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Uma ocorrência registrada na tarde de quarta-feira (13) mobilizou a Polícia Militar no município de Guanambi, após um episódio de conflito em uma unidade escolar localizada no bairro Alvorada.
De acordo com informações repassadas pela direção da escola, um adolescente de 12 anos, que possui histórico de comportamento agressivo, esteve no local fora do horário de funcionamento e iniciou uma série de atitudes hostis. O jovem teria arremessado pedras e proferido ofensas contra professores e alunos que estavam na unidade.
Apesar da situação, não houve registro de pessoas feridas. No entanto, uma mulher de 46 anos teve o veículo atingido, resultando em danos na porta traseira direita.
Uma guarnição do 17º Batalhão de Polícia Militar foi acionada e realizou buscas nas imediações, mas o adolescente não foi localizado.
No ato de compra do material escolar para o novo ano letivo, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) orienta os pais e responsáveis pelos estudantes que procurem o selo de identificação da conformidade nos 25 produtos que estão na listagem de regulamentação do órgão, ligado ao Ministério da Economia. À Agência Brasil, o instituto ressaltou que os pais devem evitar comprar no mercado informal, porque não há garantia de procedência e também para evitar produtos que ofereçam risco à saúde das crianças, como substâncias tóxicas que podem ser levadas à boca, ingeridas ou inaladas, ou causar acidentes por meio de bordas cortantes ou pontas perigosas. Além disso, devem procurar sempre a indicação de faixa etária, adquirindo artigos de acordo com a idade dos filhos. De acordo com a engenheira Millene Cleto da Fonseca, pesquisadora do Inmetro e responsável pela regulamentação de artigos escolares, os pais e responsáveis devem guardar a nota fiscal do produto, porque ela é a comprovação de origem do artigo e poderá ser utilizada para fazer a troca no caso de problemas de segurança ou qualidade. No caso de ocorrência de acidentes de consumo envolvendo algum produto do material escolar, o consumidor deve relatar o fato no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), disse Millene à Agência Brasil.