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PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 é protocolada na Câmara dos Deputados

25 Fev 2025 / 16h51
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PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1 é protocolada na Câmara dos Deputados
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/25, que acaba com a escala de trabalho 6x1, foi protocolada na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (25) por parlamentares da base do governo. O texto, que estabelece jornada de quatro dias por semana e três de descanso, conseguiu o apoio de 171 deputados para começar a tramitar na Casa. Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais, o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso. A autora da PEC, deputada Erika Hilton (Psol-SP), afirmou que já tem conversado com lideranças partidárias para que o texto seja aprovado. “Queremos saber se a Câmara vai ter interesse político e responsabilidade com a vida dos trabalhadores brasileiros. Que tenhamos condição de fazer esse debate. Algumas conversas com lideranças já ocorreram. Vamos tralhar duramente em cima dessa proposta”, cobrou a parlamentar.

Menos da metade dos Deputados Federais da Bahia apoia PEC para Redução da Jornada de Trabalho

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Menos da metade dos Deputados Federais da Bahia apoia PEC para Redução da Jornada de Trabalho
Foto - Mário Agra / Câmara dos Deputados

Uma nova proposta de emenda à Constituição (PEC), que visa reduzir a jornada semanal de trabalho no Brasil, não conquistou o apoio da maioria dos deputados federais baianos. A proposta, apresentada pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), sugere diminuir a carga horária máxima de trabalho de 44 para 36 horas semanais, permitindo ao trabalhador, no mínimo, três dias de folga por semana. Até a tarde desta quarta-feira (13), apenas 17 dos 39 deputados eleitos pela Bahia assinaram a lista de apoio à PEC, mostrando que a medida ainda enfrenta resistência dentro da bancada baiana. No cenário nacional, a lista já conta com 193 assinaturas, um número que indica a adesão necessária para levar o projeto à análise inicial, mas que ainda demanda maior apoio para seguir em frente com a tramitação. A deputada Erika Hilton destacou que a PEC busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores ao revisar o atual modelo de escala 6x1 (seis dias de trabalho e um de descanso). Ela argumenta que a mudança promoveria um equilíbrio maior entre trabalho e tempo livre, garantindo que os profissionais tenham mais tempo para suas atividades pessoais e familiares. Deputados Federais da Bahia Favoráveis ao Debate - Confira a lista dos deputados baianos que assinaram a favor do debate sobre a redução da jornada de trabalho: Jorge Solla (PT-BA); Lídice da Mata (PSB-BA); Waldenor Pereira (PT-BA); Alice Portugal (PCdoB-BA); Bacelar (PV-BA); Valmir Assunção (PT-BA); Joseildo Ramos (PT-BA); Elisangela Araujo (PT-BA); Daniel Almeida (PCdoB-BA); Pastor Sargento Isidório (Avante-BA); Ivoneide Caetano (PT-BA); Josias Gomes (PT-BA); Leo Prates (PDT-BA); Ricardo Maia (MDB-BA); Raimundo Costa (Podemos-BA); Charles Fernandes (PSD-BA); Paulo Azi (União Brasil-BA).

PEC 6x1 ainda não foi discutida no núcleo do governo, diz ministro

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PEC 6x1 ainda não foi discutida no núcleo do governo, diz ministro
Foto - Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita a carga horária semanal de trabalho em 36 horas e ficou conhecida como PEC 6x1 - 6 dias de trabalho por 1 dia de folga - ainda não foi discutida pelo núcleo do governo. A afirmação é do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macedo, nesta quarta-feira (13). “Esse debate está no Congresso Nacional, ainda não foi discutido no núcleo do governo.  O ministro [Luiz] Marinho [do Trabalho e Emprego - MTE] já se pronunciou no ambiente dele, mas não foi discutido ainda. Vamos aguardar a posição que o Congresso vai encaminhar para a gente poder discutir no núcleo do governo”, disse ministro. A declaração foi feita durante evento do C20, grupo de engajamento do G20 (Fórum que abrange os países com a principais economias do mundo) que representa organizações da sociedade civil, no Rio de Janeiro. Questionado se o governo pode encampar a PEC ainda no Congresso, Macêdo reforçou: “Esse tema ainda não está em discussão no centro do governo”. Ministro Marinho - O posicionamento do ministro Luiz Marinho ao qual se referiu Macêdo foi publicado em rede social. Marinho defendeu que a jornada de trabalho 6x1 deve ser tratada em convenções e acordos coletivos de trabalho, quando empregadores e trabalhadores negociam as regras do contrato entre as partes. “A pasta considera, contudo, que a redução da jornada para 40 horas semanais é plenamente possível e saudável, quando resulte de decisão coletiva. O MTE tem acompanhado de perto o debate e entende que esse é um tema que exige o envolvimento de todos os setores em uma discussão aprofundada e detalhada, considerando as necessidades específicas de cada área”, disse Marinho em uma rede social.

PEC que propõe fim da escala 6x1 recebe assinaturas de 194 deputados e já pode tramitar na Câmara dos Deputados

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PEC que propõe fim da escala 6x1 recebe assinaturas de 194 deputados e já pode tramitar na Câmara dos Deputados
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Após ganhar apoio nas redes sociais, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1 e a adoção de uma jornada semanal de quatro dias, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), conquistou o apoio mínimo necessário para tramitar no Congresso. Segundo a assessoria da parlamentar, o número de assinaturas passou de 71 para 194, superando o mínimo de 171 assinaturas exigidas para uma PEC. A proposta, protocolada em 1º de maio, Dia do Trabalhador, ganhou respaldo não apenas dos partidos de esquerda e centro-esquerda, como PSOL, PCdoB, PT e parte do PSB, mas também de setores mais conservadores. Fernando Rodolfo, do PL, partido de Jair Bolsonaro, assinou o texto, destacando uma ala do partido que defende pautas de interesse direto dos trabalhadores. O texto da PEC sugere uma redução na carga horária semanal de 44 para 36 horas, mantendo o limite de oito horas diárias e sem redução salarial, o que viabilizaria uma semana de trabalho de quatro dias. Atualmente, o artigo 7º da Constituição Federal estabelece a jornada máxima de 44 horas semanais. A proposta, portanto, visa adaptar a legislação trabalhista a um modelo mais moderno e flexível de trabalho, que vem ganhando força em outros países. A PEC agora seguirá para as comissões da Câmara dos Deputados, onde será discutida antes de ser levada ao plenário para votação. A possível mudança, se aprovada, pode representar um marco histórico na legislação trabalhista brasileira, aproximando o país de um movimento global que busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e promover maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara dos Deputados

12 Nov 2024 / 21h00
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Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara dos Deputados
Foto - Mario Agra / Câmara dos Deputados

O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi defendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição, que defenderam a negociação direta entre empregado e empregador. A deputada Erika Hilton (SP), líder do Psol, busca conseguir 171 assinaturas para poder apresentar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a duração do trabalho de até oito horas diárias e 36 semanais, com jornada de quatro dias por semana e três de descanso. Outra proposta já em tramitação na Câmara (PEC 221/19), do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz de 44 para 36 horas a jornada semanal do trabalhador brasileiro. Essa redução terá prazo de dez anos para se concretizar. O texto do deputado está na Comissão de Constituição e Justiça à espera de um relator desde março. Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais, o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso.

PEC 6x1: cresce a pressão pela aprovação da proposta

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PEC 6x1: cresce a pressão pela aprovação da proposta
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O movimento Vida Além do Trabalho (VAT) agitou as redes sociais e a imprensa nos últimos dias com a proposta de fim da escala de 6 dias de trabalho por 1 dia de folga, a chamada escala 6x1. O tema está entre os mais comentados da plataforma X. Com a pressão social, cresceu, no intervalo de uma semana, de 60 para 134 o total de deputados que assinaram a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana no Brasil, acabando com a escalada de 6 por 1. São necessárias 171 assinaturas para a PEC começar a tramitar na Câmara. E para ser aprovada, precisa do voto de 308 dos 513 parlamentares, em dois turnos de votação. De autoria da deputada Erika Hilton (PSOL/RJ), a proposta foi apresenta em 1º de maio deste ano inspirada no movimento VAT que, por meio de uma petição online, já recolheu mais de 2,3 milhões de assinaturas na internet a favor do fim da escala 6 por 1. “[A jornada 6x1] tira do trabalhador o direito de passar tempo com sua família, de cuidar de si, de se divertir, de procurar outro emprego ou até mesmo se qualificar para um emprego melhor. A escala 6x1 é uma prisão, e é incompatível com a dignidade do trabalhador”, argumentou Erika Hilton em uma rede social. “A carga horária abusiva imposta por essa escala de trabalho afeta negativamente a qualidade de vida dos empregados, comprometendo sua saúde, bem-estar e relações familiares”, alerta a petição online.

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