobra foi bem-sucedida: o bebê voltou a respirar e a chorar.
Estabilizada a criança, os militares orientaram o casal a buscar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação médica completa.
Um corpo de recém-nascido foi encontrado na manhã deste domingo (31), em um terreno localizado na Rua Jaime Andrade, no Bairro Primavera, em Ituaçu. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.
De acordo com informações do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a guarnição foi acionada após relatos de moradores sobre um forte odor vindo da área e a presença de aves sobrevoando o local. Ao verificarem a situação, testemunhas identificaram a presença do corpo da criança.
Os policiais militares realizaram o isolamento da área para preservar o local até a chegada da equipe de perícia técnica. Após os procedimentos periciais, o corpo foi removido para os encaminhamentos legais.
As circunstâncias do caso serão investigadas pelas autoridades competentes, que deverão apurar as condições e a dinâmica da ocorrência.
A partir deste ano, todos os recém-nascidos devem ser submetidos ao exame de toxoplasmose congênita no Sistema Único de Saúde (SUS). O exame vai ser realizado a partir da amostra de sangue coletada do neném para a realização do teste do Pezinho. O objetivo da ação do Ministério da Saúde é detectar precocemente se houve transmissão da doença da mãe para a criança. O exame de toxoplasmose congênita deverá ser implementado no SUS no prazo de até 180 dias, a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU). Atualmente, a toxoplasmose congênita só é detectada por exames quando a criança já apresenta sintomas ou sequelas da doença, como problemas na visão e na audição, e dificuldades mentais e motoras. A doença está entre as principais causas de mortalidade no período neonatal e também pode ser identificada nos bebês durante o pré-natal da gestante, evitando danos futuros ao seu desenvolvimento. A doença trata-se de uma infecção causada por um protozoário e é normalmente encontrado nas fezes de gatos e outros felinos. Esse protozoário pode se hospedar em humanos e em outros animais. A doença é causa pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Aproximadamente 85% dos recém-nascidos infectados pela toxoplasmose congênita não apresentam sinais clínicos evidentes ao nascer. No entanto, o bebê com a doença pode apresentar algumas alterações, entre elas restrição do crescimento intrauterino, prematuridade, anormalidades visuais e neurológicas.