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O município de Barra da Estiva promove neste sábado (28) o Dia D de vacinação contra a gripe, com atendimento nas unidades de saúde das 8h às 16h. A ação integra a campanha nacional de imunização e tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal entre os grupos prioritários.
A mobilização é voltada especialmente para públicos considerados mais vulneráveis às complicações causadas pela influenza, incluindo crianças pequenas, idosos, gestantes, puérperas, profissionais da saúde e pessoas com comorbidades, entre outros segmentos definidos pelas autoridades sanitárias.
Para receber a dose, é necessário apresentar documento de identificação com foto, cartão do SUS e carteira de vacinação. A orientação é que os integrantes dos grupos contemplados procurem a unidade de saúde mais próxima para garantir a imunização.
A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Barra da Estiva, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Sistema Único de Saúde e o Governo do Estado da Bahia.
A Prefeitura de Brumado promove no próximo sábado, dia 28 de março, o Dia D de vacinação contra a gripe, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e proteger a população contra o vírus da Influenza. A mobilização acontecerá das 8h às 17h em todas as Unidades de Saúde da sede do município, facilitando o acesso da população aos imunizantes.
Além dos pontos tradicionais de vacinação, a campanha também estará presente no evento Março Mulher, realizado na Escola Miriam Meira, em Lagoa Funda, reforçando a estratégia de levar a vacina a diferentes públicos e locais.
Nesta etapa inicial, a imunização é destinada a grupos prioritários, incluindo crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e da educação, profissionais de segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores dos Correios e do transporte coletivo rodoviário.
A ação busca não apenas reduzir casos graves da doença, mas também evitar a sobrecarga no sistema de saúde, especialmente em períodos de maior circulação do vírus. A orientação é que os cidadãos compareçam aos pontos de vacinação munidos de documento pessoal e cartão de vacina.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da adesão da população, destacando que a vacinação é uma das formas mais eficazes de prevenção, protegendo não apenas quem recebe a dose, mas também toda a comunidade.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) recebeu na última sexta-feira (20) e sábado (21) a primeira remessa da vacina contra a influenza para a Campanha Nacional de Vacinação 2026, totalizando 1.336.000 doses. A distribuição já foi iniciada e o Dia D de mobilização nacional, que marca o início oficial da campanha, será no sábado, 28 de março. Ao todo, a Bahia receberá 6.022.574 doses ao longo da estratégia vacinal.
A chegada das vacinas coincide com um cenário epidemiológico que reforça a urgência da imunização. Levantamento semanal relacionado ao CID da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), realizado pelo Serviço Estadual de Regulação (SER), mostra uma tendência de crescimento da demanda pediátrica no estado.
As solicitações de UTI pediátrica, que eram 55 na primeira semana de janeiro, chegaram a 141 entre 12 e 18 de março. No mesmo período, os pedidos de enfermaria pediátrica subiram de 44 para 102. O cenário acende um sinal importante para a necessidade de prevenção, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
Os municípios com maior volume de doses nesta primeira remessa são Salvador (204.120), Feira de Santana (58.310), Vitória da Conquista (25.840), Porto Seguro (24.490) e Camaçari (18.520). A distribuição segue proporcionalmente ao público-alvo de cada localidade.
O novo boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta sexta-feira (20) alerta para o aumento da circulação do vírus Influenza A no país.
O vírus segue avançando em nível nacional, impulsionando o aumento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Mato Grosso e na maioria dos estados do Nordeste, exceto o Piauí, e no Norte, Amapá, Pará e Rondônia. No Sudeste, o vírus está em alta no Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Prevalência de casos e óbitos
Desde o início de 2026, os casos positivos de SRAG ocorreram devido aos seguintes vírus:
Rinovírus - 41,9%
Influenza A - 21,8%
Sars-CoV-2 (covid-19) - 14,7%
VSR - 13,4%
Influenza B - 1,5%
Dentre os óbitos, observou-se 37,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19); 28,6% de influenza A; 21,8% de rinovírus; 4,5% de VSR; e 2,5% de influenza B. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os óbitos positivos foi de 30,8% para influenza A; 30,8% para Sars-CoV-2; 27,5% para rinovírus; 5,5% para VSR; e 2,7% para influenza B.
De acordo com a pesquisadora da Fiocruz Tatiana Portella, o Ministério da Saúde definiu três estratégias nacionais de vacinação para 2026, com foco na ampliação da cobertura vacinal e na redução de doenças imunopreveníveis.
A campanha de vacinação contra a influenza nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste será realizada de 28 de março a 30 de maio, com o Dia D marcado para o próximo sábado.
A Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia (CAAB) abre o cadastro para vacinar advogadas, advogados e dependentes legais da subseção da OAB-BA de Brumado e região na Campanha de Vacinação contra a gripe 2026. A advocacia pode garantir a imunização no site da instituição (caab.org.br) ou no aplicativo CAApp. O cadastro segue aberto até às 12h dia 22 de março ou enquanto durarem as doses. Com a campanha, a CAAB promove saúde para os associados tanto no interior quanto na capital do Estado.
O presidente da Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia (CAAB), Maurício Leahy, que também é o coordenador de Saúde da Coordenação Nacional das Caixas de Assistência dos Advogados (Concad), participou de reunião no Conselho Federal da OAB, em Brasília, e no Instituto Butantan, em São Paulo, para discutir a imunização da advocacia baiana e nacional este ano. Ele destaca que será a maior campanha de todos os tempos, com oferta de mais de 100 doses em todo o país.
“Mesmo estando em um estado com grandes dimensões, com é a nossa Bahia, a CAAB sempre trabalhou para dinamizar a cada ano a logística de distribuição das doses da vacina para Salvador e todas as 37 subseções da OAB-BA. Com a expertise que desenvolvemos conseguimos atender a todos os colegas que solicitam a imunização. Prova disso é a alta aprovação da iniciativa em pesquisas pós-vacinação”, destaca Maurício Leahy.
Sobre a importância da vacinação, o presidente lembra que a imunização garante tranquilidade para advogados e advogadas, especialmente aqueles que atuam diariamente em contato com o público em fóruns e juizados. “Por isso mesmo, trabalhamos incansavelmente para garantir a vacinação anual da advocacia não só na Bahia como em todo o Brasil”, pontua Leahy.
O primeiro boletim InfoGripe de 2026, publicado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (8), indica que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), a nível nacional, apresenta sinal de queda nas tendências de longo e de curto prazo e não há, em quase todos os estados e capitais, incidência em nível de alerta, risco ou alto risco. Durante o ano de 2025, 13.678 pessoas morreram no país por Síndrome Respiratória Grave.
Nas últimas oito semanas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas.
A incidência de SRAG é mais elevada entre as crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente nos idosos.
Em relação aos demais vírus com circulação relevante no país, o impacto nos casos de SRAG tem se concentrado entre as crianças e está associado principalmente ao rinovírus e ao metapneumovírus. Por se tratar de um cenário que inclui as quatro últimas semanas epidemiológicas, a incidência e mortalidade estão sujeitas a alterações.
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza A estão em queda no país. O Amazonas é o único estado ainda com aumento de notificações entre crianças de até 2 anos,conforme boletim semanal InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta quinta-feira (21).
Neste ano, já foram notificados 159.663 casos, sendo que em 53,4% foram detectados a presença de vírus respiratório. Entre os casos positivos, 45,5% foram provocados pelo vírus sincicial, seguido por influenza A (25%). Nas quatro últimas semanas, a prevalência dois dois vírus permanece.
O boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (10), no Rio de Janeiro, destaca que o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entrou em queda em grande parte do país, indicando uma tendência de reversão da doença.
O quadro é atribuído à interrupção do crescimento ou queda das hospitalizações pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em crianças pequenas e de influenza A em idosos. A análise dos especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta também para estabilidade nos casos de SRAG por Covid-19, que continuam baixos na maioria dos estados, com um pequeno aumento da doença no Estado do Rio de Janeiro. A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, alerta que, embora os números de casos de VSR e influenza A estejam caindo, ainda há locais com crescimento pontual em algumas faixas etárias. Os números de hospitalizações por SRAG ainda são considerados altos. Por isso, ela reforça a importância das medidas preventivas. “É importante que todos estejam em dia com a vacina contra a gripe, continuem tomando alguns cuidados e mantendo a etiqueta respiratória, como fazer isolamento ou sair de casa usando máscaras em casos de aparecimento de sintomas de gripe ou resfriado, além de usar máscara em locais fechados e com muita aglomeração de pessoas. Além disso, pedimos que as pessoas verifiquem se estão em dia com a vacina contra a Covid-19, lembrando que idosos e pessoas imunocomprometidas precisam tomar doses de reforço a cada seis meses”, alerta a especialista.
Divulgado nesta quinta-feira (12/6), o novo Boletim InfoGripe da Fiocruz chama atenção para o fato de que este ano, até o momento, o número de casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) no país tem sido consideravelmente maior do que o observado nos dois últimos anos. Entre as semanas epidemiológicas 19 e 22, o número de casos de SRAG quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, registrando um aumento de 91%. Essa alta atípica de ocorrências se concentra principalmente nos estados das regiões Centro-Sul. A influenza A e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) têm causado o maior número de hospitalizações por SRAG, que seguem aumentando em boa parte do país. Apenas em alguns estados (Acre, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo) e no Distrito Federal, o estudo já começa a verificar um sinal de interrupção do crescimento ou início de diminuição de casos. No entanto, a incidência de hospitalizações por SRAG nessas regiões continua muito elevada. A análise é referente à Semana Epidemiológica (SE) 23, de 1º a 7 de junho. Pesquisadora do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e do InfoGripe, Tatiana Portella destaca a influenza A que têm causado o maior número de casos de SRAG no país, afetando todas as faixas etárias, mas com maior impacto nos idosos. Além disso, o VSR também tem contribuído para a alta de casos de SRAG no país, sendo este a principal causa de hospitalização de crianças pequenas.
Com a proximidade do inverno, dados recentes da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) registram crescimento acelerado dos casos de doenças respiratórias no país, especialmente da influenza A, que já supera a covid-19 como principal causa de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em idosos. Os vírus Sincicial Respiratório (VSR) e Influenza, altamente contagiosos, estão entre os mais perigosos e podem desencadear complicações severas em pessoas com mais de 60 anos, especialmente aquelas com comorbidades. Até o início de maio, o Brasil registrou 24.571 casos de hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desses, 50% foram atribuídos ao VSR nas quatro semanas anteriores, assim como 11% dos óbitos, segundo o Boletim Epidemiológico InfoGripe da Fiocruz. O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, explica por que as chances de agravamento dos quadros respiratórios são maiores nos idosos. “Com o avanço da idade, o sistema imunológico se torna menos eficaz no combate a infecções. Essa diminuição da capacidade de defesa faz com que os idosos sejam mais suscetíveis a quadros graves de doenças respiratórias, como as causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório que, tradicionalmente, afeta mais bebês e crianças”, avalia Chebabo. Comorbidades - Muitos idosos vivem com doenças crônicas, como cardiopatias, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), asma, diabetes ou insuficiência renal. Essas condições preexistentes aumentam o risco de complicações severas quando há infecção por um vírus respiratório, podendo levar a descompensações cardíacas e hospitalizações prolongadas.
Atendendo recomendação do Ministério da Saúde, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) ampliou, desde a terça-feira (20), a vacinação contra a gripe para o público geral. Indicado para pessoas a partir de 6 meses de idade, o imunizante é seguro e permanece disponível em todos os postos de saúde. O objetivo da medida é proteger a população contra sintomas graves da Influenza e evitar óbitos, principalmente no período de sazonalidade das doenças respiratórias. Desde o início da campanha de vacinação contra a gripe, no último mês de março, 21,2 milhões de doses foram aplicadas no público prioritário em todo o país. Para garantir os estoques, o Ministério da Saúde distribuiu aproximadamente 60 milhões de doses para o país, com o objetivo de intensificar a imunização e alcançar a cobertura de 90% contra a Influenza. De acordo com a pasta, o vírus da gripe sofre mudanças frequentes, e por isso a vacinação anual é fundamental. A imunização pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em aproximadamente 50% as doenças relacionadas à influenza. Na Bahia, mais de 1,2 milhões de doses foram aplicadas até o momento, colocando o estado na quinta posição no ranking nacional de imunizações contra a gripe.
Os baianos deram exemplo no último sábado (10), o Dia D de vacinação contra a gripe, indo aos postos de saúde para serem imunizados. A adesão de 100% dos municípios da Bahia resultou em quase 100 mil doses aplicadas. Somente no drive-thru montado no Centro de Convenções de Salvador, ação feita em uma parceria da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Salvador, foram 2.825 vacinados. Agora, após o dia D, o imunizante contra a gripe continua disponível nos postos de saúde, fazendo parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos (a partir de 60 anos de idade), tornando permanente a proteção para esses públicos. Também fazem parte dos grupos elegíveis as puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. Na Bahia, o público-alvo é formado por 3,6 milhões de pessoas. A meta é vacinar 90% deste público.
Neste sábado (10), a Bahia realiza o Dia D de vacinação contra a gripe, uma mobilização nacional para ampliar a cobertura vacinal contra a influenza. Mais de 80% dos municípios baianos aderiram à iniciativa, com postos de saúde abertos. A campanha tem como público-alvo mais de 3,6 milhões de pessoas, incluindo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos com mais de 60 anos. Também fazem parte dos grupos prioritários puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. Para a vacinação é necessário apresentar um documento de identificação oficial, a carteira de vacinação e comprovantes que certifiquem a condição de inclusão no público-alvo.
Neste sábado (10), a Bahia realiza o Dia D de vacinação contra a gripe, uma mobilização nacional para ampliar a cobertura vacinal contra a influenza. Mais de 80% dos municípios baianos aderiram à iniciativa, com postos de saúde abertos e ações de vacinação em locais de grande circulação, como shopping centers. A campanha tem como público-alvo mais de 3,6 milhões de pessoas, incluindo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos com mais de 60 anos. Também fazem parte dos grupos prioritários puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, forças armadas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, independentemente da idade. Para a vacinação é necessário apresentar um documento de identificação oficial, a carteira de vacinação e comprovantes que certifiquem a condição de inclusão no público-alvo. A diretora de Vigilância Epidemiológica do Estado, Márcia São Pedro, destaca a importância da imunização. “A vacinação contra a influenza é fundamental para reduzir as complicações, internações e óbitos decorrentes das infecções pelo vírus. Com a chegada do período mais frio, há um aumento na circulação de vírus respiratórios, e a imunização é a melhor estratégia de prevenção”, afirma a diretora.
O Ministério da Saúde aposta na retomada do Dia D Nacional de Vacinação para alavancar a campanha contra a gripe e cumprir a meta de vacinar 90% do público-alvo. No ano passado, o projeto do Dia D foi disponibilizado aos estados e apenas 16 unidades participaram da ação. Ao final da campanha nacional, mais de 23 milhões de pessoas que faziam parte dos grupos prioritários deixaram de se vacinar, e a cobertura foi de apenas 55%. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a estratégia de promover novamente um Dia D Nacional foi pactuada com os secretários estaduais e municipais de saúde. A primeira edição deste ano está marcada para o dia 10 de maio, sábado, véspera do Dia das Mães. "Vamos mobilizar o Sistema Único de Saúde no país inteiro. Além da mobilização, vamos fazer busca ativa, ir atrás daqueles grupos prioritários. Toda a rede está focada para que, até o inverno, a gente consiga garantir uma boa cobertura de vacinação contra a influenza", afirmou o ministro, em evento nesta quinta-feira (24). O ministro também afirmou que os municípios estão recebendo recursos para diversificar as ações durante a campanha, como a aplicação da vacina em locais de grande circulação, e em horários estendidos. A pasta também fez parcerias com as plataformas digitais para divulgar a campanhas nas redes sociais e está mobilizando líderes comunitários e religiosos.
Para estudantes com até 15 anos, vacinas contra febre amarela, tríplice viral e tríplice bacteriana. Para os maiores de 5 anos e menores de 15 anos, além dessas, proteção contra meningite e HPV. Com esse pacote de amparo à vida e à saúde, tem início nesta segunda-feira, 14 de abril, a campanha da Semana Saúde na Escola, cujo tema em 2025 é “Vacinac?a?o nas Escolas – Cie?ncia e Defesa da Vida”. Neste ano, o Governo Federal conta com uma novidade: a Caderneta de Vacinação Digital. O documento permite aos familiares ou responsáveis monitorar todas as vacinas, conferir se está em dia com a imunização e acompanhar todas as informações das consultas e da saúde dos seus filhos. Segundo o Ministério da Saúde, a ferramenta também alertará quando for o momento da criança tomar uma nova vacina ou uma dose de reforço. Para fazer o download da caderneta, basta acessar o aplicativo Meu SUS Digital. 30 MILHÕES – O objetivo da campanha, que termina no próximo dia 25, é vacinar 30 milhões de alunos da educação infantil, do ensino fundamental e médio menores de 15 anos, de 110 mil escolas. A iniciativa é uma realização do Governo Federal, por meio dos ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS). Os alunos da rede pública serão vacinados por profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) na própria escola em que estudam ou serão levados até a Unidade Básica de Saúde de referência, sempre com o consentimento dos familiares e/ou responsáveis. ABERTURA – Nesta segunda-feira, às 15h, um evento online marca a abertura dos trabalhos da Semana Saúde na Escola 2025. O Governo Federal vai promover o 15º Webinário Nacional e Intersetorial do PSE, o “Zé Gotinha na Escola: Bora Vacinar”. O evento tem como objetivo destacar a importância da imunização de crianças, adolescentes e jovens, a qual desempenha um papel fundamental na defesa da vida e na prevenção de doenças infecciosas, protegendo, além deste público, toda a comunidade.
A campanha nacional de vacinação contra a influenza começa na próxima segunda-feira (7). A meta é imunizar 90% dos chamados grupos prioritários, que incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes. Também podem receber a dose: trabalhadores da saúde; puérperas; professores dos ensinos básico e superior; povos indígenas; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e de salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso); trabalhadores portuários funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (com idade entre 12 e 21 anos). De acordo com o Ministério da Saúde, o imunizante distribuído na rede pública protege contra três vírus do tipo influenza e garante uma redução do risco de casos graves e óbitos provocados pela doença. Para a vacinação deste ano, a pasta adquiriu um total de 73,6 milhões de doses. No primeiro semestre, 67,6 milhões de doses devem ser distribuídas para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, 5,9 milhões serão enviadas para o Norte.
A campanha de vacinação contra a influenza já começou a ganhar forma na Bahia. O estado recebeu, no último sábado (22), a primeira remessa enviada pelo Ministério da Saúde, com 428 mil doses da vacina. A distribuição para os municípios será iniciada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) na nesta segunda-feira (24), com foco no abastecimento das redes municipais de saúde para o início da campanha, previsto para 7 de abril. Neste ano, a imunização contra a gripe será ampliada: além das campanhas sazonais, a vacina passa a integrar o Calendário Nacional de Vacinação, o que significa proteção garantida durante todo o ano para o público-alvo. Na Bahia, esse grupo é formado por cerca de 6,3 milhões de pessoas. Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos; idosos com 60 anos ou mais; gestantes e puérperas; trabalhadores da saúde e da educação; indígenas, povos tradicionais e pessoas em situação de rua; pessoas com comorbidades ou deficiência permanente; caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo; profissionais das forças de segurança, forças armadas e sistema prisional; além da população privada de liberdade e jovens em medidas socioeducativas.
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para a vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de 6 meses de idade podem se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza. Quem explica é o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti. “A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Por isso é importante, acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.” O Ministério enfatiza a proteção dos grupos vulneráveis a complicações da gripe, especialmente durante as estações frias – quando há possibilidade do aumento da incidência da doença. Esses grupos incluem gestantes, puérperas, idosos, crianças menores de cinco anos e pessoas com comorbidades.
Desde o início de maio, o Ministério da Saúde ampliou a campanha nacional de vacinação contra a gripe para todas as pessoas acima dos 6 meses de idade. Dessa forma, a família toda pode se proteger contra os vírus da influenza que estão em circulação no país nesta época do ano. O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, explica que a decisão da pasta aconteceu por conta da disponibilidade de doses da vacina e pelo momento epidemiológico. “Se há disponibilidade de vacina no programa e o vírus da influenza, o vírus da gripe está circulando, nós devemos ampliar o acesso das pessoas para que elas se vacinem e diminua o risco de adoecimento de formas graves da doença — e também diminua a circulação do vírus na comunidade.” Eder Gatti destaca a importância de levar a família toda para vacinar. “A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. Apesar de não ter uma eficácia de 100% para proteger contra a infecção, ela diminui o risco de se infectar. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Então por isso ela é importante, ela acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.” Este ano, o Ministério da Saúde decidiu antecipar a campanha de vacinação contra a gripe nas Regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios no país. Até o dia 11 de maio (Semana Epidemiológica 19), a pasta registrou 23.551 casos de hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 19% associados ao vírus da influenza.
Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas 22% do público-alvo se vacinou contra a gripe. Até o momento, 14,4 milhões de doses foram aplicadas para uma população-alvo de 75,8 milhões de pessoas. A campanha de vacinação começou oficialmente no dia 25 de março. “A partir de agora, a expectativa é imunizar 75 milhões de pessoas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), como idosos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, professores da rede pública de ensino, entre outros públicos prioritários”, disse, na ocasião, a ministra da Saúde, Nísia Trindade. Os estados com as menores porcentagens da população vacinada são o Distrito Federal (13,78%), Mato Grosso do Sul (14,18%), Mato Grosso (14,36%), Bahia (14,92%) e Rio de Janeiro (17,76%). Em 2024, a vacinação contra a influenza acontecerá no primeiro semestre do ano nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, enquanto no Norte será no segundo semestre. A mudança na estratégia, desde 2023, busca atender às particularidades climáticas da região, que inicia no período do Inverno Amazônico, quando há maior circulação viral e de transmissão da gripe. Neste ano, a composição da vacina é destinada a proteger contra a Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B.
A vacinação contra gripe terá Dia D neste sábado (13). A campanha teve início em março com a meta de vacinar 75 milhões de pessoas. A vacina em 2024 é destinada a proteger contra a Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. De acordo com o Ministério da Saúde, os locais e horários de aplicação da vacina devem ser consultados nos sites e redes sociais das secretarias estaduais de saúde. No primeiro semestre, o imunizante será aplicado nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Na Região Norte, campanha será realizada no segundo semestre. Os grupos prioritários são crianças de seis meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas e idosos com 60 anos ou mais. Quem faz parte dos grupos prioritários deve se vacinar, mesmo se tiver tomado a dose contra a gripe no ano passado. A vacinação é anual. As crianças que vão receber o imunizante pela primeira vez terão de tomar uma segunda dose no intervalo de 30 dias.
Neste sábado, 13/04, os moradores de Brumado a oportunidade de se protegerem contra a gripe, uma das doenças mais comuns e potencialmente perigosas, especialmente em tempos de pandemia. As Unidades Básicas de Saúde do município estarão de portas abertas durante todo o dia para realizar a imunização de todo o público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. É importante que todos os cidadãos elegíveis se dirijam à UBS mais próxima de suas residências para receberem a vacina e garantirem sua proteção contra a gripe. Confira abaixo quem faz parte do público-alvo dessa campanha: Crianças de 6 meses a menores de 6 anos; Trabalhadores da Saúde; Gestantes; Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); Professores dos ensinos básico e superior; Povos indígenas; Idosos com 60 anos ou mais; Pessoas em situação de rua; Profissionais das forças de segurança e de salvamento; Profissionais das Forças Armadas; Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade); Pessoas com deficiência permanente; Caminhoneiros e Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso).
As Unidades Básicas de Saúde de Brumado já começaram a distribuir a vacina contra a gripe. Tradicionalmente realizada em todo o Brasil entre os meses de abril e maio, neste ano, a campanha teve início em março, devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios no país. A vacina utilizada contra a gripe é trivalente, ou seja, apresenta três tipos de cepas de vírus em combinação, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil. Podem se vacinar os seguintes grupos: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, trabalhadores da Saúde, gestantes, puérperas, professores dos ensinos básico e superior, povos indígenas, idosos com 60 anos ou mais, pessoas em situação de rua, profissionais das forças de segurança e de salvamento, profissionais das Forças Armadas, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso), trabalhadores portuários, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
A Bahia recebeu, nesta quarta-feira (6), os primeiros lotes da vacina contra o vírus da Influenza. Neste primeiro momento, o Ministério da Saúde vai destinar cerca de 1,5 milhão de doses que vão contemplar os 417 municípios baianos. As doses serão distribuídas de acordo com critérios populacionais, considerando os grupos a serem imunizados. Segundo definição do Ministério da Saúde, o público-alvo é formado por crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias); trabalhadores da Saúde; gestantes; puérperas; professores do ensino básico e superior; povos indígenas; idosos com 60 anos ou mais de idade; pessoas em situação de rua; profissionais das Forças de Segurança e Salvamento; profissionais das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso; trabalhadores portuários; população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, além de adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas. Coordenadora de Imunização da Secretaria da Saúde da Bahia, Vânia Rebouças, explica que o estado deve receber outras doses do imunizante em breve. “Temos um público-alvo de mais de 5 milhões de pessoas. Ao longo da campanha, devemos receber as próximas remessas, mas ainda não temos um cronograma fechado”, explica. Início da aplicação: A campanha nacional de vacinação contra a influenza, tradicionalmente realizada entre os meses de abril e maio, terá início no dia 25 de março, em razão do aumento da circulação de vírus respiratórios no país. Entretanto, segundo o Ministério da Saúde, uma vez recebendo as doses, os municípios já podem iniciar, de forma antecipada, a estratégia de vacinação contra a doença. Na Bahia, as doses começam a ser destinadas aos municípios na quinta-feira (7).