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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve encontro nesta segunda-feira (26), no Palácio do Planalto, com cerca de 35 atletas brasileiros, de diferentes modalidades esportivas, que participaram dos Jogos Olímpicos de Paris. Entre os atletas, estavam presentes a campeã olímpica Bia Souza, ouro no judô, e outros medalhistas, como Caio Bonfim (prata na competição de marcha atlética do atletismo), Edival "Netinho" (bronze no taekwondo), Yasmin Ribeiro (prata no futebol feminino), Augusto Aiko "Japinha" (bronze no skate park masculino) e Julia Soares (bronze por equipes na ginástica). Na França, o Brasil conquistou 20 medalhas em 11 modalidades, com três ouros, sete pratas e dez bronzes, terminando a participação na 20ª posição no quadro geral de medalhas dos Jogos de 2024. Em discurso, Lula exaltou a participação da delegação brasileira, cuja grande maioria recebe apoio do governo federal por meio do programa Bolsa Atleta, criado em 2010 e que recentemente foi reajustado em 10,86%. Ao citar o programa, o presidente disse que ele ajuda pessoas que estão iniciando o esporte a pelo menos conseguirem comprar os equipamentos, mas que, a partir de agora, vai atuar para que empresas públicas também patrocinem atletas em fase de desenvolvimento.
As inscrições para a 11ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) já estão abertas e podem ser feitas no site do concurso. A iniciativa é voltada para professores e estudantes dos ensinos fundamental (oitavo e nono anos) e médio de escolas públicas e particulares. Até 20 de março, o preço da inscrição por equipe é de R$ 38, para alunos de escolas públicas; e R$ 78 para aqueles de escolas particulares. De 21 de março a 26 de abril, o valor da inscrição por equipe passa a R$ 58 e R$ 118 para estes grupos, respectivamente.Em 2018, quando completou 10 anos, a ONHB atingiu número recorde de inscritos, com 14,3 mil equipes e 57,5 mil participantes de todos os estados brasileiros. O concurso é organizado pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com o objetivo incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre os mais variados assuntos da história nacional. A competição conta com seis fases online e uma final presencial, na Unicamp, em Campinas (SP). As provas são realizadas durante as etapas – com duração de uma semana cada – pelas equipes formadas por um professor de história e três alunos. As respostas (questões de múltipla escolha e realização de tarefas) podem ser elaboradas pelos participantes com base em debate com os colegas, pesquisa em livros, internet, orientação do professor, além de uma gama de documentos e referências oferecidas. A primeira fase terá início em 6 de maio. A sexta etapa será finalizada em 15 de junho.
Professores das redes públicas estaduais e municipais já podem se inscrever para participar da sexta edição da Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP), competição que tem o objetivo de apoiar os professores no aprimoramento das práticas de ensino de leitura e escrita. O concurso prevê a realização, com orientação dos professores inscritos, de oficinas de produção de texto com estudantes do 5º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. Após esta fase, a competição passa para os demais níveis, municipais, estaduais e regionais, até se chegar aos 32 estudantes vencedores na etapa nacional. Os professores também recebem prêmios. As inscrições ficam abertas até 30 de abril. Para que professores e alunos participem da OLP, é necessário que a secretaria de educação à qual sua escola é vinculada faça a inscrição por meio do Portal Escrevendo o Futuro. O tema da edição 2019 será O lugar onde vivo, um estímulo à reflexão sobre as realidades locais. Este ano, a OLP vai homenagear a escritora Conceição Evaristo e incluir o gênero textual documentário para alunos do primeiro e segundo anos do ensino médio. As demais categorias são poema (5º ano), memórias literárias (6º e 7º anos), crônica (8º e 9º anos) e artigo de opinião (3º ano do ensino médio). Os professores também participam do concurso por meio do relato de prática, no qual registram suas experiências com a realização das oficinas, descrevendo aprendizagens, descobertas, desafios e reflexões. Há também novidades entre as premiações, que passam a incluir imersão pedagógica internacional para os professores e viagem cultural em território brasileiro para os estudantes. As escolas dos alunos vencedores receberão como prêmio um acervo para reforço da biblioteca.
Os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio já podem se inscrever para participar da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Nesta 15ª edição, a competição presta homenagem aos povos indígenas do País. As escolas devem cadastrar os alunos interessados em competir pela página da Obmep até 15 de março. Os vencedores serão anunciados em 3 de dezembro. Os competidores passam por duas provas para testar os conhecimentos na disciplina. No ano passado, mais de 18,2 milhões de estudantes participaram do evento, no qual foram distribuídas 6,5 mil medalhas e 46,2 mil certificados de menção honrosa. Os medalhistas também são beneficiados com oportunidades de participar de programas de iniciação científica. A Obmep se propõe a estimular o estudo da matemática no País e identificar novos talentos para a ciência brasileira, fomentando o desenvolvimento técnico e científico.