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ONS defende volta do horário de verão para suprir demanda de energia

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ONS defende volta do horário de verão para suprir demanda de energia
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O sistema elétrico brasileiro deve apresentar problemas para o suprimento da demanda de potência de energia elétrica nos horários de pico, especialmente no fim do dia, nos próximos cinco anos, caso não realize leilões de potência de energia. A conclusão é do Plano da Operação Energética (PEN 2025), lançado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nessa terça-feira (8). O documento traz as avaliações das condições de atendimento ao mercado previsto de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período de 2025 a 2029. Segundo o ONS, haverá necessidade de despacho de usinas térmicas flexíveis para atender a demanda no horário de pico, com a adoção de medidas alternativas. Entre elas, a possibilidade de retorno do horário de verão, suspenso no governo do ex-presidente Bolsonaro. A adoção do horário de verão poderá ser recomendada, mas dependerá das projeções de atendimento dos próximos meses. O documento aponta que a geração de energia no país cresceu, puxada principalmente pelas fontes de energia intermitentes, como a eólica, solar e a MMGD (mini e microgeração distribuída solar), essas últimas duas praticamente não produzem menos energia no horário noturno, quando há maior necessidade de potência.

Governo decide não implementar o horário de verão em 2024, mas reavalia retorno em 2025

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Governo decide não implementar o horário de verão em 2024, mas reavalia retorno em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta quarta-feira (16) que o governo federal decidiu não implementar o horário de verão em 2024. A decisão foi tomada após a análise de novos estudos realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que garantiram a segurança energética do país para o próximo verão. “Hoje, em reunião com o ONS, concluímos que não há necessidade de decretar o horário de verão para este período. Temos a segurança energética assegurada”, afirmou o ministro em entrevista coletiva. Silveira destacou que a decisão foi baseada em avaliações técnicas, mas ressaltou que a política do horário de verão não está completamente descartada. De acordo com o ministro, o governo continuará avaliando a viabilidade do retorno da medida em 2025, especialmente em momentos de crise energética. “Nós temos condições de, após o verão, avaliar sim a volta dessa política para 2025. Quero destacar que defendo o horário de verão como uma política importante para o país”, completou. O horário de verão foi extinto em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que o impacto econômico da medida havia se tornado irrelevante com o passar dos anos. No entanto, com a crescente preocupação em torno da gestão de energia, o tema voltou à pauta de discussão do governo federal.

ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão

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ONS recomenda que governo volte a adotar o horário de verão
Foto - Agência Brasil

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) recomendou nesta quinta-feira (19) a volta da adoção do horário de verão no país. No entanto, o governo federal ainda irá avaliar o cenário, antes de optar pela medida. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, uma decisão deve ser tomada nos próximos dez dias. Se for adotada, a medida valeria ainda para 2024, não necessariamente em todo o verão. As declarações do ministro foram dadas após a reunião da ONS em que foi aprovado um indicativo de que é prudente adotar o horário de verão. "Temos hoje uma política de planejamento do setor elétrico muito alicerçada na ciência e na busca do equilíbrio entre segurança energética e melhor tarifa para a população. E com base nisso, vamos analisar a situação", disse Silveira. O encontro ocorreu no Rio de Janeiro, na sede do ONS, que é responsável por coordenar e controlar as operações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Estiveram presentes técnicos do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. "Foram apresentados dados objetivos da crise hídrica que estamos atravessando no Brasil. O Cemaden vem medindo os índices pluviométricos nacionais nos últimos 74 anos, desde 1950. E temos hoje o menor índice de todo esse período", relatou o ministro. Alexandre Silveira disse que, apesar da indicação da ONS, não há risco energético em 2024 graças ao planejamento adotado. Por isso, a adoção do horário de verão ainda será melhor avaliada. No entanto, o ministro destacou que é preciso pensar a longo prazo, com o olhar em 2025 e 2026. Ele afirmou que ainda não está convencido e que é necessário serenidade para avaliar alternativas e conversar com os setores interessados, antes de avançar na discussão.

Horário de verão tem apoio de 54,9% da população, diz estudo

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Horário de verão tem apoio de 54,9% da população, diz estudo
Foto - Agência Brasil

Levantamento feito pelo portal Reclame Aqui e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) mostra que o horário de verão é bem-visto pela maioria das pessoas. De acordo com a pesquisa, feita com três mil pessoas, 54,9% dos entrevistados são favoráveis à mudança nos relógios ainda este ano. Deste total, 41,8% dizem ser totalmente favoráveis ao retorno do horário de verão, e 13,1% se revelam parcialmente favoráveis. Ainda segundo o estudo, 25,8% se mostraram totalmente contrários à implementação; 17% veem com indiferença a mudança; e 2,2% são parcialmente contrários. Os maiores índices de apoio foram observados nas regiões onde o horário era adotado: Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Sudeste, 56,1% são a favor da mudança, sendo 43,1% favoráveis e 13% parcialmente favoráveis. No Sul, 60,6% são favoráveis, 52,3% totalmente favoráveis e 8,3% parcialmente favoráveis; e, no Centro-Oeste, 40,9% aprovariam a mudança – com 29,1% se dizendo totalmente favoráveis e 11,8% parcialmente a favor. Nas três regiões somadas, 55,74% são favoráveis ao adiantamento dos relógios em uma hora. Para 43,6% dos entrevistados, a mudança no horário ajuda a economizar energia elétrica e outros recursos. Para 39,9%, a medida não traz economia e 16,4% disseram que não sabem ou não têm certeza.

Ministro diz que não há necessidade do horário de verão

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Ministro diz que não há necessidade do horário de verão
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta quarta-feira (27) que não há sinais de que será necessário adotar o horário de verão em 2023. Segundo ele, os reservatórios das usinas hidrelétricas estão na melhor condição de armazenamento de água dos últimos anos. “O Horário de Verão só acontecerá se houver sinais e evidências de uma necessidade de segurança de suprimento do setor elétrico brasileiro. Por enquanto, não há sinal nenhum nesse sentido. Estamos com os reservatórios no melhor momento dos últimos 10 anos”, explicou Silveira em entrevista no Palácio do Planalto. Segundo ele, o governo avalia, em algumas regiões específicas, a necessidade de acionamento de usinas térmicas. “O grande desafio é o equilíbrio constante entre a contratação de energia mais barata, para dar modicidade tarifária para o consumidor, e a garantia do suprimento”, disse, reafirmando que o país tem tranquilidade na geração de energia. Na semana passada, o Ministério de Minas e Energia informou que os dados sobre suprimento energético do país não indicam necessidade de implantação do horário de verão em 2023, em virtude do planejamento seguro implantado pelo ministério desde os primeiros meses do governo. Empresários do ramo de bares e restaurantes, porém, já pediram o retorno da medida. Criado em 1931, o horário de verão foi extinto pelo governo federal em 2019, com base em estudos que apontaram a pouca efetividade na economia energética. O governo da época também se baseou em estudos da área da saúde sobre os impactos da mudança no relógio biológico das pessoas.

Governo de Lula recomenda não adotar horário de verão em 2023

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Governo de Lula recomenda não adotar horário de verão em 2023
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu uma recomendação técnica para não adotar o horário de verão neste ano. Segundo informações apuradas pela Folha de S.Paulo, técnicos do Ministério de Minas e Energia (MME) avaliaram que o planejamento do setor elétrico está sólido, garantindo o fornecimento de energia, e que os dados disponíveis não apontam ganhos significativos com a implementação da medida. O horário de verão, que tradicionalmente estabelecia que os relógios fossem adiantados em uma hora entre os meses de outubro e fevereiro, visava reduzir o consumo de energia ao aproveitar a luz natural do sol por um período maior. No entanto, o contexto atual sugere que a medida não seja necessária. Um dos fatores que contribuem para essa recomendação é o atual cenário dos reservatórios das hidrelétricas, que estão em níveis elevados, garantindo a disponibilidade de energia. Além disso, o Brasil conta cada vez mais com fontes de energia renovável, como a solar e a eólica, que fornecem uma oferta estável de energia a custos mais baixos. O horário de verão foi extinto durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em abril de 2019. Na ocasião, o ex-presidente alegou que estudos indicavam que a medida não estava mais resultando em economia de energia e poderia afetar negativamente o bem-estar das pessoas.

Brasil não terá horário de verão em 2020

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Brasil não terá horário de verão em 2020
Foto - Agência Brasil

Assim como em 2019, após decreto decreto pelo presidente Jair Bolsonaro, em 2020 o Brasil não terá horário de verão, instrumento usado de 2008 a 2018 com o objetivo de economizar o consumo de energia em 10 estados que registram maior luminosidade entre outubro e fevereiro. O decreto, assinando em abril de 2019, levou em consideração estudo do Ministério de Minas e Energia (MME), o qual apontou que com o fim da mudança temporária o consumidor teria uma economia de R$ 100 milhões. “Nos últimos anos, com as mudanças no hábito de consumo da população e a intensificação do uso do ar condicionado, o período de maior consumo diário de energia elétrica foi deslocado para o período da tarde, quando o horário de verão não tinha influência. Como a luz traz consigo o calor, o horário de verão também passou a produzir um efeito de aumento de consumo em determinados horários, que já superavam seus benefícios”, explicou o MME em nota na época. A redução da economia do horário de verão começou a ser percebida e questionada em 2017, quando foi registrada uma queda de consumo da ordem de 2.185 megawatts, equivalente a cerca de R$ 145 milhões. 

MME mantém recomendação de não se adotar horário de verão este ano

Por: Agência Brasil
14 Jul 2020 / 16h42
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MME mantém recomendação de não se adotar horário de verão este ano

O Ministério de Minas e Energia (MME) manteve a recomendação de não se adotar o horário de verão neste ano (período de 2020/2021). O horário foi extinto em abril do ano passado, com base em estudos da pasta, que apontaram a pouca efetividade na economia energética, e também em estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas. Em nota técnica publicada quinta-feira passada (9), a pasta avaliou o resultado regulatório da extinção do horário de verão e disse que a economia de energia com a medida diminuiu nos últimos anos e já estaria perto da neutralidade, em razão das mudanças no hábito de consumo de energia da população. Quando foi criado, o horário de verão tinha por objetivo aliviar o pico de consumo, que era em torno das 18h, e trazer economia de energia na medida em que a iluminação solar era aproveitada por mais tempo. No entanto, nos últimos anos, o Ministério de Minas e Energia constatou uma alteração no horário de pico com maior consumo de energia no período da tarde, por causa da intensificação do uso do ar condicionado, quando o horário de verão não tinha influência.

Presidente Jair Bolsonaro diz que Brasil não terá horário de verão em 2019

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Presidente Jair Bolsonaro diz que Brasil não terá horário de verão em 2019
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (05), o presidente Jair Bolsonaro declarou que não haverá horário de verão em 2019. "Tomei a decisão que neste ano não teremos horário de verão", disse. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, já havia informado que a pasta vai finalizar os estudos sobre o tema nos próximos dias. Na sequência, a análise será entregue a Bolsonaro para que ele decida se o horário vai ser extinto de forma permanente.

Horário de verão termina neste fim de semana

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Horário de verão termina neste fim de semana
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Termina neste domingo (17) o horário de verão de 2018. A mudança no horário teve início no dia 04 de novembro de 2018 e com o término moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal).

Com horário de verão no restante do país, bancos em Brumado vão abrir uma hora mais cedo

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Com horário de verão no restante do país, bancos em Brumado vão abrir uma hora mais cedo
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O estado da Bahia não participa do horário de verão que começa na madrugada deste domingo (4), mas o funcionamento das agências bancárias de Brumado serão alterados. Durante a vigência do horário de verão o atendimento ao público no período de 05/11/2018 até 17/02/2019 será das 09h às 14h.

Horário de verão começa à meia-noite deste sábado; a Bahia está de fora

Por: Agência Brasil
03 Nov 2018 / 08h59
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Horário de verão começa à meia-noite deste sábado; a Bahia está de fora
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O horário de verão terá início na madrugada deste domingo (4), mesmo dia de aplicação da primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). À meia-noite de hoje (3), os brasileiros das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que abrangem dez estados e o Distrito Federal, devem adiantar o relógio em uma hora. Com a vigência do horário especial, o Brasil terá quatro fusos diferentes, uma vez que os estados das regiões Norte e Nordeste permanecerão no horário normal. O ministro da Educação, Rossieli Soares, em entrevista coletiva na última quarta-feira (31) fez um alerta aos estudantes que vão fazer as provas do Enem para que fiquem atentos aos horários. Ele disse que acionou as instâncias responsáveis para que as operadoras não errem na atualização dos relógios, como ocorreu há duas semanas.

Operadoras adiantam relógios em uma hora e causam confusão

Por: Agência Brasil
22 Out 2018 / 07h02
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Operadoras adiantam relógios em uma hora e causam confusão
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

À meia-noite deste domingo (21) clientes das operadoras foram surpreendidos com o horário de celulares e computadores adiantados em uma hora. Nas redes sociais os internautas não perdoaram o erro e as operadoras foram, alvos de reclamações e piadas. No twitter o “horário de verão antecipado” está entre os assuntos mais comentados. Mesmo com a adiamento do horário de verão definido ainda no final do ano passado, a programação automática das operadoras de telefonia não foi corrigida. A mudança do início do horário de verão, para o dia 4 de novembro, foi feita pelo presidente Michel Temer a pedido do ministro Gilmar Mendes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Governo decide manter começo do horário de verão em 4 de novembro

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Governo decide manter começo do horário de verão em 4 de novembro
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Palácio do Planalto informou nesta terça-feira (15) que o início do horário de verão será mantido no dia 4 de novembro, cancelando um novo adiamento. Geralmente, o horário começa em outubro, mas foi adiado para novembro em virtude do segundo turno das eleições. No começo do mês, o governo federal chegou a anunciar que adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro por causa de um pedido feito pelo Ministério da Educação para não prejudicar os candidatos do Enem. O exame será aplicado em dois domingos. O primeiro deles será o dia 4 de novembro. O ministro da Educação, Rossieli Soares, já contava com o adiamento e chegou a comemorá-lo. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes", disse nas redes sociais no início de outubro. A Bahia está de fora do horário de verão.

Com Enem, horário de verão começa no dia 18 de novembro

Por: Agência Brasil
04 Out 2018 / 12h28
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Com Enem, horário de verão começa no dia 18 de novembro
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A um mês das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o governo federal adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. O texto com a decisão será publicado no Diário Oficial da União. A data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019. Nas redes sociais, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, comemorou a mudança. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes.” O pedido para mudar o início do horário de verão foi encaminhado pelo Ministério da Educação à Presidência da República. As provas do Enem estão marcadas para os dias 4 e 11 de novembro em todo o país. A previsão é de que 5,5 milhões de estudantes participem

Enem: MEC aguarda decisão sobre adiamento do horário de verão

Por: Agência Brasil
02 Out 2018 / 14h37
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Enem: MEC aguarda decisão sobre adiamento do horário de verão
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O Ministério da Educação (MEC) aguarda resposta do presidente Michel Temer sobre a possibilidade de adiar o início do horário de verão por conta do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O horário de verão está previsto para começar no dia 4 de novembro próximo, data do primeiro domingo de provas do exame. “O presidente ficou muito sensibilizado, entendeu que é muito importante. [Ele] está recebendo os estudos técnicos do Ministério de Minas e Energia sobre o impacto disso e, quando tiver todas as informações, vai tomar a decisão. A gente espera que seja nos próximos dias”, disse hoje (2), à Agência Brasil, o ministro da  Educação, Rossieli Soares.  Com o início do horário de verão, os relógios em dez estados e no Distrito Federal devem ser adiantados em uma hora. Soares diz que conversou com o presidente e com os ministros Eliseu Padilha, da Casa Civil, e Moreira Franco, de Minas e Energia. “A demanda foi muito bem compreendida”, diz.

Bahia não adere ao Horário de Verão que começa em 4 de novembro

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Bahia não adere ao Horário de Verão que começa em 4 de novembro
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A Bahia e demais estados nordestino não adotarão o Horário de Verão, que terá início no dia 4 de novembro de 2018 e irá até 17 de fevereiro de 2019. O horário diferenciado será menor este ano devido as eleições. Normalmente, o período começava no fim de outubro. Mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu ao presidente Michel Temer que o horário de verão de 2018 tivesse início somente após o segundo turno das eleições. Com o horário, em novembro, moradores das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país terão que adiantar os relógios em uma hora. O ajuste no horário vale para os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mais o Distrito Federal.

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