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A Operação Véu de Areia resultou na prisão de 12 investigados por lavagem de capitais, no cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão e no bloqueio judicial de R$ 49,6 milhões em bens e valores. Deflagrada pela Polícia Civil da Bahia nesta quinta-feira (20), a ação teve como principal objetivo atingir a estrutura financeira de uma organização criminosa e interromper a movimentação de recursos relacionados às atividades ilícitas.
Na Bahia, foram realizadas nove prisões, sendo oito em Salvador e uma em Cruz das Almas. Em São Paulo, foram cumpridos outros três mandados de prisão preventiva, nos municípios de Taboão da Serra, Praia Grande e na capital, no bairro de Paraisópolis. Entre os presos na Bahia, sete estavam em liberdade e outros dois já se encontravam no sistema prisional, onde tiveram as ordens judiciais cumpridas.
Em Salvador, as prisões e os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros do Arenoso, Fazenda Grande do Retiro e Cabula VI. Também foi aplicada medida cautelar diversa da prisão no município de Milagres, determinando que o investigado compareça periodicamente ao Poder Judiciário para prestar esclarecimentos, conforme decisão judicial.
Asfixia financeira
As investigações apontam que os presos mantinham ligação com uma liderança criminosa. Segundo as apurações, os envolvidos exerciam diferentes funções na estrutura financeira do grupo, com participação na movimentação e ocultação de recursos.
As forças de segurança intensificaram o combate ao tráfico de drogas em Brumado na manhã desta quarta-feira (5), com o cumprimento de mandados de busca e apreensão durante a Operação Muralhas do Sertão. A ação foi realizada de forma integrada entre a Polícia Civil da Bahia, por meio da 1ª Delegacia Territorial de Brumado, e o 24º Batalhão da Polícia Militar (24º BPM).
As diligências ocorreram em diversos endereços do município previamente identificados durante as investigações. Os mandados foram expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Brumado e fazem parte de uma estratégia para desarticular a atuação de pessoas investigadas por envolvimento com o tráfico de drogas.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes localizaram e apreenderam mais de R$ 6 mil em dinheiro, uma balança digital de precisão, munição de calibre 9 mm, uma máquina de cartão e diversos materiais utilizados para o acondicionamento e fracionamento de entorpecentes.
Todo o material recolhido foi encaminhado à Delegacia Territorial de Brumado, onde será periciado e incorporado às investigações. Segundo as forças de segurança, os objetos apreendidos representam importantes elementos para o avanço do inquérito policial.
O comandante do 24º BPM, tenente-coronel PM Pontes, destacou a importância da atuação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Civil no enfrentamento à criminalidade. Segundo ele, a integração entre as instituições fortalece as ações de combate ao tráfico de drogas e amplia a capacidade de resposta das forças de segurança, contribuindo para a preservação da ordem pública e da tranquilidade da população brumadense.
Dois homens, de 34 e 45 anos, foram presos nesta quinta-feira (16), no Centro de Andaraí, em cumprimento a mandados de prisão preventiva pelos crimes de estupro de vulnerável. Durante a ação, também foi apreendida uma arma de fogo artesanal.
No primeiro caso, o crime ocorreu em junho deste ano, durante os festejos de aniversário do município. A vítima, uma mulher de 28 anos, relatou que, após ingerir uma medicação, adormeceu e, ao despertar, constatou que havia sido vítima do crime. No segundo, o crime ocorreu em maio deste ano e teve como vítima uma criança de sete anos. As investigações conduzidas pela Polícia Civil resultaram na representação pela prisão preventiva dos dois investigados, medidas posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário.
Durante a ação, além do cumprimento dos mandados de prisão preventiva, os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de um dos investigados. No imóvel, foi localizada e apreendida uma arma de fogo artesanal. O armamento foi encaminhado para perícia e demais providências legais.
A ação foi realizada por equipes da Delegacia Territorial de Andaraí (DT/Andaraí), com o apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Chapada).Os dois investigados foram encaminhados à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis e permanecem custodiados à disposição do Poder Judiciário.
O Ministério Público do Estado da Bahia denunciou terça-feira, dia 14, à Justiça, cinco homens por associação criminosa para o tráfico de drogas no município de Belo Campo. A pedido do MPBA, quatro deles, já estavam presos preventivamente. Um está foragido. Também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão contra os acusados.
As prisões foram decretadas pela Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia, que acolheu medida cautelar apresentada pelo MPBA, por meio do promotor de Justiça Vladimir Ferreira Campos. A investigação foi conduzida de forma conjunta pelo Ministério Público e pela Polícia Civil da Bahia. De acordo com o promotor de Justiça, os denunciados teriam se associado para comercializar maconha, cocaína e crack em Belo Campo, utilizando aplicativos de mensagens, linguagem cifrada e transações financeiras para operacionalizar a atividade criminosa.
As investigações apontam a existência de uma estrutura organizada para a comercialização de drogas, com divisão de tarefas, utilização de codinomes, ocultação de identidades, movimentação financeira por meio de transferências via PIX e distribuição contínua de drogas na região. As provas técnicas obtidas por meio da extração e análise de dados telefônicos e telemáticos dos aparelhos celulares apreendidos durante as investigações subsidiaram o oferecimento da denúncia pelo MPBA, que também requereu a condenação de cada um dos acusados ao pagamento de R$ 150 mil por danos morais coletivos, em razão dos prejuízos causados à saúde e à segurança pública.
Uma mulher, de 34 anos, suspeita de crime de estelionato contra pessoas idosas, foi presa pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (14), no bairro Papagaio, em Feira de Santana, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Ela é investigada em, ao menos, 40 procedimentos policiais registrados entre os anos de 2025 e 2026, além de integrar um esquema de fraudes em empréstimos consignados.
Conforme as apurações, uma empresa de crédito consignado era utilizada para captar idosos sob o pretexto da realização de simulações de empréstimos. Durante o atendimento, eram coletados documentos pessoais, dados bancários, senhas, imagens faciais e demais informações sensíveis que, posteriormente, eram utilizadas para formalizar operações de crédito sem o conhecimento ou autorização das vítimas.
Os prejuízos comprovados até o momento ultrapassam R$ 500 mil. Ainda de acordo com os levantamentos, as vítimas eram ameaçadas após questionarem as irregularidades constatadas nas operações financeiras.
De acordo com o titular da 1ª Delegacia Territorial (DT/Feira de Santana), delegado João Uzzum, foram identificadas diversas ocorrências com o mesmo modus operandi, indicando a existência do esquema criminoso. As diligências apontam que o grupo investigado atuava de forma organizada, utilizando pessoas para abordar idosos nas proximidades de instituições financeiras e conduzi-los ao escritório da empresa.
"Após a obtenção dos dados pessoais, eram realizados contratos de empréstimos e refinanciamentos em valores superiores aos pretendidos pelas vítimas, sendo parte dos recursos desviada para contas de terceiros, por meio de transferências bancárias e operações via PIX, dificultando o rastreamento dos valores”, disse o delegado.
Durante a operação, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência da investigada e em outros dois endereços no centro da cidade, sendo apreendidos aparelhos celulares, notebooks, computadores e documentos, que serão encaminhados para a análise. A suspeita foi encaminhada à unidade policial, onde passou pelos procedimentos legais de praxe e permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Federal (23) está desde cedo nas ruas para cumprir mandados judiciais no âmbito da Operação Miragem, deflagrada nesta terça-feira (23) para apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, previstos na Lei nº 7.492/1986.
O alvo das investigações é o Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.
Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. Entre as medidas estão a quebra de “sigilos bancário e fiscal dos investigados e o sequestro e bloqueio de bens e valores de até R$ 670 milhões. O alvo da operação é uma instituição financeira
Segundo a PF, as investigações, subsidiadas por relatórios do Banco Central, indicam que os “investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira da instituição, aparentar solvência perante os órgãos de controle e viabilizar operações supostamente irregulares”.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas pela Lei nº 7.492/1986.
A Polícia Civil da Bahia registrou 24 prisões durante a Operação Caminhos Seguros 2026, realizada entre os dias 5 e 18 de maio em 14 municípios baianos. As ações ocorreram de forma integrada e envolveram, no período, 598 policiais civis, com apoio de 158 viaturas empregadas nas diligências. A operação faz parte da mobilização nacional de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.
Durante a operação, também foram cumpridos 39 mandados de busca e apreensão, além da apreensão de 33 dispositivos eletrônicos contendo arquivos de material pornográfico infantojuvenil. Os equipamentos apreendidos foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde passam por perícia e extração de dados que podem contribuir para o avanço das investigações.
As equipes policiais também instauraram 56 inquéritos policiais, concluíram 54 procedimentos com autoria identificada e registraram 271 boletins de ocorrência relacionados à operação. Durante as diligências investigativas, 26 vítimas foram atendidas, 12 denúncias apuradas e 19 locais mapeados.
Além das medidas repressivas, a operação também desenvolveu ações preventivas e educativas em diferentes municípios baianos. Foram realizadas sete ações educativas e visitas a dez escolas, alcançando aproximadamente 3 mil pessoas.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (13), a Operação Pix Seguro, que investiga um grupo criminoso envolvido em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. A ação resultou no bloqueio judicial de R$ 103 milhões e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em cinco estados.
As diligências foram realizadas pela Polícia Civil, por meio da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior em Eunápolis (23ª Coorpin/Eunápolis), com apoio da Polícia Militar da Bahia, do CIBERLAB, vinculado à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e das Polícias Civis do Ceará, Pernambuco, Goiás e São Paulo.
Foram cumpridos sete mandados em Eunápolis, além de buscas nas cidades de Crato (CE), Goiânia (GO), Recife (PE) e São Paulo (SP). Durante a operação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
De acordo com as apurações, o grupo utilizava mensagens falsas por SMS informando suposto bloqueio de contas bancárias. As vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas e, após inserirem dados pessoais e bancários, tinham os valores transferidos via PIX para contas ligadas à organização criminosa.
Ainda conforme as investigações, os recursos obtidos eram movimentados por meio de contas de terceiros e empresas de fachada, utilizadas para ocultar a origem do dinheiro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações seguem para identificar outros envolvidos e aprofundar a análise do material apreendido.