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Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre

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Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro atingiu 5,8%, valor acima do trimestre móvel terminado em novembro, quando era de 5,2%.

Apesar da alta no intervalo, o resultado é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e mostrou também recorde no salário do trabalhador. No mesmo trimestre de 2025, o índice era 6,8%.

No trimestre terminado em fevereiro, o Brasil tinha 102,1 milhões de pessoas ocupadas e 6,2 milhões à procura de trabalho. No trimestre de setembro a novembro de 2025 eram 5,6 milhões de brasileiros em busca de vagas.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

PIB brasileiro avança pelo quinto ano seguido e cresce 2,3% em 2025, mostra IBGE

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PIB brasileiro avança pelo quinto ano seguido e cresce 2,3% em 2025, mostra IBGE
Foto - Divulgação

O Produto Interno Bruto (PIB) do País encerrou 2025 com crescimento de 2,3%. Em valores correntes, o PIB de 2025 alcançou R$ 12,7 trilhões. As três atividades econômicas analisadas pelas Contas Nacionais Trimestrais do IBGE cresceram: Agropecuária (11,7%), Serviços (1,8%), Indústria (1,4%). Já o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com um crescimento real de 1,9% frente a 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3/2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, ressalta que “Quatro atividades: Agropecuária, Indústrias extrativas, Informação e comunicação e Outras atividades de serviços, contribuíram com 72% do total do volume do Valor Adicionado em 2025, atividades estas menos afetadas pela política monetária contracionista”.

O crescimento de 11,7% na Agropecuária em 2025 decorreu, principalmente, de aumentos na produção e ganhos na produtividade de várias culturas, com destaque para o milho (23,6%) e a soja (14,6%), que alcançaram recordes em 2025. A Pecuária também contribuiu positivamente.

O destaque positivo da Indústria foi a extração de petróleo e gás, concorrendo para que o valor adicionado das Indústrias Extrativas fechasse 2025 com alta de 8,6%. Outra contribuição positiva veio da Construção, que variou 0,5% no ano. Por outro lado, a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%) e as Indústrias de Transformação (-0,2%) fecharam o ano com variações negativas.

Já o setor de Serviços seguiu aquecido em 2025, com crescimento em todas as suas atividades: Informação e comunicação (6,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%), Transporte, armazenagem e correio (2,1%), Outras atividades de serviços (2,0%), Atividades imobiliárias (2,0%), Comércio (1,1%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025

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IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025
Foto - Cleiton Ramão / IRGA

O Brasil deverá fechar 2025 com safra recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O resultado representa um aumento de 18,2% em relação a 2024 (292,7 milhões de toneladas). Os dados são da estimativa calculada em dezembro de 2025, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A previsão é de que em 2026, a produção seja menor. Segundo estimativas do IBGE, a safra brasileira em 2026 deve somar 339,8 milhões de toneladas, declínio de 1,8% em relação a 2025 ou 6,3 milhões de toneladas. 

Para a safra 2026, o IBGE informou que está incluindo a canola e o gergelim, produtos que vêm ganhando importância na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos últimos anos, muito embora ainda tenham seu cultivo limitado a poucas unidades da federação.

Número de nascimentos cai 5,8% em 2024; sexto recuo consecutivo

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Número de nascimentos cai 5,8% em 2024; sexto recuo consecutivo
Foto - Marcello Casal Jr ? Agência Brasil

O Brasil teve pouco mais de 2,38 milhões de nascimentos em 2024. Esse número representa uma queda de 5,8% na comparação com os 2,52 milhões de nascidos em 2023, marcando uma sequência de seis anos seguidos com recuo na quantidade de nascimentos.

Mais que traçar uma tendência de queda, os dados de 2024 mostram um aprofundamento desse comportamento, pois a redução de 5,8% é a maior dos últimos 20 anos. Supera a marca anterior, que era de -5,1% na passagem de 2015 para 2016.

Os dados fazem parte da pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A gerente da pesquisa, Klivia Brayner, aponta que a diminuição no número de nascimentos é um fenômeno já reconhecido.

“Confirma a tendência já apontada pelo Censo 2022, de que as mulheres estão tendo cada vez menos filhos, a queda da fecundidade”, avalia.

IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’

06 Nov 2025 / 16h30
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IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novos dados do levantamento “Nomes no Brasil”, com base no Censo 2022, revelando quais são os sobrenomes mais frequentes entre os moradores de Brumado.


De acordo com o estudo, o sobrenome Silva aparece em destaque, sendo utilizado por 24,36% da população — o equivalente a 17.176 pessoas no município. Na sequência, estão Santos (20,04%; 14.127 pessoas), Souza (11,14%; 7.854) e Lima (6,63%; 4.677).


Esses quatro sobrenomes concentram mais de 62% dos registros familiares da cidade, demonstrando a força das linhagens tradicionais e a herança cultural presente entre os brumadenses.


O levantamento aponta ainda que outros nomes como Oliveira, Meira, Pereira, Dias, Leite e Jesus também figuram entre os dez mais comuns. Sobrenomes como Almeida, Ribeiro, Alves, Rocha, Gomes e Ferreira aparecem logo na sequência, com percentuais entre 2% e 3%.

O painel interativo do IBGE mostra que Brumado acompanha a tendência nacional, onde “Silva” e “Santos” seguem como os nomes de família mais difundidos em todas as regiões do país.

IBGE revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista

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IBGE revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista
Foto - Wilker Porto | Agora Sudoeste

O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas. Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população.

Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. Em seis cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva são mais de 60% da população. As revelações fazem parte do site Nomes do Brasil, divulgado nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Mulheres

Maria: 12.224.470 pessoas

Ana: 3.929.951

Francisca: 661.582

Julia: 646.239

Antonia: 552.951

Juliana: 536.687

Adriana: 533.801

Fernanda: 520.705

Márcia: 520.013

Patrícia: 499.140

Homens

José: 5.141.822 pessoas

João: 3.410.873

Antônio: 2.231.019

Francisco: 1.659.196

Pedro: 1.613.671

Carlos: 1.468.116

Lucas: 1.332.182

Luiz: 1.326.222

Paulo: 1.326.222

Gabriel: 1.201.030

Sobrenomes

Silva: 34.030.104 pessoas

Santos: 21.367.475

Oliveira: 11.708.947

Souza: 9.197.158

Pereira: 6.888.212

Ferreira: 6.226.228

Lima: 6.094.630

Alves: 5.756.825

Rodrigues: 5.428.540

Costa: 4.861.083

Produção industrial recua 0,4% em setembro, mostra IBGE

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Produção industrial recua 0,4% em setembro, mostra IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A produção da indústria brasileira recuou 0,4% na passagem de agosto para setembro. O resultado elimina parte do crescimento de 0,7% que havia sido registrado em agosto. Na comparação com setembro de 2024, a produção industrial cresceu 2%. No acumulado de 12 meses, o setor tem alta de 1,5%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho de setembro coloca a indústria em um patamar 2,3% acima do período pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 14,8% abaixo do maior ponto já alcançado, em maio de 2011.

Preços dos alimentos caem pelo 4º mês consecutivo, diz IBGE

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Preços dos alimentos caem pelo 4º mês consecutivo, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O preço dos alimentos caiu pelo quarto mês seguido no Brasil. Em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou negativo em -0,26% no grupo alimentação e bebidas.

O IPCA é o índice que mede a inflação oficial do país. Nos últimos quatro meses, alimentos e bebidas apresentaram deflação, situação em que os preços ficam mais baratos (inflação negativa). O recuo acumulado ficou em -1,17%.

Os alimentos que apresentaram queda mais acentuada de preços foram tomate (-11,52%), cebola (-10,16%), alho (-8,70%), batata (-8,55%) e arroz (-2,14%).

No caso da alimentação no domicílio, a deflação ficou em -0,41% em setembro, contra queda de -0,83% anotada em agosto.

Trabalho infantil no país cai 21,4% em oito anos, mostra IBGE

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Trabalho infantil no país cai 21,4% em oito anos, mostra IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil reduziu em 21,4% o número de crianças e adolescentes no trabalho infantil no intervalo de oito anos. Em 2016, eram 2,1 milhões de pessoas de 5 a 17 anos nessa situação, contingente reduzido a 1,65 milhão em 2024.

Em termos de proporção, também houve queda. Em 2016, quando o país tinha 40,6 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, 5,2% deles faziam trabalho infantil. Em 2024, a marca ficou em 4,3% dos 37,9 milhões de brasileiros nessa faixa etária.

Os dados fazem parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A série histórica do levantamento foi iniciada em 2016.

Bahia projeta que 40% da população terá mais de 60 anos até 2070

16 Set 2025 / 15h00
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Bahia projeta que 40% da população terá mais de 60 anos até 2070
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Bahia atravessa um processo de envelhecimento populacional acelerado. Atualmente, o estado tem mais de 2,3 milhões de pessoas idosas e já concentra o maior número de centenários do país, segundo dados do IBGE. As projeções indicam que, até 2070, quatro em cada dez baianos terão 60 anos ou mais, uma transformação demográfica que pressiona as políticas públicas a incorporarem o envelhecimento como prioridade transversal da saúde ao transporte, da assistência social à cultura.

A questão foi colocada no centro da 6ª Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa, aberta nesta terça-feira (16), em Salvador, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, além de outras autoridades.

Em sua fala, a titular da Sesab defendeu que o envelhecimento deve ser enfrentado com planejamento e sensibilidade. “Estamos falando de mães, pais e avós que ajudaram a construir a nossa história. O desafio é garantir que cada etapa da vida seja vivida com autonomia, respeito e dignidade”, afirmou.

Desemprego recua para 5,6%, a menor taxa desde 2012, mostra IBGE

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Desemprego recua para 5,6%, a menor taxa desde 2012, mostra IBGE
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A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho ficou em 5,6%, a menor desde a série histórica, iniciada em 2012. No trimestre móvel anterior, a taxa era de 5,8%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O país tinha no fim de julho 6,118 milhões de pessoas desocupadas, o menor contingente desde o último trimestre de 2013 (6,1 milhões). O número de ocupados atingiu o recorde de 102,4 milhões. O trimestre foi marcado também pelo recorde no número de trabalhadores com carteira assinada, 39,1 milhões.

Com esses dados, o nível de ocupação - percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar - manteve o percentual recorde de 58,8%. De acordo com William Kratochwill, analista da pesquisa, o resultado do trimestre sustenta o bom momento do mercado de trabalho.

"O mercado se mostra aquecido, resiliente, com características de um mercado em expansão. O estoque de pessoas fora da força de trabalho vem diminuindo", diz.

População de Brumado chega a 74.368 habitantes, segundo dados do IBGE

29 Ago 2025 / 06h03
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População de Brumado chega a 74.368 habitantes, segundo dados do IBGE
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (28) a nova estimativa populacional do Brasil. De acordo com o levantamento, o município de Brumado possui 74.368 habitantes em 2025. Conhecida como a Capital do Minério, a cidade tem uma área de 2.207,612 km² e neste ano completou 148 anos de emancipação política. A publicação das estimativas no Diário Oficial da União é um requisito do Tribunal de Contas da União (TCU) e serve de referência para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, que regula transferências de recursos da União para os entes federativos. Para calcular a estimativa populacional, o IBGE utiliza como base o último censo realizado, em 2022, e realiza projeções a partir de dados como taxas de natalidade e mortalidade. Os números também são fundamentais para a formulação de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre os censos.

População brasileira chega a 213,4 milhões de habitantes, estima IBGE

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População brasileira chega a 213,4 milhões de habitantes, estima IBGE
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A população brasileira alcançou o contingente de 213,4 milhões de habitantes em 1º de julho de 2025. A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e representa crescimento de 0,39% em relação ao ano anterior. A publicação da estimativa populacional no Diário Oficial da União é um requisito do Tribuna de Contas da União e serve como base para cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, transferências de recursos da União para os entes federativos. Para se chegar à estimativa populacional, o IBGE parte do último censo realizado (2022) e faz projeção anual em cima de dados como taxas de mortalidade e nascimento. Os dados também são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre os censos. Na publicação, o IBGE aponta a população de todos os estados, do Distrito Federal, regiões metropolitanas e municípios. Uma novidade de 2025 é a inclusão de Boa Esperança do Norte, com 5.877 habitantes no Mato Grosso, o mais novo município do país, que soma atualmente 5.571 cidades. De acordo com o gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Marcio Minamiguchi, o Brasil vivencia tendência de crescimento cada vez menor. “Os resultados mostram uma desaceleração, o que já era indicado pelo Censo 2022 e pelas Projeções da População”, avalia.

Prévia da inflação oficial de agosto recua 0,14%, diz IBGE

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Prévia da inflação oficial de agosto recua 0,14%, diz IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Desconto na conta de luz, queda no preço dos alimentos e gasolina mais barata são fatores que fizeram a prévia da inflação de agosto ficar negativa em 0,14%. Na média, o custo de vida das famílias ficou mais em conta. A constatação está no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial no país, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o IPCA-15 tinha marcado 0,33%. O resultado de agosto é o menor desde setembro de 2022 (-0,37%) e a primeira deflação (inflação negativa) desde julho de 2023 (-0,07%). Em agosto de 2024, o índice marcou 0,19%. Com o resultado conhecido nesta terça-feira, o IPCA-15 acumulado em 12 meses fica em 4,95%. Em julho, era 5,30%. O governo trabalha com a meta de manter a inflação oficial em 3% ao ano, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, isto é, o máximo tolerado em 4,5%.

IBGE: taxa de desemprego cai para 5,8%, a menor já registrada

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IBGE: taxa de desemprego cai para 5,8%, a menor já registrada
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O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador. A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%. No conjunto de três meses encerrado em julho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país. O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões.

Cresce o número de pessoas idosas com acesso à internet, segundo IBGE

28 Jul 2025 / 16h30
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Cresce o número de pessoas idosas com acesso à internet, segundo IBGE
Foto - Divulgação

“Eu tinha muita dificuldade de mexer em um celular. Tinha, porque agora não tenho mais.” A afirmação, repleta de entusiasmo, é de Vanize Vasconcelos, de 70 anos, aluna de Recife (PE) do programa Computadores para Inclusão, do Ministério das Comunicações, que leva conhecimento e inclusão digital para todas as faixas etárias, de Norte a Sul do país. Vanize faz parte dos 69,8% de pessoas idosas no Brasil que hoje têm acesso à internet e, melhor ainda, contam com letramento digital, preparo para utilizar novas tecnologias, aplicativos de conversas, bancos, serviços e redes sociais. Dados da PNAD Contínua 2024, divulgados recentemente pelo IBGE, mostram que o Brasil avançou de forma expressiva na inclusão digital da população com mais de 60 anos. O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou o avanço do Governo Federal ao investir em políticas públicas que ampliam o acesso à internet e, principalmente, preparam as pessoas para usar as ferramentas tecnológicas com segurança e autonomia. “Vamos usar os dados da PNAD para mapear mais pontos onde podemos atuar com políticas públicas que garantam a inclusão digital de todos. A população idosa precisa ter independência, saber usar aplicativos de transporte, de banco, acessar serviços de saúde. O Computadores para Inclusão e o Wi-Fi Brasil são ações efetivas que estão melhorando a qualidade de vida das pessoas”, afirmou o ministro. O Ministério das Comunicações atua em diversas frentes para avançar na inclusão digital, especialmente da população idosa. Por meio do Computadores para Inclusão, são oferecidas capacitações em informática básica, uso de celular e manutenção de computadores. O projeto também destina máquinas recondicionadas para associações de moradores, territórios quilombolas, áreas rurais e regiões remotas.

Número de pessoas que acessam banco online cresce 22 milhões em 2 anos

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Número de pessoas que acessam banco online cresce 22 milhões em 2 anos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Mais de 119,6 milhões de pessoas usaram a internet para acessar bancos ou outras instituições financeiras em 2024. Esse número supera em 22,5 milhões o total de brasileiros que utilizaram internet banking em 2022. O dado de 2024 representa também 71,2% dos 168 milhões de brasileiros que tinham acesso à internet. Em 2022, o percentual era 60,1%; em 2023, 66,7%. Os dados fazem parte de um suplemento sobre tecnologia da informação e comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quinta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes destacou o crescimento identificado pela pesquisa. “Foi um aumento muito rápido, 11,1 pontos percentuais em um período de dois anos”, constata.

Crescimento do turismo baiano volta a superar média nacional, segundo IBGE

21 Jul 2025 / 17h00
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Crescimento do turismo baiano volta a superar média nacional, segundo IBGE
Foto - Divulgação / Ascom Setur

A última pesquisa mensal de serviços, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é comemorada pela Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA) por colocar, novamente, o turismo baiano com desempenho acima da média nacional no setor. De janeiro a maio deste ano, o volume das atividades turísticas na Bahia cresceu 10,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto no Brasil houve um aumento de 7%. No recorte de maio de 2025 com o mesmo mês de 2024, o turismo baiano cresceu 12,5%, outra vez à frente da média no país, que ficou em 9,5%. Já de acordo com a Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia (SEI), somente no primeiro trimestre de 2025, o estado arrecadou no turismo mais de R$ 1,5 bilhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), um aumento de 20,5%, no comparativo com o mesmo trimestre de 2024. Os resultados superaram as expectativas da Setur-BA. “Em paralelo à pesquisa do IBGE, o Governo do Estado faz o acompanhamento da movimentação nas 13 zonas turísticas baianas, e comemora os resultados do instituto, que superaram as nossas estimativas para os cinco primeiros meses do ano. Por isso, celebramos e seguimos firmes no trabalho, para manter a liderança dos baianos na indústria brasileira de viagens”, pontua o titular da pasta, Maurício Bacelar.

Sub-registro de nascimento cai para 1,05% em 2023, o menor desde 2015

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Sub-registro de nascimento cai para 1,05% em 2023, o menor desde 2015
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil apresentou em 2023 o terceiro ano seguido de queda no índice de sub-registro de nascimento, ou seja, bebês que não foram registrados no período que a lei determina – até março do ano seguinte ao parto. Dessa forma, o país chegou ao índice de 1,05%, o menor já estimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na série histórica iniciada em 2015. Esse patamar representa 26,8 mil nascimentos que não constavam na base de dados do instituto, coletada por meio de cartórios de registro civil. Os dados fazem parte do estudo Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos, divulgado nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro. Para chegar às conclusões, o IBGE faz uma comparação entre dados coletados em cartórios e de dois bancos de dados do Ministério da Saúde: Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos e Sistema de Informações sobre Mortalidade. As diferenças encontradas nos dados do IBGE são chamadas de sub-registros, e as dos dados do Ministério da Saúde, de subnotificações. O mesmo levantamento identificou em 0,43% o índice de subnotificação, sendo também o menor da série histórica.

Rendimento médio dos brasileiros chega a R$ 3.057, recorde desde 2012

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Rendimento médio dos brasileiros chega a R$ 3.057, recorde desde 2012
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O rendimento médio real dos brasileiros chegou a R$ 3.057 em 2024, o maior valor registrado desde 2012. Esses rendimentos vêm do trabalho, de programas sociais, aposentadoria, pensões ou outras fontes, como alugueis, aplicações financeiras e bolsas de estudo. O valor superou o recorde registrado até então, quando a média dos rendimentos dos brasileiros era R$ 2.974. Além disso, representa um aumento de 2,9% em relação a 2023, quando o rendimento médio da população foi R$ 2.971 e um aumento de 3,3% em relação aos R$ 2.948 registrados em 2019, antes da pandemia. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa investiga, regularmente, informações sobre os rendimentos provenientes de todos os trabalhos e de outras fontes das pessoas residentes no Brasil. Além de aumentar o rendimento médio real, ou seja, descontada a inflação do período, o Brasil também aumentou a parcela da população que possui algum rendimento. De acordo com a Pnad, do total de pessoas residentes no Brasil em 2024, 66,1% (equivalente a 143,4 milhões) tinham alguma renda. Em 2023, esse percentual era 64,9%.

Desemprego no primeiro trimestre é de 7%, o menor da série histórica iniciada em 2012

30 Abr 2025 / 12h30
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Desemprego no primeiro trimestre é de 7%, o menor da série histórica iniciada em 2012
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série histórica, em 2012. Até então, o menor valor tinha sido registrado em 2014, com 7,2% entre janeiro e março. O patamar de 2025 é quase um ponto percentual abaixo dos 7,9% registrados nos três primeiros meses de 2024. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quarta-feira, 30 de abril, pelo IBGE. O bom desempenho do mercado de trabalho nos últimos trimestres não chega a ser comprometido pelo crescimento sazonal da desocupação no último trimestre de 2024. A taxa de desocupação do 1º trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores”Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE. Na comparação com o último trimestre de 2024, há uma variação positiva de 0,8 ponto percentual na desocupação, mas a população desempregada está 10,5% abaixo do contingente registrado no primeiro trimestre de 2024. “O bom desempenho do mercado de trabalho nos últimos trimestres não chega a ser comprometido pelo crescimento sazonal da desocupação no último trimestre de 2024. A taxa de desocupação do 1º trimestre de 2025 é menor que todas as registradas nesse mesmo período de anos anteriores”, afirma a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy. O número de trabalhadores com carteira assinada, segundo o IBGE, não teve variação significativa na comparação com o trimestre móvel anterior (encerrado em dezembro), permanecendo em 39,4 milhões. Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) caiu 5,3% (menos 751 mil pessoas) em relação ao último trimestre de 2024. “A retração no primeiro trimestre ocorreu principalmente no emprego sem carteira relacionado à Construção, Serviços Domésticos e Educação”, explica Beringuy.

Produção industrial baiana registrou queda de 2,6% em fevereiro

09 Abr 2025 / 15h30
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Produção industrial baiana registrou queda de 2,6% em fevereiro
Foto - Manu Dias / GOVBA

Em fevereiro de 2025, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou queda de 2,6% em comparação ao mês imediatamente anterior, após crescer de 1,6% em janeiro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou declínio de 1,5%. No período de janeiro a fevereiro de 2025, o setor cresceu 1,6%, e no indicador acumulado dos últimos 12 meses teve aumento de 1,8%; todas as comparações em relação ao mesmo período anterior. O estado da Bahia registrou a quinta maior taxa no acumulado do ano (1,6%) entre os estados pesquisados, acima da média nacional (1,4%). As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas com análise da . Na comparação de fevereiro de 2025 com igual mês do ano anterior, seis das 11 atividades pesquisadas assinalaram recuo da produção. O segmento de Celulose, papel e produtos de papel (-19,0%) registrou a maior contribuição negativa, devido ao declínio na fabricação de celulose e papel. O resultado negativo do setor deve-se, principalmente, à parada programada para manutenção em unidade da Suzano Mucuri. Outros segmentos que registraram queda foram: Produtos alimentícios (-8,2%), Indústria extrativa (-20,8%), Produtos químicos (-7,1%), Couro, artigos para viagem e calçados (-9,6%) e Bebidas (-2,6%). Por sua vez, Derivados de petróleo (8,3%), exerceu a principal influência positiva no período, explicada especialmente pela maior produção de óleo diesel e óleo combustível. Outros resultados positivos no indicador foram observados em Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,7%), Minerais não metálicos (13,1%) e Metalurgia (2,0%). O segmento de Produtos de borracha e material plástico registrou variação nula no período.

Produção industrial baiana cresceu 2,0% entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025 e 4,3% em relação a janeiro de 2024

19 Mar 2025 / 09h30
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Produção industrial baiana cresceu 2,0% entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025 e 4,3% em relação a janeiro de 2024
Foto - Manu Dias / GOVBA

Em janeiro de 2025, a produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou avanço de 2,0% em comparação ao mês imediatamente anterior, após crescer de 3,0% em dezembro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou aumento de 4,3%. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor cresceu 2,4% em comparação ao mesmo período anterior. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação de janeiro de 2025 com igual mês do ano anterior, sete das 11 atividades pesquisadas assinalaram avanço da produção. O segmento de Derivados de petróleo (9,9%), registrou a maior contribuição positiva, devido ao aumento na produção de óleo diesel e óleo combustível. Outros segmentos que registraram crescimento foram: Produtos de borracha e material plástico (8,8%), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (28,6%), Minerais não metálicos (12,8%), Couro, artigos para viagem e calçados (8,7%), Celulose, papel e produtos de papel (2,3%) e Bebidas (2,7%). Por sua vez, Produtos químicos (-4,2%), exerceu a principal influência negativa no período, explicada especialmente pela menor fabricação de policloreto de vinila (PVC) e álcoois graxos. Outros resultados negativos no indicador foram observados em Produtos alimentícios (-2,9%), Indústria extrativa (-4,1%) e Metalurgia (-0,7%).

Estimativas são positivas para safra baiana de grãos em 2025

14 Mar 2025 / 14h00
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Estimativas são positivas para safra baiana de grãos em 2025
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O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao mês de fevereiro, com dados sistematizados e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), estima para safra 2025 uma produção de cereais, oleaginosas e leguminosas de 12,22 milhões de toneladas, o que representa um avanço de 7,3% na comparação com a safra de 2024. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por sua vez, para o ciclo 2024/2025, também evidencia expectativas positivas na produção, na área plantada e na produtividade dos grãos. Soja e algodão se destacam na produção deste novo ciclo.  De acordo com o IBGE, a área plantada dos grãos para 2025 está estimada em 3,67 milhões de hectares (ha), com crescimento 3,2% em relação à safra de 2024. Com isso, o rendimento médio (3,33 toneladas/ha) da lavoura de grãos no estado da Bahia será de 4,0% acima da safra anterior.

O volume de soja colhido está estimado em 8,33 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de 10,6% sobre o verificado em 2024. A área plantada com a oleaginosa no estado é de aproximadamente 2,1 milhões de ha. O rendimento médio de 3,89 toneladas/ha tem relevância nesse desempenho positivo, com aumento de 4,9% em relação à safra anterior.

Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022

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Inflação de fevereiro fica em 1,31%, a maior desde março de 2022
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Sem o desconto na conta de luz que ajudou a segurar a inflação em janeiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, fechou fevereiro em 1,31%. É o maior resultado desde março de 2022, quando tinha marcado 1,62% e o mais alto para um mês de fevereiro desde 2003. Os dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no acumulado de 12 meses, o IPCA soma 5,06%, o patamar mais alto desde setembro de 2023 (5,19%) e fica acima da meta do governo - de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos. Em janeiro, o acumulado de 12 meses ficou em 4,56%, ou seja, neste novo modelo de acompanhamento de meta, fevereiro é o segundo mês fora da tolerância.

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