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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da corrida presidencial no primeiro turno, com 37% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e pela Globo, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) em segundo lugar, com 30%, enquanto o escritor Augusto Cury (Avante) alcança 10% e ocupa a terceira posição.
A sondagem é a primeira realizada pelo instituto após o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão. O cenário principal apresentado aos entrevistados considera a presença de Pablo Marçal (PRTB), que aparece com 1% das intenções de voto.
O desempenho de Augusto Cury é um dos destaques do levantamento. O candidato registra 10%, oito pontos percentuais acima do resultado apresentado na pesquisa divulgada em 14 de agosto, quando tinha 2%. Os levantamentos, porém, não podem ser comparados diretamente, porque a composição das candidaturas foi alterada. Na pesquisa anterior, Leonardo Avalanche aparecia como candidato do PRTB, enquanto o levantamento atual considera Pablo Marçal.
Na sequência de Cury, Renan Santos (Missão) aparece com 3% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 1% cada, mesmo percentual atribuído a Pablo Marçal. Samara Martins (UP) não aparece entre os candidatos com percentual destacado no cenário informado.
O levantamento aponta ainda que 7% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Outros 11% ainda não decidiram em quem votar.
Quando Pablo Marçal é retirado da lista de candidatos apresentada aos entrevistados, os números dos principais concorrentes sofrem pouca alteração. Lula permanece com 37%, enquanto Flávio Bolsonaro passa de 30% para 29%. Augusto Cury mantém os mesmos 10%.
A nova pesquisa foi realizada após o começo da propaganda eleitoral gratuita e das inserções dos candidatos ao longo da programação das emissoras de rádio e televisão. No período, os principais nomes da disputa também participaram de agendas e entrevistas consideradas relevantes para a campanha presidencial.
Para chegar aos resultados, a Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-07065/2026.
O ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT) aparece na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado pela Bahia nas eleições de 2026. É o que aponta levantamento do Paraná Pesquisas, realizado em parceria com o Bahia Notícias e divulgado nesta quinta-feira (27).
No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Rui Costa foi mencionado por 43,5% dos entrevistados. O senador Jaques Wagner (PT) aparece em segundo lugar, com 32,2%. Como cada eleitor poderia indicar dois nomes, os percentuais não representam necessariamente a soma de votos de uma única escolha.
Na sequência da disputa aparecem nomes da oposição. O presidente do PL na Bahia, João Roma, registrou 26,6% das intenções de voto, enquanto o senador Angelo Coronel (PSD) alcançou 25,1%.
Entre os demais candidatos apresentados no levantamento, Professora Delliana (PSOL) foi citada por 3,4% dos participantes. Marcelo Carvalho, da Rede Sustentabilidade, apareceu com 2,0%, seguido por Carlos Sodré (Mobiliza), com 1,4%.
Marcelo Santtana (DC) registrou 1,0% das intenções de voto, enquanto Gregório Gould (UP) foi mencionado por 0,6%. Marcelo Millet (PCO) teve 0,4% das citações.
O levantamento também mostra que 12,5% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados. Outros 6,5% não souberam ou não responderam à pergunta.
A pesquisa ouviu presencialmente 1.400 eleitores em 62 municípios da Bahia, entre os dias 23 e 25 de agosto de 2026. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-07628/2026.
Segundo os dados metodológicos divulgados, a pesquisa possui grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em aproximadamente 2,7 pontos percentuais.