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Seleção Brasileira é superada pela França nos EUA

26 Mar 2026 / 23h52
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Seleção Brasileira é superada pela França nos EUA
Foto - Rafael Ribeiro / CBF

A Seleção Brasileira foi batida pela França por 2 a 1 em amistoso disputado nesta quinta-feira (26), no Gillette Stadium, em Boston, Estados Unidos. Foi o penúltimo jogo da Amarelinha antes do anúncio, em maio, da lista final dos convocados para o Mundial, que será sediado por EUA, México e Canadá.

O público foi o segundo maior registrado na história do estádio: 66.713 – a maioria torcia para o Brasil.

A Seleção jogou pela primeira vez com seu novo segundo uniforme, de cor azul, e sentiu a falta de vários desfalques. Ainda assim, teve bons momentos na partida, notadamente no segundo tempo, quando levou mais perigo aos franceses.

Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump

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Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump
Foto - Reprodução / Instagram

A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou nesta sexta-feira (20) as tarifas sobre produtos importados impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Por seis votos a três, o tribunal manteve a decisão de um tribunal inferior que definiu excesso de autoridade de Trump.

A Corte decidiu que a interpretação do governo Trump de que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) concede ao presidente poder para impor as tarifas interferiria nos poderes do Congresso e violaria um princípio jurídico chamado doutrina das questões importantes.

A doutrina exige que ações do Poder Executivo de “vasta importância econômica e política” sejam claramente autorizadas pelo Congresso. Anteriormente, o tribunal usou o mesmo argumento para barrar ações executivas- chaves aplicadas pelo ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden.

Em voto, o presidente da Suprema Corte, John Roberts, citando a decisão anterior, destacou que Trump deve “apontar uma autorização clara do Congresso para justificar sua afirmação extraordinária do poder de impor tarifas”, acrescentando: “Ele não pode fazer isso”.

A decisão do tribunal veio após uma contestação judicial movida por empresas afetadas pelas tarifas e por 12 estados norte-americanos, a maioria deles governados por democratas, contra o uso sem precedentes da lei por Trump para impor unilateralmente impostos de importação.

Lula conversa com Donald Trump e reforça cooperação entre Brasil e Estados Unidos

26 Jan 2026 / 14h58
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Lula conversa com Donald Trump e reforça cooperação entre Brasil e Estados Unidos
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que conversou, nesta segunda-feira (26), por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre temas estratégicos da relação bilateral e da agenda global. Segundo Lula, os dois líderes trocaram informações sobre indicadores econômicos do Brasil e dos Estados Unidos, que apontam perspectivas positivas para ambas as economias. Durante o diálogo, Trump destacou que o crescimento econômico dos dois países é benéfico para toda a região.


No contato, Lula saudou o fortalecimento do relacionamento entre os governos nos últimos meses, ressaltando que esse avanço contribuiu para o levantamento de parte significativa das tarifas aplicadas a produtos brasileiros. O presidente brasileiro também reiterou uma proposta, encaminhada ao Departamento de Estado em dezembro, para ampliar a cooperação no combate ao crime organizado. Entre os pontos apresentados estão ações conjuntas contra a lavagem de dinheiro, o tráfico de armas, o congelamento de ativos de grupos criminosos e o intercâmbio de dados sobre transações financeiras, iniciativa que, segundo Lula, foi bem recebida por Trump.


Na pauta internacional, o presidente brasileiro abordou a criação do Conselho da Paz proposto pelos Estados Unidos, defendendo que o órgão se concentre na situação da Faixa de Gaza e assegure assento à Palestina. Nesse contexto, Lula voltou a defender a necessidade de uma reforma ampla da Organização das Nações Unidas, incluindo a ampliação do número de membros permanentes do Conselho de Segurança.


Os dois presidentes também trocaram impressões sobre a situação na Venezuela. Lula enfatizou a importância da preservação da paz e da estabilidade na região, além do compromisso com o bem-estar da população venezuelana.


Ao final da conversa, Lula e Trump acordaram a realização de uma visita do presidente brasileiro a Washington após sua viagem à Índia e à Coreia do Sul, prevista para fevereiro, com a data a ser definida em breve.

Trump ataca Venezuela e diz que Maduro foi capturado

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Trump ataca Venezuela e diz que Maduro foi capturado
Foto - Divulgação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (03) um ataque em larga escala à Venezuela. Em manifestação nas redes sociais, ele afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa foram capturados e retirados do país. 

"Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela atenção!", disse Trump.

‘Verdade prevaleceu’, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA

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‘Verdade prevaleceu’, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA
Foto - Fábio Rodrigues Pezzebom / Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta sexta-feira (12) a retirada das sanções econômicas da Lei Magnitsky, que foram aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra ele, sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e a empresa Lex - Instituto de Estudos Jurídicos, ligada à família do ministro.

Durante o lançamento do canal SBT News, em São Paulo, o ministro disse que a “verdade prevaleceu” e agradeceu o empenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela atuação da diplomacia brasileira para convencer o governo do presidente Donald Trump a revogar as medidas. Lula também estava no evento.

"A verdade venceu hoje, presidente. Em julho, quando o Supremo se reuniu na presidência para tratar dessas sanções contra o Poder Judiciário brasileiro, eu pedi ao presidente que não ingressasse com nenhuma ação, que não tomasse nenhuma medida, porque eu acreditava que a verdade, no momento que chegasse às autoridades norte-americanas, prevaleceria", afirmou.

Moraes considerou que a retirada das sanções contra ele representa uma vitória  do Judiciário, da soberania nacional e da democracia brasileira.

"O Judiciário brasileiro não se vergou a ameaças, coações e não se vergará, e continuará com imparcialidade, seriedade e coragem", garantiu.

O ministro também avaliou que o país dá exemplo de democracia a países estrangeiros. "O Brasil chega ao final do ano dando exemplo de democracia e força institucional a todos os países do mundo", completou.

‘Muito coisa boa resultará desta parceria’, diz Trump sobre Lula

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‘Muito coisa boa resultará desta parceria’, diz Trump sobre Lula
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta terça-feira (2) sobre o telefonema que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para repórteres na Casa Branca, Trump disse que os dois falaram sobre sanções – uma aparente referência às sanções de sua administração ao Judiciário brasileiro por causa do processo criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Trump afirmou ainda que ele e Lula “tiveram uma ótima conversa”, acrescentando: “Falamos sobre comércio. Falamos sobre sanções, porque, como vocês sabem, eu os sancionei em relação a certas coisas que aconteceram."

Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que estava ansioso para ver e conversar com Lula em breve, acrescentando que “muito coisa boa resultará desta parceria recém-formada!”, segundo informações da agência Reuters. 

Lula agradece Trump e espera 'zerar celeuma' com os EUA

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Lula agradece Trump e espera 'zerar celeuma' com os EUA
Foto - Bruno Peres / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (20), em vídeo postado nas redes sociais, que a suspensão da tarifas comercial de 40% sobre uma determinada lista de produtos brasileiros  foi um sinal importante.

"Não é tudo o que eu quero, não é tudo que o Brasil precisa, mas é uma coisa importante. O presidente Trump acaba de anunciar que vai começar a reduzir vários produtos brasileiros que foram taxados em 40%. Isso é um resultado muito importante", afirmou. Lula elogiou a decisão do mandatário norte-americano e disse esperar que ambos possam se reencontrar pessoalmente no Brasil ou nos EUA.

"Ele [Trump] está convidado para vir no Brasil quando ele quiser, e eu espero ser convidado para ir a Washington para zerar qualquer celeuma comercial, política, entre Brasil e EUA", acrescentou.

Lula gravou o vídeo ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em São Paulo, um pouco antes de embarcar para a África do Sul, onde participará da Cúpula do G20. O presidente fez questão agradecer a Trump, ainda que de forma parcial, e pediu que os países alcancem entendimento comercial completo.

"Vou lhe agradecer só parcialmente, porque e vou lhe agradecer totalmente quando tudo estiver totalmente acordado entre nós".

Brasil aguarda resposta dos EUA sobre proposta de acordo, diz ministro

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Brasil aguarda resposta dos EUA sobre proposta de acordo, diz ministro
Fotos - Vinicius Loures / Câmara dos Deputados e U.S. Department of State

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quinta-feira (13) que o Brasil espera, para os próximos dias, a resposta dos Estados Unidos a uma proposta de “mapa do caminho” que deve orientar as negociações destinadas a solucionar pendências comerciais entre os dois países.

Vieira se reuniu com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em Washington, após dois encontros durante o G7, grupo dos sete países mais ricos do planeta, no Canadá. Segundo o chanceler, Rubio demonstrou interesse em avançar rapidamente nas tratativas.

“Apresentamos nossas propostas para a solução das questões. Agora estamos esperando que eles nos respondam”, disse Vieira após o encontro.

O encontro ocorreu após a primeira reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em 26 de outubro. Na ocasião, os dois países comprometeram-se a fazer negociações técnicas para reverter o tarifaço do governo Trump sobre os produtos brasileiros.

Segundo Vieira, em 4 de novembro, Brasil e Estados Unidos realizaram uma reunião virtual de alto nível, na qual o governo brasileiro apresentou resposta detalhada à lista de temas enviada por Washington em outubro. Rubio teria sinalizado que a análise norte-americana deve ser concluída ainda esta semana ou no início da próxima.

O chanceler brasileiro afirmou que os dois países buscam concluir, até o fim deste mês, um acordo provisório que estabeleça o roteiro das negociações pelos próximos um ou dois anos. As discussões ocorrem em meio às tarifas adicionais de 50% impostas pelo governo dos EUA a diversos produtos brasileiros.

Lula se reúne com Trump na Malásia e discute relações entre Brasil-EUA

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Lula se reúne com Trump na Malásia e discute relações entre Brasil-EUA
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu neste domingo (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. O encontro durou cerca de 50 minutos e ocorreu durante a realização da 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

Durante a reunião, Lula disse que não há razão para desavenças com os Estados Unidos e pediu a Trump a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, enquanto os dois países estiverem em negociação. Em julho deste ano, Trump anunciou uma tarifaço de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos. Em seguida, ministros do governo brasileiro e do Supremo Tribunal Federal (STF) também foram alvo da revogação de vistos de viagem e outras sanções pela administração norte-americana. 

“O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos, porque nós temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendencia natural é encaminhar para um acordo”, afirmou o presidente.

Além dos presidentes, também participaram do encontro o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio.

Vieira e Rubio dizem que Lula e Trump devem ter reunião em breve

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Vieira e Rubio dizem que Lula e Trump devem ter reunião em breve
Foto - Divulgação / Itamaraty

Em declaração conjunta, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, informaram que "mantiveram conversas muito positivas sobre comércio e questões bilaterais em andamento". 

Mauro Vieira e as autoridades norte-americanas reuniram-se nesta quinta-feira (16), na Casa Branca, em Washington, com foco principal nas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

O comunicado diz ainda que as autoridades estão empenhadas em marcar uma reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

"O Secretário Rubio, o Embaixador Greer e o Ministro Mauro Vieira concordaram em colaborar e conduzir discussões em várias frentes no futuro imediato, além de estabelecer uma rota de trabalho conjunto. Ambas as partes também concordaram em trabalhar conjuntamente pela realização de reunião entre o Presidente Trump e o Presidente Lula na primeira oportunidade possível", diz a nota, divulgada em português e inglês.

‘Estamos muito otimistas’, diz Alckmin após conversa de Lula e Trump

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‘Estamos muito otimistas’, diz Alckmin após conversa de Lula e Trump
Foto - Tânia Rêgo / Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin qualificou a conversa de 30 minutos entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, nesta segunda (6), como “muito positiva”.

“Estamos muito otimistas que a gente vai avançar. O presidente Lula destacou a disposição do Brasil para o diálogo e para a negociação”, afirmou Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Aos jornalistas, Alckmin disse que o governo considerou a conversa “melhor até do que esperávamos”. Para ele, o diálogo renderá desdobramentos. Ele ratificou que Lula e Trump trocaram os números de telefones pessoais e que o norte-americano designou o secretário de Estado, Marco Rubio como o interlocutor. 

Lula e Donald Trump conversam por videoconferência e reforçam retomada das relações entre Brasil e EUA

06 Out 2025 / 12h02
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Lula e Donald Trump conversam por videoconferência e reforçam retomada das relações entre Brasil e EUA
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR / ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, na manhã desta segunda-feira (6), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A ligação, que durou cerca de 30 minutos, teve tom amistoso e marcou a retomada das tratativas bilaterais entre os dois países. Durante a conversa, os líderes relembraram o encontro ocorrido em Nova York, durante a Assembleia Geral da ONU, e destacaram a boa relação construída na ocasião. Lula avaliou o diálogo como um passo importante para o fortalecimento das relações diplomáticas entre o Brasil e os Estados Unidos, que completam 201 anos.


Segundo informações do Palácio do Planalto, o presidente brasileiro ressaltou que o Brasil é um dos três países do G20com os quais os Estados Unidos mantêm superávit comercial. Lula também solicitou a retirada da sobretaxa de 40%aplicada a produtos brasileiros e o fim das restrições impostas a autoridades nacionais.


Trump, por sua vez, designou o secretário de Estado Marco Rubio para conduzir as negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ambos os presidentes manifestaram interesse em realizar um encontro presencial em breve.


Lula mencionou a Cúpula da ASEAN, na Malásia, como possível local para a reunião e reiterou convite para que Trump participe da COP30, que será realizada em Belém (PA). O presidente brasileiro também sinalizou disposição para uma visita oficial aos Estados Unidos. Do lado brasileiro, acompanharam a conversa o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim.

Lula comemora gesto de Trump: torço para que dê certo

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Lula comemora gesto de Trump: torço para que dê certo
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (24) estar feliz com o resultado da sua viagem para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e em especial com o aceno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de iniciar um diálogo.

"Aquilo que parecia impossível, deixou de ser impossível e aconteceu. Eu fiquei feliz quando Trump disse que pintou uma química boa entre nós", declarou Lula durante coletiva de imprensa, em Nova York.

O presidente disse que não há razão para os dois países permanecerem em atrito e que torce para que a relação das duas maiores democracias do continente dê certo.

Trump diz ter ‘química’ com Lula e anuncia encontro bilateral

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Trump diz ter ‘química’ com Lula e anuncia encontro bilateral
Foto - Divulgação / ONU

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pretende se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na próxima semana. Ele teceu elogios ao chefe de Estado brasileiro chamando-o de “homem muito agradável”, com quem teve “uma química excelente” durante breve encontro.

Trump discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas logo depois do presidente Lula. Tradicionalmente, o presidente do Brasil faz o discurso de abertura das assembleias anuais da ONU. 

O presidente norte-americano disse que as tarifas aplicadas contra o Brasil e outros países são uma questão de defesa da soberania e da segurança de seu país contra aqueles que “tiraram vantagens por décadas” durante os governos que o antecederam.

Governo dos EUA impõe Lei Magnitsky à mulher de Alexandre de Moraes

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Governo dos EUA impõe Lei Magnitsky à mulher de Alexandre de Moraes
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, impôs as sanções da Lei Magnitsky à advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e ao instituto Lex, ligado à família do ministro. A lei já atinge Moraes desde 30 de julho.

A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano.

A Lei Magnitsky é um mecanismo previsto na legislação estadunidense usado para punir unilateralmente supostos violadores de direitos humanos no exterior. Entre outros pontos, a medida bloqueia bens e empresas dos alvos da sanção nos EUA.

Entre as sanções previstas estão o bloqueio de contas bancárias, de bens e interesses em bens dentro da jurisdição em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.

FIEB faz avaliação sobre primeiros impactos do tarifaço americano para as exportações baianas

10 Set 2025 / 12h30
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FIEB faz avaliação sobre primeiros impactos do tarifaço americano para as exportações baianas
Foto - Valter Pontes / Coperphoto/ Sistema FIEB

Os primeiros efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos começam a aparecer nas exportações da Bahia. Segundo análise da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), embora o comportamento das exportações para o mercado americano tenha sido, inicialmente, mais resiliente do que o das exportações totais do estado, os dados já apontam impactos significativos sobre setores estratégicos da economia baiana, principalmente entre alguns dos produtos que foram sobretaxados.

Na comparação entre os meses de julho e agosto de 2025, as exportações totais da Bahia registraram queda de 19,4%, passando de US$ 934,6 milhões para US$ 753,7 milhões. Na contramão desse movimento, as exportações baianas para os Estados Unidos aumentaram 9,8% no mesmo período, atingindo US$ 64,1 milhões.

Apesar do crescimento agregado, o detalhamento por tipo de produto revela que o aumento foi impulsionado, principalmente, por itens isentos de sobretaxa, cujas vendas mais do que dobraram (alta de 136,7%). Já os produtos afetados diretamente pelo tarifaço viram suas exportações recuarem 42,8%.

Brasil é superado pela Bolívia na altitude de 4.100 metros

10 Set 2025 / 06h30
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Brasil é superado pela Bolívia na altitude de 4.100 metros
Foto - Rafael Ribeiro / CBF

A Seleção Brasileira perdeu para a Bolívia por 1 a 0, na noite desta terça-feira (9), na cidade boliviana de El Alto, a 4.100 metros de altitude, na rodada de encerramento das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada em conjunto por EUA, Canadá e México. A Canarinho já estava classificada por antecipação e agora vai se concentrar na realização de amistosos visando à preparação final para o Mundial.

O técnico Carlo Ancelotti levou a campo, no Estádio Municipal de El Alto, uma equipe alternativa, bastante diferente da que derrotou o Chile por 3 a 0 na semana passada, no Maracanã. Queria testar outros jogadores. Com os resultados da rodada final das Eliminatórias, a Seleção Brasileira ficou em quinto lugar, com 28 pontos em 18 partidas. Obteve oito vitórias e quatro empates e sofreu seis derrotas na competição.

Brasil inicia ação para usar Lei de Reciprocidade contra os EUA

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Brasil inicia ação para usar Lei de Reciprocidade contra os EUA
Foto - Cadu Gomes / VPR

O governo brasileiro deu mais um passo visando a aplicação da Lei de Reciprocidade econômica contra os Estados Unidos, em resposta ao tarifaço de 50% aplicado pelo governo norte-americano contra produtos brasileiros. A aplicação da lei - aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em abril pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva - possibilita ao Brasil uma resposta a eventuais medidas unilaterais adotadas por outros países contra produtos brasileiros. Ela permite ao Brasil contramedidas tarifárias em situações como a atual, em que os EUA sobretarifam importações prejudicando a competitividade das empresas de outros países. Ajuda para negociação - Diante da situação, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) – órgão colegiado de 10 ministérios, responsável por formular, implementar e coordenar as políticas de comércio exterior – foi provocada, dando início a um processo que tem, entre suas etapas, a de notificar os Estados Unidos sobre a resposta brasileira ao tarifaço. Antes de embarcar de volta ao Brasil, após missão oficial ao México, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que a Lei de Reciprocidade pode ajudar o Brasil na negociação com os EUA. “Espero que isso até possa ajudar a gente acelerar o diálogo e a negociação. Essa é a disposição que o Brasil sempre teve. Precisamos lembrar que temos 201 anos de parceria e amizade com os Estados Unidos e que temos uma boa complementariedade econômica”, disse Alckmin. Aço e carvão - Ele citou como exemplo o setor do aço. “Nós somos o terceiro comprador de carvão siderúrgico dos Estados Unidos [utilizado para a fabricação de aço]. Fazemos o semiplano e vendemos para os Estados Unidos, que fazem o aço para o automóvel, para o avião, para as máquinas. Você tem uma complementariedade, uma integração. Essa é a lógica do comércio exterior”, argumentou. Dessa forma, acrescentou o vice-presidente, “quem ganha é o conjunto da sociedade com produtos mais baratos que beneficiam a sociedade”.

Lula reafirma soberania e diz que Brasil não aceitará ofensas

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Lula reafirma soberania e diz que Brasil não aceitará ofensas
Foto - Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera nesta terça-feira (26) a segunda reunião ministerial de 2025. Ao citar a atual política dos Estados Unidos, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais, ele afirmou que o Brasil não aceitará “desaforo, ofensas e petulância de ninguém”. Lula orientou seus ministros a defenderem a soberania do país em seus discursos públicos. Para ele, as decisões do presidente estadunidense, Donald Trump, são descabidas. Ainda assim, o governo brasileiro segue à disposição para negociar as questões comerciais. “Estamos dispostos a sentar na mesa em igualdade de condições. O que não estamos dispostos é sermos tratados como se fossemos subalternos. Isso nós não aceitamos de ninguém. É importante saber que o nosso compromisso é com o povo brasileiro”, disse Lula. “É importante que cada ministro, nas falas que fizerem daqui para frente, façam questão de retratar a soberania desse país. Nós aceitamos relações cordiais com o mundo inteiro, mas não aceitamos desaforo e ofensas, petulância de ninguém. Se a gente gostasse de imperador, o Brasil ainda seria monarquia. A gente não quer mais. A gente quer esse país democrático e soberano, republicano”, acrescentou. A fala inicial do presidente foi transmitida ao vivo pelo Canal Gov e pelas redes sociais, seguida de um balanço das ações do governo, apresentado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.

Governo anuncia R$ 30 bi em crédito para setores afetados por tarifaço

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Governo anuncia R$ 30 bi em crédito para setores afetados por tarifaço
Foto - Lula Marques / Agência Brasil

O governo federal lança nesta quarta-feira (13) pacote de medidas para apoiar o setor produtivo afetado pelo tarifaço de 50% imposto pelo governo dos Estados Unidos. O plano de apoio prevê R$ 30 bilhões em crédito e será viabilizado por meio de uma medida provisória chamada de MP Brasil Soberano. Durante anúncio do plano de socorro, no Palácio do Planalto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o Brasil está sendo sancionado “por ser mais democrático que o agressor”. “Estamos numa situação muito inusitada. O Brasil é um país que está sendo sancionado por ser mais democrático que o seu agressor. É uma situação inédita e muito incomum no mundo. Um país que não persegue adversários, não persegue a imprensa, não persegue escritórios de advocacia, não persegue universidades, não persegue imigrantes legais ou ilegais está sujeito a uma retaliação injustificável do ponto de vista político e econômico.” “Vamos enfrentar, como já enfrentamos várias situações difíceis neste país. E vamos superar mais essa dificuldade que é imposta de fora para dentro, mas infelizmente com o apoio de alguns setores radicalizados da sociedade brasileira”, completou o ministro durante o evento. Prioridades - De acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o plano dará prioridade às menores companhias e a alimentos perecíveis. “A gente está pensando em ajudar as pequenas empresas, que exportam espinafre, frutas, mel e outras coisas. Empresas de máquinas. As grandes empresas têm mais poder de resistência. Acho que vai ser importante para a gente mostrar que ninguém ficará desamparado pela taxação do presidente Trump”, disse o presidente nesta terça-feira, em entrevista ao canal Band News. O pacote de medidas também busca preservar os empregos e ampliar os mercados alternativos para os setores afetados.

Lula anuncia MP para mitigar efeitos de tarifas: ‘Vamos cuidar dos trabalhadores e das empresas’

13 Ago 2025 / 07h28
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Lula anuncia MP para mitigar efeitos de tarifas: ‘Vamos cuidar dos trabalhadores e das empresas’
Foto - Divulgação

residente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, 12 de agosto, em entrevista à BandNews FM, que assina nesta quarta-feira, 13 de agosto, a Medida Provisória Brasil Soberano. O texto cria uma linha de crédito no valor de R$ 30 bilhões com foco em empresas que tiveram prejuízo com as recentes medidas anunciadas pelos Estados Unidos, de taxar em 50% as exportações brasileiras. O chamado “tarifaço” entrou em vigor no último dia 6 de agosto. Na entrevista ao programa O É da Coisa, apresentado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, Lula falou sobre outras medidas do Governo Federal para combater os efeitos da taxação. Além da linha de crédito, o plano de contingência inclui, ainda, as compras governamentais. Nessa modalidade, o Governo adquire produtos que seriam exportados, em especial gêneros alimentícios, para aproveitá-los em programas sociais. Outra vertente antecipada pelo presidente é a ênfase na abertura de novos mercados pelo mundo para os produtos nacionais. CUIDADO - Segundo o presidente, o valor para a linha de crédito pode ser apenas um começo. Dependendo da necessidade, recursos adicionais podem ser investidos. “A medida é extremamente importante para mostrar que ninguém vai ficar desamparado neste país por causa das medidas tomadas pelo presidente Trump. Vamos cuidar dos trabalhadores dessas empresas e, também, procurar outros mercados para elas”, ressaltou.

Tarifaço sobre parte de exportações brasileiras entra em vigor hoje

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Tarifaço sobre parte de exportações brasileiras entra em vigor hoje
Foto - Divulgação / Porto de Santos

Entraram em vigor, nesta quarta-feira (6), as tarifas de 50% impostas sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos. A medida, assinada na semana passada pelo presidente norte-americano Donald Trump, afeta 35,9% das mercadorias enviadas ao mercado estadunidense, o que representa 4% das exportações brasileiras. Cerca de 700 produtos do Brasil ficaram fora do tarifaço. Café, frutas e carnes estão entre os produtos que passam a pagar uma sobretaxa de 50%. Ficaram de fora dessa taxa suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes, polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos. O tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada por Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter à relativa perda de competitividade da economia americana para a China nas últimas décadas. No dia 2 de abril, Trump iniciou a guerra comercial impondo barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, foi imposta, em abril, a taxa mais baixa, de 10%. Porém, no início de julho, Trump elevou a tarifa para 50% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo ele, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado após perder o pleito de 2022.

Lula descarta desafiar EUA, mas diz que Brasil não é republiqueta

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Lula descarta desafiar EUA, mas diz que Brasil não é republiqueta
Foto - Ricardo Stuckert / Secom-PR

O Brasil não deve abrir mão de procurar viabilizar uma alternativa ao dólar como moeda para fazer comércio internacional, afirmou neste domingo (3) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso sobre o tarifaço de 50% que os Estados Unidos (EUA) impuseram contra o país. Cerca de 36% das exportações brasileiros foram taxadas pela Casa Branca. “Eu não vou abrir mão de achar que a gente precisa procurar construir uma moeda alternativa para que a gente possa negociar com os outros países. Eu não preciso ficar subordinado ao dólar”, afirmou o presidente brasileiro. Apesar de os EUA não citarem diretamente a substituição do dólar no comércio global como motivo para taxação do Brasil, analistas têm apontado que essa proposta em discussão no Brics está por trás da ação de Donald Trump. Durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro (RJ), entre 6 e 7 de julho, Trump fez críticas ao bloco e prometeu retaliar países que substituam o dólar no comércio. O uso do dólar como moeda internacional concede uma vantagem competitiva para os EUA na economia global. Em convenção do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília, Lula destacou que o Brasil não quer desafiar os EUA, mas que o país tem interesses estratégicos que precisa defender. O presidente afirmou que o Brasil não é uma “republiqueta” e que quer negociar em igualdade de condições. “Os EUA são muito grande, é o país mais bélico do mundo, é o país mais tecnológico do mundo, é o país com a maior economia do mundo. Tudo isso é muito importante. Mas nós queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Nós temos interesses econômicos e estratégicos. Nós queremos crescer. E nós não somos uma republiqueta. Tentar colocar um assunto político para nos taxar economicamente é inaceitável. É inaceitável”, avaliou.

Tarifaço exclui 44,6% das exportações do Brasil para EUA, informa Mdic

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Tarifaço exclui 44,6% das exportações do Brasil para EUA, informa Mdic
Foto - Diego Baravelli / MINFRA

O tarifaço de 50% imposto pelo governo de Donald Trump exclui 44,6% das exportações brasileiras em valores para os Estados Unidos, divulgou nesta quarta-feira (31) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A pasta calculou o impacto da lista com cerca de 700 exceções para produtos que ficaram fora da sobretaxação. Esses 700 itens, entre os quais aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro, continuarão a pagar a tarifa de até 10% definida em abril. Segundo a pasta, as medidas anunciadas na quarta-feira (30) incidirão apenas sobre 35,9% das exportações brasileiras para os Estados Unidos. Há ainda 19,5% das vendas sujeitas a tarifas específicas, adotadas pelo governo de Donald Trump com base em argumentos de segurança nacional. Entre esses produtos, estão as autopeças e automóveis de todos os países, que pagam 25% para entrarem nos Estados Unidos desde maio. O aço, alumínio e cobre pagam alíquota de 50%, mas, segundo o levantamento do Mdic, estão dentro dos 19,5% porque as tarifas foram definidas com base nos argumentos de segurança nacional em fevereiro, com entrada em vigor em março.

Tarifaço de Trump deixa de fora aviões, minérios e suco de laranja

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Tarifaço de Trump deixa de fora aviões, minérios e suco de laranja
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A Ordem Executiva assinada nesta quarta-feira (30) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevando o valor da tarifa de importação de produtos brasileiros para 50%, traz cerca de 700 exceções, como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes. Também ficaram de fora do tarifaço produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos. No entanto, café, frutas e carnes não estão entre as exceções aplicadas pelos Estados Unidos e serão taxados em 50%. Segundo o documento assinado por Trump, as taxas entram em vigor em sete dias, ou seja, dia 6 de agosto. Mercadorias que estão em trânsito para os Estados Unidos também ficarão de fora da taxação. A ordem justifica que os Estados Unidos consideram o Brasil uma ameaça “incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA”. A classificação é semelhante à adotada contra países considerados hostis à Washington, como Cuba, Venezuela e Irã.

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