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Uma ação da Polícia Militar resultou na apreensão de um simulacro de arma de fogo e na condução de um homem à delegacia, no fim da tarde desta quarta-feira (6), em Guanambi, no sudoeste baiano.
Durante patrulhamento ostensivo, uma guarnição do 17º Batalhão recebeu informações de populares e do setor de inteligência sobre um indivíduo que estaria se passando por policial militar nas imediações do bairro Lagoinha, possivelmente portando arma.
Com base nas características repassadas, os policiais localizaram um veículo suspeito e realizaram a abordagem. O condutor, um homem de 41 anos, apresentou um documento funcional com indícios de irregularidade, afirmando ser agente penitenciário.
Na verificação do veículo, os militares encontraram um simulacro de arma de fogo do tipo pistola. Diante da situação, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia, juntamente com o material apreendido e a documentação apresentada, para que fossem adotadas as medidas legais cabíveis.
Um homem de 35 anos foi preso na madrugada desta quinta-feira (23), no município de Brumado, após uma ocorrência envolvendo violência doméstica, desacato e ameaças contra policiais militares. A ação foi realizada por uma guarnição da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO), do 24º Batalhão de Polícia Militar, após acionamento do Centro Integrado de Comunicações (CICOM).
Segundo informações da Polícia Militar, os agentes foram chamados para atender uma denúncia de agressão contra uma mulher em uma residência. Ao chegarem ao local, encontraram o suspeito em estado alterado, com sinais de embriaguez, proferindo ofensas contra a esposa na presença de familiares.
Durante a abordagem, o homem reagiu de forma hostil, passando a desacatar os policiais com xingamentos e ameaças. Em determinado momento, ele tentou avançar contra a guarnição, sendo necessário o uso de técnicas de contenção para imobilizá-lo e garantir a segurança da equipe e das demais pessoas no local.
Após ser conduzido à delegacia, o suspeito continuou apresentando comportamento agressivo e resistência, dificultando os procedimentos legais. Devido a lesões apresentadas, ele foi encaminhado a uma unidade de saúde para avaliação médica e, posteriormente, apresentado à Polícia Civil, onde o caso foi formalizado.
A ocorrência foi registrada com base na Lei Maria da Penha, além dos crimes de desacato e ameaça. O caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes para as providências legais.
Uma recém-nascida de apenas 19 dias teve a vida salva por policiais militares na noite da última segunda-feira (20), no município de Barra do Choça. A ação rápida foi realizada por uma guarnição da 92ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) durante patrulhamento de rotina no conjunto habitacional Ouroville.
Os policiais foram surpreendidos por um pai em desespero, que carregava a filha nos braços apresentando sinais de engasgo e dificuldade para respirar. Diante da gravidade da situação, a equipe agiu imediatamente e iniciou os procedimentos de primeiros socorros.
Utilizando a manobra de Heimlich, os militares conseguiram desobstruir as vias aéreas da criança ainda no local, restabelecendo sua respiração. Em seguida, considerando a fragilidade da recém-nascida, a guarnição realizou o deslocamento emergencial até uma unidade de saúde, com o uso de sinais sonoros e luminosos.
Ao chegar ao hospital, a bebê foi entregue à equipe médica de plantão, que deu continuidade ao atendimento, garantindo todos os cuidados necessários. A rápida intervenção dos policiais foi decisiva para preservar a vida da criança.
O comandante da unidade, Major PM Lima Júnior, destacou a atuação dos militares, ressaltando o preparo técnico, a calma e a eficiência demonstrados durante a ocorrência, além do apoio prestado à família em um momento de grande tensão.
Um policial militar foi preso durante cumprimento de mandados de busca e apreensão na manhã de quinta-feira (25) em Vitória da Conquista, no Sudoeste baiano. O agente, que não teve o nome divulgado, é acusado de envolvimento com organizações criminosas na prática de tráfico de armas.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o militar acabou sendo preso em flagrante por posse ilegal de munições. As ordens judiciais foram cumpridas em duas residências ligadas a ele, onde foram encontrados os materiais que servirão para coleta de provas da investigação.
A ação faz parte da Operação Barút, conduzida de forma integrada pela Força Correicional Especial Integrada (Force) e pela Corregedoria da Polícia Militar (Correg). Segundo a SSP-BA, o objetivo é coibir práticas ilícitas dentro da própria corporação e combater o fornecimento de armas e munições para organizações criminosas que atuam no município e região.
Umsoldado da Polícia Militar foi alvo nesta quarta-feira, dia 27/03, da ‘Operação Sangue Frio', deflagrada pelo Ministério Público estadual, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e pela Secretaria de Segurança Pública, por meio da Força Correicional Especial Integrada da Corregedoria Geral (Force). Foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. O PM é acusado pelo homicídio qualificado de Juliana de Jesus Ribeiro, ocorrido no dia 23 de maio de 2023, no município de Saubara. Segundo a denúncia oferecida pelo MP, recebida pela Justiça ontem, dia 26, o policial executou a vítima sem lhe dar qualquer chance de defesa. Imagens registradas por câmeras de segurança da via pública onde aconteceu o assassinato mostram que o soldado executou a vítima, disparando tiros de armas de fogo contra Juliana, já rendida, totalmente indefesa, de costas para seu executor. Conforme laudos policiais, Juliana foi atingida diversas vezes à queima roupa na cabeça, face, tórax, abdômen e braços. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal de Santo Amaro. Foram realizadas buscas na cela do Batalhão de Choque, onde o policial já se encontrava preso desde a deflagração da Operação Salobro, em outubro do ano passado, que investigou a participação de PMS em milícias na região de Santo Estévão. "As evidências e provas do inquérito policial demonstram que o denunciado planejou, premeditou e executou a ação que culminou na morte de Juliana de Jesus Ribeiro", afirma o Gaeco na denúncia. Trezes dias antes da execução, o denunciado foi flagrado observando a rotina da vítima, percorrendo o mesmo percurso e realizando as mesmas ações que foram feitas na data do homicídio. A investigação apontou que, por volta das 19h30 do dia do crime, o acusado e um comparsa, ainda não identificado, renderam a vítima quando ela saía do trabalho, em técnicas semelhantes as de abordagem policial, obrigando-lhe a por as mãos na cabeça e a ficar de costas para eles. Ainda conforme a denúncia, o soldado alterou as placas do veículo utilizado no crime com a finalidade de dificultar a investigação. Na decisão que determinou a prisão preventiva para garantia da ordem pública, a Justiça aponta haver fortes indícios probatórios de que o PM "praticou, em ação meticulosamente premeditada, homicídio qualificado, através de recurso que dificultou a defesa da vítima". Além disso, pontua a periculosidade do PM, que foi alvo da Operação Salobro.
No último domingo (3), um cabo da Polícia Militar, identificado como João Paulo Fernandes Batista, de 43 anos, foi brutalmente assassinado a tiros durante uma operação de busca pelo suspeito de matar o soldado Elias Souza França, de 29 anos, no município de Santa Maria da Vitória, na região oeste da Bahia. As informações foram confirmadas pela Polícia Militar. O policial militar João Paulo Fernandes Batista, lotado na Rondesp Oeste e residente no município de Barreiras, também na região oeste, foi alvejado durante a ação e, apesar de ter sido socorrido e encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), não resistiu aos ferimentos. Segundo relatos de um familiar, João Paulo havia se deslocado para Santa Maria da Vitória para reforçar as equipes da Polícia Militar envolvidas na busca pelo suspeito do homicídio do soldado Elias Souza França, que também foi assassinado no mesmo domingo. A vítima deixa esposa e um filho bebê. Além de sua dedicação como policial militar, João Paulo Fernandes Batista era formado em Educação Física e exercia a função de personal trainer.