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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão.
A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.
Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária.
O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns em esquemas diários, informou a Anvisa, por meio de sua assessoria de imprensa.
De acordo com a Anvisa, a Sunlenca é um antirretroviral inovador composto por lenacapavir, fármaco de primeira classe que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1.
Essa ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa, processo em necessário para que use as células do hospedeiro para se multiplicar.
A Bahia não registrou novos casos de intoxicação por metanol, de acordo com informações da Secretaria da Saúde do Estado. Além dos sete casos confirmados no município de Ribeira do Pombal, outras oito ocorrências chegaram a ser notificadas como suspeitas em diferentes localidades, mas foram descartadas após investigação epidemiológica.
Segundo a Sesab, o monitoramento segue sendo realizado de forma integrada, em parceria com o Ministério da Saúde e com as secretarias municipais de saúde. As ações envolvem vigilância ativa, investigação de notificações e reforço das medidas preventivas, com o objetivo de impedir o surgimento de novos casos.
O Ministério da Saúde prorrogou até o primeiro semestre de 2026 a estratégia de resgate vacinal contra o HPV destinada a jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada. A iniciativa, que estava prevista para encerrar em dezembro deste ano, seguirá vigente até a realização da Campanha de Vacinação nas Escolas, ampliando o acesso desse público à imunização.
A estimativa é vacinar cerca de 7 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não foram vacinados contra o HPV no país. Até dezembro de 2025, foram aplicadas 208,7 mil doses da vacina no âmbito da estratégia de resgate, sendo 91 mil em meninas e 117,7 mil em meninos.
“Ao ampliar o prazo da estratégia de resgate, o Ministério da Saúde possibilita que adolescentes e jovens que perderam a oportunidade de se vacinar entre os 9 e 14 anos garantam sua proteção individual e contribuam para a redução da circulação do vírus na população”, destacou o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.
A vacina contra o HPV é segura e fundamental na prevenção de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço. A estratégia de resgate contempla todos os cerca de 5,5 mil municípios brasileiros e busca assegurar que adolescentes e jovens ainda não vacinados tenham acesso à proteção.
A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também é realizada por meio de ações extramuros em escolas, universidades, ginásios esportivos e shoppings. Para intensificar as ações, o Ministério da Saúde conta com apoio dos estados e municípios.
O Ministério da Saúde faz um alerta para que gestantes a partir da 28ª semana se vacinem contra o vírus sincicial respiratório (VSR) principal causador da bronquiolite em bebês menores de dois anos.
A estratégia, inédita no Sistema Único de Saúde (SUS) , busca garantir proteção antes do período de maior circulação do vírus, que tende a se intensificar a partir de fevereiro, com pico nos meses de abril e maio.
A imunização permite a transferência de anticorpos da mãe para o bebê ainda durante a gravidez, protegendo a criança nos primeiros seis meses de vida, fase de maior vulnerabilidade às formas graves da doença. Mais de 673 mil doses do primeiro lote foram distribuídas aos estados, com 88,4 mil aplicadas desde 3 de dezembro.
“Ao vacinar as gestantes, garantimos que os bebês já nasçam protegidos, reduzindo internações, o sofrimento das famílias e mortes evitáveis. Por isso, é fundamental que todas as gestantes a partir da 28ª semana procurem a unidade básica de saúde mais próxima para se vacinar”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Para viabilizar a estratégia, o Ministério da Saúde distribuiu no início de dezembro o primeiro lote de 673 mil doses da vacina a todos os estados e ao Distrito Federal, conforme cronograma pactuado com gestores estaduais e municipais. Ao todo, a pasta adquiriu 1,8 milhão de doses. A estimativa é de que a vacinação possa evitar cerca de 28 mil internações por ano e beneficiar aproximadamente dois milhões de recém-nascidos.
O Ministério da Saúde publicou a Nota Técnica nº 127/2025 com orientações atualizadas sobre o uso do Fomepizol 1 g/mL no tratamento de casos suspeitos ou confirmados de intoxicação por metanol no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Destinada a gestores e profissionais da rede de urgência e emergência, a publicação reúne recomendações clínicas, indicações terapêuticas e diretrizes para garantir o acesso oportuno ao antídoto em serviços estratégicos do sistema.
A intoxicação por metanol é uma emergência médica grave, frequentemente associada ao consumo de bebidas adulteradas, e pode levar rapidamente a quadros de acidose metabólica severa, distúrbios neurológicos e visuais e até ao óbito. O fomepizol atua como antídoto ao inibir a formação de metabólitos tóxicos no organismo, interrompendo a progressão do quadro e reduzindo significativamente os riscos de complicações.
Sua utilização representa um avanço importante na resposta clínica a esse tipo de intoxicação, oferecendo aos serviços de saúde uma alternativa terapêutica segura, eficaz e de fácil aplicação.
O Brasil registra 48 casos em investigação relacionados à intoxicação por metanol até a tarde desta quinta-feira (2). O balanço foi apresentado pelo ministro Alexandre Padilha, em entrevista à imprensa na Sala de Situação, instalada pelo governo para monitorar os casos e coordenar as medidas de resposta.
Ao todo, o ministério já confirmou 11 casos por meio de detecção laboratorial da presença do metanol por um Centro de Informações Estratégicas e Resposta de Vigilância em Saúde (Cievs).
Inicialmente, o ministro havia confirmado um 12º caso em Brasília. Mas o ministério recuou e informou que o caso do rapper Hungria ainda é contabilizado como suspeito.
Apenas uma morte decorrente desse tipo de intoxicação foi confirmada pelo Ministério da Saúde no estado de São Paulo. Mais sete óbitos seguem em investigação, sendo dois em Pernambuco e os outros cinco também em São Paulo.
O novo Cartão Nacional de Saúde (CNS), a partir de agora, passa a exibir nome e CPF no lugar do antigo número. A mudança foi anunciada nesta terça-feira (16) pelos ministérios da Saúde e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).
A previsão é que 111 milhões de cadastros sejam inativados até abril de 2026 – desde julho, 54 milhões já foram suspensos. Em entrevista coletiva, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que pacientes sem CPF continuam sendo atendidos normalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Não estamos deixando ninguém para trás. As pessoas que não têm CPF ainda vão continuar a ser atendidas”, disse. “Não há sistema nacional de saúde público que tenha o volume, a diversidade e a complexidade dos dados que tem o SUS”, completou.
Destaque no Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública, o Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen-BA) completou 110 anos neste domingo (7). A instituição que integra a rede da Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) lidera o ranking nacional em produção de exames de importância para a saúde pública, foi o que revelou a coordenadora-geral de Laboratório de Saúde Pública do Ministério da Saúde, Karen Machado, durante a mesa de abertura do evento que marca a passagem da data. “Cerca de 20% dos exames de laboratórios públicos são produzidos na Bahia”, destaca.
Fundado em 1915 como Instituto Bacteriológico, Anti-rábico e Vacinogênico da Bahia, o laboratório nasceu da colaboração entre Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e Gonçalo Muniz, na Bahia, em meio à epidemia de febre amarela que assolava o país no início do século 20. Ao longo de sua história, ganhou novas atribuições, mudou de nome e, em 1973, foi incorporado à estrutura da Sesab, passando a integrar a Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Pública.
O Lacen-BA teve protagonismo recente na pandemia de Covid-19, quando liderou a identificação de variantes do Sars-CoV-2 por meio da vigilância genômica, consolidando-se como peça central da saúde pública baiana e nacional. Entre 2019 e 2025, o governo estadual investiu mais de R$ 20 milhões em modernização tecnológica, ampliando a capacidade de resposta da instituição.
A instituição tem papel importante para todos, não apenas na realização de exames, mas também por ser responsável por ações voltadas para a verificação da qualidade de produtos de interesse para vigilância da saúde, a exemplo de alimentos, medicamentos, cosméticos e saneantes, imunobiológicos, hemoderivados, toxicologia humana, dentre outros.
O Ministério da Saúde anunciou o descredenciamento de 9.180 estabelecimentos que integravam o Programa Farmácia Popular. Em nota, a pasta informou que a medida acontece após a retomada da renovação anual obrigatória do credenciamento, interrompida em 2018.
“Essas unidades não fizeram a renovação do cadastro ou não apresentaram a documentação necessária para continuar participando do programa”, destacou o ministério no comunicado. Segundo a pasta, 24 mil estabelecimentos seguem credenciados ao programa. Atualmente, 41 itens são fornecidos gratuitamente via Farmácia Popular. Dados do ministério indicam que, no primeiro semestre de 2025, quase 22 milhões de pessoas foram beneficiadas. A expectativa do governo é atender 26 milhões até o fim do ano.
Após a aprovação do registro da vacina contra Chikungunya pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde vai solicitar a sua incorporação no SUS . O pedido será encaminhado à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) para adoção das medidas imediatas necessárias para dar seguimento à avaliação da oferta do novo imunizante na rede pública de saúde. A expectativa é que, uma vez aprovada, e com capacidade produtiva, a vacina seja incorporada ao calendário nacional de vacinação , fortalecendo as ações de combate à doença no Brasil. “Toda vez que surge a notícia de uma nova vacina registrada, é uma boa notícia para a saúde pública — ainda mais quando envolve duas instituições fundamentais do SUS: a Anvisa e o Instituto Butantan. Vacinar é sempre defender a vida. Garantir a vacinação é o primeiro passo para salvar vidas em nosso país”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A vacina contra Chikungunya foi desenvolvida pelo laboratório Valneva, em parceria no Brasil com o Instituto Butantan e representa um avanço significativo no enfrentamento de arboviroses. A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da população brasileira, assegurando o acesso a tecnologias seguras, eficazes e inovadoras por meio do SUS. A Chikungunya é uma arbovirose transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti , também vetor da dengue e da Zika . A doença causa febre alta e dores intensas nas articulações, podendo evoluir para dor crônica em alguns casos. O vírus foi introduzido no Brasil em 2014 e, atualmente, todos os estados registram casos. Até 14 de abril deste ano, o Brasil registrou 68,1 mil casos da doença, com 56 óbitos confirmados.
As escolas públicas de 5.544 municípios de todas as regiões do país terão campanha de vacinação entre os dias 14 e 25 de abril. A ação visa atualizar a caderneta de vacinação dos estudantes, com foco em crianças e jovens de até 15 anos, e integra o Programa Saúde na Escola, dos ministérios da Saúde e da Educação. A mobilização foi lançada nesta quinta-feira (10), na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. De acordo com a pasta, os objetivos são ampliar a cobertura vacinal; reduzir doenças que podem ser evitadas por meio da vacinação (imunopreveníveis), combater a desinformação e informações incorretas que possam levar à recusa das vacinas e conscientizar sobre a importância da imunização. A meta do governo federal é vacinar 90% dos estudantes – crianças e adolescentes menores de 15 anos – destas escolas. As doses serão aplicadas conforme a faixa etária de indicação. Os imunizantes são contra febre amarela; tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); DTp (tríplice bacteriana); meningocócica ACWY; e HPV [Papilomavírus Humano], esta última destinada a adolescentes entre 9 e 14 anos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (ao centro na foto), destacou as vantagens da mobilização nacional no ambiente escolar. "É uma grande ação de mobilização que aproxima as equipes de saúde da família e de atenção primária em saúde do espaço da escola. Também facilita a vida para os pais, porque, muitas vezes, o pai e a mãe estão na hora de trabalho e não conseguem ir à unidade básica de saúde. Então, facilita para que a sua criança seja atendida na própria unidade básica de saúde, tenha orientação de saúde bucal, orientação de saúde mental e também a vacinação na própria escola", disse Padilha.
presidente Luiz Ina?cio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira, 10 de marc?o, em cerimônia no Pala?cio do Planalto, os termos de posse do novo ministro da Sau?de, Alexandre Padilha, e da nova ministra da Secretaria de Relac?o?es Institucionais da Preside?ncia da Repu?blica, Gleisi Hoffmann. Alexandre Padilha deixou o cargo de ministro das Relações Institucionais, que exercia desde 2023, para assumir o Ministério da Saúde, em substituição a Nísia Trindade. Médico infectologista, Padilha já chefiou a pasta da Saúde entre 2011 e 2014, durante a presidência de Dilma Rousseff, quando lançou o programa Mais Médicos. “Esse ministério será cada vez mais o ministério da saúde e não da doença. Ter saúde de qualidade é estar ao lado de todas as políticas que estimulam a nossa população, que incorporem em sua rotina hábitos que promovem a saúde e a vida, para construir um Brasil cada vez mais saudável e feliz”, declarou. “É esta a moldura: ampliar o atendimento e reduzir o tempo de espera para o atendimento especializado, defender a ciência e a vida, promover um Brasil mais saudável e valorizar quem trabalha e defende a saúde, a que minha equipe e eu vamos devotar todos os nossos esforços”, completou o novo ministro.
Nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil registrou uma redução de 69,25% nos casos prováveis de dengue em comparação com o mesmo período de 2024. O levantamento corresponde às semanas epidemiológicas 1 a 9, compreendendo o intervalo de 29 de dezembro de 2024 a 1º de março de 2025. A queda nos números demonstra a efetividade das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, mas reforça a necessidade de esforços contínuos para manter a tendência de redução. De acordo com o painel de monitoramento da pasta, nos primeiros meses deste ano, foram contabilizados 493 mil casos prováveis da doença, 217 óbitos confirmados e 477 mortes em investigação. No mesmo período de 2024, o país havia registrado 1,6 milhão de casos prováveis, 1.356 óbitos confirmados e 85 em análise. REGIÕES — A região Sudeste concentra a maior parte dos casos, com 1 milhão de registros em janeiro e fevereiro de 2024 contra 360 mil este ano. O estado de São Paulo lidera os números atuais, com 285 mil casos prováveis, representando mais da metade do total do país. E contabiliza também 168 das 217 mortes confirmadas este ano.
Em 2024, o Programa Farmácia Popular do Brasil bateu a marca de quase 25 milhões de pessoas atendidas com a distribuição de medicamentos e insumos por meio de estabelecimentos credenciados. No dia 13 de fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação do programa e, agora, os 41 itens da lista ofertada são 100% gratuitos, incluindo fraldas geriátricas e o medicamento dapagliflozina , que antes eram adquiridos por meio de coparticipação. Voltado para toda a população, a retirada desses insumos é prática e rápida. Saiba como garantir o benefício - O primeiro passo é buscar uma farmácia credenciada identificada pelo símbolo do programa ou acessar a página do Farmácia Popular no portal do Ministério da Saúde. Após se dirigir ao local, o paciente deve apresentar um documento oficial com foto, número do CPF e a receita médica dentro do prazo de validade. São válidos tanto receituários do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto de serviços particulares. Para a retirada de fraldas geriátricas, o beneficiário deve ter a partir de 60 anos ou ser pessoa com deficiência (PcD). Também é necessário apresentar prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso com a respectiva Classificação Internacional de Doenças (CID), em caso de PcD. O programa permite ainda que pessoas acamadas ou impossibilitadas de irem à farmácia tenham seus medicamentos retirados por representantes legais ou procuradores. Neste caso, é preciso apresentar os documentos do paciente e de seu representante. É necessário, ainda, comprovar a representação por meio de sentença judicial, procuração ou documento comprobatório de responsabilidade quando o paciente for menor de idade. Por fim, a distribuição de absorventes higiênicos do programa Dignidade Menstrual é feita para pessoas de 10 a 59 anos com inscrição no Cadastro Único (CadÚnico). É preciso se enquadrar em uma das seguintes situações: Ser estudante da rede pública de ensino com renda média por pessoa da família de até meio salário mínimo; ou Ter renda média por pessoa da família de até R$ 218; ou Estar em situação de rua. Para a retirada, também é necessário apresentar um documento oficial com foto e CPF, além da autorização do programa - em formato digital ou impresso -, que é gerada pelo aplicativo ou portal Meu SUS Digital . O comprovante é válido por 180 dias.
Começou nesta quarta-feira (26) a campanha publicitária do Ministério da Saúde para o Carnaval deste ano. Com o tema “Bora combinar? Prevenção no carnaval é sucesso”, a pasta reforça as diversas formas de prevenção combinada contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). As propagandas serão veiculadas na televisão, rádio, painéis e mídias digitais. Praças do Rio de Janeiro, Recife e Salvador também contarão com pontos de distribuição de camisinhas. As grandes estrelas da campanha são os métodos preventivos, como camisinhas internas e externas, gel lubrificante, autoteste de HIV , a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) . Os vídeos mostram diálogos educativos divertidos com o objetivo de informar a população como curtir a folia com segurança. Tais recursos disponíveis no SUS ajudam a prevenir contra o HIV, sífilis , hepatites virais e outras ISTs, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas e colaborar com a redução da transmissão dessas infecções. A ideia é que os foliões aproveitem as festas, mas não esqueçam da importância da prevenção no pré e pós-carnaval. Com atores transexuais, travestis, pessoas com deficiência, população indígena, de comunidades asiáticas e de matriz africana, brancos, pretos e pardos, a campanha do Ministério da Saúde reforça a diversidade da população brasileira, trazendo o carnaval como cultura e patrimônio histórico nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu nesta terça-feira (25) substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, que está no cargo desde janeiro de 2023. O substituto será o atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que já foi ministro da Saúde entre 2011 e 2014. Em nota, o Palácio do Planalto disse que Lula comunicou a saída de Nísia em reunião na tarde desta terça-feira. A posse de Padilha está marcada para o dia 6 de março. “O presidente agradeceu à ministra pelo trabalho e dedicação à frente do ministério”, diz a nota. Padilha - Nascido em São Paulo (SP), em 14 de setembro de 1971, Alexandre Rocha Santos Padilha e? me?dico infectologista formado pela Universidade de São Paulo (USP), com doutorado em Sau?de Pu?blica pela Universidade de Campinas (Unicamp). Também atua como professor universita?rio. Deputado federal reeleito pelo PT de Sa?o Paulo, está licenciado do cargo para compor a equipe ministerial do presidente Lula. Também foi ministro nos governos Lula (2009-2010) e Dilma Rousseff (2011-2014), tendo chefiado as pastas das Relac?o?es Institucionais e da Sau?de, respectivamente. Ainda assumiu as mesmas pastas durante a gesta?o de Fernando Haddad (2015-2016) na Prefeitura de Sa?o Paulo. Despedida - Pouco antes da formalização da troca no ministério, Nísia participou de cerimônia no Palácio do Planalto onde anunciou uma vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. Já em clima de despedida, ela foi a primeira a falar, pediu que os secretários da pasta ficassem de pé para serem aplaudidos por seu trabalho e foi ovacionada por servidores presentes no evento.
O Brasil iniciou um novo tratamento de adultos vivendo com aids com o antirretroviral fostensavir tromentamol 600mg, incorporado recentemente ao Sistema Único de Saúde (SUS) . O medicamento é indicado para pessoas com multirresistência aos antirretrovirais (ARV) já disponíveis no País e a primeira dispensação do medicamento ocorreu semana passada em Alagoas. De acordo com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, mesmo com um custo elevado – de aproximadamente R$12 mil por pessoa/mês – o tratamento foi incorporado para garantir uma melhor expectativa de vida para pessoas vivendo com HIV ou aids que desenvolveram resistência aos outros tipos de tratamento. “A saúde é um direito universal e todas as pessoas importam”, afirma. Para o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) , Draurio Barreira, a disponibilização do medicamento representa uma importante conquista, pois atende pacientes que têm alto risco de progressão da infecção e com risco de morte.
O painel de monitoramento do Ministério da Saúde contabiliza nesta segunda-feira (27) 21 mortes por dengue no país em 2025, dois terços das quais no estado de São Paulo, onde a secretaria estadual realiza campanha pela vacinação de públicos vulneráveis. A imunização tem tido baixa procura do público preferencial, composto por jovens de 10 a 14 anos. O acompanhamento mostra pouco mais de 139 mil casos prováveis de dengue registrados no país, sendo 82 mil em território paulista. São investigadas 160 mortes com suspeita de dengue, 114 em São Paulo. Monitoramento da Secretaria de Saúde do estado registra apenas 7 óbitos dentre 81.950 casos prováveis, enquanto 121 casos estão em investigação. O governo do estado registra ainda que 37 municípios estão em situação de Emergência em razão da epidemia, estando Jacareí e Mira Estrela, ambos no interior paulista, em Emergência desde janeiro de 2024.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) recebeu do Ministério da Saúde (MS), nesta semana, 65 mil doses de vacina contra a Covid-19. O novo lote é do imunizante indiano Serum, que já é aplicado em países como Estados Unidos e Reino Unido e será distribuído pela primeira vez no Brasil. A retirada da vacina por parte dos municípios baianos e Núcleos Regionais de Saúde tem sido realizada conforme agendamento. O informe técnico da estratégia de vacinação contra a Covid-19 foi publicado no final de semana e o MS está realizando Webinário nesta terça-feira (10), para capacitação das equipes de imunização. A secretária da Saúde do Estado da Bahia, Roberta Santana, destacou a importância da atuação conjunta entre o governo federal, Estado e municípios no combate à Covid-19. “Em parceria com a União, o Governo do Estado vem trabalhando para que os problemas relacionados à Covid fiquem no passado. Para isso, precisamos também do empenho dos municípios e da conscientização do povo baiano sobre a importância da vacina”, pontuou. Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo a mais atualizada, seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Serum tem vantagens no comparativo com outros imunizantes, a exemplo do maior prazo de validade, além de protocolos mais simples de transporte e conservação.
No Brasil, o imunizante será aplicado em maiores de 12 anos, enquanto as crianças abaixo dessa idade poderão ser imunizadas com a vacina multidose da Moderna ou Pfizer.
A vacinação é reconhecida como uma das estratégias mais eficazes de saúde pública, contribuindo para prevenir doenças graves, proteger comunidades inteiras e fortalecer a saúde coletiva. Nesse cenário, o Ministério da Saúde lança campanha de comunicação com o tema “Vacinação de rotina: vacina é pra toda vida” . O objetivo é continuar alcançando altas coberturas vacinais, garantindo proteção individual e coletiva contra diversas doenças. A campanha será veiculada em TV, rádio, mídia exterior em lugares de grande circulação de pessoas, em portais online, além de redes sociais. A vacinação de rotina é fundamental para a proteção continuar ano após ano e contribui para o avanço da eliminação, controle e prevenção de doenças imunopreveníveis como poliomielite , sarampo e rubéola . O Brasil possui o maior programa de vacinação do mundo, com mais de 300 milhões de doses aplicadas por ano. Ao todo, o Ministério da Saúde fornece mais de 30 vacinas gratuitas à população brasileira por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) . Desde o início da atual gestão, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) tem avançado para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. As vacinas podem ser encontradas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país, garantindo acesso em todas as fases da vida, desde a infância até a terceira idade. “A vacinação é a prioridade máxima do Ministério da Saúde, o que reflete nos nossos números. O aumento da cobertura continua sendo uma realidade. Não se pode falar de desabastecimento de vacina no Brasil”, destacou a ministra Nísia Trindade.
O Ministério da Saúde lançou, nesta semana, o Painel Integrado de Monitoramento do Cuidado do HIV , uma plataforma que visa ampliar a transparência e o acesso a informações sobre o cuidado do HIV e aids no Brasil. A ferramenta, disponível no site da pasta , reúne indicadores atualizados relacionados ao diagnóstico, início do tratamento e acompanhamento de pessoas vivendo com HIV e aids no país. O painel utiliza dados coletados por sistemas de informações do Sistema Único de Saúde (SUS) para apresentar análises que ajudam a identificar tendências no cuidado contínuo, permitindo o fortalecimento de estratégias de prevenção e de assistência. Informações como o percentual de pessoas com carga viral suprimida e a adesão ao tratamento são apresentados de forma acessível, beneficiando gestores, profissionais de saúde e pesquisadores. A iniciativa é da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA). Segundo o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) , Draurio Barreira, a cascata do cuidado contínuo em HIV – que inclui informações sobre etapas desde que vão do diagnóstico até a supressão viral – é fundamental para o acompanhamento do cuidado prestado às pessoas vivendo com HIV, contribuindo para estratégias de busca ativa, cuidado contínuo, além de ajudar a evitar o abandono do tratamento antirretroviral. “O novo painel permitirá um monitoramento mais efetivo dessas etapas, contribuindo para a melhoria contínua dos serviços de saúde oferecidos”, frisou.
Com o objetivo de acompanhar o trabalho dos profissionais de saúde da Estratégia Saúde da Família e Equipe Multiprofissional, como etapa do processo para elaboração de um novo Caderno de Atenção Básica (DAB), está acontecendo hoje, durante todo o dia, no município de Dom Basílio, visita técnica de representantes do Ministério da Saúde, Secretaria da Saúde do Estado (SESAB), secretaria de Saúde do município e Núcleo de Regional de Saúde Sudoeste. Os cadernos de Atenção Básica, oriundos do Ministério da Saúde, têm o objetivo de gerar práticas de saúde que possibilitem a integração das ações individuais e coletivas, cujo desenvolvimento exige profissionais com visão integral do indivíduo, da família e da comunidade em que está inserida. Segundo o diretor da Atenção Básica da Sesab, Marcus Prates, a escolha de Dom Basílio deveu-se ao fato de o município atender a portaria do Ministério da Saúde, possuindo equipes de Saúde da Família e Multiprofissionais da Atenção Primária à Saúde regularizadas, além de ter participado de oficina de qualificação do processo de trabalho destas equipes, apresentando uma experiência exitosa. A visita dos técnicos ao município, pela manhã, teve uma roda de conversa com os trabalhadores das equipes de Saúde da Família e profissionais da equipe multiprofissional . Na parte da tarde, acontece diálogo com a gestão municipal de saúde. O município de Dom Basílio, localizado na Macrorregião de Saúde Sudoeste, possui uma (1) Academia da Saúde, 31 Agentes Comunitários de Saúde credenciados e implantados, 5 equipes de Saúde Bucal, 5 equipes de Saúde da Família, sendo também campo de residência multiprofissional em Saúde da Família.
A aquisição emergencial de 25 mil doses de vacina contra a mpox está sendo negociada pelo Ministério da Saúde com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O anúncio foi feito pela pasta, nesta quinta-feira (15). A doença foi declarada emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante a primeira emergência global por mpox, em 2023, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial da vacina Jynneos para combater a doença, já que o insumo não era licenciado no Brasil. A autorização foi renovada em fevereiro deste ano, mas venceria novamente este mês. O ministério já fez um novo pedido de renovação. Segundo a Anvisa, o imunizante é destinado a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e tem prazo de até 60 meses de validade, quando conservado entre -60 graus Celsius (°C) e -40°C. A prorrogação da dispensa temporária e excepcional é válida por seis meses e se aplica somente ao ministério.
O Ministério da Saúde instalou nesta quinta-feira (15) um Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) para coordenar as ações de resposta à mpox no Brasil. A doença foi declarada emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dados da pasta brasileira indicam que, desde 2023, o país apresenta estabilidade no número de infecções. De acordo com o ministério, desde a primeira emergência decretada em razão da doença, de 2022 a 2023, a vigilância para a mpox se manteve como prioridade. A pasta informou que vinha monitorando atentamente a situação mundial e as informações compartilhadas pela OMS e por outras instituições e que já iniciou a atualização das recomendações e do plano de contingência para a doença no Brasil.
Um total de 34 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - Samu 192 dos modelos convencionais e UTI foram entregues esta semana pelo Ministério da Saúde para a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Os veículos estão sendo encaminhados para secretariais municipais de saúde com vistas à renovação da frota do Samu 192 do Estado. O serviço, que tem sido uma referência para a saúde pública no Estado, prestando atendimentos de urgência e ajudando a salvar vidas, completou 20 anos em funcionamento na Bahia este ano e na próxima sexta-feira (12) haverá um evento em comemoração às duas décadas. Na oportunidade, a Diretoria de Atenção Especializada, por meio da Coordenação de Urgência, realizará o encontro estadual do Samu 192 - 20 anos do SAMU no estado da Bahia. Os 20 anos do Samu 192 na Bahia representam duas décadas de serviços essenciais de atendimento médico de emergência pré-hospitalar no Estado. “Desde sua implantação, o Samu 192 tem desempenhado um papel fundamental no atendimento rápido e eficaz às emergências médicas, salvando vidas e proporcionando cuidados de qualidade à população baiana”, destacou a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana. Durante esse período, o Samu 192 na Bahia alcançou diversos marcos, nos quais podemos destacar: expansão da cobertura deste componente móvel, redução de tempo resposta no atendimento às urgências, redução da morbimortalidade melhorando a qualidade de vida da população baiana. O encontro destaca o compromisso contínuo com a prestação de assistência de qualidade no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel à população baiana.