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A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira, às 21h30, no Philadelphia Stadium, na Filadélfia, para enfrentar o Haiti pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O confronto é visto como uma oportunidade para o Brasil conquistar sua primeira vitória na competição e melhorar sua situação na tabela.
Na estreia do Mundial, a equipe brasileira não apresentou o desempenho esperado e ficou no empate por 1 a 1 diante de Marrocos. A atuação irregular, principalmente na etapa inicial da partida, acendeu o sinal de alerta dentro da comissão técnica e entre os jogadores, que buscam uma resposta mais consistente no próximo compromisso.
Para o duelo contra os haitianos, a Seleção ainda não poderá contar com Neymar. O camisa 10 segue em recuperação física e permaneceu em Nova Jersey realizando tratamento sob acompanhamento da equipe médica, que trabalha com cautela para garantir sua plena condição antes do retorno aos gramados.
Com isso, a expectativa é que o atacante seja preservado também para o confronto diante da Escócia, marcado para a próxima rodada, aumentando a possibilidade de seu retorno apenas em uma eventual fase eliminatória, caso o Brasil avance no torneio.
Mesmo diante de um adversário considerado de menor tradição no cenário mundial, a Seleção Brasileira trata a partida como fundamental para recuperar a confiança, ajustar o desempenho coletivo e seguir firme na busca pelo hexacampeonato mundial.
O treinador Carlo Ancelotti não escondeu a alegria em poder comandar a Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo. Em coletiva de imprensa na tarde desta sexta-feira (12), véspera da estreia no Mundial, contra o Marrocos, ele comentou que irá desfrutar desta oportunidade com “alegria e felicidade”.
“É uma experiência nova, mas algo especial obviamente. É ter a responsabilidade e a honra de representar o país do futebol, a seleção mais laureada do mundo. Duas coisas: responsabilidade e honra. Eu quero aproveitar esse momento com alegria e felicidade porque é um momento muito bonito da minha história”, celebrou, na entrevista realizada no complexo do MetLife Stadium.
A Amarelinha buscará os primeiros três pontos diante da quarta colocada do último Mundial. Para Ancelotti, a equipe terá que ter atenção em todas as fases do jogo para vencer um “time muito bem preparado e forte”.
“Marrocos é um time muito bem organizado, com qualidade em todos os aspectos. Temos que fazer um jogo completo, não podemos esquecer de nada disso, defensivamente, ofensivamente ou em transição. Vigiar bem o nível defensivo, ter uma bola parada forte porque temos qualidade aí. No futebol moderno, não existe time pequeno, Marrocos é um dos melhores times da África, (...) é um time muito bem preparado e forte”, disse.
A Seleção Brasileira goleou nesta segunda-feira (15) a Ucrânia em seu segundo amistoso na Lituânia. A sequência de jogos faz parte do último teste antes da Copa do Mundo de Futsal (de 14 de setembro a 6 de outubro, no Uzbequistão). Marlon (2), Felipe Valério (2), Richard (2) e Henrique balançaram a rede na vitória por 7 a 2. O Brasil volta à quadra na terça-feira (16), às 13h30 (horário de Brasília). O último amistoso da equipe antes da Copa do Mundo será diante da Lituânia, na Arena Jonavos Sporto (LTU). A partida conta com transmissão ao vivo no SporTV. O ala Richard está defendendo a Amarelinha pela primeira vez e marcou duas vezes no jogo contra a Ucrânia. O atleta falou sobre o desempenho do Brasil no jogo e comentou sobre este momento especial. "Fizemos um grande jogo, aproveitamos as oportunidades e concluímos em gols. Estou feliz por marcar pela Seleção, foi um momento muito especial. Agora vamos descansar porque amanhã temos o último jogo da sequência de amistosos e queremos finalizar essa preparação com uma vitória."
Na segunda-feira (17), as Nações Unidas aprovaram o pacto global sobre refugiados. Ao todo, 181 países votaram a favor do documento. O pacto busca fortalecer a resposta internacional a grandes movimentos de refugiados e a situações prolongadas de refugiados. No final de 2017, existiam quase 25,4 milhões de refugiados em todo o mundo. Atualmente, apenas 10 países acolhem 60% das pessoas nessa situação. Só a Turquia abriga 3,5 milhões de refugiados, mais do que qualquer outro país. O pacto global sobre refugiados aponta quatro objetivos principais: Diminuir a pressão em países de acolhimento; Aumentar a autossuficiência dos refugiados; Expandir o acesso a soluções de países terceiros; Apoiar condições nos países de origem para retorno com segurança e dignidade.