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Uma ocorrência de ameaça mobilizou equipes da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO), do 24º Batalhão de Polícia Militar de Brumado – Base Minério, na tarde desta terça-feira (19), no Anel Viário da BR-030, em Brumado. O caso envolveu dois funcionários de uma mesma empresa após um desentendimento ocorrido no ambiente de trabalho.
Segundo informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicação (CICOM) após denúncia de que um dos envolvidos teria ameaçado o colega utilizando uma arma de fogo durante uma discussão.
No local, os policiais fizeram contato com o solicitante, um homem de 42 anos, que relatou ter discutido com outro funcionário, de 30 anos, afirmando que o colega teria feito ameaças contra sua integridade física. Diante da gravidade da denúncia, os militares realizaram abordagem pessoal nos envolvidos e uma varredura nas dependências da empresa.
Apesar das buscas realizadas, nenhuma arma de fogo ou arma branca foi encontrada. Funcionários que presenciaram o desentendimento confirmaram que houve uma discussão intensa entre os trabalhadores, mas informaram não ter visto qualquer arma sendo exibida durante o conflito.
Como os ânimos permaneciam alterados e houve relato de ameaça, a Polícia Militar conduziu os dois envolvidos para a Delegacia Territorial de Brumado, onde a ocorrência foi registrada e serão adotadas as medidas legais cabíveis.
Durante a celebração dos 410 anos do Ministério Público do Estado (MPBA), na tarde desta quinta-feira (26), o governador Rui Costa sancionou a lei que altera o quadro geral da instituição. A cerimônia comemorativa foi realizada na sede do MPBA, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. A partir da sanção da lei, cinco cargos de promotor de Justiça Substituto serão substituídos por 280 cargos em comissão de Assessor Técnico-Jurídico. Além disso, serão criados 120 cargos em comissão de Assessor Técnico-Jurídico de Promotoria, que passarão a integrar os quadros de serviços auxiliares do Ministério Público do Estado. "A iniciativa foi do próprio Ministério Público, e a votação foi da Assembleia Legislativa. Coube a mim, na função de governador, fazer a promulgação com muita satisfação, porque nós temos buscado dialogar bastante; cada instituição na sua função pública, mas sem perder sua autonomia e altivez. A Constituição fala de instituições fortes e autônomas, mas que devem dialogar à favor da população. Temos buscado exercitar isso, dialogando com o Ministério Público, com o Judiciário, para que o povo seja colocado sempre em primeiro plano", afirmou Rui. De acordo com o texto da lei, as despesas decorrentes desta mudança ficarão por conta dos recursos orçamentários próprios do Ministério Público.