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O Clube Social de Brumado realizou neste domingo, 7 de junho de 2026, a eleição para a escolha da nova Diretoria Administrativa e dos membros do Conselho Deliberativo que estarão à frente da entidade durante o biênio 2026/2028.
A votação aconteceu ao longo de todo o dia na sede do clube e contou com a participação dos associados aptos a exercer o direito ao voto. Três chapas disputaram a presidência da instituição: Acássia Gondim, pela Chapa 1; Genival Moura Matos, pela Chapa 2; e Gilmar Flores, pela Chapa 3.
Ao final da apuração, Genival Moura Matos foi eleito presidente do Clube Social de Brumado ao obter 344 votos. Na segunda colocação ficou Acássia Gondim, com 228 votos, enquanto Gilmar Flores recebeu 205 votos.
Para o Conselho Deliberativo, a Chapa 2 também saiu vencedora. A composição liderada por Fábio Coelho, tendo Matheus Lima como vice-presidente, conquistou 344 votos. A Chapa 1, encabeçada por Salete, obteve 228 votos, enquanto a Chapa 3, liderada por Samuel, recebeu 203 votos.
Durante todo o processo eleitoral, os associados compareceram à sede da entidade para participar da escolha dos novos representantes, em um pleito marcado pela ampla participação e pelo exercício democrático dentro de uma das instituições mais tradicionais do município.
Com o resultado homologado, os eleitos passam a ser responsáveis pela condução administrativa e deliberativa do Clube Social de Brumado pelos próximos dois anos.
O cenário eleitoral para a sucessão presidencial de 2026 segue movimentando o debate político nacional. Pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data nesta segunda-feira (1º) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem em alguns cenários de segundo turno e registra disputas equilibradas em outros confrontos simulados.
De acordo com o levantamento, Lula aparece com 45% das intenções de voto em uma eventual disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que soma 40%. A diferença de cinco pontos percentuais coloca o atual presidente numericamente à frente do adversário. Neste cenário, 8% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 7% não souberam ou preferiram não responder.
Já nas simulações envolvendo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o quadro é de equilíbrio. Contra Caiado, Lula registra 43% das intenções de voto, mesmo percentual alcançado pelo adversário. Os votos brancos e nulos somam 8%, enquanto 6% dos entrevistados não responderam.
No confronto com Romeu Zema, Lula aparece com 43%, contra 40% do pré-candidato do Novo. Apesar da vantagem numérica do presidente, o resultado configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Nesse cenário, 11% declararam voto branco ou nulo e 6% não souberam responder.
O levantamento também simulou disputas contra outros possíveis candidatos. Em um eventual segundo turno contra Renan Santos, do partido Missão, Lula alcança 46%, enquanto o adversário registra 30%. Já diante de Aécio Neves (PSDB), o presidente amplia a diferença, chegando a 47% das intenções de voto, contra 23% do tucano.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, confirmou nesta sexta-feira (3) a definição da chapa que disputará as eleições de 2026, encerrando especulações sobre possíveis mudanças na composição. A declaração foi feita em Salvador, durante agenda pública, onde o gestor reafirmou a permanência do atual vice-governador, Geraldo Júnior, na formação política.
Com a decisão, o grupo governista mantém a mesma estrutura já anunciada anteriormente, incluindo os nomes que disputarão o Senado, consolidando uma aliança considerada estratégica para a próxima eleição. O governador destacou a confiança no trabalho desenvolvido pela equipe e reforçou a importância da continuidade administrativa.
Durante a fala, Jerônimo também declarou apoio ao projeto político nacional liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sinalizando alinhamento entre as esferas estadual e federal. Segundo ele, o objetivo é fortalecer ações conjuntas e ampliar investimentos na Bahia.
O chefe do Executivo baiano afirmou ainda que pretende intensificar as viagens pelo interior do estado, ouvindo a população e levantando demandas que irão contribuir para a construção do plano de governo. A proposta, segundo ele, é dar sequência ao trabalho já iniciado, com foco no desenvolvimento regional e na melhoria dos serviços públicos.
A confirmação da chapa representa um passo importante na organização política do grupo, que busca fortalecer sua base e ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade baiana ao longo dos próximos meses.
Um levantamento realizado pela Séculus Análise e Pesquisa, sob encomenda do Bahia Notícias, aponta vantagem de ACM Neto na corrida pelo governo da Bahia em 2026. No cenário estimulado, o ex-prefeito de Salvador registra 48,28% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues aparece com 31,15%.
A sondagem também incluiu os nomes de José Carlos Aleluia, que alcançou 0,65%, e Ronaldo Mansur, com 0,52%. Entre os entrevistados, 9,93% afirmaram não saber ou preferiram não opinar, e 9,47% declararam intenção de votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados.
O estudo ouviu 1.535 eleitores em 72 municípios baianos. Este é o primeiro levantamento da Séculus em 2026 sobre o cenário eleitoral estadual. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-09740/2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Não foram projetados cenários de segundo turno, considerando a diferença expressiva entre os dois primeiros colocados e os demais concorrentes.
No quesito rejeição, Jerônimo Rodrigues aparece com 37,96% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de forma alguma. ACM Neto registra 22,65% nesse indicador. José Carlos Aleluia soma 5,71% de rejeição, enquanto Ronaldo Mansur aparece com 6,42%. Nesse item, 14,99% não souberam ou não responderam, e 12,26% optaram por nenhum, branco ou nulo.
O governador Jerônimo Rodrigues aparece na liderança da disputa pelo Governo da Bahia, segundo levantamento encomendado ao Instituto TML e registrado na Justiça Eleitoral. Os dados indicam vantagem numérica nos cenários estimulados avaliados.
No primeiro cenário apresentado aos entrevistados, com múltiplos nomes colocados, Jerônimo soma 52,51% das intenções de voto. ACM Neto registra 35,65%. José Carlos Aleluia aparece com 1,03% e Ronaldo Mansur com 0,93%. Brancos e nulos totalizam 0,93%, enquanto 8,95% afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Nesse quadro, o percentual atribuído ao atual governador ultrapassa a metade dos votos válidos.
Em um segundo cenário estimulado, considerando apenas dois postulantes, Jerônimo Rodrigues atinge 54,24%, enquanto ACM Neto marca 37,70%. Brancos e nulos somam 0,73%, e 7,33% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Na modalidade espontânea, quando não são apresentados nomes previamente, Jerônimo registra 22,54% das menções, seguido por ACM Neto, com 15,94%. João Roma aparece com 2,10%, e Rui Costa com 2,05%, embora estes dois últimos não figurem como pré-candidatos ao governo estadual.
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 21 de fevereiro, com nível de confiança de 95% e margem de erro estimada em aproximadamente 2,17 pontos percentuais. A pesquisa está registrada sob o número BA-07735/2026 no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia.
A nova pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta terça-feira (9), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém 38% das intenções de voto em todos os quatro cenários simulados para a disputa presidencial de 2026. O levantamento, o primeiro do instituto a traçar projeções completas para a próxima eleição, aponta o petista na liderança independentemente dos adversários testados.
Os cenários apresentam combinações distintas com nomes como Michelle Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Em cada um deles, Lula aparece estável com 38%, enquanto o segundo colocado varia conforme o quadro proposto. A maior aproximação ocorre quando Michelle Bolsonaro entra na disputa, alcançando 23%. Flávio Bolsonaro aparece com 19% em sua simulação, enquanto Eduardo Bolsonaro chega a 18% e Tarcísio de Freitas marca 17%.
Nos quatro cenários, os demais concorrentes mantêm percentuais mais baixos: Ratinho Júnior oscila entre 9% e 8%, Caiado varia de 7% a 5%, e Romeu Zema aparece entre 5% e 4%. A soma de brancos, nulos e indecisos também apresenta variações importantes, indo de 16% a 19% para votos brancos e nulos e de 5% a 8% para indecisos, a depender da composição dos candidatos.
O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 4 e 8 de dezembro, em 131 municípios do país, e apresenta margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para a diretora do Ipsos-Ipec, Márcia Cavallari, os resultados revelam que Lula demonstra um “piso consistente” diante dos adversários avaliados, o que reforça a estabilidade do seu desempenho neste início de projeções para 2026.
O estudo também mediu a rejeição dos nomes testados. Lula lidera neste quesito com 44%, seguido por Flávio Bolsonaro (35%), Eduardo Bolsonaro (32%) e Michelle Bolsonaro (30%). Entre os demais nomes, as rejeições são menores: Ratinho Júnior e Romeu Zema registram 13%, Tarcísio de Freitas tem 11% e Ronaldo Caiado aparece com 10%. Apenas 1% dos entrevistados declarou que poderia votar em todos os candidatos e 7% não souberam responder.
Uma nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (6/12) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como favorito em um eventual segundo turno das eleições de 2026. Segundo o levantamento, Lula aparece com 51% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 36%, uma diferença de 15 pontos percentuais. Os dados foram coletados entre os dias 2 e 4 de dezembro, antes do anúncio oficial do nome de Flávio como possível candidato.
O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios brasileiros, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em julho, o petista ampliou sua vantagem: à época, a disputa aparecia em 48% contra 37%. O instituto aponta que o desgaste associado ao sobrenome Bolsonaro pesa no cenário atual, mesmo antes da formalização das candidaturas.
Outros cenários de segundo turno também foram testados. Contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula venceria por 47% a 42%. Já frente a Ratinho Jr. (PSD), o presidente manteria vantagem, registrando 47% contra 41%. O desempenho dos demais integrantes da família Bolsonaro também é inferior: Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aparece com 35% contra 52% de Lula, enquanto Michelle Bolsonaro (PL-DF) teria 39% contra 50% do petista.
O Datafolha ainda simulou uma disputa entre Lula e Jair Bolsonaro (PL), considerando a fase anterior ao indeferimento da eventual candidatura do ex-presidente. Nesse cenário, Lula venceria por 49% a 40%, ampliando vantagem em relação ao levantamento anterior, que marcava 47% a 43%.
No primeiro turno, Lula lidera com 41% em diferentes simulações. Quando Flávio Bolsonaro é testado, ele aparece com 18%, seguido de Ratinho Jr. (12%), Ronaldo Caiado (7%) e Romeu Zema (6%). Com Michelle Bolsonaro no páreo, Lula mantém 41%, enquanto ela alcança 24%. Ratinho Jr. marca 10%, Caiado 6% e Zema 5%. Em uma disputa envolvendo Tarcísio de Freitas, Lula segue com 41%, e o governador paulista chega a 23%.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi anunciado como o nome escolhido pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro para disputar a Presidência da República em 2026. A confirmação ocorreu na tarde desta sexta-feira (5), por meio de comunicado divulgado pelo parlamentar, após visita de Jair Bolsonaro à sede da Polícia Federal em Brasília.
No anúncio, Flávio afirmou receber a missão com “grande responsabilidade” e declarou que a decisão partiu da “maior liderança política e moral do Brasil”, em referência ao pai. O senador ressaltou que pretende dar continuidade ao projeto político defendido pela família Bolsonaro e pelo Partido Liberal.
Em seu pronunciamento, Flávio disse que o país vive “instabilidade, insegurança e desânimo”, e criticou ações do governo federal, mencionando dificuldades sociais, tributárias e de segurança pública. O senador afirmou que não pretende “ficar de braços cruzados” diante do que considera retrocessos e que encara a candidatura como uma missão “diante de Deus e do Brasil”.
Flávio também declarou acreditar em um “novo tempo” para o país e disse confiar que sua caminhada será guiada por princípios espirituais e valores democráticos. O anúncio marca oficialmente o movimento do PL para estruturar sua candidatura presidencial para 2026, colocando o senador como principal representante do grupo político liderado por Jair Bolsonaro.