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A Espanha é bicampeã mundial! Após um empate sem gols no tempo regulamentar, La Roja venceu a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final da Copa do Mundo da FIFA 2026, em Nova York/Nova Jersey, no marcante dia 19 de julho. De pé esquerdo, de primeira e com força, Ferran Torres fez o único gol do jogo e deu o título aos espanhóis.
A seleção espanhola está agora igualada a França e Uruguai, cada uma com duas conquistas da Copa do Mundo. A tricampeã Argentina não conseguiu vencer o torneio pela segunda vez seguida e, portanto, teve adiada para 2030 a sua busca pelo tetra.
A equipe comandada por Luis de la Fuente foi campeã invicta em 2026 e só não venceu um jogo nesta campanha: o empate por 0 a 0 contra Cabo Verde, na primeira rodada. A Espanha só sofreu gol na vitória por 2 a 1 sobre a Bélgica.
A Copa do Mundo de 2026 já revelou uma tendência clara: o torneio pode ser decidido tanto nos bancos de reservas quanto dentro das quatro linhas. Com 48 seleções e um formato inédito — sendo a 23ª edição do torneio e a primeira disputada em três países-sede (Canadá, México e Estados Unidos) —, a margem para erro tático diminuiu, e os técnicos passaram a ocupar o centro da narrativa.
Os super-treinadores que chegam para dominar o Mundial
O nome mais simbólico dessa nova era é Carlo Ancelotti. Após passagens vitoriosas por AC Milan, Chelsea, PSG, Bayern de Munique e Real Madrid — onde se tornou o treinador mais vitorioso da história da Liga dos Campeões, com cinco títulos —, este é o primeiro trabalho do italiano no comando de uma seleção. À frente do Brasil, Ancelotti carrega a missão de devolver o país ao topo do futebol mundial após mais de duas décadas sem levantar o troféu. Sua flexibilidade tática e capacidade de gestão de vestiário tornam o time uma incógnita interessante.