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Lula conversa com Donald Trump e reforça cooperação entre Brasil e Estados Unidos

26 Jan 2026 / 14h58
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Lula conversa com Donald Trump e reforça cooperação entre Brasil e Estados Unidos
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que conversou, nesta segunda-feira (26), por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre temas estratégicos da relação bilateral e da agenda global. Segundo Lula, os dois líderes trocaram informações sobre indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos, que apontam perspectivas positivas para ambas as economias. Durante o diálogo, Trump destacou que o crescimento econômico dos dois países é benéfico para toda a região.


No contato, Lula saudou o fortalecimento do relacionamento entre os governos nos últimos meses, ressaltando que esse avanço contribuiu para o levantamento de parte significativa das tarifas aplicadas a produtos brasileiros. O presidente brasileiro também reiterou uma proposta, encaminhada ao Departamento de Estado em dezembro, para ampliar a cooperação no combate ao crime organizado. Entre os pontos apresentados estão ações conjuntas contra a lavagem de dinheiro, o tráfico de armas, o congelamento de ativos de grupos criminosos e o intercâmbio de dados sobre transações financeiras, iniciativa que, segundo Lula, foi bem recebida por Trump.


Na pauta internacional, o presidente brasileiro abordou a criação do Conselho da Paz proposto pelos Estados Unidos, defendendo que o órgão se concentre na situação da Faixa de Gaza e assegure assento à Palestina. Nesse contexto, Lula voltou a defender a necessidade de uma reforma ampla da Organização das Nações Unidas, incluindo a ampliação do número de membros permanentes do Conselho de Segurança.


Os dois presidentes também trocaram impressões sobre a situação na Venezuela. Lula enfatizou a importância da preservação da paz e da estabilidade na região, além do compromisso com o bem-estar da população venezuelana.


Ao final da conversa, Lula e Trump acordaram a realização de uma visita do presidente brasileiro a Washington após sua viagem à Índia e à Coreia do Sul, prevista para fevereiro, com a data a ser definida em breve.

Brasil se manifesta contra ataques à Venezuela e defende diálogo internacional, diz Lula

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Brasil se manifesta contra ataques à Venezuela e defende diálogo internacional, diz Lula
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou na manhã deste sábado (3) uma nota oficial em que se posiciona sobre os ataques realizados pelos Estados Unidos em território venezuelano e a prisão do presidente Nicolás Maduro. Na avaliação do chefe do Executivo brasileiro, a ação representa uma grave violação da soberania da Venezuela e um precedente perigoso para a comunidade internacional.


Segundo Lula, bombardeios e intervenções desse tipo ultrapassam limites inaceitáveis do direito internacional e reforçam um cenário de instabilidade global. O presidente afirmou que o uso da força entre nações enfraquece o multilateralismo e abre espaço para um mundo marcado pela violência e pela imposição da lei do mais forte.


Na nota, o presidente destacou que a condenação a esse tipo de ação é coerente com a postura histórica do Brasil em relação a conflitos internacionais recentes. Lula também comparou o episódio a períodos marcantes de interferência externa na América Latina e no Caribe, alertando para os riscos à manutenção da região como zona de paz.


O presidente defendeu ainda uma resposta firme da comunidade internacional, especialmente por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), e reiterou que o Brasil permanece à disposição para contribuir com iniciativas de diálogo, cooperação e solução pacífica dos conflitos.

Lula critica sanções e diz que Brasil resiste na defesa da democracia

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Lula critica sanções e diz que Brasil resiste na defesa da democracia
Foto - Ricardo Stuckert / PR

Ao discursar na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou as sanções unilaterais dos Estados Unidos afirmando que o mundo assiste ao aumento do autoritarismo. “O multilateralismo está diante de nova encruzilhada. A autoridade desta organização [ONU] está em xeque. Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões a política do poder, atentados à soberania, sanções arbitrárias. E intervenções unilaterais estão se tornando regra.”

Para Lula, existe “um evidente paralelo” entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia. “O autoritarismo se fortalece quando nos omitimos frente a arbitrariedades. Quando a sociedade internacional vacila na defesa da paz, da soberania e do direito, as consequências são trágicas”. 

“Em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades. Cultuam a violência. Exaltam a ignorância. Atuam como milícias físicas e digitais e cerceiam a imprensa. Mesmo sob ataques sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia, reconquistada há 40 anos pelo seu povo, depois de duas décadas de governos ditatoriais”.

Relatório da ONU aponta queda de produtividade ligada ao calor extremo

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Relatório da ONU aponta queda de produtividade ligada ao calor extremo
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Um relatório divulgado nesta sexta-feira (22) pelas Nações Unidas alerta que cada grau Celsius acima dos 20°C pode reduzir a produtividade dos trabalhadores entre 2% e 3%. A pesquisa, elaborada em conjunto pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), destaca que o aumento da frequência e intensidade de ondas de calor representa risco crescente para a saúde e para a economia. O documento aponta que tanto profissionais que atuam ao ar livre quanto em ambientes fechados estão vulneráveis a problemas como insolação, desidratação, disfunção renal e distúrbios neurológicos. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o excesso de calor já está ligado a mais de 22 milhões de lesões laborais no mundo. As entidades defendem que governos, empregadores e autoridades de saúde adotem medidas para reduzir os impactos. Para o diretor-geral adjunto da OMS, Jeremy Farrar, a análise traz soluções práticas e fundamentadas em evidências para proteger trabalhadores e tornar as forças de trabalho mais resilientes diante do aquecimento global.

Brasil sai do Mapa da Fome da ONU

28 Jul 2025 / 15h30
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Brasil sai do Mapa da Fome da ONU
Foto - Lyon Santos / MDS

O Brasil não está mais no Mapa da Fome. O anúncio foi feito pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) nesta segunda-feira (28/7) em Adis Abeba, Etiópia. O resultado reflete a média trienal 2022/2023/2024, que colocou o país abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente. A conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil. "Sair do Mapa da Fome era o objetivo primeiro do presidente Lula ao iniciar o seu mandato em janeiro de 2023. A meta era fazer isso até o fim de 2026”, lembrou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. Mostramos que, com o Plano Brasil Sem Fome, muito trabalho duro e políticas públicas robustas, foi possível alcançar esse objetivo em apenas dois anos. Não há soberania sem justiça alimentar. E não há justiça social sem democracia", disse. Os dados constam no Relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 – SOFI 2025 – lançado pela FAO durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU (UNFSS+4). O encontro ocorre até 29 de julho na capital da Etiópia.

ONU: Lula critica incapacidade de negociação entre líderes mundiais

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ONU: Lula critica incapacidade de negociação entre líderes mundiais
Foto - Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (24), que, em busca de resolver os problemas do planeta, os líderes mundiais andam em círculos e têm resultados ineficientes. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Lula citou o Pacto para o Futuro, documento adotado pelos países para reforçar a cooperação global. “Sua difícil aprovação demonstra o enfraquecimento de nossa capacidade coletiva de negociação e diálogo. Seu alcance limitado também é a expressão do paradoxo do nosso tempo: andamos em círculos entre compromissos possíveis que levam a resultados insuficientes”, disse Lula. “Nem mesmo com a tragédia da covid-19, fomos capazes de nos unir em torno de um Tratado sobre Pandemias na Organização Mundial da Saúde. Precisamos ir muito além e dotar a ONU dos meios necessários para enfrentar as mudanças vertiginosas do panorama internacional”, acrescentou o presidente. Para Lula, a crise da governança global requer transformações estruturais e essa missão recai sobre a Assembleia Geral, “expressão maior do multilateralismo”. Segundo ele, prestes a completar 80 anos, a Carta das Nações Unidas nunca passou por uma reforma abrangente. Na fundação da ONU, eram 51 países, hoje somos 193. “A versão atual da Carta não trata de alguns dos desafios mais prementes da humanidade”, disse Lula, citando os diversos conflitos armados existentes no mundo, “com potencial de se tornarem confrontos generalizados”. De acordo com o presidente, na ocasião da fundação da ONU, várias nações, principalmente no continente africano, estavam sob domínio colonial e “não tiveram voz sobre seus objetivos e funcionamento”. Ainda, para Lula, não há equilíbrio de gênero no exercício das mais altas funções e o cargo de secretário-geral jamais foi ocupado por uma mulher.


Na Cúpula do Futuro, Lula fala em ‘falta de ousadia’ da ONU

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Na Cúpula do Futuro, Lula fala em ‘falta de ousadia’ da ONU
Foto - Ricardo Stuckert / PR

Em seu primeiro discurso nesta viagem a Nova York, para a Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o Pacto para o Futuro, documento a ser assinado pelos líderes mundiais na cidade norte-americana, aponta uma direção a seguir, mas que falta “ambição e ousadia” para que a entidade consiga cumprir seu papel. O presidente brasileiro discursou durante a Cúpula do Futuro, realizada neste domingo (22). Segundo ele, a crise da governança global requer transformações estruturais e citou os recentes conflitos armados existentes no mundo atualmente. “A pandemia, os conflitos na Europa e no Oriente Médio, a corrida armamentista e a mudança do clima escancaram as limitações das instâncias multilaterais. A maioria dos órgãos carece de autoridade e meios de implementação para fazer cumprir as suas decisões. A Assembleia Geral perdeu sua vitalidade e o conselho econômico e social foi esvaziado”, disse Lula ao discursar na Cúpula do Futuro. No ano passado, o Brasil não conseguiu aprovar uma Resolução no Conselho de Segurança da ONU sobre o conflito envolvendo Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Na ocasião, o voto dos Estados Unidos – um Membro Permanente – inviabilizou a aprovação, mesmo após longa negociação da diplomacia brasileira. Outras resoluções apresentadas também fracassaram, seja por votos contrários dos Estados Unidos, seja da Rússia, outro Membro Permanente. Segundo as regras do Conselho de Segurança, para que uma Resolução seja aprovada, é preciso o apoio de nove do total de 15 membros, sendo que nenhum dos membros permanentes pode vetar o texto.

Lula: mudança climática e desigualdade são principais desafios globais

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Lula: mudança climática e desigualdade são principais desafios globais
Foto - Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou do evento, em 2003. “Volto hoje para dizer que mantenho minha inabalável confiança na humanidade. Naquela época, o mundo ainda não havia se dado conta da gravidade da crise climática. Hoje, ela bate às nossas portas, destrói nossas casas, nossas cidades, nossos países, mata e impõe perda e sofrimento aos nossos irmãos, sobretudo aos mais pobres”, disse Lula. Ele expressou condolências às vítimas do terremoto no Marrocos e das tempestades que atingiram a Líbia e o estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Segundo o presidente, para vencer as desigualdades, é preciso vencer a resignação e a falta vontade política daqueles que governam o mundo. “A fome, tema central da minha fala neste Parlamento mundial 20 anos atrás, atinge hoje 735 milhões de seres humanos que vão dormir esta noite sem saber se terão o que comer amanhã. O mundo está cada vez mais desigual. Os dez maiores bilionários têm mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade”, acrescentou. Este ano, o tema do debate geral é “Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerando ações para a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável rumo à paz, prosperidade, ao progresso e à sustentabilidade para todos”. No debate geral, os chefes dos Estados-membros da ONU são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral. Cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas, seguido do presidente dos Estados Unidos. Essa tradição vem desde os princípios da organização, no fim dos anos 1940. Esta é a oitava vez que o presidente Lula abre o debate dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim. 

ONU condena racismo contra Vini Jr. e cobra ações

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ONU condena racismo contra Vini Jr. e cobra ações
Foto - Reprodução Twitter / FIFA World Cup

O alto comissário da Organização das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, condenou nesta quarta-feira (24) os atos de racismo contra o jogador de futebol brasileiro Vini Jr., atacante do clube espanhol Real Madrid, ocorridos no último domingo (21).   Em coletiva de imprensa, Türk destacou que as ofensas são um “lembrete gritante” da prevalência do racismo no esporte. “Apelo aos organizadores de eventos desportivos para que tenham estratégias de prevenção e combate ao racismo”, disse. “Muito mais precisa ser feito para erradicar a discriminação racial – e isso precisa começar ouvindo as pessoas de ascendência africana, envolvendo-as significativamente e tomando medidas genuínas para agir de acordo com suas preocupações”, concluiu.

Brasil tem “economia em plena recuperação”, diz presidente na ONU

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Brasil tem “economia em plena recuperação”, diz presidente na ONU
Foto - Reprodução / TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (22) que, apesar da crise mundial, o Brasil chega ao final de 2022 com uma “economia em plena recuperação”. Ao abrir a sessão de debates da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), Bolsonaro destacou os bons números da economia do país, como a queda da inflação e do desemprego, e a implementação de reformas para a atração de investimentos. “Levamos adiante uma abrangente pauta de privatizações e concessões, com ênfase na infraestrutura”, disse. “Em 2021, o Brasil foi o quarto maior destino de investimento estrangeiro direto do mundo. Nosso comércio exterior alcançou a marca histórica de 39% do PIB [Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país], mesmo diminuindo ou zerando impostos de milhares de produtos. No plano interno, também estamos batendo recordes em três áreas: arrecadação fiscal, lucros das empresas estatais e relação entre dívida pública e PIB”, completou. Em seu discurso, Bolsonaro citou as obras do projeto de transposição do Rio São Francisco e a adoção de novos marcos regulatórios, como o do saneamento básico, o das ferrovias e o do gás natural. Além disso, falou sobre projetos que visam à melhoria do ambiente de negócios, como a Lei de Liberdade Econômica e a Lei de Start-ups. “A economia voltou a crescer. A pobreza aumentou em todo o mundo sob o impacto da pandemia. No Brasil, ela já começou a cair de forma acentuada. Os números falam por si só. A estimativa é de que, no final de 2022, 4% das famílias brasileiras estejam vivendo abaixo da linha da pobreza extrema. Em 2019, eram 5,1%. Isso representa uma queda de mais de 20%”, disse. O presidente também celebrou a queda no preço dos combustíveis e da energia elétrica. “Quero ressaltar que o custo da energia não caiu por causa de tabelamento de preços ou qualquer outro tipo de intervenção estatal. Foi resultado de uma política de racionalização de impostos formulada e implementada com o apoio do Congresso Nacional”, disse.

ONU alerta que seca pode ser 'a próxima pandemia'

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ONU alerta que seca pode ser 'a próxima pandemia'
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A escassez de água e a seca devem causar estragos em uma escala que rivalizará com a pandemia de covid-19, e os riscos aumentam rapidamente à medida que as temperaturas globais se elevam, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). "A seca está prestes a se tornar a próxima pandemia, e não existe vacina para curá-la", disse Mami Mizutori, representante especial da ONU para redução de risco de desastres, em uma entrevista coletiva virtual hoje (17). As secas já desencadearam perdas econômicas de pelo menos 124 bilhões de dólares e atingiram mais de 1,5 bilhão de pessoas entre 1998 e 2017, segundo um relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira. Mas até estas cifras, alertou, são "muito provavelmente subavaliações grosseiras". O aquecimento global intensifica secas no sul da Europa e no oeste da África, disse o relatório da ONU com "alguma confiança", e o número de vítimas deve "crescer dramaticamente", a menos que o mundo aja, disse Mizutori. Cerca de 130 países podem enfrentar um risco maior de seca neste século, segundo a projeção de emissões altas citada pela ONU. Outros 23 países sofrerão escassez de água por causa do crescimento populacional, e 38 nações serão afetadas por ambos, disse. A seca, assim como um vírus, tende a durar muito tempo, ter um alcance geográfico amplo e causar danos em cadeia, disse Mizutori.

Covid-19: governadores pedem ajuda à ONU para obter vacinas

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Covid-19: governadores pedem ajuda à ONU para obter vacinas
Foto - Marcos Gouveia

O Fórum de Governadores se reuniu hoje (16) com representantes da secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU), Amina Mohamed, e com representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) para solicitar auxílio na viabilização de mais doses de vacinas. Os governantes estaduais defenderam um tratamento especial ao Brasil como uma “ajuda humanitária” diante do reconhecimento dos órgãos internacionais de que o país é o novo centro da pandemia.Os governadores solicitaram apoio das instituições internacionais para destravar o repasse de doses previstas no acordo do mecanismo Covax Facility, consórcio coordenado pela OMS. Segundo o coordenador do Fórum, o governador do Piauí, Wellington Dias, o Brasil teria direito a 9,1 milhões de doses oriundas do mecanismo, mas só recebeu até o momento 1 milhão. “Haverá esforço para que uma entrega que estava prevista para maio possa ser antecipada para até o fim de abril, de 4 milhões de doses. Vamos tratar com Coreia, Índia e China, que estão neste esforço de produção [dos imunizantes]. Até o mês de maio completa essa entrega e maio-junho tem perspectiva de regularização”, declarou Dias em entrevista coletiva após a reunião.

Brumado: será realizado nesta terça (05) no auditório do IFBA o Lançamento da Adesão à Agenda 2030/ODS

Por: Janine Andrade | Agora Sudoeste
04 Nov 2019 / 11h56
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Brumado: será realizado nesta terça (05) no auditório do IFBA o Lançamento da Adesão à Agenda 2030/ODS

A Prefeitura Municipal de Brumado, considerando a Resolução das Nações Unidas – ONU, através da Secretaria Municipal de Planejamento – SEPLA, convida à comunidade brumadense para o Lançamento da Adesão à Agenda 2030/Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, com a finalidade de implementar e aprimorar as ações das políticas públicas de acordo as metas estabelecidas, com foco na Educação de Qualidade ODS-4. Haverá a presença do presidente da CBPM para tratar de assuntos de interesse dos municípios mineradores. O evento será realizado no auditório do IFBA (R. Faustino Vasconcelos Bittencourt, Nº 155 – Bairro São José), nesta terça-feira (05), a partir das 09h.

Em discurso na ONU, Bolsonaro destaca riqueza da Amazônia

Por: Agência Brasil
24 Set 2019 / 14h28
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Em discurso na ONU, Bolsonaro destaca riqueza da Amazônia
Foto - Alan Santos / PR

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (24) que a Organização das Nações Unidas (ONU) não pode aceitar a volta do colonialismo e defendeu a soberania brasileira na Amazônia. Durante seu discurso na abertura da 74ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos, Bolsonaro reafirmou o compromisso do país com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável da região. “O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade e riquezas minerais, nossa Amazônia é maior que toda Europa Ocidental e permanece praticamente intocada, prova de que somos um dos países que mais protege o meio ambiente”, disse ele aos chefes de Estado. Cerca de 14% do território brasileiro é demarcado como terras indígenas e Bolsonaro destacou que não pretende demarcar novos territórios. "Quero deixar claro: o Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam que acontecesse", afirmou. “O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. Especialmente das terras mais ricas do mundo. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros”, disse, destacando que o Brasil usa 8% de seu território para produção de alimentos.

Temperatura média do planeta pode subir 3,4°C até 2100

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Temperatura média do planeta pode subir 3,4°C até 2100
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a média da temperatura do planeta poderá aumentar em até 3,4 º C até o final deste século. O documento, que reúne estudos científicos da Organização Meteorológica Mundial e outros órgãos especializados, foi publicado nesse domingo (22), um dia antes do início da Cúpula sobre a Ação Climática em Nova York. Segundo o documento, que defende a adoção de medidas para combater o aquecimento global, a média da temperatura do planeta de 2015 para 2019 será 0,2 º C acima do período anterior de cinco anos. Além disso, ela é 1,1º C mais quente que os níveis pré-industriais de 1850 a 1900. O relatório ainda aponta que o aumento dos níveis dos mares tem acelerado, e indica que a acidez dos oceanos aumentou 26% desde o início do período industrial por causa da absorção do CO2 liberado na atmosfera pelo uso de combustíveis fósseis. O documento afirma que as emissões de gases de efeito estufa continuam a subir porque combustíveis fósseis como o carvão e o petróleo ainda são as principais fontes de energia da humanidade. Por fim, o relatório alerta que a temperatura média global poderá aumentar 3,4 º C até 2100 mesmo se governos conseguirem cortar suas emissões como prometido. Segundo o documento, países precisam se esforçar ainda mais para limitar o aumento em 1,5 º C acima dos níveis pré-industriais.

Dia 19 de junho é comemorado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme

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Dia 19 de junho é comemorado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme
Foto - Divulgação / Ministério da Saúde

No ano de 2008, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu que 19 de junho seria o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme (DF). A data abre espaço para o debate sobre a doença que é genética, hereditária, caracterizada por uma alteração nos glóbulos vermelhos do sangue (hemácias) e tem presença expressiva na população brasileira.

Considerada uma das doenças genéticas mais comuns no Brasil, é na Bahia que a doença falciforme apresenta a maior taxa de incidência do país. Estima-se que para cada 650 nascidos vivos, 1 tem a doença, e, para cada 17 nascidos, 1 apresenta o traço da doença. A doença ainda não tem cura, mas, o diagnóstico precoce é fundamental para orientar as famílias quanto aos cuidados necessários, identificar situações de risco e garantir melhor qualidade de vida ao paciente. A pessoa com doença falciforme tem células que perdem o formato arredondado e assumem a forma de foice, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos. É devido a esta dificuldade que os pacientes com DF podem passar por períodos de crises intensas, com dores crônicas e infecções.

Pacto global sobre refugiados é aprovado pela ONU

Por: Agência Brasil
19 Dez 2018 / 18h00
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Pacto global sobre refugiados é aprovado pela ONU
Foto: Acnur/Petterik Wiggers

Na segunda-feira (17), as Nações Unidas aprovaram o pacto global sobre refugiados. Ao todo, 181 países votaram a favor do documento. O pacto busca fortalecer a resposta internacional a grandes movimentos de refugiados e a situações prolongadas de refugiados. No final de 2017, existiam quase 25,4 milhões de refugiados em todo o mundo. Atualmente, apenas 10 países acolhem 60% das pessoas nessa situação. Só a Turquia abriga 3,5 milhões de refugiados, mais do que qualquer outro país. O pacto global sobre refugiados aponta quatro objetivos principais: Diminuir a pressão em países de acolhimento; Aumentar a autossuficiência dos refugiados; Expandir o acesso a soluções de países terceiros; Apoiar condições nos países de origem para retorno com segurança e dignidade.

Brasil reduz mortes no trânsito, mas está longe da meta para 2020

Por: Agência Brasil
19 Set 2018 / 09h57
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Brasil reduz mortes no trânsito, mas está longe da meta para 2020
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As mortes por acidentes de trânsito no país estão em queda. Um levantamento inédito do Ministério da Saúde divulgado hoje (18), que marca o início da Semana Nacional do Trânsito, aponta que, em seis anos, houve uma redução de 27,4% dos óbitos nas capitais do país. Em 2010, foram registrados 7.952 óbitos, contra 5.773 em 2016, o que representa uma diminuição de 2,1 mil mortes no período. Apesar da redução, o país segue longe da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que prevê redução de 50% no número de vítimas em 10 anos, contados a partir de 2011. Além disso, considerando todas as cidades do Brasil, não apenas as capitais, foram registradas 37.345 mortes de trânsito em 2016, que é o último ano com dados disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. O número é 14,8% menor do que o registrado, por exemplo, em 2014, quando ocorreram 43.870 óbitos no trânsito brasileiro. A meta do país, em 2020, é não ultrapassar o número de 19 mil vítimas fatais por ano.

Fome cai no Brasil em dez anos, aponta relatório da ONU

Por: Agência Brasil
12 Set 2018 / 10h29
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Fome cai no Brasil em dez anos, aponta relatório da ONU
Foto - Divulgação

A fome no Brasil caiu em um intervalo de dez anos. O levantamento O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2018, divulgado hoje (11), foi feito por cinco agências das Nações Unidas e mapeou o quadro de segurança alimentar no país e no restante do mundo. Os autores do estudo compararam o grau de subnutrição (ou fome, no jargão popular) da população em dois momentos: no biênio 2004-2006 e no biênio 2015-2017. No caso do Brasil, o índice caiu de 4,6% para menos de 2,5% no período de análise. Os dados não mostram uma evolução anual. A pesquisa também trabalhou com outros indicadores, como grau de insegurança alimentar grave e problemas no desenvolvimento em crianças de até cinco anos de idade. Contudo, nesses dois temas o relatório não traz resultados para o Brasil, indicando que não havia dados disponíveis. O levantamento também avaliou indicadores de obesidade e anemia em mulheres em idade fértil (15-49 anos), porém em outro período de análise – em 2012 e em 2016. Em ambos os quesitos houve aumento nos índices. O percentual de mulheres obesas passou de 19,9% para 22,3%. Já a ocorrência de anemia passou de 25,3% para 27,2%.

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Café Brumado