Prefeitura de Brumado - Saude

Pressione Enter para pesquisar ou ESC para sair

MATEUS AUTO CENTER TOP
A Quitanda
Disbahia
Amorim Pisos
ALBA -

Inflação dos últimos 12 meses recua e fica abaixo de 4% pela primeira vez em quase dois anos

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação dos últimos 12 meses recua e fica abaixo de 4% pela primeira vez em quase dois anos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) revelou que, nos últimos 12 meses, o indicador de inflação do país desacelerou e ficou em 3,81% — abaixo dos 4% observados desde maio de 2024. Os números representam progresso em relação ao resultado do primeiro mês do ano, quando o acumulado dos 12 meses imediatamente anteriores apontaram a marca de 4,44%. O recorte abrangendo os últimos 12 meses é considerado indicador importante na análise da tendência da inflação por minimizar variações características de um determinado mês.

O IPCA, na comparação mensal, passou de 0,33% em janeiro para 0,7% em fevereiro. O percentual é menor em comparação com o registrado em fevereiro do ano passado, quando a taxa atingiu 1,31%. Um dos principais destaques do mês foi o grupo de Educação, cujo impacto está relacionado aos reajustes anuais das mensalidades de escolas e de cursos. A variação foi de 5,21% e é uma das características do mês de fevereiro, período de retorno às salas de aula e início do ano letivo. O grupo Educação foi acompanhado ainda pela alta no grupo Transportes, que, juntos, representaram cerca de 66% do resultado no segundo mês de 2026.

Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Diante do cenário, a inflação no mês voltou a se posicionar dentro do intervalo de tolerância do Banco Central (BC), que considera como meta 3% e aceita variação até o teto de 4,5%.

Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0,20%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0,20%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A conta de luz mais barata foi um dos fatores que ajudaram a prévia da inflação oficial de janeiro perder força e fechar em 0,20%. Em dezembro, o índice havia ficado em 0,25%. Com o resultado do primeiro mês de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula 4,5% em 12 meses, limite máximo da meta de inflação do governo. Em dezembro, o acumulado era 4,41%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, dois apresentaram recuo na média de preços na passagem de dezembro para janeiro: 

Habitação: -0,26% 

Transportes: -0,13% 

Educação: 0,05% 

Vestuário: 0,28% 

Despesas pessoais: 0,28% 

Alimentação e bebidas: 0,31% 

Artigos de residência: 0,43% 

Comunicação: 0,73%

Saúde e cuidados pessoais: 0,81% 

IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%, abaixo da meta
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A chamada inflação oficial teve alta de 0,33% em dezembro, 0,15 ponto percentual (p.p.) acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular alta de 4,26% em 2025. 

Com o resultado, o IPCA termina o ano dentro da meta do governo, de até 4,5% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, com exceção do grupo Habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.

Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país - passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

Inflação oficial de outubro fica em 0,09%, menor para o mês desde 1998

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial de outubro fica em 0,09%, menor para o mês desde 1998
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

Com esse resultado, o IPCA acumulado em 12 meses é 4,68%, uma redução na comparação com os 5,17% dos 12 meses terminados em setembro. É a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, está ainda acima da meta do governo, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, no máximo 4,5%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Conta de luz

A energia elétrica residencial recuou 2,39% no mês, representando impacto de -0,1 ponto percentual no IPCA.

A explicação está na migração da bandeira tarifária vermelha patamar 2 para 1. No 2, há cobrança adicional de R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 kilowatts (Kwh) consumidos. Já no nível 1, vigente em outubro, o extra é de R$ 4,46.

Alimentos

Depois de ter caído durante quatro meses seguidos, o grupo alimentação e bebidas, que tem o maior peso no custo mensal das famílias, apresentou estabilidade, variando 0,01%.

Petrobras anuncia redução de 4,9% no preço da gasolina para distribuidoras

20 Out 2025 / 13h58
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Petrobras anuncia redução de 4,9% no preço da gasolina para distribuidoras
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) uma redução de 4,9% no preço da gasolina vendida às distribuidoras. Com a medida, o preço médio de venda nas refinarias passa a ser de R$ 2,71 por litro, representando uma queda de R$ 0,14 por litro.


A última redução havia sido realizada em junho deste ano, quando o preço foi reajustado para R$ 2,85 por litro, com corte de R$ 0,17. Esta é a segunda redução no valor da gasolina em 2025, acumulando queda de R$ 0,31 por litro, equivalente a 10,3% no ano.


Para o diesel, a Petrobras informou que não haverá alteração neste momento. Desde março de 2025, a estatal realizou três reduções consecutivas, e desde dezembro de 2022, a queda acumulada nos preços do diesel para as distribuidoras, considerando a inflação, é de 35,9%.


Segundo a companhia, os ajustes seguem sua política de preços, que considera as condições de mercado, custos logísticos e variações cambiais.

Preços dos alimentos caem pelo 4º mês consecutivo, diz IBGE

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Preços dos alimentos caem pelo 4º mês consecutivo, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O preço dos alimentos caiu pelo quarto mês seguido no Brasil. Em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou negativo em -0,26% no grupo alimentação e bebidas.

O IPCA é o índice que mede a inflação oficial do país. Nos últimos quatro meses, alimentos e bebidas apresentaram deflação, situação em que os preços ficam mais baratos (inflação negativa). O recuo acumulado ficou em -1,17%.

Os alimentos que apresentaram queda mais acentuada de preços foram tomate (-11,52%), cebola (-10,16%), alho (-8,70%), batata (-8,55%) e arroz (-2,14%).

No caso da alimentação no domicílio, a deflação ficou em -0,41% em setembro, contra queda de -0,83% anotada em agosto.

Inflação oficial recua 0,11% em agosto, menor resultado desde 2022

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial recua 0,11% em agosto, menor resultado desde 2022
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A inflação oficial ficou negativa no mês de agosto, ou seja, os preços ficaram mais baratos em média. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês em -0,11%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o índice tinha ficado em 0,26%. Essa deflação (inflação negativa) é a primeira desde agosto de 2024 (-0,02%) e a mais intensa desde setembro de 2022 (-0,29%).

Com o resultado de agosto de 2025, o acumulado de 12 meses chega a 5,13%, abaixo dos 5,23% dos 12 meses terminados em julho, mas ainda acima da meta do governo, de até 4,5%. A conta de luz recuou 4,21% no mês, representando impacto negativo de 0,17 ponto percentual (p.p.), figurando como o subitem que mais puxou a inflação para baixo. Com isso, o grupo habitação recuou 0,90%.

A explicação está no chamado Bônus de Itaipu, desconto na conta que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Conforme adiantou a Agência Brasil, a bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos. O grupo alimentação e bebidas (-0,46%) caiu pelo terceiro mês seguido. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo IPCA.

Prévia da inflação oficial de agosto recua 0,14%, diz IBGE

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Prévia da inflação oficial de agosto recua 0,14%, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Desconto na conta de luz, queda no preço dos alimentos e gasolina mais barata são fatores que fizeram a prévia da inflação de agosto ficar negativa em 0,14%. Na média, o custo de vida das famílias ficou mais em conta. A constatação está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial no país, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o IPCA-15 tinha marcado 0,33%. O resultado de agosto é o menor desde setembro de 2022 (-0,37%) e a primeira deflação (inflação negativa) desde julho de 2023 (-0,07%). Em agosto de 2024, o índice marcou 0,19%. Com o resultado conhecido nesta terça-feira, o IPCA-15 acumulado em 12 meses fica em 4,95%. Em julho, era 5,30%. O governo trabalha com a meta de manter a inflação oficial em 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, isto é, o máximo tolerado em 4,5%.

Inflação fecha julho em 0,26%; alimentos caem pela segundo mês seguido

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação fecha julho em 0,26%; alimentos caem pela segundo mês seguido
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A conta de luz mais cara pressionou a inflação oficial no mês de julho, fazendo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar em 0,26%, acima do registrado em maio (0,24%). O preço dos alimentos, no entanto, caiu pelo segundo mês seguido, ajudando a segurar o índice. Em julho do ano passado, a taxa ficou em 0,38%. Com os dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 5,23% em 12 meses, fora do centro da meta de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%. A taxa está acima do teto desde setembro de 2024 (4,42%). Em abril, chegou a 5,53%, o ponto mais alto desde então. No entanto, o patamar alcançado em julho representa um recuo na comparação com os 5,35% no período terminado em junho. A energia elétrica residencial subiu 3,04% no mês, representando o maior impacto individual no IPCA: 0,12 ponto percentual (p.p.). Esse subitem fez com que o grupo habitação subisse 0,91%, representando impacto de 0,14 p.p.

Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Mercado reduz expectativas de inflação para 5,05% em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Pela 11ª semana seguida, o mercado financeiro reduziu as expectativas de inflação para 2025. Atualmente, as projeções apontam que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – em 5,05%, percentual inferior aos 5,07% projetados há uma semana; e aos 5,17% projetados há quatro semanas. É o que mostra o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central. Para 2026, as expectativas de queda de inflação se mantêm há quatro semanas, quando chegou a 4,5%. Atualmente, o IPCA projetado para o ano que vem está está em 4,41%; e para 2027, em 4%. Apesar de uma melhora nas expectativas relacionadas à inflação, a estimativa para 2025 continua acima do teto da meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O limite inferior, portanto, é 1,5%; e o superior, 4,5%. Mesmo com a desaceleração inflacionária dos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%. Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento; as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos; e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%. Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Preços de alimentos caem, inflação perde força e fecha junho em 0,24%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O mês de junho foi marcado pela primeira queda no preço dos alimentos depois de 9 meses, o que ajudou a inflação oficial perder força pelo quarto mês seguido, fechando junho em 0,24%. No entanto, a bandeira vermelha na conta de energia elétrica fez a conta de luz subir e ser o subitem que mais pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho do ano passado, a inflação oficial havia sido de 0,21%. Desde fevereiro de 2025, quando marcou 1,31%, o IPCA perdeu força seguidamente nos meses de março (0,56%), abril (0,43%), maio (0,26%) e junho (0,24%). Apesar da sequência de meses de desaceleração, ou seja, com inflação cada vez menor, o IPCA acumulado de 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta do governo, de até 4,5%. Esse período de 6 meses acima de 4,5% configura estouro da meta. Em abril, esse acumulado obteve o ponto mais alto do ano, 5,53%. Dos nove grupos de preços apurados pelo IBGE, apenas um apresentou queda de preços, alimentos e bebidas (0,18%), representando peso de 0,04 ponto percentual (p.p.). Veja o comportamento dos grupos: Índice geral: 0,24% (0,24 p.p.); Alimentação e bebidas: -0,18% (-0,04 p.p.); Habitação: 0,99% (0,15 p.p.); Artigos de residência: 0,08% (0,00 p.p.); Vestuário: 0,75% (0,04 p.p.); Transportes: 0,27% (0,05 p.p.); Saúde e cuidados pessoais: 0,07% (0,01 p.p.); Despesas pessoais: 0,23% (0,02 p.p.); Educação: 0,00% (0,00 p.p.) e Comunicação: 0,11% (0,01 p.p.).

Preços de alimentos caem e prévia da inflação de junho fica em 0,26%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Preços de alimentos caem e prévia da inflação de junho fica em 0,26%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Depois de nove meses seguidos de alta, os preços dos alimentos apresentaram queda em junho e ajudaram a fazer o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) – também conhecido como prévia da inflação oficial – fechar em 0,26%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado representa o quarto mês seguido de desaceleração, ou seja, a inflação está perdendo força. Veja o comportamento do IPCA-15 desde fevereiro, quando foi apurado o maior índice do ano: Fevereiro: 1,23%; Março: 0,64%; Abril: 0,43%; Maio: 0,36%; Junho: 0,26%. O resultado de junho também deixa o IPCA-15 abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (0,39%). No acumulado de 12 meses, o índice soma 5,27%.

Inflação oficial recua para 0,26% em maio deste ano, diz IBGE

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial recua para 0,26% em maio deste ano, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,26% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas em abril deste ano (0,43%) e em maio do ano passado (0,46%). Segundo os dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação oficial acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses. O grupo de despesas habitação apresentou o maior impacto na taxa de inflação do mês, com uma alta de preços de 1,19%, influenciada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial (3,62%). “Além do reajuste em algumas áreas pesquisadas, e aumento nas alíquotas de PIS/COFINS, esteve vigente no mês de maio a bandeira tarifária amarela, com cobrança adicional de R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumido”, afirmou o pesquisador do IBGE Fernando Gonçalves. Também houve aumento nos custos do gás encanado (0,25%) e da taxa de água e esgoto (0,77%). Por outro lado, a deflação (queda de preços) de 0,37% nos transportes e a perda de ritmo da inflação da alimentação (que passou de 0,82% em abril para 0,17% em maio) colaboraram para o recuo da inflação oficial no mês. Nos transportes (que tiveram deflação de 0,38% em abril), houve queda de preços de passagens aéreas (-11,31%), gasolina (-0,66%), óleo diesel (-1,30%), etanol (-0,91%) e gás veicular (-0,83%). Já no grupo alimentação, os principais responsáveis pelo recuo da taxa de inflação foram as quedas de preços do tomate (-13,52%), do arroz (-4%), do ovo de galinha (-3,98%) e das frutas (-1,67%).

Copom eleva juros básicos da economia para 14,75% ao ano

08 Mai 2025 / 09h00
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Copom eleva juros básicos da economia para 14,75% ao ano
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. Essa foi a sexta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde agosto de 2006, quando também estava em 14,75% ao ano. Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Apenas afirmou que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano. “Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, destacou o texto. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e três de 1 ponto percentual.

Geraldo Alckmin defende retirar inflação de alimentos do cálculo da Selic

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Geraldo Alckmin defende retirar inflação de alimentos do cálculo da Selic
Foto - Kadu Gomes / VPR

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu, nesta segunda-feira (24), que o Banco Central (BC) desconsidere a inflação de alimentos e energia ao definir a taxa básica de juros, a Selic. A declaração vem após o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevar a Selic para 14,25% ao ano para conter a inflação. Alckmin mencionou o exemplo do banco central dos Estados Unidos, que retira esses dois índices do cálculo dos juros básicos da economia estadunidense. “Uma taxa de juros elevada, como a Selic, em 14,25% ao ano, ela atrapalha a economia, porque torna muito caro o custo de capital”, disse, em evento promovido pelo jornal Valor Econômico. Para o presidente em exercício, os aumentos nos preços de alimentos e energia são impulsionados por fatores externos e de natureza pontual, como eventos climáticos adversos e tensões geopolíticas, como guerras. Segundo o também ministro, esses eventos impactam os preços de forma significativa, mas não possuem uma relação direta com a política monetária e, portanto, com a taxa de juros. “Alimento é muito clima. Se eu tenho uma seca muito forte, uma alteração climática muito grande, vai subir o preço de alimento. E não adianta eu aumentar os juros que não vai fazer chover. Então eu só vou prejudicar a economia”, disse, lembrando que no caso da energia, os preços do barril do petróleo são definidos internacionalmente. Embora o Banco Central tenha entre seus objetivos principais o controle da inflação, a visão do ministro sugere uma análise mais flexível e atenta aos choques de oferta que podem influenciar os índices de preços.

Após nova alta de juros, mercado reduz previsão para o PIB e inflação

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Após nova alta de juros, mercado reduz previsão para o PIB e inflação
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Após a taxa básica de juros ser elevada para 14,25% ao ano, as previsões do mercado financeiro para a expansão da economia e o índice de inflação em 2025 foram reduzidas, de acordo com dados do Boletim Focus, divulgados nesta segunda-feira (24), em Brasília. A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para este ano, a estimativa para o crescimento da economia caiu de 1,99% para 1,98%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB - a soma dos bens e serviços produzidos no país - foi mantida em 1,6%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente. Expansão da economia - Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,95 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 6. Inflação - A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – caiu de 5,66% para 5,65% este ano. Para 2026, a projeção da inflação subiu de 4,48% para 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003. Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo - de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos. Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.

Prévia da inflação de fevereiro é de 1,23%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Prévia da inflação de fevereiro é de 1,23%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A prévia da inflação no mês de fevereiro ficou em 1,23%, a maior desde abril de 2022 (1,73%). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi pressionado principalmente pela conta de luz. Em janeiro, o índice havia sido de 0,11%. Comparando apenas os meses de fevereiro, o resultado de 2025 é o maior desde 2016, quando o IPCA-15 marcou 1,42%. Em fevereiro do ano passado, a prévia fico em 0,78%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 soma 4,96%, acima da meta do governo de, no máximo 4,5%. Em janeiro, esse acumulado se encontrava no teto da meta. Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, sete apresentaram alta. A maior pressão veio do grupo habitação, que subiu 4,34%, contribuindo com 0,63 ponto percentual (p.p.) do IPCA-15. Dentro da habitação, a vilã foi a conta de luz, que subiu 16,33%, impactando o índice em 0,54 p.p. O que explica esse aumento é o desconto que as contas de luz dos brasileiros receberam em janeiro, o chamado Bônus Itaipu, que derrubou o custo no mês passado (-15,46%). Uma vez que o desconto não se repetiu em fevereiro, o efeito estatístico com a base de comparação baixa mostra uma inflação alta na comparação entre janeiro e fevereiro.

Mercado financeiro projeta inflação de 5% em 2025

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Mercado financeiro projeta inflação de 5% em 2025
Foto - Divulgação

O mercado financeiro aumentou ligeiramente a projeção da inflação para este ano.  A edição do Boletim Focus desta segunda-feira (13) projeta um índice, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 5%, ante os 4,99% da semana passada. Há quatro semanas a projeção era 4,6% para 2025. A pesquisa Focus é realizada por economistas do mercado financeiro e divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC). Para 2026, o boletim também projeta um ligeiro aumento na inflação para 4,05, ante os 4,03 da semana anterior. No ano passado, o IPCA, que leva em conta a variação do custo de vida de famílias com rendimento de até 40 salários mínimos, fechou em 4,83%, acima do teto da meta prevista para 4,5%. Desde 1999, quando o Brasil passou a adotar o regime de metas de inflação, o IPCA, considerado a inflação oficial do país, ultrapassou oito vezes o limite máximo da meta. A último registro foi no ano passado, segundo dados divulgados na última sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para 2027, a projeção do mercado financeiro é inflação de 3,9% e para 2028, de 3,56%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) - a soma dos bens e serviços produzidos no país – o boletim manteve a projeção de crescimento para 2025 da semana passada. Segundo o mercado financeiro, o PIB no próximo ano deve ficar em 2,02%. Para 2026, a projeção é crescimento de 1,8%. Já para 2027 e 2028, a projeção de expansão do PIB é 2%, para os dois anos.

Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial do país em 2024 é de 4,83%, acima do limite da meta
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Com o resultado de 0,52% em dezembro, a inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, acima do limite máximo da meta estipulada pelo governo. Em 2023, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) havia ficado em 4,62%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A meta de inflação do governo para 2024 foi de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos. Ou seja, o IPCA do ano ficou 0,33 p.p. acima. O resultado de 2024 é o mais alto desde 2022 (5,79%).

Ao longo de 2024, o grupo alimentos e bebidas foi o que mais pressionou o bolso dos brasileiros, com alta de 7,62%, impacto de 1,63 p.p. no IPCA.

Inflação oficial perde força e fecha novembro em 0,39%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial perde força e fecha novembro em 0,39%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A inflação oficial do país perdeu força na passagem de outubro para novembro e fechou o último mês em 0,39%. Em outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) havia sido de 0,56%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baratos, mas que subiram menos. O custo da alimentação foi o que mais pressionou o IPCA em novembro. No acumulado de 12 meses, a inflação oficial soma 4,87%, acima da meta do governo de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos. É também o maior acumulado desde setembro de 2023. No acumulado do ano, ou seja, de janeiro e novembro, o IPCA sobe 4,29%. “Caso o IPCA seja superior a 0,20% em dezembro, o IPCA ficará acima da meta”, calcula o gerente da pesquisa, André Almeida. Em novembro, o item alimentação e bebidas subiu 1,55%, o que representa 0,33 p.p. da inflação total. O maior impacto veio das carnes, que aumentaram 8,02% (0,20 p.p. de impacto no índice). A alcatra, por exemplo, ficou 9,31% mais cara. Já o contrafilé aumentou 7,83%. “A menor oferta de animais para abate e o maior volume de exportações reduziram a oferta do produto”, explicou o gerente da pesquisa, André Almeida. Dentro do grupo despesas pessoais, que tiveram aumento de 1,43% (0,14 p.p do IPCA), os impactos mais marcantes foram o cigarro, que subiu 14,97%, pacote turístico (4,12%) e hospedagem (2,20%). Outro grupo que pressionou a inflação em novembro foi o de transportes, que subiu 0,89% e representa 0,13 ponto percentual (p.p.) do IPCA fechado. O vilão foi o preço das passagens aéreas, que subiram 22,65%. O bilhete de avião foi o item individual que mais subiu entre todos os produtos e serviços que têm preços apurados pelo IBGE.

Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,62% para 4,64%

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,62% para 4,64%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,62% para 4,64% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4,1% para 4,12%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,7% e 3,5%, respectivamente. A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56% após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,76%.

Inflação oficial sobe para 0,56% em outubro, diz IBGE

Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Inflação oficial sobe para 0,56% em outubro, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou taxa de 0,56% em outubro deste ano. A taxa é maior do que as observadas no mês anterior (0,44%) e em outubro de 2023 (0,24%). O dado foi divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA acumula taxa de inflação de 4,76% em 12 meses, acima dos 4,42% observados em setembro e acima do teto da meta de inflação (4,50%), estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano. Nos dez primeiros meses do ano, o IPCA acumula taxa de 3,88%. A taxa de inflação em agosto foi puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos. O grupo de despesas habitação teve alta de preços de 1,49%, influenciada pelo avanço do custo da energia elétrica, que subiu 4,74%, com a implementação da bandeira tarifária vermelha 2, a partir de 1º de outubro. O grupo alimentação e bebidas teve variação de preços de 1,06%, puxada principalmente pelo aumento das carnes (5,81%). Entre os tipos de carne com altas mais elevadas destacam-se acém (9,09%), costela (7,40%), contrafilé (6,07%) e alcatra (5,79%). Outros alimentos com altas de preços foram tomate (9,82%) e café moído (4,01%). Os transportes foram o único grupo de despesas com deflação (queda de preços): -0,38%. O resultado do grupo foi influenciado por recuos nos preços das passagens aéreas (-11,50%), trem (-4,80%), metrô (-4,63%), ônibus urbano (-3,51%), etanol (-0,56%), óleo diesel (-0,20%) e gasolina (-0,13%).

Adicione e Participe

Textos, Fotos e Vídeos

77 99992-3542
Top Acessadas


Às margens do Rio do Antônio, o prefeito Fabrício Abrantes reafirma sua bandeira pelo esgotamento sanitário de Brumado
Às margens do Rio do Antônio, o prefeito Fabrício Abrantes reafirma sua bandeira pelo esgotamento sanitário de Brumado
02 Abr 2026 / 15h21
'Bora Brumado': Prefeito Fabrício Abrantes percorre obras e destaca maior pacote de investimentos da história do município
'Bora Brumado': Prefeito Fabrício Abrantes percorre obras e destaca maior pacote de investimentos da história do município
02 Abr 2026 / 14h52
Brumado é o terceiro município que mais gerou empregos na Bahia com 580 vagas em fevereiro
Brumado é o terceiro município que mais gerou empregos na Bahia com 580 vagas em fevereiro
02 Abr 2026 / 07h35
Operação contra o tráfico e homicídios resulta na apreensão de arma, drogas e documentos falsos em Brumado
Operação contra o tráfico e homicídios resulta na apreensão de arma, drogas e documentos falsos em Brumado
01 Abr 2026 / 09h58
Joalheria é invadida durante a madrugada e tem peças furtadas em Brumado
Joalheria é invadida durante a madrugada e tem peças furtadas em Brumado
03 Abr 2026 / 08h00
Comentários


Alberto Tavares comentou em:
Prefeito Fabrício Abrantes inaugura Praça Regina Amorim e anuncia obras em Lagoa Funda
Otrebla seravat sotnas comentou em:
Prefeito Fabrício Abrantes garante pacote de obras e investimentos para Brumado em agenda com governador Jerônimo Rodrigues
José Antônio Marques comentou em:
Correios abre inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026
Raimundo Nonato comentou em:
Governador Jerônimo inicia mais uma maratona pelo interior da Bahia, com agenda oficial em 11 municípios, de quinta (19) a domingo (22)
ISAQUE RIBAS PIRES comentou em:
Economia e qualidade: A Quitanda Hortifruti vira referência em Brumado
Genes Academia
Arquivo


2026
2025
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013
2012
Café Brumado