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Ação rápida e técnica de policiais militares do 8º BPM garantiu a vida de um recém-nascido na Base Comunitária de Segurança do Complexo Baianão, em Porto Seguro, na última sexta-feira (29).
Um pai chegou à Base Comunitária pedindo socorro: seu filho, um bebê de apenas 19 dias, havia engasgado e não conseguia respirar.
Sem hesitar, os policiais assumiram imediatamente a ocorrência. Com agilidade e domínio técnico, iniciaram os procedimentos de desengasgo adaptados a recém-nascidos. A manobra foi bem-sucedida: o bebê voltou a respirar e a chorar.
Estabilizada a criança, os militares orientaram o casal a buscar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação médica completa.
Um corpo de recém-nascido foi encontrado na manhã deste domingo (31), em um terreno localizado na Rua Jaime Andrade, no Bairro Primavera, em Ituaçu. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.
De acordo com informações do 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a guarnição foi acionada após relatos de moradores sobre um forte odor vindo da área e a presença de aves sobrevoando o local. Ao verificarem a situação, testemunhas identificaram a presença do corpo da criança.
Os policiais militares realizaram o isolamento da área para preservar o local até a chegada da equipe de perícia técnica. Após os procedimentos periciais, o corpo foi removido para os encaminhamentos legais.
As circunstâncias do caso serão investigadas pelas autoridades competentes, que deverão apurar as condições e a dinâmica da ocorrência.
A partir deste ano, todos os recém-nascidos devem ser submetidos ao exame de toxoplasmose congênita no Sistema Único de Saúde (SUS). O exame vai ser realizado a partir da amostra de sangue coletada do neném para a realização do teste do Pezinho. O objetivo da ação do Ministério da Saúde é detectar precocemente se houve transmissão da doença da mãe para a criança. O exame de toxoplasmose congênita deverá ser implementado no SUS no prazo de até 180 dias, a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU). Atualmente, a toxoplasmose congênita só é detectada por exames quando a criança já apresenta sintomas ou sequelas da doença, como problemas na visão e na audição, e dificuldades mentais e motoras. A doença está entre as principais causas de mortalidade no período neonatal e também pode ser identificada nos bebês durante o pré-natal da gestante, evitando danos futuros ao seu desenvolvimento. A doença trata-se de uma infecção causada por um protozoário e é normalmente encontrado nas fezes de gatos e outros felinos. Esse protozoário pode se hospedar em humanos e em outros animais. A doença é causa pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Aproximadamente 85% dos recém-nascidos infectados pela toxoplasmose congênita não apresentam sinais clínicos evidentes ao nascer. No entanto, o bebê com a doença pode apresentar algumas alterações, entre elas restrição do crescimento intrauterino, prematuridade, anormalidades visuais e neurológicas.