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A recente pesquisa do projeto ‘Ouvidoria Itinerante’, idealizada e executada pela Ouvidoria Geral da Secretaria da Segurança Pública (SSP), atestou uma aprovação de cerca de 70% ao bom policiamento das Forças policiais, influenciando na sensação de segurança da população de seis municípios da Bahia. As equipes entrevistaram cerca de cinco mil baianos e baianas no interior do estado durante o mês de abril.
Os ouvidores passaram pelas cidades de Valente, Teofilândia, Araci, Serrinha, Conceição do Coité e Itabuna e conversaram com os cidadãos sobre o trabalho realizado pelas Forças da Segurança Pública. O município de Serrinha se destacou com o maior percentual de aprovação, alcançando 81% de aprovação dos entrevistados.
As equipes da Ouvidoria também puderam tirar dúvidas dos moradores, ouvir sugestões e recepcionar reclamações. Os dados coletados ao longo do projeto são compilados em relatórios para serem enviados para as unidades policiais responsáveis, garantindo a adoção de providências necessárias.
Um novo levantamento divulgado nesta quarta-feira (6) indica um cenário de equilíbrio na disputa presidencial em um eventual segundo turno. Os dados mostram o senador Flávio Bolsonaro com 45,3% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 44,7%, diferença considerada dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico.
O resultado evidencia uma disputa apertada entre os dois nomes, com variação mínima entre os percentuais e sem definição clara de liderança estatística.
Em outras simulações testadas pelo instituto, o desempenho do presidente varia conforme o adversário. Em um cenário contra Ronaldo Caiado, Lula registra 44,7%, enquanto o ex-governador soma 40%. Já em uma eventual disputa com Romeu Zema, o presidente mantém vantagem, com 44%, frente aos 39% do adversário.
A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 5 de maio, ouvindo 1.500 pessoas em diversas regiões do país. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança do estudo é de 95%.
O levantamento foi financiado pelo próprio instituto responsável e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05356/2026.
A mais recente pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha aponta que a avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manteve estável em 40%, mesmo com a proximidade do período eleitoral, previsto para começar oficialmente em agosto.
De acordo com o levantamento, houve uma leve queda na avaliação positiva da gestão, que passou de 32% para 29%. Já a parcela da população que considera o governo regular apresentou crescimento, saindo de 26% para 29%, indicando uma oscilação no posicionamento dos entrevistados.
No que diz respeito à avaliação pessoal do presidente em seu terceiro mandato, os números mostram uma variação dentro da margem, com a reprovação passando de 49% para 51%, enquanto a aprovação recuou de 47% para 45%.
A pesquisa também detalha diferenças de percepção entre os grupos sociais. A avaliação positiva aparece com maior destaque entre pessoas mais velhas, com menor nível de escolaridade e moradores da região Nordeste. Por outro lado, os índices de avaliação negativa são mais elevados entre pessoas com maior nível de instrução, residentes da região Sul, evangélicos e aqueles com renda superior a dez salários mínimos.
O levantamento ainda traz um comparativo com o mesmo período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Naquela fase, Bolsonaro registrava índices mais elevados de avaliação negativa e menor aprovação, segundo os dados históricos considerados desde a redemocratização do país.
Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.
De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.
“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.
Principais números da pesquisa
36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
9,3% preferem abrir o próprio negócio;
6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
20% não encontraram oportunidades atrativas.