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A RHI Magnesita, líder global em soluções refratárias, realizou, a soltura de mais de 170 animais silvestres na Serra das Éguas, em Brumado (BA), em parceria com o CETAS (Centro de Triagem de Animais Silvestres) de Vitória da Conquista, vinculado à SEMMA (Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Vitória da Conquista). A ação integra o Programa de Salvamento e Preservação da Fauna da companhia, iniciativa estruturada para mitigar impactos ambientais e contribuir para o equilíbrio dos ecossistemas locais.
Ao todo, foram reintroduzidos animais de 21 espécies, entre aves e répteis, incluindo azulão (Cyanoloxia brissonii), trinca-ferro (Saltator similis), canário-da-terra (Sicalis flaveola), além de iguana (Iguana iguana) e jiboia (Boa constrictor).
“Nosso compromisso com a preservação da fauna vai além da proteção das áreas onde atuamos. Além de mitigar impactos, trabalhamos de forma estruturada para apoiar a recuperação de espécies e garantir que esses animais encontrem um ambiente seguro para retornar à natureza. A Serra das Éguas é um exemplo concreto de como a conservação pode caminhar junto com a atividade industrial, gerando valor ambiental e social para o território”, afirma Carlos Eduardo Souza, gerente de Meio Ambiente da RHI Magnesita.
A parceria entre a companhia e o Centro de Triagem de Animais Silvestres tem contribuído para ampliar as ações de conservação e reintegração de animais silvestres à natureza. Devido à sua extensa área preservada e à presença de vegetação nativa e nascentes, a Serra das Éguas é considerada uma área estratégica para soltura de animais silvestres.
“Nossa interlocução com o corpo técnico da RHI Magnesita, comprometido e envolvido com as diretrizes ambientais, facilita, com responsabilidade, todo o processo de acesso, deslocamento e acompanhamento às áreas de soltura mais adequadas para cada espécie”, afirma Aderbal Azevedo Alves, coordenador do CETAS de Vitória da Conquista (BA).
O CETAS desempenha papel fundamental na conservação da fauna, atuando na reabilitação e reintegração de animais resgatados, muitos deles vítimas do tráfico de animais silvestres, ao habitat natural. Nesse contexto, a Serra das Éguas funciona como um importante refúgio para esses animais, tendo recebido cerca de 400 espécimes nos últimos quatro anos.
Localizada em Brumado (BA), a Serra das Éguas abriga a unidade da RHI Magnesita e funciona como um berço para animais resgatados.
A CIPPA/Lençóis realizou nesta terça-feira (3) uma série de ações voltadas à fiscalização e preservação ambiental nos municípios de Nova Redenção e Ibicoara, resultando na destruição de uma estrutura ilegal de carbonização e no recolhimento de aves silvestres mantidas em cativeiro.
Durante patrulhamento no povoado de Bate Tambor, zona rural de Nova Redenção, os policiais ambientais identificaram e destruíram um forno utilizado para a produção clandestina de carvão vegetal, prática considerada crime ambiental conforme a legislação vigente. O responsável pela estrutura não foi localizado.
Na mesma localidade, moradores realizaram a entrega voluntária de aves mantidas irregularmente em cativeiro. Foram recolhidos exemplares de coleira, canário, papa-capim e azulão, além da inutilização de 20 gaiolas. Após orientações prestadas aos responsáveis, os animais foram devolvidos ao habitat natural.
Já no distrito de Cascavel, em Ibicoara, novas entregas espontâneas de aves silvestres foram registradas durante a intensificação do policiamento ambiental. Os animais permaneceram sob custódia da guarnição para posterior soltura, seguindo critérios técnicos definidos pelos órgãos competentes.