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Taxa de desemprego cai para 5,3%; população ocupada é recorde

29 Set 2026 / 11h30
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Taxa de desemprego cai para 5,3%; população ocupada é recorde
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%, a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, carteira assinada, massa salarial e contribuição para a previdência.

O desempenho do desemprego no período de três meses até agosto representa recuo em relação ao trimestre móvel até maio (5,6%) e em comparação ao mesmo período de 2025 (5,6%). De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (29).

O levantamento mostra que no trimestre até agosto a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, a maior já registrada. Esse contingente representa alta de 0,8% em relação ao trimestre até maio, isto é, mais 774 mil trabalhadores.

A pesquisa revela ainda que os grupamentos de atividade que puxaram a alta da ocupação foram a indústria geral (crescimento de 2%, ou mais 265 mil pessoas) e construção (4,1%, ou mais 306 mil pessoas).

Agricultura baiana alcança recorde de R$ 55,5 bilhões e cresce 16,9% em 2025

21 Set 2026 / 11h30
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Agricultura baiana alcança recorde de R$ 55,5 bilhões e cresce 16,9% em 2025
Foto - Mateus Pereira / GOVBA

A agricultura baiana alcançou, em 2025, um novo recorde no valor da produção, chegando a R$ 55,5 bilhões, crescimento de 16,9% em relação aos R$ 47,4 bilhões registrados em 2024. Os dados são da Pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quinta-feira (17), e revelam o avanço da produção agrícola do estado em diferentes cadeias produtivas.

Com o resultado, a Bahia manteve a 7ª maior produção agrícola do Brasil, respondendo por 6% do valor gerado pela agricultura nacional. O crescimento representou um acréscimo de R$ 8 bilhões em apenas um ano e levou o estado ao maior valor registrado nos últimos 31 anos, desde o início do Plano Real.

De acordo com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), os números do IBGE demonstram a força e a relevância da agricultura baiana para a economia do estado e do país, confirmando a trajetória de expansão do setor. O desempenho também evidencia a diversidade e a capacidade produtiva do setor no estado.

Os resultados reforçam a importância de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção, à inovação, à sustentabilidade, à agregação de valor e à ampliação da competitividade das diferentes cadeias produtivas. Além disso, reafirma o potencial da agricultura baiana e a necessidade de seguir promovendo condições para o desenvolvimento equilibrado e sustentável das diversas regiões produtoras do estado.

Produção agrícola brasileira superou R$ 927 bilhões em 2025

17 Set 2026 / 17h00
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Produção agrícola brasileira superou R$ 927 bilhões em 2025
Foto - Wenderson Araujo / Trilux

Após ter sofrido com condições climáticas desfavoráveis em 2024, a agricultura do Brasil chegou a 345,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2025. O volume supera em 18,2% o registrado no ano anterior, quando a produção foi prejudicada por efeitos do fenômeno El Niño.

O valor da produção, que combina o volume físico produzido com os preços praticados na venda, foi de R$ 927,2 bilhões, um salto de 18,4% na comparação com 2024.

Os valores são em moeda corrente do ano de cada pesquisa, ou seja, não estão corrigidos pela inflação. O montante de 2025 é o maior, pelo menos, desde quando o Plano Real foi criado, em 1994.

Os dados fazem parte da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Economia brasileira cresce 0,5% no segundo trimestre, mostra IBGE

01 Set 2026 / 11h30
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Economia brasileira cresce 0,5% no segundo trimestre, mostra IBGE
Foto - Divulgação / PR

A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 na comparação com o primeiro trimestre. 

Em relação ao segundo trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 2%.

No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 1,9%. 

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).    

De acordo com o instituto, o PIB chegou a R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre. 

O boletim Focus, sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro, divulgado nesta segunda-feira (31), projeta que 2026 deve terminar com crescimento do PIB de 1,92%. 

Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho

27 Ago 2026 / 15h30
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Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%. O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A Pnad revelou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi 39,4 milhões, também o maior da série histórica.

Já a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada era de 13,8 milhões, crescimento de 3,6% na comparação com o período até abril (mais 477 mil pessoas).

O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, o que significa menos 503 mil pessoas (recuo de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.

A taxa de informalidade - proporção de trabalhadores informais na população ocupada - foi 37,5%. Até abril estava em 37,2%.

O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde maio de 2020

26 Ago 2026 / 11h53
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Prévia da inflação fica em -0,40%, a menor desde maio de 2020
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O desconto do Bônus de Itaipu na conta de luz e os preços dos alimentos ajudaram a jogar a prévia da inflação de agosto para baixo e fazer o índice fechar o mês em -0,40%, a menor desde agosto de 2022, quando marcou -0,73%.

O resultado é a primeira deflação, isto é, inflação negativa, desde agosto de 2025, quando a prévia ficou em -0,14%.

Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em julho o indicador tinha marcado 0,06%. Com o resultado de agosto, o IPCA-15 acumula 4,24% em 12 meses.

Bônus na conta de luz

Dos nove grupos de produtos e serviços apurados pelo IBGE, cinco apresentaram deflação no mês:

Alimentação e bebidas: -0,57% (impacto de -0,12 ponto percentual)

Habitação: -1,41% (-0,22 p.p.)

Artigos de residência: 0,04% (0 p.p.)

Vestuário: -0,20% (-0,01 p.p.)

Transportes: -1% (-0,20 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,05 p.p.)

Despesas pessoais: 0,66% (0,07 p.p.)

Educação: 0,46% (0,03 p.p.)

Comunicação: -0,02% (0 p.p.)

Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais

14 Ago 2026 / 11h00
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Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional:

Vendas no comércio crescem 0,5% em junho e sobem 1,9% no 1º semestre

13 Ago 2026 / 12h30
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Vendas no comércio crescem 0,5% em junho e sobem 1,9% no 1º semestre
Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

As vendas no comércio brasileiros cresceram 0,5% na passagem de maio para junho e fecharam o primeiro semestre com expansão de 1,9%, quando comparadas ao mesmo período do ano passado.

Na comparação com junho de 2025, a alta é de 2,9%. No acumulado de 12 meses, o comércio tem variação positiva de 1,6%. No segundo trimestre, houve recuo de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2026.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada na manhã desta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho recente deixa o setor 0,8% abaixo do maior nível já registrado, atingido em março de 2026.

O analista da pesquisa, Cristiano Santos, frisa que é “o segundo patamar mais alto da série, iniciada em janeiro de 2000”.

Santos acrescenta que há um efeito estatístico. "Quando se está no ponto mais alto da série, é mais difícil continuar crescendo."

Inscrições para seleção do IBGE se encerram nesta quinta-feira às 14h

09 Jul 2026 / 07h30
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Inscrições para seleção do IBGE se encerram nesta quinta-feira às 14h
Foto - Divulgação / IBGE

As inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destinado à contratação de profissionais temporários podem ser feitas até as 14h (no horário de Brasília) desta quinta-feira (9). Inicialmente, o prazo terminaria no dia 1° de julho, mas foi prorrogado até amanhã.

Os selecionados irão atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. 

Também termina nesta quinta o prazo para pedidos de isenção do valor de inscrição e envio de documentos para isenção por doação de medula óssea.

Inscrições

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do certame.

No ato de inscrição, o candidato deverá escolher o município onde deseja realizar a prova objetiva, conforme a previsão de vagas ofertadas e detalhadas no edital.

Ao todo, o IBGE oferece 8.258 vagas distribuídas em cinco funções:

  • agente censitário administrativo (1.115 vagas);
  • agente censitário de informática (1.094 vagas);
  • agente operacional regional (953 vagas)
  • agente censitário regional (953 vagas); 
  • agente censitário supervisor (4.143 vagas).

Todos os cargos exigem ensino médio completo.

Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período

26 Jun 2026 / 13h00
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Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. 

A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.

O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.

A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas).

Inscrições abertas: IBGE oferece 8.238 vagas temporárias em todo o Brasil

16 Jun 2026 / 14h00
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Inscrições abertas: IBGE oferece 8.238 vagas temporárias em todo o Brasil
Foto - Divulgação / IBGE

Estão abertas, até 1º de julho de 2026, as inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destinado à contratação de 8.238 profissionais para atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. As vagas estão distribuídas em cinco funções por todo o país, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008 e contratos temporários de até 12 meses, prorrogáveis conforme a necessidade da operação censitária

As vagas estão distribuídas entre os cargos de Agente Censitário Supervisor (4.143 vagas), Agente Censitário Administrativo (1.110 vagas), Agente Censitário de Informática (1.089 vagas), Agente Operacional Regional (948 vagas) e Agente Censitário Regional (948 vagas). Os profissionais selecionados atuarão em diferentes etapas da preparação e execução do levantamento em todo o território nacional.

Acesse o edital de Abertura.

A seleção integra os preparativos para a realização do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, uma das principais pesquisas estruturais conduzidas pelo instituto.

O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, destacou que o novo edital aumenta as oportunidades de participação. "A realização do 12° Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola avança em mais uma etapa decisiva com a divulgação do primeiro edital do Processo Seletivo Simplificado, oferecendo 8.238 vagas em todo o país e ampliando as oportunidades de participação da sociedade na construção de um retrato cada vez mais preciso e estratégico do campo brasileiro".

Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis

16 Jun 2026 / 11h00
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Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O setor de comércio recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado principalmente pela queda nas vendas de combustíveis. O resultado interrompe sequência de três meses de alta e representa o pior resultado desde junho de 2022 (-2,8%).

Na comparação com abril de 2025, o comércio subiu 1%. A média móvel trimestral, que indica a tendência de comportamento, teve variação nula. No acumulado de 12 meses, o setor de comércio apresenta expansão de 1,5%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os resultados anunciados deixam o setor 1,5% abaixo do maior patamar já alcançado, que pertence a março de 2026.

Influências

Dos oito grupos de atividades pesquisados pelo IBGE, seis apresentaram recuo nas vendas de março para abril, com destaque negativo para comércio de lubrificantes.

Abril foi o segundo mês influenciado pelo conflito no Oriente Médio, que forçou o aumento do preço de combustíveis em todo o mundo.

Confira o desempenho das atividades:

  1. Combustíveis e lubrificantes: -6,2%
  2. Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -4,6%
  3. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -4,5%
  4. Móveis e eletrodomésticos: -0,8%
  5. Tecidos, vestuário e calçados: -0,1%
  6. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,1%
  7. Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,3%
  8. Livros, jornais, revistas e papelaria: 1,1%

Inflação de maio fica em 0,58%, influenciada por preço dos alimentos

12 Jun 2026 / 14h19
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Inflação de maio fica em 0,58%, influenciada por preço dos alimentos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O preço dos alimentos pressionou o bolso dos brasileiros em maio e representou metade da inflação, que variou 0,58%, no mês passado.

O resultado mostra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) perdeu força em relação aos dois meses anteriores. Entretanto, fez com que o acumulado de 12 meses chegasse a 4,72%, saindo do limite de tolerância estipulado pelo governo.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). O teto é descumprido se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

A última vez que o acumulado de 12 meses ficou fora do limite havia sido em outubro de 2025, quando marcou 4,68%.

Veja o comportamento da inflação mensal ao longo de 2026:

  • Maio: 0,58%
  • Abril: 0,67%
  • Março: 0,88%
  • Fevereiro: 0,70%
  • Janeiro: 0,33%

PNAD: Brasil tem menor desemprego da série histórica para o trimestre encerrado em abril

28 Mai 2026 / 15h00
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PNAD: Brasil tem menor desemprego da série histórica para o trimestre encerrado em abril
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil registrou desemprego de 5,8% no trimestre encerrado em abril (fev/mar/abr), o menor índice para o período desde o início da série histórica em 2012. Foi a primeira vez que a desocupação ficou abaixo de 6% entre fevereiro e abril. A taxa representa uma redução de 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025, quando ficou em 6,6%, até então o menor índice da história. Os dados da PNAD Contínua Mensal foram divulgados nesta quinta-feira (29/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando comparado ao trimestre encerrado em março deste ano (jan/fev/mar), o desemprego no Brasil apresentou redução de 0,3%. Vale ressaltar que a taxa de 6,1% registrada no período encerrado em março de 2026 também foi a menor da série histórica e a primeira, desde 2012, a ficar abaixo de 7% para o período.

OCUPAÇÃO – Os dados da PNAD Contínua Mensal mostram que o total da população ocupada no Brasil no trimestre encerrado em abril de 2026 subiu em comparação ao mesmo período de 2025. No ano passado, o país contava com 101,2 milhões de pessoas de 14 anos ou mais ocupadas no período que engloba os meses de fevereiro, março e abril. Neste ano, são 102,3 milhões. O nível da ocupação das pessoas de 14 anos ou mais também subiu quando se comparam os trimestres encerrados em abril de 2025 e 2026, passando de 58,2% no ano passado para 58,4% neste ano.

RENDIMENTO MÉDIO – O rendimento médio real de todos os trabalhos habitualmente recebido por mês pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas igualmente registrou aumento para o trimestre de fevereiro-março-abril entre 2025 e 2026. No ano passado, o rendimento médio foi de R$ 3.542 e, neste ano, o valor ficou em R$ 3.732.

País registra redução no sub-registro de nascimentos e de óbitos

20 Mai 2026 / 15h00
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País registra redução no sub-registro de nascimentos e de óbitos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Em 2024, o percentual estimado de sub-registro de nascimentos foi de 0,95%, o menor da série histórica iniciada em 2015, e a primeira vez que o indicador nacional esteve abaixo de 1%. 

Essa taxa representa redução de 3,26 pontos percentuais em relação a 2015, quando a taxa era de 4,21%. Essa evolução positiva indica avanços significativos na cobertura do sistema de Estatísticas do Registro Civil.

Os dados estão nas Estimativas de Sub-Registro de Nascimentos e Óbitos (2024) divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O maior percentual de subnotificação foi verificado nas regiões Norte e Nordeste, com destaque para Roraima (13,86%), Amapá (5,84%), Amazonas (4,40%), Piauí (3,98%) e Sergipe (3,10%). 

Em contraste, as menores taxas foram registradas no Paraná (0,12%), Distrito Federal (0,13%), São Paulo (0,15%), Rio Grande do Sul (0,21%) e Minas Gerais (0,23%).

Em 2015, estimou-se que 3,94% dos nascimentos ocorridos em hospitais não foram registrados em cartório; em 2024, esse percentual caiu para 0,83%.

Os nascidos vivos de mães com menos de 15 anos de idade tiveram o maior percentual de sub-registro (6,10%) em comparação com outras idades. Esse percentual vai se reduzindo com o aumento da idade e chega ao seu menor valor na faixa dos 35 aos 39 anos (0,63%).

Inflação desacelera e fecha abril em 0,67%, pressionada por alimentos

12 Mai 2026 / 14h00
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Inflação desacelera e fecha abril em 0,67%, pressionada por alimentos
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O preço dos alimentos pressionou a inflação oficial de abril, que fechou em 0,67%. O resultado mostra desaceleração em relação ao mês anterior, quando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tinha marcado 0,88%.

Em 12 meses, a inflação acumulada é de 4,39%, dentro da meta do governo, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%. No acumulado de um ano terminado em março, o patamar era de 4,14%. Em abril do ano passado, a inflação foi de 0,43%. Também em abril do ano passado, o acumulado anual era de 5,53%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA do mês passado veio abaixo da estimativa do mercado. O relatório Focus da última segunda-feira (11), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, estima que a inflação de abril ficaria em 0,69%.

Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025

08 Mai 2026 / 12h00
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Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025. Esse valor representa crescimento real – já descontada a inflação – de 6,9% em relação a 2024. É também o maior já apurado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), iniciada em 2012.

O dado de 2025 representa o quarto ano seguindo de alta no rendimento dos domicílios, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. 

Para consolidar o cálculo, o IBGE apura os valores de todos os rendimentos recebidos pelos integrantes das famílias e divide pelo número de moradores do domicílio.

Além de salários e bônus, entram na conta aposentadoria, pensão alimentícia, benefício social, bolsa de estudo, seguro-desemprego, aluguel e aplicações financeiras, por exemplo.

 O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, explica que o trabalho tem peso “muito grande” no aumento do rendimento da população.

Emprego com carteira cresce e rendimento dos trabalhadores bate recorde no 1º trimestre, aponta IBGE

30 Abr 2026 / 11h11
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Emprego com carteira cresce e rendimento dos trabalhadores bate recorde no 1º trimestre, aponta IBGE
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil teve crescimento no total de pessoas trabalhando com carteira assinada e, consequentemente, bateu recorde no rendimento médio dos trabalhadores. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (30/4) pelo IBGE

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. Esse indicador ficou abaixo dos 37,6% (ou 38,7 milhões de informais) registrados no trimestre móvel anterior, bem como dos 38,0% (ou 38,2 milhões de ocupações informais) do trimestre encerrado em março de 2025.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado (excluindo-se os trabalhadores domésticos) ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (ou 504 mil pessoas a mais com carteiras assinadas) no ano. Já o número de empregados sem carteira no setor privado recuou 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Na comparação anual, esse indicador não teve variação estatisticamente significativa.

O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre, mantendo-se nos 26,0 milhões. Na comparação anual, houve alta de 2,4%, ou 607 mil pessoas a mais trabalhando por conta própria. Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “a redução observada do número de trabalhadores informais decorreu da retração dos contingentes de empregados sem carteira assinada no setor privado e de trabalhadores por conta própria sem CNPJ.”

A massa de rendimento médio real, ou seja, a soma das remunerações dos trabalhadores do país, bateu novo recorde no trimestre encerrado em março: R$ 374,8 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 7,1% (ou mais R$ 24,8 bilhões) no ano.

População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo

17 Abr 2026 / 12h00
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População no Brasil cresce em ritmo menor e está envelhecendo
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A população brasileira está envelhecendo e cresce em ritmo cada vez menor. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) 2025, divulgada nesta sexta-feira (17) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano passado, a população residente foi de 212,7 milhões de pessoas, aumento de 0,39% em relação a 2024. A taxa de crescimento tem ficado abaixo de 0,60% desde 2021. Do total, 51,2% eram mulheres e 48,8% eram homens.

A distribuição da população residente no país mostra queda da proporção de pessoas abaixo de 40 anos de idade: o grupo está 6,1% menor em 2025 do que em 2012. Por outro lado, há crescimento dos que estão acima dessa faixa etária: 40 a 49 anos (de 13% para 15%), 50 a 59 anos (de 10% para 11,8%) e 60 anos ou mais (de 11,3% para 16,6%).

A transformação aparece também na pirâmide etária. Entre 2012 e 2025, houve estreitamento da base e alargamento do topo, com queda da população de até 39 anos.

As diferenças regionais permanecem marcantes. Norte e Nordeste concentram os maiores percentuais de jovens – com 22,6% e 19,1% da população de até 13 anos, respectivamente – enquanto Sudeste e Sul têm maior presença de idosos, ambos com 18,1% da população com 60 anos ou mais.

Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre

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Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro atingiu 5,8%, valor acima do trimestre móvel terminado em novembro, quando era de 5,2%.

Apesar da alta no intervalo, o resultado é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e mostrou também recorde no salário do trabalhador. No mesmo trimestre de 2025, o índice era 6,8%.

No trimestre terminado em fevereiro, o Brasil tinha 102,1 milhões de pessoas ocupadas e 6,2 milhões à procura de trabalho. No trimestre de setembro a novembro de 2025 eram 5,6 milhões de brasileiros em busca de vagas.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

PIB brasileiro avança pelo quinto ano seguido e cresce 2,3% em 2025, mostra IBGE

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PIB brasileiro avança pelo quinto ano seguido e cresce 2,3% em 2025, mostra IBGE
Foto - Divulgação

O Produto Interno Bruto (PIB) do País encerrou 2025 com crescimento de 2,3%. Em valores correntes, o PIB de 2025 alcançou R$ 12,7 trilhões. As três atividades econômicas analisadas pelas Contas Nacionais Trimestrais do IBGE cresceram: Agropecuária (11,7%), Serviços (1,8%), Indústria (1,4%). Já o PIB per capita chegou a R$ 59.687,49, com um crescimento real de 1,9% frente a 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3/2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, ressalta que “Quatro atividades: Agropecuária, Indústrias extrativas, Informação e comunicação e Outras atividades de serviços, contribuíram com 72% do total do volume do Valor Adicionado em 2025, atividades estas menos afetadas pela política monetária contracionista”.

O crescimento de 11,7% na Agropecuária em 2025 decorreu, principalmente, de aumentos na produção e ganhos na produtividade de várias culturas, com destaque para o milho (23,6%) e a soja (14,6%), que alcançaram recordes em 2025. A Pecuária também contribuiu positivamente.

O destaque positivo da Indústria foi a extração de petróleo e gás, concorrendo para que o valor adicionado das Indústrias Extrativas fechasse 2025 com alta de 8,6%. Outra contribuição positiva veio da Construção, que variou 0,5% no ano. Por outro lado, a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,4%) e as Indústrias de Transformação (-0,2%) fecharam o ano com variações negativas.

Já o setor de Serviços seguiu aquecido em 2025, com crescimento em todas as suas atividades: Informação e comunicação (6,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,9%), Transporte, armazenagem e correio (2,1%), Outras atividades de serviços (2,0%), Atividades imobiliárias (2,0%), Comércio (1,1%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025

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IBGE prevê safra recorde de 346 milhões de toneladas em 2025
Foto - Cleiton Ramão / IRGA

O Brasil deverá fechar 2025 com safra recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. O resultado representa um aumento de 18,2% em relação a 2024 (292,7 milhões de toneladas). Os dados são da estimativa calculada em dezembro de 2025, divulgada nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A previsão é de que em 2026, a produção seja menor. Segundo estimativas do IBGE, a safra brasileira em 2026 deve somar 339,8 milhões de toneladas, declínio de 1,8% em relação a 2025 ou 6,3 milhões de toneladas. 

Para a safra 2026, o IBGE informou que está incluindo a canola e o gergelim, produtos que vêm ganhando importância na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas nos últimos anos, muito embora ainda tenham seu cultivo limitado a poucas unidades da federação.

Número de nascimentos cai 5,8% em 2024; sexto recuo consecutivo

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Número de nascimentos cai 5,8% em 2024; sexto recuo consecutivo
Foto - Marcello Casal Jr ? Agência Brasil

O Brasil teve pouco mais de 2,38 milhões de nascimentos em 2024. Esse número representa uma queda de 5,8% na comparação com os 2,52 milhões de nascidos em 2023, marcando uma sequência de seis anos seguidos com recuo na quantidade de nascimentos.

Mais que traçar uma tendência de queda, os dados de 2024 mostram um aprofundamento desse comportamento, pois a redução de 5,8% é a maior dos últimos 20 anos. Supera a marca anterior, que era de -5,1% na passagem de 2015 para 2016.

Os dados fazem parte da pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A gerente da pesquisa, Klivia Brayner, aponta que a diminuição no número de nascimentos é um fenômeno já reconhecido.

“Confirma a tendência já apontada pelo Censo 2022, de que as mulheres estão tendo cada vez menos filhos, a queda da fecundidade”, avalia.

IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’

06 Nov 2025 / 16h30
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IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novos dados do levantamento “Nomes no Brasil”, com base no Censo 2022, revelando quais são os sobrenomes mais frequentes entre os moradores de Brumado.


De acordo com o estudo, o sobrenome Silva aparece em destaque, sendo utilizado por 24,36% da população — o equivalente a 17.176 pessoas no município. Na sequência, estão Santos (20,04%; 14.127 pessoas), Souza (11,14%; 7.854) e Lima (6,63%; 4.677).


Esses quatro sobrenomes concentram mais de 62% dos registros familiares da cidade, demonstrando a força das linhagens tradicionais e a herança cultural presente entre os brumadenses.


O levantamento aponta ainda que outros nomes como Oliveira, Meira, Pereira, Dias, Leite e Jesus também figuram entre os dez mais comuns. Sobrenomes como Almeida, Ribeiro, Alves, Rocha, Gomes e Ferreira aparecem logo na sequência, com percentuais entre 2% e 3%.

O painel interativo do IBGE mostra que Brumado acompanha a tendência nacional, onde “Silva” e “Santos” seguem como os nomes de família mais difundidos em todas as regiões do país.

IBGE revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista

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IBGE revela nomes e sobrenomes mais comuns do país; veja a lista
Foto - Wilker Porto | Agora Sudoeste

O Brasil é um país formado principalmente por Marias, Josés, Silvas e Santos. De cada cem brasileiros, seis são Marias. Elas somam 12,3 milhões de pessoas. Nas cidades cearenses de Morrinhos e Bela Cruz, as Marias somam 22% da população.

Já os Silvas são 34 milhões de brasileiros ou 16% da população. Em seis cidades de Pernambuco e Alagoas, os Silva são mais de 60% da população. As revelações fazem parte do site Nomes do Brasil, divulgado nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Mulheres

Maria: 12.224.470 pessoas

Ana: 3.929.951

Francisca: 661.582

Julia: 646.239

Antonia: 552.951

Juliana: 536.687

Adriana: 533.801

Fernanda: 520.705

Márcia: 520.013

Patrícia: 499.140

Homens

José: 5.141.822 pessoas

João: 3.410.873

Antônio: 2.231.019

Francisco: 1.659.196

Pedro: 1.613.671

Carlos: 1.468.116

Lucas: 1.332.182

Luiz: 1.326.222

Paulo: 1.326.222

Gabriel: 1.201.030

Sobrenomes

Silva: 34.030.104 pessoas

Santos: 21.367.475

Oliveira: 11.708.947

Souza: 9.197.158

Pereira: 6.888.212

Ferreira: 6.226.228

Lima: 6.094.630

Alves: 5.756.825

Rodrigues: 5.428.540

Costa: 4.861.083

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