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A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nesta terça-feira (21), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Barreiras, no Oeste do estado, contra um homem de 38 anos investigado por crimes de exploração sexual infantil na internet. A ação ocorreu em apoio à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), dentro da “Operação Clarinha”, que apura a produção e o compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.
Durante as diligências, dois celulares foram apreendidos e submetidos à perícia, que encontrou imagens ilícitas compatíveis com as suspeitas levantadas pelas equipes. Segundo as investigações, o homem criava perfis falsos com identidades femininas para se aproximar de menores em redes sociais, oferecendo vantagens financeiras em troca de fotos íntimas.
O material apreendido foi encaminhado para análise detalhada pela PCDF, que fará o compartilhamento das provas com a Polícia Civil da Bahia para o prosseguimento das investigações. O investigado está preso preventivamente e à disposição da Justiça.
Nas primeiras horas de hoje (12), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 19ª DP e apoio da Polícia Civil da Bahia - PCBA, deflagrou a operação policial batizada de Último Golpe. A ação visa desarticular um grupo criminoso, oriundo do Estado da Bahia, responsável pela prática de vários golpes que envolvem aquisição de carregamento de frutas. Os policiais civis cumprem quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão domiciliar em quatro cidades baianas: Ituiba, Dom Basílio, Ribeira do Pombal e Livramento de Nossa Senhora. Segundo demonstrou a investigação, os criminosos se passavam, ao mesmo tempo, por compradores e vendedores de frutas, como, por exemplo, maracujá. Assim sendo, na verdade, os criminosos intermediavam supostas vendas com o intuito de ludibriar o real comprador do carregamento de frutas até que a vítima efetuasse o pagamento exigido pela carga. Durante a transação, os criminosos conseguiam intermediar a ida do motorista da empresa da vítima até o local onde seria realizado o efetivo carregamento das frutas e faziam que o real vendedor atendesse o motorista da vítima. Ao receber as imagens que o motorista estava no local e carregando o caminhão, a vítima efetuava o pagamento dos valores acordados com os golpistas, entretanto, como o vendedor nada recebia, não permitia a saída do caminhão do local com a mercadoria, desse modo, a vítima percebia que se tratava de um golpe. “Vale a pena frisar que tanto o vendedor quanto o comprador eram ludibriados pelos golpistas. A vítima residente no Distrito Federal sofreu um prejuízo em torno de R$ 42 mil. Durante a investigação, apurou-se que os golpistas fizeram outras vítimas pelo País, sendo duas vítimas no Estado de Minas Gerais e outra no próprio Estado da Bahia”, destaca o delegado-chefe da 19ª DP, Thiago Peralva. Somado os prejuízos das quatro vítimas identificadas, contabilizou-se que o prejuízo total é de pelo menos R$ 200 mil. Os investigados responderão pelos crimes de estelionato e associação criminosa.