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Ancelotti lamenta eliminação e já projeta novo ciclo: "Não é o fim"

06 Jul 2026 / 09h14
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Ancelotti lamenta eliminação e já projeta novo ciclo: "Não é o fim"
Foto - Rafael Ribeiro -/ CBF

O técnico Carlo Ancelotti avaliou que o Brasil merecia ter saído vencedor da partida deste domingo (5), contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), com dois gols do atacante Erling Haaland, eliminou a seleção brasileira da Copa do Mundo nas oitavas de final, a pior campanha desde 1990.

"Estamos muito tristes pelo resultado, mas [a Copa] foi uma experiência bonita, com um bom grupo. Quero agradecer aos jogadores, que trabalharam bem, criaram um bom ambiente. Mas no esporte, nem tudo sai perfeito. Acho que [pelo] esforço de hoje não merecia perder, mas temos de reconhecer, também, que a equipe rival tem, como já disse, jogadores muito bons e que fizeram a diferença", disse o treinador, em entrevista coletiva.

Apesar de ter criado oportunidades, o Brasil não as transformou em gols, desperdiçando, inclusive, um pênalti no começo do primeiro tempo, com o volante Bruno Guimarães. Ao longo da partida, a seleção brasileira adotou uma postura de sair no contra-ataque, com a posse de bola dominada pela Noruega. A equipe nórdica trocou praticamente o dobro de passes (581 a 291) em relação à verde e amarela.

"O jogo de hoje me parecia controlado. Tivemos oportunidades. Era complicado fazer uma pressão alta [marcar desde a saída de bola] porque, na Noruega, o [meia Martin] Odegaard recuava muito, então era um risco para deixar o Haaland no um contra um", explicou Ancelotti.

"Eles tentaram manter a intensidade do jogo com a posse da bola. Nós, durante 70 minutos, tivemos o jogo sob controle. Mas o Haaland acabou decidindo", completou o técnico.

O treinador foi perguntado sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo, quando o placar estava 0 a 0. O questionamento se deu pela opção não ter sido o atacante Vinícius Júnior. Segundo ele, dentre os jogadores que estavam em campo, o volante era quem tinha melhor aproveitamento.

"Fizemos uma estatística de um ano, dos [jogadores] rivais e dos nossos. O melhor [em cobranças de pênalti] era Neymar. Daí [os também atacantes] Igor Thiago, Raphinha e depois o Bruno Guimarães. E depois o [atacante Gabriel] Martinelli. Pensamos no que era melhor em campo", justificou o italiano.

Em 14 anos, mortes no trânsito por causa de álcool diminuem 19,5%

19 Jun 2026 / 08h37
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Em 14 anos, mortes no trânsito por causa de álcool diminuem 19,5%
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

A taxa de mortes no trânsito relacionadas com o consumo de bebida alcoólica caiu 19,5% no Brasil entre os anos de 2010 e 2024. A análise, divulgada nesta sexta-feira (19), Dia Nacional da Lei Seca, foi feita pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), referência nacional no tema.

Para se ter uma ideia, em 2010, o número era de 15 mil mortes. Em 2024, foram 13.075. No entanto, o estudo pondera que a quantidade voltou a subir a partir de 2020 (quando 11.600 pessoas perderam a vida).  

Referência no mundo 

Segundo a coordenadora do Cisa, Mariana Thibes, a Lei Seca não deixou de funcionar e é uma legislação que serve de referência para o mundo ao reduzir os acidentes de trânsito e salvar vidas no Brasil. 

“Essa redução foi da ordem de mais de 30%, desde que a lei surgiu (em 2008) até os últimos anos”, afirmou Mariana em entrevista à Agência Brasil. Ela concorda, no entanto, que há uma perda de fôlego em vista de “novos  desafios”. A Lei Seca começou a apresentar menos eficiência, conforme revelam os números. 

“A gente vinha observando uma curva constante de queda até 2019, e a partir daí a taxa de mortes começou a crescer depois da pandemia”, acrescentou. 

Inflação de maio fica em 0,58%, influenciada por preço dos alimentos

12 Jun 2026 / 14h19
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Inflação de maio fica em 0,58%, influenciada por preço dos alimentos
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O preço dos alimentos pressionou o bolso dos brasileiros em maio e representou metade da inflação, que variou 0,58%, no mês passado.

O resultado mostra que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) perdeu força em relação aos dois meses anteriores. Entretanto, fez com que o acumulado de 12 meses chegasse a 4,72%, saindo do limite de tolerância estipulado pelo governo.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). O teto é descumprido se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

A última vez que o acumulado de 12 meses ficou fora do limite havia sido em outubro de 2025, quando marcou 4,68%.

Veja o comportamento da inflação mensal ao longo de 2026:

  • Maio: 0,58%
  • Abril: 0,67%
  • Março: 0,88%
  • Fevereiro: 0,70%
  • Janeiro: 0,33%

PNAD: Brasil tem menor desemprego da série histórica para o trimestre encerrado em abril

28 Mai 2026 / 15h00
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PNAD: Brasil tem menor desemprego da série histórica para o trimestre encerrado em abril
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Brasil registrou desemprego de 5,8% no trimestre encerrado em abril (fev/mar/abr), o menor índice para o período desde o início da série histórica em 2012. Foi a primeira vez que a desocupação ficou abaixo de 6% entre fevereiro e abril. A taxa representa uma redução de 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo trimestre de 2025, quando ficou em 6,6%, até então o menor índice da história. Os dados da PNAD Contínua Mensal foram divulgados nesta quinta-feira (29/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando comparado ao trimestre encerrado em março deste ano (jan/fev/mar), o desemprego no Brasil apresentou redução de 0,3%. Vale ressaltar que a taxa de 6,1% registrada no período encerrado em março de 2026 também foi a menor da série histórica e a primeira, desde 2012, a ficar abaixo de 7% para o período.

OCUPAÇÃO – Os dados da PNAD Contínua Mensal mostram que o total da população ocupada no Brasil no trimestre encerrado em abril de 2026 subiu em comparação ao mesmo período de 2025. No ano passado, o país contava com 101,2 milhões de pessoas de 14 anos ou mais ocupadas no período que engloba os meses de fevereiro, março e abril. Neste ano, são 102,3 milhões. O nível da ocupação das pessoas de 14 anos ou mais também subiu quando se comparam os trimestres encerrados em abril de 2025 e 2026, passando de 58,2% no ano passado para 58,4% neste ano.

RENDIMENTO MÉDIO – O rendimento médio real de todos os trabalhos habitualmente recebido por mês pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas igualmente registrou aumento para o trimestre de fevereiro-março-abril entre 2025 e 2026. No ano passado, o rendimento médio foi de R$ 3.542 e, neste ano, o valor ficou em R$ 3.732.

Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025

08 Mai 2026 / 12h00
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Renda média das famílias chega a R$ 2.264 e é recorde em 2025
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O rendimento médio mensal das famílias brasileiras chegou a R$ 2.264 por pessoa em 2025. Esse valor representa crescimento real – já descontada a inflação – de 6,9% em relação a 2024. É também o maior já apurado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), iniciada em 2012.

O dado de 2025 representa o quarto ano seguindo de alta no rendimento dos domicílios, segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro. 

Para consolidar o cálculo, o IBGE apura os valores de todos os rendimentos recebidos pelos integrantes das famílias e divide pelo número de moradores do domicílio.

Além de salários e bônus, entram na conta aposentadoria, pensão alimentícia, benefício social, bolsa de estudo, seguro-desemprego, aluguel e aplicações financeiras, por exemplo.

 O analista da pesquisa, Gustavo Geaquinto Fontes, explica que o trabalho tem peso “muito grande” no aumento do rendimento da população.

Bahia gerou 14 mil empregos com carteira em março

03 Mai 2026 / 11h00
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Bahia gerou 14 mil empregos com carteira em março
Foto - Divulgação / Secom-PR

A Bahia gerou 14.008 empregos formais em março de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (29/4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado baiano no terceiro mês do ano. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 8.872 vagas. Em seguida aparecem a Construção (2.831 postos), Indústria (2.183) e Agropecuária (156). O desempenho negativo foi registrado no setor de Comércio (-33).

MUNICÍPIOS – A capital Salvador foi o município baiano com maior saldo de empregos formais em março, tendo gerado 5.616 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Feira de Santana (1.691), Camaçari (774) e Luís Eduardo Magalhães (511).

GÊNERO – No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados na Bahia em março foi ocupada por mulheres: 7.712. No período, os homens foram responsáveis por ocupar 6.296 novos empregos.

FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados na Bahia no período foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 7.298 novos postos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no estado em março foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 11.383 vagas.

A menos de um mês do fim do prazo, 59% não enviaram declaração do IR

03 Mai 2026 / 09h51
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A menos de um mês do fim do prazo, 59% não enviaram declaração do IR
Rafa Neddermeyer / Agência Brasil

A menos de um mês do fim do prazo, quase 60% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até às 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). 

O número equivale a 41,8% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.

Segundo a Receita Federal, 70,3% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 16,9% terão que pagar Imposto de Renda e 12,8% não têm imposto a pagar nem a receber.

Entenda as novidades da declaração do Imposto de Renda 2026 

A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (73,7%), mas 17,4% dos contribuintes recorrem ao preenchimento online, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 8,9% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.

Número de eleitores com mais de 60 anos cresceu 74%, aponta pesquisa

15 Abr 2026 / 17h30
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Número de eleitores com mais de 60 anos cresceu 74%, aponta pesquisa
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos. 

Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.

Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE. 

Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.

De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano. 

IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’

06 Nov 2025 / 16h30
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IBGE revela: ‘Silva’ é o sobrenome mais comum em Brumado, seguido por ‘Santos’ e ‘Souza’
Foto - Wilker Porto / Agora Sudoeste

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novos dados do levantamento “Nomes no Brasil”, com base no Censo 2022, revelando quais são os sobrenomes mais frequentes entre os moradores de Brumado.


De acordo com o estudo, o sobrenome Silva aparece em destaque, sendo utilizado por 24,36% da população — o equivalente a 17.176 pessoas no município. Na sequência, estão Santos (20,04%; 14.127 pessoas), Souza (11,14%; 7.854) e Lima (6,63%; 4.677).


Esses quatro sobrenomes concentram mais de 62% dos registros familiares da cidade, demonstrando a força das linhagens tradicionais e a herança cultural presente entre os brumadenses.


O levantamento aponta ainda que outros nomes como Oliveira, Meira, Pereira, Dias, Leite e Jesus também figuram entre os dez mais comuns. Sobrenomes como Almeida, Ribeiro, Alves, Rocha, Gomes e Ferreira aparecem logo na sequência, com percentuais entre 2% e 3%.

O painel interativo do IBGE mostra que Brumado acompanha a tendência nacional, onde “Silva” e “Santos” seguem como os nomes de família mais difundidos em todas as regiões do país.

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