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O placar esconde metade do jogo: como medir uma seleção de verdade
O Brasil terminou a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 na liderança do Grupo C, com sete pontos, sete gols marcados e um sofrido. Depois, venceu o Japão por 2 a 1 na fase de 32 e caiu diante da Noruega por 2 a 1 nas oitavas. O placar resume a campanha; as métricas explicam como ela foi construída.
Analisar desempenho exige separar resultado, processo e contexto. Uma seleção pode vencer criando pouco, perder após produzir as melhores chances ou manter a posse sem entrar na área. Por isso, departamentos de desempenho cruzam indicadores em vez de tratar uma estatística isolada como diagnóstico.
Sete pontos não contam a história inteira
A tabela informa o que aconteceu, não como aconteceu. O saldo brasileiro na fase de grupos foi forte, mas a leitura precisa considerar adversários, estado do placar e comportamento após abrir vantagem. A eliminação para a Noruega reforçou esse limite: quatro vitórias no torneio não impediram que um jogo encerrasse a campanha antes das quartas.
Em uma competição eliminatória, consistência e sobrevivência não são sinônimos. Uma sequência de bons jogos melhora a estimativa de força da equipe, mas não protege contra um erro de saída, uma bola parada ou uma finalização de baixa probabilidade.
Uma pesquisa de intenção de voto divulgada nesta segunda-feira (13) pela Nexus/BTG mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da corrida eleitoral para a Presidência da República em um cenário estimulado para as eleições de 2026.
Segundo o levantamento, Lula aparece com 40% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 34%, mantendo a segunda colocação.
Na sequência estão Ronaldo Caiado (União Brasil), com 5%, Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), ambos com 4%. Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) aparecem com 2% cada. Já Aécio Neves (PSDB) soma 1%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) não registrou intenções de voto nesta rodada.
O levantamento também aponta que 6% dos entrevistados afirmaram votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos nomes apresentados. Outros 3% disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.
Na comparação com a pesquisa anterior, realizada no fim de junho, Lula oscilou de 42% para 40%, variação dentro da margem de erro. Flávio Bolsonaro manteve os mesmos 34% registrados no levantamento anterior.
A pesquisa Nexus/BTG ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.
A recente pesquisa do projeto ‘Ouvidoria Itinerante’, idealizada e executada pela Ouvidoria Geral da Secretaria da Segurança Pública (SSP), atestou uma aprovação de cerca de 70% ao bom policiamento das Forças policiais, influenciando na sensação de segurança da população de seis municípios da Bahia. As equipes entrevistaram cerca de cinco mil baianos e baianas no interior do estado durante o mês de abril.
Os ouvidores passaram pelas cidades de Valente, Teofilândia, Araci, Serrinha, Conceição do Coité e Itabuna e conversaram com os cidadãos sobre o trabalho realizado pelas Forças da Segurança Pública. O município de Serrinha se destacou com o maior percentual de aprovação, alcançando 81% de aprovação dos entrevistados.
As equipes da Ouvidoria também puderam tirar dúvidas dos moradores, ouvir sugestões e recepcionar reclamações. Os dados coletados ao longo do projeto são compilados em relatórios para serem enviados para as unidades policiais responsáveis, garantindo a adoção de providências necessárias.
Um novo levantamento divulgado nesta quarta-feira (6) indica um cenário de equilíbrio na disputa presidencial em um eventual segundo turno. Os dados mostram o senador Flávio Bolsonaro com 45,3% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 44,7%, diferença considerada dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico.
O resultado evidencia uma disputa apertada entre os dois nomes, com variação mínima entre os percentuais e sem definição clara de liderança estatística.
Em outras simulações testadas pelo instituto, o desempenho do presidente varia conforme o adversário. Em um cenário contra Ronaldo Caiado, Lula registra 44,7%, enquanto o ex-governador soma 40%. Já em uma eventual disputa com Romeu Zema, o presidente mantém vantagem, com 44%, frente aos 39% do adversário.
A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 5 de maio, ouvindo 1.500 pessoas em diversas regiões do país. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança do estudo é de 95%.
O levantamento foi financiado pelo próprio instituto responsável e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05356/2026.
A mais recente pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha aponta que a avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 40%, mesmo com a proximidade do período eleitoral, previsto para começar oficialmente em agosto.
De acordo com o levantamento, houve uma leve queda na avaliação positiva da gestão, que passou de 32% para 29%. Já a parcela da população que considera o governo regular apresentou crescimento, saindo de 26% para 29%, indicando uma oscilação no posicionamento dos entrevistados.
No que diz respeito à avaliação pessoal do presidente em seu terceiro mandato, os números mostram uma variação dentro da margem, com a reprovação passando de 49% para 51%, enquanto a aprovação recuou de 47% para 45%.
A pesquisa também detalha diferenças de percepção entre os grupos sociais. A avaliação positiva aparece com maior destaque entre pessoas mais velhas, com menor nível de escolaridade e moradores da região Nordeste. Por outro lado, os índices de avaliação negativa são mais elevados entre pessoas com maior nível de instrução, residentes da região Sul, evangélicos e aqueles com renda superior a dez salários mínimos.
O levantamento ainda traz um comparativo com o mesmo período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Naquela fase, Bolsonaro registrava índices mais elevados de avaliação negativa e menor aprovação, segundo os dados históricos considerados desde a redemocratização do país.
Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.
De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.
“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.
Principais números da pesquisa
36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
9,3% preferem abrir o próprio negócio;
6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
20% não encontraram oportunidades atrativas.