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A 71 dias para a abertura da Copa do Mundo, a França chegou ao topo do ranking da Fifa pela primeira vez desde 2018 e o Brasil caiu para a sexta posição. A atualização da lista ocorreu nesta quarta-feira (1º), após o término da Data Fifa. Os Les Blues (Os Azuis, apelido da seleção francesa) ultrapassaram Espanha e Argentina, após as vitórias sobre Brasil (2 a 1) e Colômbia (3 a 1) nos últimos amistosos.
Já a Amarelinha perdeu a quinta posição para Portugal, que ganhou dos Estados Unidos (2 a 0) e empatou com o México (0 a 0), enquanto o Brasil somou um único triunfo, sobre a Croácia. (3 a 1). A Inglaterra manteve a quarta posição – empatou com o Uruguai (1 a 1) e perdeu para o Japão (1 a 0).
A Espanha liderava a lista, mas caiu para a segunda posição após vitória sobre a Sérvia (3 a 0) e empate com o Egito (0 a 0). A atual campeã Argentina foi para o terceiro lugar ao somar dois triunfos: contra a Mauritânia (2 a 1) e Zâmbia (5 a 0).
Embora sirva de referência, o ranking da Fifa não antecipa o desempenho das seleções no Mundial. Na última edição da Copa, no Catar (2022), o Brasil era o número 1 do ranking e a Argentina, então terceira colocada, faturou o título. Na Copa da Rússia (2018), a Alemanha chegou como líder e a campeã foi a França, então sétima colocada na lista da Fifa.
Ranking da Fifa (primeiros 10 colocados)
1º - França - 1877,22 pontos
2º - Espanha - 1876,40 pontos
3º - Argentina - 1874,81 pontos
4º - Inglaterra - 1825,97 pontos
5º - Portugal - 1763,83 pontos
6º - Brasil - 1761,16 pontos
7º - Holanda - 1757,87 pontos
8º - Marrocos - 1755,87 pontos
9º - Bélgica - 1755,87 pontos
10º - Alemanha - 1730,37 pontos
A Seleção Brasileira foi batida pela França por 2 a 1 em amistoso disputado nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium, em Boston, Estados Unidos. Foi o penúltimo jogo da Amarelinha antes do anúncio, em maio, da lista final dos convocados para o Mundial, que será sediado por EUA, México e Canadá.
O público foi o segundo maior registrado na história do estádio: 66.713 – a maioria torcia para o Brasil.
A Seleção jogou pela primeira vez com seu novo segundo uniforme, de cor azul, e sentiu a falta de vários desfalques. Ainda assim, teve bons momentos na partida, notadamente no segundo tempo, quando levou mais perigo aos franceses.
A seleção brasileira enfrenta a França, a partir das 17h (horário de Brasília) desta quinta-feira (26), em partida amistosa que marca o início da fase final de preparação para a próxima Copa do Mundo, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O confronto será realizado no Gillete Stadium, em Boston.
Um dia antes de medir forças com uma equipe que é apontada como uma das favoritas à conquista do próximo título mundial, o técnico italiano Carlo Ancelotti afirmou, em entrevista coletiva, que enxerga o confronto como um teste importante: “Para nós, é um teste importante, contra uma equipe que pode ser favorita na Copa. Queremos mostrar uma boa atitude e qualidade”.
Diante dos franceses o Brasil tem um desfalque certo, o zagueiro Marquinhos, que está com dores na região do quadril. Quem pode receber uma oportunidade na posição é Ibañez, do Al Ahli (Arábia Saudita). Com isso, uma possível formação para medir forças com a França é: Ederson; Wesley, Ibañez, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Raphinha, Matheus Cunha, Vinicius Júnior e Martinelli.
A Seleção Brasileira realizou nesta segunda-feira (23) o primeiro treino no CT ESPN WWSC, em Orlando, e iniciou a preparação para os amistosos com França e Croácia, nesta Data FIFA de março.
Ao todo, 15 atletas participaram da atividade inicial. Léo Pereira, Rayan, Gabriel Sara e Igor Thiago, Andrey Santos, Bento, Bremer, Casemiro, o volante Danilo, Fabinho, Ibañez, Matheus Cunha, João Pedro, Ederson e Marquinhos foram à campo, enquanto Rayan treinou separado.
Em relação à lista anunciada pelo técnico Carlo Ancelotti, houve três alterações: lesionados, Alisson e Alex Sandro foram substituídos por Hugo Souza e Kaiki, respectivamente; já Gabriel Magalhães também foi cortado por lesão.
Nos últimos compromissos antes da convocação final para a Copa do Mundo, o Brasil enfrentará a França na quinta-feira (26), em Boston, e a Croácia, no dia 31, em Orlando.
Chegou o momento mais esperado do ano! Em busca do bi mundial, o Flamengo enfrenta o Paris Saint-Germain nesta quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), no estádio Ahmad bin Ali, em Doha, pela final da Copa Intercontinental. Após o último treino antes do jogo, o técnico Filipe Luís concedeu entrevista coletiva e mostrou confiança na conquista do título.
“Não falamos do jogo com o Bayern. Cada jogo é um jogo diferente. Não vamos jogar contra o Bayern, vamos jogar contra o Paris, por mais que a forma que eles pressionem tenha a mesma energia. Acreditei naquela vez que era um plano para vencer o Bayern e eles foram melhores do que nós. Agora, é outro plano, mas sem abrir mão dos nossos princípios, do que é o DNA do Flamengo. É um outro jogo, outra história. Em final, temos que cometer o mínimo de erros possíveis”, afirmou o treinador, que disse ter um plano para tentar neutralizar a velocidade dos jogadores do PSG.
“Não tenho nenhuma dúvida que jogadores tão jovens e tão rápidos nos colocarão em dificuldade em determinados momentos do jogo. Assim como nos colocaram no Brasil, na Libertadores, na Copa de Clubes contra Chelsea e Bayern. Temos uma forma de defender, não defendemos o jogador, defendemos a equipe, a bola, e esperamos tirar o máximo de tempo possível de jogadores determinantes, em especial no meio. Não tenho dúvidas de que teremos armas para neutralizar o ataque do PSG”, concluiu.
Retrospecto
Flamengo e PSG se enfrentaram apenas três vezes na história, com equilíbrio total: uma vitória para cada lado e um empate. A vitória rubro-negra aconteceu em 1975, em um amistoso disputado no Parc dos Princes, que terminou com o placar de 2 a 0, com dois gols de Luisinho.
Arbitragem
Árbitro: Ismail Elfath (EUA)
Assistentes: Corey Parker (EUA) e Kyle Atkins (EUA)
VAR: Allen Chapman (EUA).
A Seleção Brasileira se despediu de 2025 com um empate por 1 a 1 com a Tunísia, nesta terça (18), na Decathlon Arena, na cidade francesa de Lille. Estêvão fez o gol da equipe. No segundo tempo, Lucas Paquetá perdeu um pênalti e no último minuto da partida, Estêvão, após jogada individual, chutou a bola na trave.
A Seleção só volta a campo em março de 2026, para mais dois amistosos contra adversários que ainda vão ser anunciados pela CBF.
A Bahia escreve mais um capítulo em sua história de conexões com o mundo. Nesta quarta-feira (5), o governador Jerônimo Rodrigues, a ministra da Cultura Margareth Menezes e o presidente da França, Emmanuel Macron, participaram, em Salvador, da abertura oficial do Festival Nosso Futuro Brasil–França: Diálogos com a África. O evento, que integra a Temporada França–Brasil 2025, celebra o diálogo cultural entre os participantes que compartilham raízes, histórias e sonhos de futuro.
Realizado no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), o painel de abertura do festival teve como tema “A cidade inclusiva, diversidade, acessibilidade e antirracismo”, iniciado com apresentações artísticas no pátio do museu e a visita das autoridades à exposição O Avesso do Tempo — recriação de obras clássicas em lençóis, inserindo rosto nas figuras, destacando experiências africanas ocultas pela história —, do artista franco-beninense Roméo Mivekannin.
“A vinda do presidente Macron à Bahia e a escolha do estado para a realização de um festival grandioso como este, reforça o papel da nossa terra como ponte viva entre a África, o Brasil e a Europa. Cenário ideal para essa que é, uma celebração da juventude, da cultura e da vocação baiana para o diálogo entre povos e identidades”, destacou o governador Jerônimo Rodrigues.
A seleção brasileira de handebol perdeu para a França por 26 a 20, nesta terça-feira, 30, em Paris, pela terceira rodada dos Jogos Olímpicos. Apesar do resultado, a equipe segue com chances de classificação para as quartas de final. O Brasil fez um bom começo de jogo, mas não conseguiu segurar o ritmo das donas da casa. Empurradas pela torcida, as francesas abriram vantagem antes da metade do primeiro tempo, sem dar chances às brasileiras encostarem, e mantiveram a ponta até o fim. Após a partida, a capitã Bruna de Paula falou sobre a atuação da seleção. O Brasil volta a jogar na quinta-feira, 1º, contra a Holanda. O último duelo será contra Angola, no sábado. Uma vitória em alguma das partidas praticamente garante a classificação para as quartas de final.
Nesta quinta-feira, o técnico Arthur Elias e alguns de seus auxiliares vão visitar no final da tarde o estádio do Bordeaux, que receberá Brasil x Nigéria e depois, na terceira rodada da fase de grupos, Brasil x Espanha. As atletas ficarão no hotel, onde participarão de uma reunião técnica. O Estádio do Bordeaux foi construído para a França sediar a Euro 2016. Concluído em 2015, entre os jardins do Parc Floral e a floresta de Bois de Bordeaux, tornou-se a principal vitrine esportiva da capital mundial do vinho. Na sexta-feira (19), a Seleção treina às 18 horas, no Estádio de Stehelin, que também fica em Bordeaux.
A Copa do Mundo conhecerá no domingo uma nova seleção tricampeã. A França, que levantou a taça pela primeira vez quando jogou em casa, em 1998, e repetiu a dose, quatro anos atrás, na Rússia, ?conquistou seu lugar na decisão do Qatar-2022 ao encerrar o conto de fadas vivido por Marrocos. Na decisão, os Bleus terão pela frente um outro time bicampeão mundial, a Argentina, que também faturou o troféu inédito como comandante, em 1978, antes de voltar a levantá-lo no México-1986. Com a vitória sobre os marroquinos, selada graças a um gol marcado logo no início da partida pelo lateral esquerdo Theo Hernández e a outro feito já na segunda etapa por Randal Kolo Muani, os franceses mantêm ainda vivo o sonho de serem a terceira equipe na história das Copas a emendar dois títulos. O feito que os comandados de Didier Deschamps tentarão obter no fim de semana só foi atingido pela Itália do técnico Vittorio Pozzo, em 1934 e 1938, e pelo Brasil do craque Pelé, em 1958 e 1962. Marrocos, a primeira seleção africana da história a se posicionar entre as quatro melhores de um Mundial,? ainda pode melhorar um pouquinho mais essa inesquecível campanha, já que enfrenta a Croácia, no sábado, na disputa pelo terceiro lugar.
A atual campeã do mundo segue viva. Em exibição que misturou a força dos vencedores de 2018 com o sangue novo do atual elenco, a França está na segunda semifinal de Copa seguida. A etapa inicial mostrou dois estilos conflitantes em campo. A França com um jogo direto, sempre apostando na velocidade de Mbappé e Dembelé para aproveitar espaços na defesa adversária em contra-ataques. Griezmann foi mais um volante, ao lado de Tchouaméni e Rabiot. Jogando como um bloco, a equipe conseguiu abrir o placar quando Mbappé puxou contragolpe, driblou dois adversários e serviu Griezmann. O canhoto tocou e Tchouaméni acertou um forte chute, vencendo Pickford. A Inglaterra e sua posse de bola quase obtiveram resultado quando Kane girou sobre Upamecano e parou em Lloris, mas o jogo ficou mais no meio-campo do que próximos das áreas até o intervalo. Southgate confiou no seu time no segundo tempo e não fez substituições. E os atletas responderam dentro de campo, empurrando a França para trás com intensidade absurda, pelo alto e por baixo. O time foi recompensado em pênalti sofrido por Saka e convertido por Kane. Lloris, em grande atuação, não deixou que a virada viesse com a ajuda da trave, alvo de Maguire em cabeçada. Quando o jogo parecia caminhar para a prorrogação, muita emoção: gol de Giroud, de cabeça, e novo pênalti para a Inglaterra após consulta no VAR. Kane, porém, bateu alto, por cima do gol. A França agora encara Marrocos na briga para alcançar a segunda final consecutiva, algo inédito na sua história. O jogo será na quarta-feira.
O dia 30 de novembro de 2022 será para sempre uma memória agridoce na lembrança da Tunísia. Em grande atuação, a equipe venceu um selecionado europeu pela primeira vez na história das Copas do Mundo, mas o 1 a 0 não foi o bastante para a classificação. O cenário começou a se desenhar a favor ainda aos sete minutos, quando Ghandri aproveitou falta batida pela esquerda e desviou de primeira, vencendo Mandanda. O auxiliar, porém, marcou impedimento do ataque tunisiano. A França custou a se acertar com o time reserva, principalmente na marcação. O único lance de perigo veio dos pés de Coman, que invadiu a área e bateu de esquerda, mas mandou para fora. Na etapa final, uma bola roubada no meio-campo sobrou para Khazri. O camisa 10 da Tunísia foi para cima da marcação, driblou Varane e tocou na saída de Mandanda. Explosão do Estádio da Cidade da Educação e festa para os africanos -- que haviam passado 11 partidas sem triunfar contra um time do Velho Continente. O primeiro gol da Austrália sobre a Dinamarca arrefeceu um pouco os ânimos na arena, mas o domino seguiu por parte dos tunisianos. Deschamps tentou de tudo colocando em campo nomes como Griezmann, Mbappé e Dembelé, chegando ao gol com o primeiro, no último lance. O VAR, porém, viu impedimento do atacante e anulou o lance. O resultado deixa a França ainda na liderança do Grupo D, com seis pontos, mesmo número da Austrália, segunda colocada, mas com um saldo superior (+3 a -1). A Tunísia acabou em terceiro, com quatro.
Depois de 16 anos, a França mostrou que é possível ser a atual campeã e começar bem sua caminhada na Copa do Mundo FIFA. Mesmo saindo atrás do placar diante da Austrália, nesta terça, a vencedora do torneio em 2018 virou o placar no estádio Al Janoub e goleou por 4 a 1. O jogo começou complicado, com um gol de Goodwin, aos nove minutos, e o lateral Lucas Hernandez saindo de campo lesionado no mesmo lance. Passado o susto, no entanto, Rabiot empatou em boa cabeçada e ainda deu o passe para Giroud tocar ao gol vazio pouco depois. A virada antes do intervalo deu a calma necessária para os campeões, que mantiveram a posse de bola e não sofreram mais. No segundo tempo, Mbappé e Giroud de novo, ambos de cabeça, fecharam o placar para os "Bleus". No século, França (2002), Itália (2010), Espanha (2014) e Alemanha (2018) haviam estreado como atuais campeões sem vitória. A exceção era o Brasil, que ganhou seu primeiro compromisso em 2006, e agora o time de Didier Deschamps. O triunfo deixa os franceses na liderança do Grupo D da competição, com três pontos, dois a mais do que Dinamarca e Tunísia, que empataram horas antes. Os australianos ficam na última posição, sem pontuar.
No próximo domingo (23), às 16h (horário de Brasília),no estádio Océane, em Le Havre, a seleção feminina brasileira enfrenta a França nas oitavas de final da Copa do Mundo de Futebol Feminino. A França chega a este jogo como primeira colocada do grupo A, com 3 vitórias em 3 partidas, enquanto o Brasil chega como o terceiro colocado do grupo C, com 2 vitórias e 1 derrota na fase inicial.
França e Bélgica entraram em campo nesta terça-feira (10), às 15h, no Estádio São Petersburgo, em busca de uma vaga na final da Copa do Mundo. O zagueiro Umtiti marcou o gol francês, com isso o time françês é o primeiro finalista da Copa da Rússia. A França, venceu todos os jogos até agora. A outra semifinal acontece nesta quarta-feira (11) entre Inglaterra ou Croácia.