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A Copa do Mundo de 2026 já revelou uma tendência clara: o torneio pode ser decidido tanto nos bancos de reservas quanto dentro das quatro linhas. Com 48 seleções e um formato inédito — sendo a 23ª edição do torneio e a primeira disputada em três países-sede (Canadá, México e Estados Unidos) —, a margem para erro tático diminuiu, e os técnicos passaram a ocupar o centro da narrativa.
Os super-treinadores que chegam para dominar o Mundial
O nome mais simbólico dessa nova era é Carlo Ancelotti. Após passagens vitoriosas por AC Milan, Chelsea, PSG, Bayern de Munique e Real Madrid — onde se tornou o treinador mais vitorioso da história da Liga dos Campeões, com cinco títulos —, este é o primeiro trabalho do italiano no comando de uma seleção. À frente do Brasil, Ancelotti carrega a missão de devolver o país ao topo do futebol mundial após mais de duas décadas sem levantar o troféu. Sua flexibilidade tática e capacidade de gestão de vestiário tornam o time uma incógnita interessante.
Último treinador a conquistar a Copa do Mundo no comando da seleção brasileira, lá se vão 24 anos do pentacampeonato no Japão, Luiz Felipe Scolari foi homenageado pelos jogadores e comissão técnica nesta quinta-feira (28), na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Atual coordenador técnico do Grêmio, Felipão aproveitou para incentivar os convocados na busca do hexa.
“Como é bom ser campeão do mundo, e vocês têm toda essa possibilidade. É difícil, se fechem entre vocês. Vocês foram escolhidos e fazem parte de uma elite. E essa elite tem que saber: ‘eu jogo pelo outro, eu faço pelo outro’”, defendeu Felipão, penta com a Amarelinha em 2002.
Aposentado da beira do gramado desde 2022, o ex-técnico gaúcho de 77 anos assistiu ao segundo treino da seleção em Teresópolis, antes de ser agraciado com uma placa comemorativa com os principais títulos que faturou ao longo da carreira.