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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança nas simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026 testadas pela pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (5).
O levantamento avaliou possíveis disputas do atual presidente contra Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Em todos os cenários apresentados, Lula registra percentual superior ao dos adversários.
Na simulação contra Ronaldo Caiado (PSD-GO), ex-governador de Goiás, Lula aparece com 48,5% das intenções de voto, enquanto Caiado soma 40%. Brancos e nulos representam 7%, e 4,5% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
O cenário envolvendo Romeu Zema (Novo-MG) apresenta resultado semelhante. Lula registra 48,5%, contra 37% de Zema. Nesse cruzamento, 8,5% declararam voto branco ou nulo e 6% disseram não saber em quem votar.
Já na disputa simulada com Renan Santos, líder do MBL e integrante do partido Missão, Lula aparece com 48%, enquanto o adversário soma 34,7%. Brancos e nulos correspondem a 10,3%, e 6,9% dos entrevistados se declararam indecisos.
A pesquisa também apresentou uma simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro. Na série histórica do levantamento, o petista aparece com tendência de crescimento nas últimas medições, enquanto Flávio oscilou dentro da margem de erro.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04579/2026.
O ex-governador da Bahia Rui Costa (PT) aparece na primeira colocação, com 22% das intenções de voto, enquanto o senador Jaques Wagner (PT) registra 16% em pesquisa Genial/Quaest sobre a corrida pelas duas vagas ao Senado Federal pela Bahia nas eleições de 2026.
O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (29) e apresenta os dois petistas numericamente à frente dos demais nomes testados. João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) aparecem empatados, com 6% cada.
Na sequência, Professora Delliana Ricelli (Psol) registra 3%, Marcelo Santtana (DC) aparece com 1%, enquanto Gregorio Gould (UP) não pontuou.
O levantamento também mostra que 22% dos entrevistados estão indecisos, enquanto 24% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não pretendem votar.
Cenário 1
Cenário 2
No segundo cenário apresentado pela pesquisa, os dois primeiros colocados mantêm os mesmos percentuais. Rui Costa permanece com 22% e Jaques Wagner com 16%. João Roma e Angelo Coronel também continuam com 6% cada.
A alteração ocorre entre os demais nomes: Professora Delliana Ricelli passa de 3% para 4%, enquanto Gregorio Gould permanece com 0%. Os índices de indecisos e de eleitores que afirmam votar em branco, anular ou não votar permanecem em 22% e 24%, respectivamente.
Metodologia
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 23 e 27 de julho, com 1.200 eleitores com 16 anos ou mais.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
453.414 eleitoras e eleitores estão com o título cancelado na Bahia, segundo dados do Portal de BI do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A regularização do documento pode ser feita de forma presencial, comparecendo a qualquer cartório eleitoral ou unidade de atendimento da Justiça Eleitoral no estado baiano até 6 de maio. Após essa data, o cadastro eleitoral será fechado.
Também é possível fazer o serviço sem sair de casa, de forma on-line, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no portal do Tribunal.
A diretora-geral do Órgão, Mirella Cunha, comentou sobre a importância de estar com o documento regular, sendo fundamental para poder exercer o direito ao voto nas próximas eleições, que acontecerão no dia 4 de outubro, e evitar restrições em atividades públicas e privadas que exigem comprovação de quitação eleitoral. “Com o título cancelado, não é possível emitir passaporte, tomar posse em cargo público, renovar a matrícula em instituição de ensino, entre outros impeditivos”, alertou.
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