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A Espanha fez jus ao retrospecto positivo nos últimos confrontos decisivos contra a França e levou a melhor de novo. Nesta terça-feira (14), a Fúria (apelido da seleção espanhola) venceu o clássico por 2 a 0 em Dallas (Estados Unidos) e se classificou para a final da Copa do Mundo pela segunda vez na história.
Foram 16 anos de espera. Desde o título em 2010, na África do Sul, os espanhóis acumularam fracassos nos três Mundiais seguintes, com a queda na fase de grupos em 2014 (Brasil) e duas eliminações nas oitavas de final em 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).
Além da vaga à decisão, a Espanha registou a maior sequência invicta de uma seleção na história, de forma isolada. São 38 partidas sem perder desde 15 de junho de 2023, quando derrotou a Itália por 2 a 1 pela Liga das Nações - torneio de países europeus que ocorre a cada duas temporadas. Os espanhóis dividiam o recorde de invencibilidade com os próprios italianos (2018 a 2021).
A Espanha espera o ganhador da outra semifinal, entre Argentina e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h (horário de Brasília), em Atlanta. A final será no domingo (19), no mesmo horário, em Nova Jersey, também nos Estados Unidos.
O técnico Carlo Ancelotti avaliou que o Brasil merecia ter saído vencedor da partida deste domingo (5), contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), com dois gols do atacante Erling Haaland, eliminou a seleção brasileira da Copa do Mundo nas oitavas de final, a pior campanha desde 1990.
"Estamos muito tristes pelo resultado, mas [a Copa] foi uma experiência bonita, com um bom grupo. Quero agradecer aos jogadores, que trabalharam bem, criaram um bom ambiente. Mas no esporte, nem tudo sai perfeito. Acho que [pelo] esforço de hoje não merecia perder, mas temos de reconhecer, também, que a equipe rival tem, como já disse, jogadores muito bons e que fizeram a diferença", disse o treinador, em entrevista coletiva.
Apesar de ter criado oportunidades, o Brasil não as transformou em gols, desperdiçando, inclusive, um pênalti no começo do primeiro tempo, com o volante Bruno Guimarães. Ao longo da partida, a seleção brasileira adotou uma postura de sair no contra-ataque, com a posse de bola dominada pela Noruega. A equipe nórdica trocou praticamente o dobro de passes (581 a 291) em relação à verde e amarela.
"O jogo de hoje me parecia controlado. Tivemos oportunidades. Era complicado fazer uma pressão alta [marcar desde a saída de bola] porque, na Noruega, o [meia Martin] Odegaard recuava muito, então era um risco para deixar o Haaland no um contra um", explicou Ancelotti.
"Eles tentaram manter a intensidade do jogo com a posse da bola. Nós, durante 70 minutos, tivemos o jogo sob controle. Mas o Haaland acabou decidindo", completou o técnico.
O treinador foi perguntado sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo, quando o placar estava 0 a 0. O questionamento se deu pela opção não ter sido o atacante Vinícius Júnior. Segundo ele, dentre os jogadores que estavam em campo, o volante era quem tinha melhor aproveitamento.
"Fizemos uma estatística de um ano, dos [jogadores] rivais e dos nossos. O melhor [em cobranças de pênalti] era Neymar. Daí [os também atacantes] Igor Thiago, Raphinha e depois o Bruno Guimarães. E depois o [atacante Gabriel] Martinelli. Pensamos no que era melhor em campo", justificou o italiano.
O grupo da seleção brasileira se reapresenta na tarde desta quarta-feira (1º). Estão programados três dias de treinamento até o duelo decisivo de oitavas de final da Copa do Mundo contra a Noruega, marcado para domingo (5) às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Na primeira fase do torneio, os europeus passaram em segundo no chave I. Foram duas vitórias (4 a 1 sobre o Iraque e 3 a 2 sobre Senegal) e a derrota por 4 a 1 para a França. No primeiro mata-mata, a Noruega eliminou a Costa do Marfim por 2 a 1. Até agora, a Noruega fez dez gols, metade pelo atacante Haaland, autor de cinco, e sofreu oito.
O Brasil voltou de Houston, local da vitória por 2 a 1 sobre o Japão, na segunda-feira (29), logo após o jogo para Nova Jersey. O grupo já trabalhou nessa terça-feira (30) no hotel e no centro de treinamento utilizados desde o início das atividades nos Estados Unidos.
Num jogo emocionante, decidido aos 51 minutos do segundo tempo, a Seleção Brasileira venceu de virada o Japão por 2 a 1, nos 16 avos de final da Copa do Mundo, e garantiu a classificação às oitavas de final. Os japoneses abriram o placar ainda no primeiro tempo, mas o Brasil correu atrás do resultado e balançou a rede duas vezes com Casemiro e Gabriel Martinelli.
Diante de mais de 68 mil pessoas, no Estádio de Houston, o Brasil mostrou resiliência, perseverança e competência técnica para eliminar os japoneses. Foi sempre superior e poderia ter construído um placar mais elástico.
A Amarelinha aguarda o vencedor do duelo entre Noruega e Costa do Marfim para saber seu adversário na próxima fase do mata-mata. A equipe comandada pelo técnico Carlo Ancelotti volta a campo no domingo (5), às 17h (de Brasília), em Nova Jersey.
O Brasil empatou em 1 a 1 com o Marrocos, neste sábado (13), na estreia na Copa do Mundo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O gol da Seleção foi marcado por Vinicius Junior, que chegou aos 10 gols com a camisa canarinho. O gol do adversário foi de Saibari. Agora, o time de Carlo Ancelotti concentra suas forças para a partida contra o Haiti, na próxima sexta-feira (19), no estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Empurrada por mais de 80 mil torcedores presentes nas arquibancadas, a Seleção Brasileira viveu grande expectativa para a estreia, mas quem tomou a iniciativa na partida foi o Marrocos. Aos 6 minutos, Mazraoui fez jogada pela esquerda, passou por Ibañez e cruzou para a entrada da área. El Aynaoui finalizou, mas Bruno Guimarães, atento, afastou. No minuto seguinte foi a vez de Hakimi chutar cruzado após jogada pela direita, assustando o goleiro Alisson.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou "boa evolução, dentro dos parâmetros esperados". Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar "seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira."
A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação.
À época da convocação da seleção para a Copa, no dia 18 de maio, a informação passada pelo Santos, clube de Neymar, era de que o atleta tinha um edema na panturrilha. No entanto, ao se apresentar para os treinos na Granja Comary, em Teresópolis, nove dias depois, o jogador passou por exames complementares que apontaram uma lesão de grau dois na região. No dia seguinte, o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar necessitaria de mais duas a três semanas para se recuperar. Segundo este cronograma, a primeira data possível para a volta do jogador seria a próxima quinta-feira, dia 11.
A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.
A Seleção Brasileira desembarcou na manhã desta terça-feira (2) no Aeroporto Internacional de Newark, em Nova Jersey, para a Copa do Mundo 2026. Após voo que partiu do Rio de Janeiro, a delegação pousou em solo americano às 9h30 (de Brasília) e seguiu viagem para o hotel The Ridge, em Basking Ridge.
O trajeto de ônibus durou cerca de 50 minutos. O The Ridge está localizado em uma área reservada, onde a Amarelinha terá privacidade, conforto, segurança e proximidade do Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown.
O local, que pertence ao New York Red Bulls, está a aproximadamente 15 minutos do hotel e receberá a preparação do Brasil. Os treinos começarão nesta tarde, com início previsto para as 18h (de Brasília).
O último compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti antes da estreia na Copa do Mundo, marcada para o dia 13 de junho, será contra o Egito, no sábado (6), às 19h (de Brasília), no Huntington Bank Field, na cidade de Cleveland. A Seleção viajará na sexta-feira (5).